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  • JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA - 21º PRESIDENTE DO BRASIL ENTRE 1956 E 1961 O CONSTRUTOR DE BRASÍLIA (FORMA CONJUNTO COM OS OFERTADOS NO LOTE ANTERIOR)  - PRATA DE LEI INGLESA. SEIS GRANDES  E MAGNIFICOS MARCADORES DE LUGARES A MESA  COM MARCAS DE CONTRASTE PARA CIDADE DE SHEFFIELD E LETRA DATA PARA 1956, MARCA DOS IMPORTANTES PRATEIROS WALKER & HALL. DECORADO COM GODRONS E CONCHEADOS. ELEGANTE MONOGRAMA JK.. ESSE LINDO CONJUNTO  BEM COMO A SALVA E OS OUTROS SEIS MARCADORES OFERTADOS NOS DOIS ÚLTIMOS LOTES  FORAM OFERECIDAS COMO PRESENTE DA POSSE DE JUSCELINO COMO PRESIDENTE DO BRASIL EM 31 DE JANEIRO DE 1956. INGLATERRA, 1956. 6,5 X 6,5 CM  A BASE TEM ALMA EM MADEIRA.  905 (PESO TOTAL)
  • JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA - 21º PRESIDENTE DO BRASIL ENTRE 1956 E 1961 O CONSTRUTOR DE BRASÍLIA - PRATA DE LEI INGLESA. SEIS GRANDES  E MAGNIFICOS MARCADORES DE LUGARES A MESA  COM MARCAS DE CONTRASTE PARA CIDADE DE SHEFFIELD E LETRA DATA PARA 1956, MARCA DOS IMPORTANTES PRATEIROS WALKER & HALL. DECORADO COM GODRONS E CONCHEADOS. ELEGANTE MONOGRAMA JK.. ESSE LINDO CONJUNTO BEM COMO A SALVA OFERTADA NO LOTE ANTERIOR E OS SEIS MARCADORES DO LOTE SEGUINTE  FORAM OFERECIDAS COMO PRESENTE DA POSSE DE JUSCELINO COMO PRESIDENTE DO BRASIL EM 31 DE JANEIRO DE 1956. INGLATERRA, 1956. 6,5 X 6,5 CM  A BASE TEM ALMA EM MADEIRA.  905 (PESO TOTAL)
  • JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA - 21º PRESIDENTE DO BRASIL ENTRE 1956 E 1961 O CONSTRUTOR DE BRASÍLIA - PRATA DE LEI INGLESA. ELEGANTE SALVA  COM MARCAS DE CONTRASTE PARA CIDADE DE SHEFFIELD E LETRA DATA PARA 1956, MARCA DOS IMPORTANTES PRATEIROS WALKER & HALL. BORDA RECORTADA REMATADA POR GODRONS. PLANO LISO COM ELEGANTE MONOGRAMA JK.. ESSA LINDA SALVA BEM COMO A OFERTADA NO LOTE ANTERIOR, IDÊNTICA A ESSA, FORAM OFERECIDAS COMO PRESENTE DA POSSE DE JUSCELINO COMO PRESIDENTE DO BRASIL EM 31 DE JANEIRO DE 1956. INGLATERRA, 1956. 27 CM DE DIAMETRO. 556  GNOTA: Juscelino Kubitschek de Oliveira BTO GColIH GCTE, também conhecido pelas suas iniciais JK (Diamantina, 12 de setembro de 1902 Resende, 22 de agosto de 1976), foi um médico, oficial da Polícia Militar mineira e político brasileiro, foi o 21º Presidente do Brasil entre 1956 e 1961. JK concluiu o curso de humanidades do Seminário de Diamantina e em 1920 mudou-se para Belo Horizonte. Em 1927, formou-se em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e em 1930 especializou-se em urologia em Paris. Em dezembro de 1931, casou-se com Sarah Lemos, com quem teve a filha Márcia, em 1943, e adotou Maria Estela, em 1947.Em 1931, ingressou na Polícia Militar como médico. Neste período, trabalhou na Revolução Constitucionalista e tornou-se amigo do político Benedito Valadares que, ao ser nomeado interventor federal em 1933, nomeou Juscelino como seu chefe de gabinete. Em 1934, foi eleito deputado federal, mas o seu mandato foi cassado com o advento do golpe do Estado Novo. Com a perda do mandato, retornou à medicina. Em 1940, foi nomeado prefeito de Belo Horizonte por Valadares, permanecendo neste cargo até outubro de 1945. No final do mesmo ano foi eleito deputado constituinte pelo Partido Social Democrático. Em 1950, venceu Bias Fortes nas prévias do PSD para a escolha do candidato do partido ao Governo de Minas nas eleições daquele ano. Na eleição geral, derrotou seu concunhado Gabriel Passos e foi empossado governador em 31 de janeiro de 1951. Neste cargo, criou a Companhia Energética de Minas Gerais, e também priorizou as estradas e a industrialização.Em outubro de 1954, lançou sua candidatura à Presidência da República para a eleição de 1955, sendo oficializada em fevereiro de 1955. JK apresentou um discurso desenvolvimentista e utilizou como slogan de campanha "50 anos em 5". Em uma aliança formada por seis partidos, seu companheiro de chapa foi João Goulart. Em 3 de outubro, elegeu-se presidente com 35,6% dos votos, contra 30,2% de Juarez Távora, da UDN. A oposição tentou anular a eleição com a alegação de que JK não havia obtido a maioria absoluta dos votos. No entanto, o general Henrique Lott desencadeou um movimento militar que garantiu a posse de JK e Jango em 31 de janeiro de 1956. Na presidência, foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, executando assim um antigo projeto para promover o desenvolvimento do interior e a integração do país. Durante todo o seu mandato, o país viveu um período de notável desenvolvimento econômico e relativa estabilidade política. No entanto, houve também um significativo aumento da dívida pública interna, da dívida externa, e, segundo alguns críticos, seu mandato terminou com crescimento da inflação, aumento da concentração de renda e arrocho salarial. Na época, não havia reeleição e em 31 de janeiro de 1961 foi sucedido por Jânio Quadros, seu opositor apoiado pela UDN.Em 1961, elegeu-se senador por Goiás e tentou viabilizar sua candidatura à presidência em 1965. No entanto, com o golpe militar de 1964, foi acusado pelos militares de corrupção e de ser apoiado pelos comunistas e como consequência teve seu mandato cassado e seus direitos políticos suspensos. A partir de então passou a percorrer cidades dos Estados Unidos e da Europa, em um exílio voluntário. Em março de 1967, voltou definitivamente ao Brasil e uniu-se a Carlos Lacerda e Goulart na articulação da Frente Ampla, em oposição à ditadura militar, que foi extinta pelos militares um ano depois, levando JK à prisão por um curto período. JK pretendia voltar à vida política depois de passados os dez anos da cassação de seus direitos políticos. Em outubro de 1975, concorreu, sem sucesso, a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Ocupou a cadeira nº 34 da Academia Mineira de Letras. Em 22 de agosto de 1976, morreu em um acidente automobilístico. JK é visto por muitos como o pai do Brasil moderno e está entre os políticos cujo legado é mantido mais favoravelmente.
