Peças para o próximo leilão

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  • PORTINARI DESENHISTA POR RALPH CAMARGO. MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES DO RIO DE JANEIRO E MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO. IMPRESSO PELA PRAXIS ARTES GRÁFICAS LTDA EM SÃO PAULO EM 1977. 264 PÁGINAS. 21CM X 21CM. CONTÉM ÍNDICE, CRONOLOGIA E BIBLIOGRAFIA. RICO EM ILUSTRAÇÕES. ENCADERNAÇÃO EM CAPA MOLE, PAPEL COM ILUSTRAÇÃO EM PRETO E BEGE, COM TEXTO EM PRETO.Nota:  Candido Portinari nasceu em Brodowski, São Paulo dia 29 de dezembro de 1903. Foi um artista plástico brasileiro. OMC (Ordem do Mérito Cultural, é uma ordem honorífica dada a personalidades brasileiras e estrangeiras como forma de reconhecer suas contribuições à cultura do Brasil.) Portinari é considerado um dos mais importantes pintores brasileiros de todos os tempos, sendo o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional. Portinari pintou mais de cinco mil obras, de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão (como O Lavrador de Café), até gigantescos murais, como os painéis Guerra e Paz, presenteados à sede da ONU em Nova Iorque em 1956. Em dezembro de 2010, graças aos esforços de seu filho, estes murais retornaram ao Brasil para exibição no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ralph Camargo: o caçador de Portinaris revista Manchete do Rio de Janeiro. Comenta o conhecimento e a paixão de Ralph Camargo pela obra de Candido Portinari. Focaliza a mostra Portinari 90 Anos, organizada pelo "marchand", no Jockey Club Brasileiro, destacando algumas obras. Além das pinturas e projetos com poesia e política, Candido Portinari se empenhava para ser um bom desenhista. Os mestres universais do desenho sempre veneraram o impulso do primeiro traço caracterizado pela sutil sensualidade do gesto que leva o desenhista a se exprimir velozmente na exatidão da imagem instantânea. Esta imagem, comparada com a opulência cromática de um quadro, resulta num despojamento total do espaço e da composição, em benefício do ímpeto originário do artista em seu primeiro gesto no espaço, escapando às limitações impostas pelo tema. Ultrapassado esse limite, o desenho representa, ao mesmo tempo, uma refinada elaboração mental e principalmente, a gramática do gesto orgânico. Existem no mundo, e não é ao acaso, imponentes museus especializados nos mestres do desenho de todas as épocas, que coletaram durante séculos os croquis, os esboços e os estudos desses gênios atemporais, como forma de comprovação, para a posteridade, de como suas obras foram germinadas, concebidas. Presentes em todos os períodos de sua vida de trabalho, os desenhos de Portinari representam um diário minucioso de todas as soluções e evoluções imaginárias de sua obra. Inclusive naquele longo período em que esteve impedido de fazer uso das tintas, por questões de saúde. Durante esse período, como única opção diante de sua voracidade inventiva, seus desenhos adquiriram momentos de explosão total. Eles eram seus guias espirituais no desenvolvimento de temas imediatos e futuros, anotações anímicas para soluções telúricas. Retratando os pés e as mãos da realidade árida, registra vidas, desespiritualizadas pela luta da vida, pela dura hora de suas destinações. Porém sua fé na alma do homem prevaleceu, em realidade, como seu axioma primeiro. O homem foi desde sempre a questão fundamental de Portinari. A preocupação mais nítida de seu expressionismo manifestou-se o tempo todo dentro de seu veemente protesto social-humanista. Fonte: CAMARGO, Ralph Portinari Desenhista. Rio de Janeiro. 1977
  • FULVIO PENNACCHI. ARTISTAS DO BRASIL. P.M. BARDI EDITORA RAÍZES 1980. PROJETO GRÁFICO E COORDENAÇÃO POR DAN FIALDINI. 2000 EXEMPLARES.185 PÁGINAS. 23CM X 23CM. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA E LOMBAR REVESTIDA EM LINHO E TEXTO EM DOURADO. SOBRE CAPA EM PAPEL VERNIZ COM ILUSTRAÇÃO. Nota: Fulvio Pennacchi nasceu em Villa Collemandina, 27 de dezembro de 1905. Foi um desenhista, pintor, muralista e ceramista ítalo-brasileiro. Foi integrante do Grupo Santa Helena, juntamente com Alfredo Volpi, Francisco Rebolo, Aldo Bonadei, Alfredo Rizzotti, Mario Zanini, Humberto Rosa, Clovis Graciano e outros. Sua pintura é sensível e pessoal, de modo especial na interpretação dos grandes temas bíblicos e da vida dos santos, em razão de uma infância marcada por sólida educação religiosa católica, e na evocação do mundo caipira. Trecho da introdução: Há alguns anos apresentamos no Museu de Arte uma exposição de obras de Fulvio Pennacchi. Provocou uma certa impressão entre a juventude que visita o Masp. São tempos em que um pintor figurativo suscita interesse incomum pois, geralmente, a temática que se sucedeu ao longo dos milênios conta com