  • REINADO KANGXI  PAR DE PRATOS (DE UMA SEQUENCIA EM QUE ESTÃO SENDO  APRESENTADOS DEZ DO MESMO CONJUNTO) EM PORCELANA CHINESA DO PERÍDO KANGXI (16621722)  DECORADOS EM ESMALTES AZUIS UNDERGLAZE.  UMA DAS ERAS DE MAIOR PRESTÍGIO E QUALIDADE NA HISTÓRICA DA PORCELANA AZUL E BRANCA DA CHJINA. COM DECORAÇÃO FLUIDA E ELEGANTE TEM NA ABA REMOS CONINUOS E SINUOSOS QUE SE ESTENDEM AO LONGO DE TODA A CIRCUNFERÊNCIA. ESSES RAMOS ALTERNAM ENTRE FOLHAS LANCEOLADAS DETALHADAS E BOTÕES DE FLORES ESTILIZADOS. NA TRADIÇÃO DA PORCLEANA CHINESA ESSES ARRANJOS DE TREPADEIRAS E FLORES NA BORDA NÃO SÃO MERAMENTE ESTÉTICOS, REMETEM A IDEIA DE CONTINUIDADE, LONGEVIDADE E RENOVAÇÃO CONSTANTE. A CALDEIRA É DECORADA EM PADRÃO BOGU QUE SIMBOLIZA VOTOS DE REFINAMENTO E BOA FORTUNA. ESTÃO NA CALDEIRA UM VASO CENTRAL QUE REMETE AS 100 ANTIGUIDADES, POUSADO SOBRE UM SUPORTE QUADRADO CLÁSSICO. O VASO É DECORADO COM ARRANJOS FLORAIS INDICANDO REFINAMENTO ACADÊMICO. FITAS FLUIDAS DITAS RIBBONS ENVOLVEM A MESA E O VASO ESSAS FITAS ESTÃO SEMPRE PRESENTES QUANDO SE APRESENTAM OS OBJETOS PRECIOSOS QUE INTEGRAM AS 100 ANTIGUIDADES. POSTERIORMENTE AOS VASOS ESTÁ UM TABULEIRO COM PADRÃO QUADRICULADO QUE REPRESENTA O JOGO MILENAR WEIGI UM DOS QUATRO TALENTOS ESSENCIAIS EXIGIDOS DE UM ERUDITO CHINÊS TRADICIONAL.  DELIMITANDO A CALDEIRA DA BORDA DUAS MOLDURAS DE LINHAS CONCÊNTRICAS DUPLAS. RARAMENTE SE ENCONTRARÃO DISPONÍVEIS SETS DE PORCELANA KANGXI COMO ESTE COM SEIS PRATOS  DE UM MESMO PADRÃO. CHINA, FINAL DO SEC. XVII OU INICIO DO XVIII. 23 CM DE DIAMETRO
  • REINADO KANGXI  PAR DE PRATOS ((DE UMA SEQUENCIA EM QUE ESTÃO SENDO  APRESENTADOS DEZ DO MESMO CONJUNTO)) EM PORCELANA CHINESA DO PERÍDO KANGXI (16621722)  DECORADOS EM ESMALTES AZUIS UNDERGLAZE.  UMA DAS ERAS DE MAIOR PRESTÍGIO E QUALIDADE NA HISTÓRICA DA PORCELANA AZUL E BRANCA DA CHJINA. COM DECORAÇÃO FLUIDA E ELEGANTE TEM NA ABA REMOS CONINUOS E SINUOSOS QUE SE ESTENDEM AO LONGO DE TODA A CIRCUNFERÊNCIA. ESSES RAMOS ALTERNAM ENTRE FOLHAS LANCEOLADAS DETALHADAS E BOTÕES DE FLORES ESTILIZADOS. NA TRADIÇÃO DA PORCLEANA CHINESA ESSES ARRANJOS DE TREPADEIRAS E FLORES NA BORDA NÃO SÃO MERAMENTE ESTÉTICOS, REMETEM A IDEIA DE CONTINUIDADE, LONGEVIDADE E RENOVAÇÃO CONSTANTE. A CALDEIRA É DECORADA EM PADRÃO BOGU QUE SIMBOLIZA VOTOS DE REFINAMENTO E BOA FORTUNA. ESTÃO NA CALDEIRA UM VASO CENTRAL QUE REMETE AS 100 ANTIGUIDADES, POUSADO SOBRE UM SUPORTE QUADRADO CLÁSSICO. O VASO É DECORADO COM ARRANJOS FLORAIS INDICANDO REFINAMENTO ACADÊMICO. FITAS FLUIDAS DITAS RIBBONS ENVOLVEM A MESA E O VASO ESSAS FITAS ESTÃO SEMPRE PRESENTES QUANDO SE APRESENTAM OS OBJETOS PRECIOSOS QUE INTEGRAM AS 100 ANTIGUIDADES. POSTERIORMENTE AOS VASOS ESTÁ UM TABULEIRO COM PADRÃO QUADRICULADO QUE REPRESENTA O JOGO MILENAR WEIGI UM DOS QUATRO TALENTOS ESSENCIAIS EXIGIDOS DE UM ERUDITO CHINÊS TRADICIONAL.  DELIMITANDO A CALDEIRA DA BORDA DUAS MOLDURAS DE LINHAS CONCÊNTRICAS DUPLAS. RARAMENTE SE ENCONTRARÃO DISPONÍVEIS SETS DE PORCELANA KANGXI COMO ESTE COM SEIS PRATOS  DE UM MESMO PADRÃO. CHINA, FINAL DO SEC. XVII OU INICIO DO XVIII. 23 CM DE DIAMETRO
  • DOM JOÃO VI - SERVIÇO DOS PAVÕES EXCEPCIONAL PRATO FUNDO EM PORCELANA COM ESMALTES DO REINADO QIANLONG (1711-1799). FEITIO OITAVADO (PRIMEIRA LEVA DE ENCOMENDA). PERTENCEU AO SERVIÇO DO REI DOM JOÃO VI. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PAGINA  97 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA DO BRASIL, ESCRITO POR JENNY DREYFUS. CHINA, MEADOS DO SEC. XVIII. 23 CM DE DIÂMETRO.