inumeráveis contestadores, já que a moda divulga e acredita na tendência do não-figurativo, e mais o abstratismo e seus derivados, no tumulto das novidades que, sem dúvida, estão encaminhando as expressões das artes para rumos onde as surpresas são umas mais curiosas que outras. Perdendo o sentido dos estilos, os individualistas insistem no lançar propostas a jato contínuo. Falar de um artista da velha guarda que operou, e continua laborando, sem situá-lo no ambiente do tempo, seria como falar de um dos Carracci, deixando de levar em conta a situação da pintura no agitado século em que viveram. Só que, naquele Quinhentos, os fatos se passavam no normal dos contrastes, ajustamentos e polêmicas de fácil individuação e até possibilidades de participação face as novidades, ao passo que hoje a situação em que o problema Arte se defronta está rico de turbulência e uma certa confusão, tornando-se difícil argumentar em termos adequados para situá-la se não historicamente, pelo menos na própria crônica. Quebrada a unidade teorética da Arte, a antiquíssima distinção entre pintura considerada como 'poesia muda e a poesia entendida como 'pintura parlante', parece coisa antediluviana. Qual, hoje, o sentido semântico do 'Ut pictura poë sis'? Segundo consta por aí afora, o que parece prevalecer nos jardins das artes é o esquecimento da tradição, clamando por 'nem poesia nem pintura, até cancelamentos, pois alguns modos acabam se tornando moda. Depois da estranha descoberta de que o figurativo devia ser substituído pelo abstratismo, os teóricos da estética estão em polêmica permanente, visando encontrar soluções, cada um afirmando o que outros negam. Os artistas seguem as correntes, às vezes sem mesmo saber se o caminho seguido é válido ou se não passa de simples aventura, enquadrando-se nas preferências do momento. Assim vimos as mudanças ocorridas nas manifestações de um sem número de artistas serem categorizados na massa dos sequazes o que leva a pensar num pensamento atribuível à arte contemporânea: nômade.
  • IMAGENS RELIGIOSAS DE SÃO PAULO APRECIAÇÃO HISTÓRICA DE EDUARDO ETZEL. EDIÇÕES MELHORAMENTOS E EDITORA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.  1971 COM APRESENTAÇÃO DO PROF. MÁRIO GUIMARÃES FERRI. 302 PÁGINAS.16CM X 23CM. CONTÉM INDICE. ENCADERNAÇÃO EM CAPA MOLE PAPEL VERNIZ COM ILUSTRAÇÃO. QUARTA CAPA COM ILUSTRAÇÃO E TEXTOS. Nota: Este livro original, pioneiro na iconografia brasileira, é um estudo sobre as imagens religiosas de São Paulo, apresentando com farta documentação fotográfica. Analisou o autor, sob vários ângulos, cerca de um milheiro de imagens e suas conclusões são expostas com clareza, entremeadas de aspectos de nossa História.  Eduardo Etzel 1906 2003. Foi um homem extraordinário, figura das mais marcantes que conheci. Médico por formação, tornou-se um dos pioneiros da cirurgia de pulmão no Brasil. Em um período em que a tuberculose grassava impune, desenvolveu técnica reverenciada por seus coetâneos. Considerava-o seu primeiro mestre na arte cirúrgica. Operava em São Paulo e também, nos finais de semana, no Sanatório Vicentina Aranha em São José dos Campos, assistindo as comunidades mais carentes. O arguto senso anatômico, unido à vocação de observador e pesquisador, teriam desenvolvido em Eduardo Etzel a admiração pela arte sacra popular, pois estava clinicando na região do Vale do Paraíba, riquíssima nessa manifestação. Com o advento dos antibióticos e dos quimioterápicos e consequente queda vertical da importância da cirurgia da tuberculose, formou-se psicanalista ortodoxo e durante décadas desenvolveu essa atividade. Paralelamente ao trabalho como psicanalista, dedicou-se também às pesquisas de campo relacionadas à Arte Sacra Popular. O quadro mostrar-se-ia perfeito. O médico a entender a anatomia do corpo humano, o psicanalista a penetrar o de profundis dos pacientes. Esta somatória prepararia Eduardo Etzel para outro ato inédito, ou seja, o de ser também pioneiro no desvelamento, através da pesquisa de campo, da Arte Sacra Popular do Brasil, coletando rico material e escrevendo livros antológicos sobre a especialidade. Parte de seu acervo está hoje depositada no Museu de Arte Sacra de São Paulo e no Museu de Antropologia de Jacareí, no Vale do Paraíba. Em fins de 1977, realizávamos, com ampla aprovação do Professor Pietro Maria Bardi, uma exposição no MASP com obras de Dito Pituba por nós recolhidas em períodos diferentes. Nos anos que se seguiram, continuamos esse trabalho de recuperação, verdadeira ourivesaria. Após o exaustivo restauro, tomávamos um lanche preparado pela sua inseparável companheira Kitinha, seguido de sessão de leitura de suas pesquisas, que resultariam em tantos livros fundamentais à bibliografia da arte sacra no Brasil. ( José Eduardo Martins ).