  • DOM JOÃO VI - SERVIÇO DOS PAVÕES EXCEPCIONAL PRATO RASO EM PORCELANA COM ESMALTES DO REINADO QIANLONG (1711-1799). FEITIO OITAVADO (PRIMEIRA LEVA DE ENCOMENDA). PERTENCEU AO SERVIÇO DO REI DOM JOÃO VI. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PAGINA  97 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA DO BRASIL, ESCRITO POR JENNY DREYFUS. CHINA, MEADOS DO SEC. XVIII. 23 CM DE DIÂMETRO.
  • DOM JOÃO VI -  (NA SEQUENCIA MAIS DOIS COM MESMO FORMATO.) SERVIÇO DOS PAVÕES EXCEPCIONAL PRATO RASO EM PORCELANA COM ESMALTES DO REINADO QIANLONG (1711-1799). FEITIO OITAVADO (PRIMEIRA LEVA DE ENCOMENDA). PERTENCEU AO SERVIÇO DO REI DOM JOÃO VI. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PAGINA  97DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA DO BRASIL, ESCRITO POR JENNY DREYFUS. CHINA, MEADOS DO SEC. XVIII. 23 CM DE DIÂMETRO.NOTA: Serviço dos Pavões é um serviço de jantar real, confeccionado em porcelana de pasta dura, de finíssima qualidade, que foi produzido na China do Imperador Qianlong , sob encomenda, para Portugal. Estima-se que cerca de vinte mil peças do hoje chamado Serviço dos Pavões tenham sido produzidas entre 1750 e1795, restando hoje cerca de cinco mil distribuídas por todo o mundo. É considerado um dos mais belos serviços de jantar de exportação. Em formato oitavado, recortado ou, em suas últimas fornadas, redondo, o prato é de louça (porcelana) branca, encaroçada, decorada com esmaltes nas cores habituais da chamada "família rosa". Além de pratos de vários tamanhos, foram confeccionadas sopeiras de vários tipos, terrinas, molheiras, travessas de vários formatos, manteigueiras, meleiras, wine-coolers e tigelas. Foi utilizado pela Família Real Portuguesa e pela Família Imperial Brasileira tanto no Paço de São Cristóvão como também na Fazenda Imperial de Santa Cruz. É um serviço conhecido como viajante, pois foi levado da China a Portugal, e de Portugal para o Brasil, quando D. João VI, ainda príncipe, temendo as guerras napoleônicas, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, com sua mãe, D. Maria I. Os serviços de porcelana chinesa de uso imperial, trazidos para o Brasil por D. João VI, foram dispersos após a proclamação da República, sendo atualmente peças raras, procuradas por colecionadores de todo o mundo. Com o fim do Império em 1890, foram realizados diversos leilões pelo leiloeiro Joaquim Dias dos Santos, no Rio de Janeiro, mas seus registros foram logo depois perdidos num incêndio ocorrido pouco depois na loja do leiloeiro.
  • DOM JOÃO VI - SERVIÇO DOS PAVÕES EXCEPCIONAL MEDALHÃO/TRAVESSA CIRCULAR  DE GRANDE DIMENSÃO EM PORCELANA COM ESMALTES DO REINADO QIANLONG (1711-1799). PERTENCEU AO SERVIÇO DO REI DOM JOÃO VI. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PAGINA  97 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA DO BRASIL CHINA, MEADOS DO SEC. XVIII. 34 CM DE DIÂMETRO.NOTA: Serviço dos Pavões é um serviço de jantar real, confeccionado em porcelana de pasta dura, de finíssima qualidade, que foi produzido na China do Imperador Qianlong , sob encomenda, para Portugal. Estima-se que cerca de vinte mil peças do hoje chamado Serviço dos Pavões tenham sido produzidas entre 1750 e1795, restando hoje cerca de cinco mil distribuídas por todo o mundo. É considerado um dos mais belos serviços de jantar de exportação. Em formato oitavado, recortado ou, em suas últimas fornadas, redondo, o prato é de louça (porcelana) branca, encaroçada, decorada com esmaltes nas cores habituais da chamada "família rosa". Além de pratos de vários tamanhos, foram confeccionadas sopeiras de vários tipos, terrinas, molheiras, travessas de vários formatos, manteigueiras, meleiras, wine-coolers e tigelas. Foi utilizado pela Família Real Portuguesa e pela Família Imperial Brasileira tanto no Paço de São Cristóvão como também na Fazenda Imperial de Santa Cruz. É um serviço conhecido como viajante, pois foi levado da China a Portugal, e de Portugal para o Brasil, quando D. João VI, ainda príncipe, temendo as guerras napoleônicas, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, com sua mãe, D. Maria I. Os serviços de porcelana chinesa de uso imperial, trazidos para o Brasil por D. João VI, foram dispersos após a proclamação da República, sendo atualmente peças raras, procuradas por colecionadores de todo o mundo. Com o fim do Império em 1890, foram realizados diversos leilões pelo leiloeiro Joaquim Dias dos Santos, no Rio de Janeiro, mas seus registros foram logo depois perdidos num incêndio ocorrido pouco depois na loja do leiloeiro
  • PINHA DECORATIVA EM VIDRO COM PINTURA ESPELHADA DITA VIDRO DE MERCÚRIO. COM FIM DECORATIVO ERA UTLIZADA PARA ADORNAR O CONJUNTO COM  OS DOIS FRASCOS OFERTADOS NOS LOTE ANTERIORES. 21 CM DE ALTURA.