  • DEBRET E O BRASIL, OBRA COMPLETA 1816-1831. POR JULIO BANDEIRA E PEDRO CORRÊA DO LAGO. EDITORA CAPIVARA 2007. PREFÁCIO DE JOSÉ MURILO DE CARVALHO. PATROCÍNIO DA PEUGEOT CITROËN DO BRASIL AUTOMÓVEIS. 705 PÁGINAS. 1300 IMAGENS. 28CM X 32CM. ISBN 9788589063203. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA COM IMAGEM DE UMA MOLDURA EM ARABESCO FLORAIS E BRAZÕES E INSIGNAS DO IMPÉRIO BRASILEIRO EM FUNDO BRANCO. NO CENTRO O TITULO DO LIVRO EM VERMELHO E PRETO. LOMBAR COM TITULO EM VERMELHO E PRETO E QUARTA CAPA COM LOGOTIPO DE PATROCINADORES. CONTRA CAPA EM PRETO. COBRECAPA EM PAPEL VERNIZ COM ILUSTRAÕES. Nota: Trata-se do primeiro catálogo raisonné da monumental obra realizada no país pelo francês Jean-Baptiste Debret, o mais famoso artista estrangeiro a pintar o Brasil. Com 105 páginas e mais de 1.300 imagens, este volume ilustra a totalidade dos trabalhos do artista, fruto de uma longa pesquisa. As centenas de óleos, aquarelas, desenhos e gravuras, produzidas por Debret nos quinze anos passados no Brasil (1816 1831), estão distribuídas por museus e coleções particulares no país e no exterior. Este acervo fundamental para a cultura brasileira foi todo reunido neste volume, para permitir uma visão completa da obra do pintor que inaugura entre nós a história da vida privada em imagens na feliz expressão de José Murilo de Carvalho, autor do prefácio. Jean-Baptiste Debret ou De Bret nasceu em Paris, 18 de abril de 1768. Foi um pintor, desenhista e professor francês. Integrou a Missão Artística Francesa (1817), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou. De volta à França (1831) publicou Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839), documentando aspectos da natureza, do homem e da sociedade brasileira no início do século XIX. Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes. A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.
  • FRANS POST 1612-1680 OBRA COMPLETA EDITORA CAPIVARA 2ª EDIÇÃO 2009. COORDENAÇÃO EDITORIAL BIA CORRÊA DO LAGO E PEDRO CORRÊA DO LAGO 430 PÁGINAS. 32CM X 28CM. ISBN 9788589063302 ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA COM IMAGEM IMPRESSA DA PINTURA DO ÓLEO SOBRE TELA DO ENGENHO. CONTRA CAPA E QUARTA CAPA, COM IMAGEM DE ÓLEO SOBRE MADEIRA DE FRANS POST. LOMBAR AZUL COM TEXTO EM BRANCO E DOURADO. SOBRECAPA REPETE A ARTE. Nota: Frans Post é não somente o pintor pioneiro da paisagem brasileira como também o primeiro paisagista das Américas. Toda a obra conhecida de Post é apresentada neste livro em mais de 400 ilustrações a cores, que reproduzem 155 óleos, 57 desenhos e 35 gravuras, espalhadas em museus e coleções particulares em todo o mundo. Com a ajuda de especialistas internacionais, os autores reuniram neste volume a súmula do que se sabe hoje sobre este artista fundamental que inaugura a pintura no Brasil.
  • TORRES GARCIA. TEXTO DE ENRIC JARÍ. PREFÁCIL DE JACQUES LASSAIGNE. EDITORA AUX ÉDITIONS CERCLE DART. PARIS1979. IMPRESSO EM HELIOGRAVURAS EM OFFSET COLORIDO. 290 PÁGINAS. 27CM X 28CM. ISBN 2702201288. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA EM LINHO COM TEXTO NA LOMBAR ESCRITO EM PRETO. CONTRACAPA COM IMAGENS DE RECORTE DE JORNAIS E REVISTAS. SOBRECAPA EM PAPEL VERNIZ COM ILUSTRAÇÕES.Nota: Joaquín Torres García ou Joaquín Torres-García nasceu em Montevidéu, 28 de julho de 1874. Foi um pintor, desenhista, escultor, escritor e professor uruguaio, que conquistou renome internacional. Aos dezessete anos em 1891 viajou para a Europa e fixou-se em Mataró, na Catalunha, estudou em La Llodja, que era a escola de belas-artes local. Logo em seguida transferiu-se para Barcelona, para frequentar a Academia Baixa e Cercle Artístic de Sant Lluc, este período caracterizasse o estilo clássico, num resgate a cultura Grega na obra de Torres-García. No mesmo período trabalhou com o arquiteto catalão Antoni Gaudí nos vitrais da Catedral de Palmas de Mallorca e na obra da Catedral Sagrada Família de Barcelona. Em 1917 publica sua famosa obra literária "Descobrimento de Si Mesmo". No início dos anos 20, viveu em Nova York fabricando brinquedos de madeira como forma de sustento familiar, tal experiência influenciou -em sua obra pictórica na sintetização das formas. De 1926 a 1932 vive em Paris, convivendo com os pais do Neoplasticismo: Theo van Doesburg e Piet Mondrian. No entanto o estilo proposto por Torres-García fugia da rigidez abstrata formalista, e buscou fontes mais primárias como a Arte Africana, Arte pré-colombiana, Aborígene, entre outras. Nos anos 30, retorna a Montevidéu, sua terra natal e abastecido de diversas informações funda um estilo próprio de Arte, conhecido como: "Universalismo Construtivo". Este movimento foi muito conhecido em seu país e em alguns países vizinhos. Entre os alunos e seguidores de Torres-García estão: Gonzalo Fonseca, José Gurvich, Héctor Ragni, Augusto Torres, Horácio Torres, Rosa Acle e Francisco Matto. Joaquín Torres-García, foi o artista sul-americano com maior contato europeu de vanguarda no séc.XX, conhecendo personalidades como: Joan Miró, Theo van Doesburg, Georges Vantongerloo, Jean Arp, Wassily Kandinsky, Fernand Léger, Antoni Gaudí, Le Corbusier, Piet Mondrian, Michel Seuphor e nos Estados Unidos Joseph Stella. Prefácio: Torres García é uma das maiores figuras da arte deste século. Ele tem uma lenda. Sua figura de apóstolo de barbas brancas, seus discursos apaixonados e persuasivos, seus pequenos livros manuscritos que se espalharam misteriosamente, a soma teórica de suas ideias que ele publicou em uma obra essencial, os discípulos que ele formou e, finalmente e acima de tudo, a obra considerável e sistemática que ele produziu, tudo contribuiu para fazer dele um homem que deixou uma marca duradoura em seu tempo. No entanto, um destino adverso parece persegui-lo. Em todo o mundo para onde sua preocupação o levou, sua mensagem permaneceu desconhecida, combatida, incompreendida, mesmo que tenha sido totalmente percebida pelos melhores. Os monumentos que abrigavam suas obras murais estavam fadados ao desaparecimento prematuro e suas realizações mais importantes exigiram transferências difíceis. Finalmente, enquanto grandes exposições no Museu Solomon R. Guggenheim de Nova York, no Museu de Arte Moderna de Paris e na terra natal de sua juventude, Barcelona, tinham feito o balanço completo dessa existência tão fecunda, e enquanto o museu do Rio de Janeiro acabava de tirar a conclusão lógica desse retorno aos holofotes ao colocar sob o patrocínio de Torres García e sua "geometria sensível" uma exposição sumária da arte abstrata na América Latina, ocorreu o último avatar, a mais injusta das catástrofes: o incêndio reduziu a cinzas as obras reunidas para essa ocasião e que estavam entre as mais demonstrativas do artista, aquelas que vieram precisamente ilustrar e justificar o propósito da exposição realizada. Nesse trágico apagamento foram incluídas as melhores obras conservadas no Uruguai. Houve uma emoção geral sobre um acidente causado por malícia, uma combinação de negligência e azar. A