  • GRANDE FRASCO DE FARMÁCIA EM VIDRO COM PINTURA ESPELHADA DITA VIDRO DE MERCÚRIO UTLIZADO PARA IMPEDIR A FOTO DEGRADAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS.FORMA PAR COM O LOTE OFERTADO NO LOTE ANTERIOR.  EUROPA, SEC. XIX. 50 CM DE ALTURA
  • GRANDE FRASCO DE FARMÁCIA EM VIDRO COM PINTURA ESPELHADA DITA VIDRO DE MERCÚRIO UTLIZADO PARA IMPEDIR A FOTO DEGRADAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS.  FORMA PAR IDENTICO COM O OFERTADO NO LOTE A SEGUIR. EUROPA, SEC. XIX. 50 CM DE ALTURA
  • BACCARAT  GRANDE FRASCO  DE BOTICA EM CRISTAL DA MANUFATURA DE BACCARAT UTLIZADOS PARA ARMAZENAR ÁGUAS FARMACÊUTICAS. DE ELEGANTE FEITIO É LAPIDADO EM SULCOS VERTICAIS JUSTAPOSTOS. A TAMPA TEM PEGA COM FEITIO DE OBELISCO. UMA VERDADEIRA OBRA DE ARTE!  NO CONTEXTO DA FARMACOLOGIA DAS BOTICAS DO SEC. XIX. DESEMPENHAVA TAMBÉM UMA FUNÇÃO ESTÉTICA E DE STATUS FICANDO EXIBIDOS DE FORMA VISTOSA NOS SUNTUOSOS ARMÁRIOS DO ESTABELECIMENTO. O vidro incolor e límpido de alta qualidade permitia que o boticário ou o cliente conferissem rapidamente o aspecto, a cor e o nível do composto guardado. Formavam parte da cenografia de luxo das chamadas pharmacias do Segundo Reinado, atestando a sofisticação europeia do local. Valorizavam o ambiente de atendimento, transmitindo uma imagem de ciência higiênica, modernidade e confiabilidade científica aos olhos da elite que podia pagar pelos remédios importados  ELES ERAM PREENCHIDOS COM ÁGUAS COLORIDAS ARTIFICIALMENTE (EM TONS VIBRANTES DE VERMELHO, AZUL OU VERDE) E COLOCADOS NAS VITRINES. FUNCIONAVAM COMO O "LETREIRO LUMINOSO" DA ÉPOCA. QUEM PASSAVA NA RUA E VIA O GRANDE FRASCO DE CRISTAL ILUMINADO SABIA INSTANTANEAMENTE QUE ALI FUNCIONAVA UMA FARMÁCIA. OSTENTAR UMA PEÇA DESSE TAMANHO, ENCOMENDADA DA SOFISTICADA MANUFATURA FRANCESA DE BACCARAT, ERA UMA DEMONSTRAÇÃO DE IMENSO PODER FINANCEIRO DO BOTICÁRIO. OS CLIENTES DO SEGUNDO REINADO ASSOCIAVAM O BRILHO E A PRECISÃO DA LAPIDAÇÃO DO CRISTAL À PUREZA, À HIGIENE E AO RIGOR CIENTÍFICO DOS MEDICAMENTOS MANIPULADOS ALI DENTRO. FRANÇA, SEC.  XIX. 62 CM DE ALTURA (APRESENTA UM BICADO NA BORDA INTERNA DO FRASCO)
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIDO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR NINFAS  ALEGÓRICAS SEGURANDO GUIRLANDAS E UM VASO QUE EMOLDURAM UMA TAÇA DE HÍGIA. A BASE DO ESCUDO TEM REPRESENTAÇÃO DE UMA CABEÇA DE FELINO EM OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO EMPL: DIAPALM" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA  O EMPLASTRO DIAPALMA (EMPLASTRUM DIAPALMA). TRATA-SE DE UMA PREPARAÇÃO TÓPICA MEDICINAL HISTÓRICA À BASE DE LITARGÍRIO (ÓXIDO DE CHUMBO), AZEITE DE OLIVA, BANHA E SUCO OU DECOCTA DE FOLHAS DE PALMEIRA (PHOENIX DACTYLIFERA). ERA UTILIZADO POR SUAS PROPRIEDADES CICATRIZANTES, ADSTRINGENTES E RESOLUTIVAS EM FERIDAS, ÚLCERAS E INFLAMAÇÕES. O EMPLASTRUM DIAPALMA FIGURA DE FORMA PROEMINENTE NAS FARMACOPEIAS CLÁSSICAS DOS SÉCULOS XVIII E XIX (COMO A PHARMACOPOEA GERAL E A FARMACOPEIA LUSITANA). POTES DE FARMÁCIA EM PORCELANA DECORADA NÃO CUMPRIAM APENAS UMA FUNÇÃO UTILITÁRIA DE CONSERVAÇÃO DE COMPOSTOS SENSÍVEIS À LUZ E AO AR, MAS TAMBÉM SERVIAM COMO SÍMBOLO DE PRESTÍGIO, RIGOR CIENTÍFICO E ELEGÂNCIA NO INTERIOR DAS BOTICAS TRADICIONAIS. MARCAS DO FABRICANTE. FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: Transcrevo  a seguir um interessante relato das memórias de um boticário mineiro e suas histórias de ofício envolvendo esta fórmula de emplastro diapalma: O Boticário e a Serpente de OuroCorria o ano de 1842 na próspera Vila de São João del-Rei. Mestre Joaquim, figura respeitada de barbas grisalhas e óculos de aro de latão na ponta do nariz, ostentava em sua botica a mais invejada coleção de potes de porcelana da província. Alinhados em prateleiras de jacarandá, os recipientes brancos reluziam com inscrições em latim gravadas sob filetes de ouro fino. Entre eles, destacava-se um majestoso vaso decorado com anjos e grinaldas, onde se lia em letras solenes: EMPL: DIAPALM:.Aquele não era um pote qualquer. Na mentalidade da época, a eficácia do remédio dependia tanto da nobreza de sua mistura quanto da imponência do frasco que o guardava. O Emplastrum Diapalma  misteriosa mezinha à base de litargírio de chumbo, azeite e folhas de palmeira  era tido como milagroso para fechar feridas de tropeiros, acalmar dores nas articulações e curar os golpes de facão e chibata.Certa tarde de calor abafado, adentrou a botica o Comendador Silveira, homem de posses, pancada forte no peito e pouca paciência. Queixava-se de uma inflamação perversa no joelho que o impedia de montar a cavalo e vistoriar suas terras. Olhando para o frasco dourado no alto da prateleira, o comendador exigiu: Seu Joaquim, quero a melhor porção desse milagre de porcelana. Pago em moedas de ouro, mas exijo o remédio que vem do pote dos anjos!O boticário, sábio nas artes da cura e nos temperamentos humanos, sabia que o estoque do Diapalma importado da Europa havia acabado na semana anterior. Tinha em mãos apenas uma pasta simples de banha com ervas locais, preparada na manhã daquele dia. Porém, conhecendo a fama de hipocondríaco do comendador e sabendo que a fé na botica valia tanto quanto a própria substância, Joaquim não hesitou.Com solene teatralidade, subiu na escada de madeira, retirou o pesado pote de porcelana e, sob o olhar atento e impressionado do fidalgo, usou uma espátula de osso para raspar as paredes internas do frasco  onde ainda restava uma generosa camada do emplastro verdadeiro , misturando-a habilmente ao preparado de ervas nativas. Espalhou a pomada sobre um pano de linho cru e aplicou diretamente sobre o joelho do homem.Três dias depois, o Comendador Silveira retornou à botica, caminhando sem bengala e com um sorriso de orelha a orelha. Alardeou para quem quisesse ouvir na praça da matriz que a porcelana dourada de Mestre Joaquim tinha o poder de canalizar a bênção dos santos.Joaquim apenas sorriu em silêncio atrás do balcão, limpando com uma flanela macia a cartela neoclássica do EMPL: DIAPALM:. No Brasil do Império, a arte da farmácia exigia conhecimento de botânica, domínio da química e, acima de tudo, uma boa dose de dramaturgia.
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIDO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR NINFAS  ALEGÓRICAS SEGURANDO GUIRLANDAS E UM VASO QUE EMOLDURAM UMA TAÇA DE HÍGIA. A BASE DO ESCUDO TEM REPRESENTAÇÃO DE UMA CABEÇA DE FELINO EM OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO BALS: NERVIN" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA  O BALSAMO NERVINO (BALSAMUM NERVINUM) UMA PREPARAÇÃO FARMACÊUTICA CLÁSSICA DAS ANTIGAS BOTICAS, UTILIZADA TOPICAMENTE PARA O ALÍVIO DE DORES NEVRÁLGICAS, REUMÁTICAS, DORES MUSCULARES E INFLAMAÇÕES NAS ARTICULAÇÕES. ERA FORMULADO TRADICIONALMENTE À BASE DE ÓLEOS ESSENCIAIS (COMO ALECRIM, LAVANDA E CRAVO), CÂNFORA, BÁLSAMOS NATURAIS E GORDURA ANIMAL ANIMAL PARA APLICAÇÃO EM FRICÇÕES. MARCAS DO FABRICANTE. FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: Os potes de farmácia em porcelana com inscrições em latim eram elementos centrais na organização das boticas dos séculos XVIII e XIX. Além da função prática de armazenar medicamentos e unguentos ao abrigo da luz e contaminação, eram símbolos de prestígio, erudição e higiene do boticário.A prática da farmácia nos séculos XVIII e XIX viveu uma transição fascinante: o abandono gradual da alquimia medieval e a consolidação da química moderna e da farmacologia. Durante esse período, as boticas eram mistos de laboratórios artesanais, consultórios e verdadeiros templos da arte decorativa. A Teoria dos Humores e o Galenismo: Até meados do século XIX, a medicina ainda era fortemente influenciada pela teoria dos quatro humores (sangue, fleugma, bile amarela e bile negra). Acreditava-se que as doenças surgiam do desequilíbrio desses fluidos, e os medicamentos serviam para induzir purgas, suores ou vômitos para restabelecer a harmonia corporal.  A Mítica Triaga Magna (Theriac): Um dos remédios mais famosos e caros das boticas era a Triaga, uma fórmula herdada da Antiguidade Greco-Romana que continha de 60 a mais de 100 ingredientes  incluindo carne de víbora seca, ópio, resinas preciosas e metais. O processo de manipulação era público, solene e levava meses de maturação para garantir a "eficácia" contra envenenamentos e pestes.  A Invenção dos Alcaloides no Século XIX: Foi no início do século XIX que a farmácia passou por sua maior revolução científica. Em 1806, o boticário alemão Friedrich Sertürner isolou a morfina a partir do ópio. Pouco depois, foram isoladas a quinina (usada contra a malária), a estricnina e a cafeína, dando origem aos remédios concentrados e dosados. Sanguessugas como Item de Estoque Obligatório: As sangrias eram uma das práticas terapêuticas mais comuns. As boticas mantinham vasos especiais de cerâmica perfurados com água para armazenar milhares de sanguessugas (Hirudo medicinalis), comercializadas para aliviar desde febre até hipertensão. Potes de Botica (Albarelli e Cerâmicas Decorativas): A organização visual das farmácias era questão de prestígio social. Os remédios, bálsamos, elixires e pós ficavam expostos em potes de porcelana ou faiança decorados com ouro, inscrições em latim e elementos mitológicos/alegóricos. A beleza da botica transmitia confiança, higiene e autoridade ao paciente. Gorduras Animais exóticas e Matérias-Primas Curiosas: A manipulação de pomadas e unguentos (como o Bálsamo Nervino) frequentemente utilizava gordura de urso, banha de porco purificada ou cera de abelha como base carreadora para absorção dos óleos essenciais e princípios ativos. A Transição do Latim para as Línguas Vernáculas: O latim era a língua universal das farmacopeias e das inscrições dos potes para garantir uniformidade entre países e manter um certo tom de mistério e autoridade sobre as receitas. Apenas ao longo do século XIX as farmacopeias nacionais passaram a oficializar os nomes dos medicamentos na língua local.
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIDO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR NINFAS  ALEGÓRICAS SEGURANDO GUIRLANDAS E UM VASO QUE EMOLDURAM UMA TAÇA DE HÍGIA. A BASE DO ESCUDO TEM REPRESENTAÇÃO DE UMA CABEÇA DE FELINO EM OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO POM: ROSAR:" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA  A POMADA DE ROSAS (POMATUM ROSATUM) A POMADA DE ROSAS FOI UM DOS UNGÜENTOS MAIS POPULARES DA MEDICINA TRADICIONAL OCIDENTAL. POR SER UM PREPARADO DELICADO E PERFUMADO, ERA MANTIDO EM RECIPIENTES DE PORCELANA DE ALTA QUALIDADE PARA EVITAR CONTAMINAÇÃO, OXIDAÇÃO E DEGRADAÇÃO PELA LUZ. MARCAS DO FABRICANTE.  FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: A Pomada de Rosas (Pomatum Rosatum ou Unguentum Rosatum) era um preparado farmacêutico e cosmético clássico, utilizado desde a Antiguidade e amplamente produzido entre os séculos XVIII e XX para fins terapêuticos e dermatológicos.  Ação Emoliente e Hidratante: Era aplicada para tratar peles extremamente secas, desidratadas ou ásperas, especialmente no rosto, lábios e mãos. Cicatrizante e Suavizante: Usada para acalmar irritações cutâneas, queimaduras leves, ferimentos superficiais, assaduras e rachaduras na pele. Propriedades Anti-inflamatórias: O extrato e o óleo essencial de rosas conferiam à fórmula uma leve ação antisséptica e anti-inflamatória, reduzindo vermelhidões. Uso Cosmético e Aromático: Por seu aroma agradável e textura nobre, servia também como bálsamo perfumado para os lábios e pomada facial de uso diário na touca de toucador.
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIDO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR NINFAS  ALEGÓRICAS SEGURANDO GUIRLANDAS E UM VASO QUE EMOLDURAM UMA TAÇA DE HÍGIA. A BASE DO ESCUDO TEM REPRESENTAÇÃO DE UMA CABEÇA DE FELINO EM OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO BALS: OPODEL:" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA O BÁLSAMO OPODELDOC UTILIZADO HISTORICAMENTE PARA O ARMAZENAMENTO E CONSERVAÇÃO DE UNGUENTOS E LINIMENTOS OFICINAIS. UM LINIMENTO CANFORADO E SAPONÁCEO. O BÁLSAMO OPODELDOC É UMA DAS FÓRMULAS FARMACÊUTICAS MAIS CÉLEBRES DA MEDICINA ANTIGA, ATRIBUÍDA INICIALMENTE AO MÉDICO E ALQUIMISTA PARACELSO NO SÉCULO XVI E POSTERIORMENTE PADRONIZADA NAS FARMACOPEIAS DOS SÉCULOS XVIII E XIX. TRATAVA-SE DE UMA PREPARAÇÃO TÓPICA À BASE DE SABÃO, CÂNFORA, ÁLCOOL E ÓLEOS ESSENCIAIS (COMO ALECRIM E TOMILHO), AMPLAMENTE PRESCRITA PARA TRATAR CONTUSÕES, DORES REUMÁTICAS, ENTORSES, LUXAÇÕES E DORES MUSCULARES.MARCAS DA MAISON A COLLIN, FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: A Taça de Higéia , , é um dos símbolos da farmacologia e, juntamente com o Bastão de Asclépio , é um dos símbolos mais antigos e importantes relacionados à medicina nos países ocidentais. Higéia era a deusa grega da saúde, higiene , limpeza e saneamento , e filha de Asclépio , com quem é frequentemente associada, por exemplo, em orações e hinos. O símbolo de Asclépio é o seu bastão , com uma serpente enrolada nele; correspondentemente, o símbolo de Higéia é uma taça ou cálice. Higéia também era invocada, juntamente com seu pai Asclépio e a Panaceia, no Juramento de Hipócrates original .
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR NINFAS  ALEGÓRICAS SEGURANDO GUIRLANDAS E UM VASO QUE EMOLDURAM UMA TAÇA MEDICINAL. A BASE DO ESCUDO TEM REPRESENTAÇÃO DE UMA CABEÇA DE FELINO EM OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO: EMPL: C: CERUS:" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA EMPLASTRO DE CERUSA (EMPLASTRUM CUM CERUSSA OU EMPLASTRUM CERUSSAE). TRATA-SE DE UMA MEDICAÇÃO TÓPICA ANTIGA FORMULADA À BASE DE CERUSA (ALVAIADE / CARBONATO BÁSICO DE CHUMBO), COMBINADA A ÓLEOS, GORDURAS OU CERAS. NA MEDICINA GALÊNICA TRADICIONAL DOS SÉCULOS XVIII E XIX, O EMPLASTRO DE CERUSA ERA APLICADO SOBRE PANOS OU COUROS E COLOCADO SOBRE A PELE. TINHA PROPRIEDADES ADSTRINGENTES, CICATRIZANTES E SEDATIVAS LOCAIS PARA INFLAMAÇÕES E ÚLCERAS. POSTERIORMENTE, O USO DO CHUMBO FOI DESCONTINUADO DEVIDO AO CONHECIMENTO DE SEUS EFEITOS TÓXICOS (SATURNISMO). MARCAS DO FABRICANTE  CREIL & MONTEREAU  FUNDADA EM 1840, UMA DAS MAIS IMPORTANTES  PRODUTORAS DE FAIANÇA FINA DA FRANÇA AO LONGO DO SECULO XIX.  FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: Para o pensamento colonial, as causas das doenças poderiam ser agentes internos - fermentação ou excesso de humores - e externos - o ar viciado, influências de astros, alimentos e pecados. Esta medicina era baseada na harmonia dos quatro humores do corpo que seriam a bile amarela, a melancolia, o sangue e a fleuma. Quando não estavam em equilíbrio perfeito, o indivíduo adoecia. Para que os humores voltassem às mesmas proporções, era preciso retirar o excesso ou repor a falta do humor que provocou o desequilíbrio. Em 1735, Luiz Gomes Ferreira, português radicado no Brasil que não tendo estudado medicina, recebeu Alvará Real para exercitá-la. Anos depois publicou uma série de tratados médicos com mais de 600 páginas . Dedicado à Puríssima e Sereníssima Nossa Senhora da Conceição, o livro com doze tratados contém a maneira de preparar, a posologia e a indicação de uma série de receitas preparadas a partir de plantas medicinais, muitas delas criadas pelo próprio autor, como ele faz questão de salientar. O autor dedica todo um Tratado, o décimo, para mostrar que o leite era prejudicial à saúde, pois além de tirar a vontade de comer, produzia obstruções. Para ele, o sangue menstrual perverso, maligno, capaz de fazer azedar e turvar o vinho. Ele também preconizava remédios para afugentar pulgas e piolhos, para quem come barro, para remover manchas de vestidos e para fazer amancebados se apartarem sem que a justiça obrigue. O tal remédio se consistia em colocar o esterco do homem na sola dos sapatos da mulher, e vice-versa. De modo que não poderão ver um ao outro e se apartarão sem que ninguém os obrigue. Percevejos amassados ingeridos pela boca ou desfeitos em vinho ou caldo de galinha serviam para lançar fora a criança morta no ventre da mãe. Para nascerem cabelos era recomendado untar a cabeça raspada à navalha com sebo de homem esquartejado (página 375). Aliás a gordura humana era rara e cara, só podia ser obtida de cadáveres de condenados esquartejados e passava por um rigoroso controle da coroa. Também gorduras de rãs e pós de lagartos para a extração indolor de dentes eram comumente utilizados nos rincões de nosso país.
  • SANTA CATARINA DE SIENA  RELICÁRIO EM TECA METÁLICA CONTENDO VENERÁVEL RELÍQUIA DE SANTA CATARINA DE SIENA. UM IMPRESSIONANTE  DENTE INTEIRO ATADO A PASSAMANARIA COM INDICAÇÃO ESCRITA NO INTERIOR DO RELICARIO "S. CATH. SEN. V." SIGNIFICA TEXTUALMENTE, EM LATIM:"SANCTAE CATHARINAE SENENSIS VIRGINIS" (DE SANTA CATARINA DE SENA, VIRGEM). ESTÁ LACRADO COM CORDÕES DE SIGILO SOB SELO EPISCOPAL APRESENTANOD GALERO DE ONDE PENDEM SEIS BORLAS DE CADA LADO EMOLDURANDO BRASÃO ENCIMADO POR UMA MITRA E UM BÁCULO ENTRE CRUZ SOBRE FILEIRA COM QUATRO ESTRELAS AINDA SOBRE CRUZ ALADA PELOS SIMBOLOS GREGOS ALPHA E OMEGA SOBRE O LEMA IN CHRISTO IESU.  O BRASÃO CORRESPONDE AO DE DOM GIUSEPPE MILESI PIRONI FERRETTI DA CHANCELARIA DE SIENA RESPONSÁVEL ESPECIFICAMENTE PELO TRIBUNAL DE RELÍQUIAS DE SÃO DOMINGOS, FEITO NOS PRIMEIROS ANOS DE SEU PONTIFICADO COMO BISPO ANTES DE SUA ELEVAÇÃO FORMAL A ARCEBISPO METROPOLITANO. ITALIA, MEADOS DO SEC. XIX. 9,5 X 9 CMNOTA: Trata-se de uma santa muito venerada, antes de tudo na Itália e na Europa. De fato, num decreto em 13 de abril de 1866, o Papa Pio IX declarou Santa Catarina copadroeira de Roma. Em 18 de junho de 1939, o Papa Pio XII declarou-a padroeira da Itália juntamente com São Francisco de Assis. E no dia 1 de outubro de 1999, São João Paulo II tornou-a também padroeira da Europa, juntamente com São Bento (480-547), os Santos irmãos Cirilo e Metódio (missionários entre os povos eslavos no século IX), Santa Brígida da Suécia (1303-1373) e Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), uma judia convertida que morreu no campo de Concentração de Auschwitz (1891-1942). Com referência à Igreja Universal, no dia 3 de outubro de 1970, Santa Catarina foi proclamada Doutora da Igreja pelo Papa São Paulo VI. Catarina Benincasa nasceu em Sena, na Itália, no ano de 1347, no dia da anunciação do Anjo Gabriel à Virgem Maria. Era filha de uma família grande de 25 filhos, seus pais eram muito pobres mas possuíam a riqueza da fé. Além de não ter podido estudar, Catarina foi uma menina franzina que vivia doente e, apesar de ter crescido de forma debilitada, isso em nada afetou a missão que depois seria chamada a realizar, pois desde a infância recebeu visões místicas que alimentaram a sua alma. A primeira foi quando ela tinha apenas 7 anos e viu Jesus vestido com vestes pontifícias, sentado em um trono no topo da Igreja dos Dominicanos. Junto a Jesus estavam São Pedro, São Paulo e São João Evangelista. Essa primeira visão foi o que marcou o início de uma vida unida a Cristo através da oração, penitência e de experiências místicas. A pequena Catarina, aos 7 anos, consagrou sua virgindade a Jesus diante de um altar da Santíssima Virgem Maria. Além disso, vivia recolhida em oração e praticando mortificações. O resultado dessa espiritualidade transbordava exteriormente através de fenômenos místicos: ela levitava e era transportada pelo ar ao subir e descer as escadas. Quando Catarina completou 12 anos, como ditava o costume da época, os seus pais começaram a empregar esforços para casá-la e para convencê-la de tal necessidade, mas a menina estava decidida a entregar-se apenas a Jesus  e para expressar sua decisão, cortou os cabelos longos. A atitude de Catarina fez com que seus pais a proibissem de recolher-se em oração e a pusessem a trabalhar nos serviços domésticos. Como filha obediente e humilde dos pais terrenos, pôs-se a trabalhar, mas como filha obediente do Pai celeste, criou uma verdadeira cela interior, e enquanto trabalhava exteriormente, unia seu interior a Jesus por meio da oração.Após uma visão de São Domingos, nasceu no coração da jovem o anseio de fazer parte da Ordem Terceira Dominicana. Catarina encheu-se de coragem para comunicar aos pais o seu desejo e o Espírito Santo conduziu as palavras da jovem aos pais, que acolheram o seu pedido com respeito. Após várias recusas, Catarina recebeu o hábito terciário dominicano e iniciou seu apostolado.Catarina era analfabeta, mas isso não foi um impedimento para que ela ditasse inúmeras cartas ao povo e ao clero com o objetivo de orientar suas atitudes, convocando-os à caridade e à união mais íntima com Deus. Uma missão ainda mais árdua Deus havia colocado no caminho de Catarina: a de trazer o Santo Padre de volta a Roma. Com o intuito de reunir a Igreja que estava dividida, Catarina aprendeu a escrever suas próprias cartas e também viajou para orientar políticos, doutores, bispos, reis e todo tipo de pessoas influentes da sociedade. Catarina viveu na terra como se já estivesse no céu, pois o que mais desejava era unir-se eternamente a quem mais amou e se doou nesta vida terrena: Jesus Cristo. E no dia 29 de abril de 1380, com 33 anos, Catarina partiu deste mundo e foi coroada no céu de todas as graças que plantou na terra.Antes de morrer, Catarina disse: Partindo-me do corpo, na verdade, consumei e dei a vida na Igreja e pela Igreja Santa, o que me é singularíssima graça 1. E de fato, Catarina cumpriu sua missão de defender a Igreja através de tantas cartas e viagens apostólicas. Ela viveu e morreu amando a Esposa de Cristo, a Santa Igreja Católica. A primeira visão de Santa Catarina de Sena ocorreu ainda na sua infância, quando ela tinha apenas 7 anos. Ela estava voltando de um passeio com o seu irmão quando viu Jesus Cristo vestido com ornamentos pontifícios rodeado pelos seus apóstolos Pedro, João e Paulo. Mais tarde, quando estava diante da escolha entre se casar e se tornar uma monja de clausura, São Domingos de Gusmão apareceu para Catarina oferecendo-lhe o hábito da Ordem Dominicana, uma proposta que a levaria a não escolher nem o casamento e nem a vida de clausura, mas a vida de uma leiga que seria missionária no meio do mundo.Em 1368, a Virgem Maria apareceu para Santa Catarina apresentando-lhe a Jesus, que lhe ofereceu um anel belíssimo, unindo-a em matrimônio místico que haveria de ser celebrado junto dele no céu por toda a eternidade.Catarina havia oferecido o seu próprio coração a Jesus, mas não imaginava que, em uma de suas visões, Ele apareceria a ela segurando um coração vermelho resplandecente. Jesus abriu-lhe o peito e trocou o coração da jovem pelo seu próprio coração, o que deixou uma cicatriz permanente, sinal do amor imenso de Jesus Cristo pela sua Catarina. Ela, ainda, recebeu os estigmas de Cristo que só podiam ser vistos por ela, mas que eram fonte de dor e sofrimento.Santa Catarina de Sena teve um papel importantíssimo na união da Igreja. Ela nasceu num contexto em que o Papa não residia mais em Roma há décadas, isso porque a Igreja havia passado por um período de conflito com os governantes que disputavam autoridade. Depois de uma série de conflitos, o Papa Clemente V foi eleito por influência francesa e passou a residir na França para escapar das acusações de Roma.Todo esse contexto enfraqueceu e dividiu a Esposa de Cristo, a Santa Igreja, e Catarina de Sena, impelida pelo Espírito Santo, viu a necessidade de intervir e tentar a todo custo levar o Santo Padre, ou como ela mesma chamava carinhosamente, o Doce Cristo na terra, de volta para Roma. Catarina viajou até Avignon, na França, onde residia o Papa Gregório XI, e foi pessoalmente convencê-lo a retornar para Roma. O Papa a escutava e até mesmo a considerava uma serva de Deus. Em uma das cartas que ela escrevia ao Santo Padre, ela chegou a lembrá-lo de uma promessa que ele havia feito enquanto era cardeal de, caso se tornasse Papa, voltar para Roma.Além de ter convencido o Papa a voltar para Roma, Catarina instruía espiritualmente muitas pessoas influentes e as convenceu a também defender e acolher o retorno do Papa. A Igreja ainda passou pelo grande cisma do ocidente, quando houve um novo conclave e parte dos poderosos não aceitaram e elegeram um antipapa em Avignon. Santa Catarina continuou firme defendendo a autoridade do Papa eleito em Roma e escrevendo cartas a fim de convencer e instruir grandes influências de sua época.  Santa Catarina de Sena morreu no dia 29 de abril de 1380 e foi canonizada em 1461, pelo Papa Pio II. O corpo de Santa Catarina encontra-se na Basílica de Santa Maria sopra Minerva, em Roma, e a sua cabeça está na Basílica de San Domenico em Siena, na Itália. De uma simples menina analfabeta a Doutora da Igreja, Santa Catarina foi reconhecida não apenas por seus grandes feitos em favor da Igreja e do Sumo Pontífice, mas também pelos seus preciosos escritos  especialmente pelo seu livro O Diálogo, cujas páginas foram escritas, muitas vezes, durante suas visões místicas. Santa Catarina de Sena foi declarada Padroeira da Itália em 1939, ao lado de São Francisco de Assis, pelo Papa Pio XII. E em 1970 o Papa Paulo VI a declarou Doutora da Igreja Católica.
  • POTE DE FARMÁCIA - MAGNIFICO  POTE DE FARMÁCIA EM PORCELANA ARTISTICAMANETE DECORADO. BASE E TAMPA DECORADAS COM RICOS BARRADOS EM OURO. INTEGRA UM CONJUNTO DE SETE POTES QUE ESTA SENDO VENDIO EM SEQUENCIA. TODOS ORIUNDOS  DE UMA MESMA FARMACIA. O CORPO TEM EXUBERANTE ESCUDO POLICROMADO ALADO POR FIGURAS MITOLÓGICAS ALEGÓRICAS E FRISOS EM FILETE DE OURO. EM RESERVA APRESENTA O NOME DA SUBSTANCIA QUE CONTINHA SENDO: EMPL: C:OX:FER:" ESTAMPADA NA CARTELA DO POTE DE FARMÁCIA É UMA ABREVIAÇÃO FARMACÊUTICA EM LATIM PARA "EMPLASTRUM CUM OXIDO FERRICO" (OU EMPLASTRUM OXIDI FERRICI), CONHECIDO HISTORICAMENTE COMO EMPLASTRO DE ÓXIDO DE FERRO (OU "EMPLASTRO DE FERRO", TAMBÉM CHAMADO POPULARMENTE NA MEDICINA ANTIGA DE EMPLASTRO ROBÓRANS OU FORTIFICANTE).  NOS SÉCULOS XVIII E XIX, OS EMPLASTROS TÓPICOS À BASE DE ÓXIDO DE FERRO ERAM AMPLAMENTE UTILIZADOS NA MEDICINA GALÊNICA COMO ADSTRINGENTES, TONIFICANTES E REESTRUTURANTES LOCAIS. ACREDITAVA-SE QUE A APLICAÇÃO EXTERNA DO FERRO SOBRE A PELE AJUDAVA A "FORTALECER" ARTICULAÇÕES ENFRAQUECIDAS, ALIVIAR DORES LOMBARES, FIXAR ATADURAS. FRANÇA. SEC. XIX. 28 CM DE ALTURANOTA: Sobre esses curiosos e colecionáveis potes vale a pena transcrever parte das aventuras de José Claudino da Nóbrega descritas em seu livro Memórias de um Viajante Antiquário. Nóbrega foi o pioneiro em desbravar o interior do Brasil em busca de antiguidades, trabalhando a princípio a soldo do grande comerciante português de antiguidades radicado na cidade de Santos, Antonio Frutuoso Amado. Conta-nos em seu livro, na pagina 17, que estando em Mato Grosso na década de 1950, comprou uma coleção de potes de farmácia, daqueles de palmeirinhas, desenho de um padre brasileiro que morou em Paris. Juntamente com outras antiguidades garimpadas despachou de caminhão os potes para o Sr. Amado. Alguns dias depois recebeu um telegrama do comerciante com o seguinte teor: Não compre mais potes vg não sou boticário. Nóbrega relata que ficou contrariado porque tendo viajado todo o país não tinha ainda visto potes de farmácia tão bonitos. Passadas algumas semanas foi encontrar seu contratante para acertar contas em Santos e chegando lá encontrou apenas dois dos potes enviados. Então perguntou ao português: Seu Amado, onde estão os potes? Mandei-lhe cento e cinquenta e só vejo dois. Ao que o comerciante lhe respondeu: O Nóbrega, vieram antiquários europeus e compraram-mos. Fiquei com estes de lembrança, mais tu vais me aumentar o estoque. Para quê? O senhor não é Boticário brincou Nóbrega. Conta o velho Nóbrega que seu Amado não pôde deixar de rir.

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