obra perdida recebeu a mesma importância que foi discutida por tanto tempo quando ela existia. Em todos os lugares, homenagens e exposições foram organizadas espontaneamente, reunindo o que felizmente ainda resta da obra de Torres García. Neste momento, a publicação deste livro em francês assume todo o seu significado. No homem Torres García, que conjunção de influências e contribuições positivas. Nascido no Novo Mundo, de ascendência catalã e indiana, formado em Barcelona no surpreendente cadinho do renascimento modernista da virada do século, nutrido por antiguidades, mitos e símbolos gregos e romanos, apaixonado pelos primitivos e pela Itália, ansioso por ancorar certezas adquiridas em novas margens para fazê-las produzir novos frutos: a própria vida de Torres García é uma aventura extraordinária, uma série de conquistas. Em todos os lugares o homem desempenhou um papel, ocupou um lugar especial, deixou sua semente. Na própria Paris, onde permaneceu durante o período mais difícil entre as duas guerras, ele desempenhou um papel unificador necessário nas várias tendências da arte abstrata. testando as propostas dos holandeses, dos russos, dos franceses ao antigo fundo imemorial da arte americana, trazendo de volta os elementos essenciais do mundo exterior e substâncias para símbolos abstratos e universais. Mas o universo criado por Torres García continua estranhamente humano, caloroso, sensível. Talvez até prefiramos a linguagem comovente, misteriosa e fraterna com que ela fala ao coração de cada pessoa ao seu valor teórico geral. O extraordinário crescimento que a arte hispano-americana, e especialmente a da Argentina, Colômbia e Venezuela, experimentou nos últimos vinte anos não pode ser explicado sem a frutífera presença de Torres García no Uruguai, após seu retorno ao seu país natal. E creio que a obra e o pensamento de Torres García ainda darão muitos frutos aqui e ali. (Jacques Lassaigne). Trecho do jornal O Globo sobre o incêndio no museu do MAM em 1978. O Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro foi praticamente consumido pelo fogo na madrugada de 8 de julho de 1978, como mostrou cobertura de cinco páginas publicada no dia seguinte pelo GLOBO, que estampou em sua manchete: "Incêndio destrói 90% do acervo do MAM". O incêndio devorou as 200 obras da exposição "Geometria sensível"  entre as quais 80 telas do uruguaio Torres García  mil peças do acervo, uma parte considerável de suas instalações e chamuscou o prestígio do Brasil no meio artístico. No rescaldo do incêndio começaram a aparecer os problemas do MAM e a proliferar as acusações. Havia falta de dinheiro para quase tudo, é certo, mas a organização do museu, que entregava sua direção a amadores, segundo seus críticos, não permitia que ele fosse administrado de forma correta. Em 40 minutos, o fogo destruiu duas telas de Picasso, duas de Miró e centenas de obras de artistas brasileiros. O fogo, iniciado às 3h40m, foi debelado pelos bombeiros em duas horas e meia. Do acervo, de mais de mil peças, incluindo também obras de Matisse, Dalí e Portinari, restaram apenas 50. O estrago foi tamanho que apenas nos anos 90 as instituições internacionais voltariam a confiar no país para abrigar exposições de grande porte.
  • MAPA  IMAGENS DA FORMAÇÃO TERRITORIAL BRASILEIRA. PESQUISA , TEXTOS E SELEÇÃO CARTOGRÁFICA DE ISA ADONIAS. IMPRESSO PELA FUNDAÇÃO EMÍLIO ODEBRECHT. BRASIL 1993. ESCRITO EM 3 IDIOMAS ( PORTUGUÊS, INGLÊS E ESPANHOL) 399 PÁGINAS. 29CM X 32CM. ISBN:8585023147 ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA REVESTIDA EM TECIDO AZUL PETRÓLEO COM TEXTO PRATEADO. SOBRECAPA EM PAPEL VERNIZ ILUSTRADO.Nota: Apresentação: A Organização Odebrecht estende seu compromisso com a sociedade para além das funções sócio-econômicos desempenhadas por suas empresas. Uma das formas de contribuição adicional é o patrocínio de pesquisas que ao longo das últimas três décadas vêm promovendo o resgate de valores culturais e estimulando a preservação dos patrimônios histórico e artístico criados pelas comunidades onde atuam suas empresas. Sua vocação de contribuir com o esforço coletivo de fomentar e difundir a cultura no domínio das artes, letras e ciências, compara-se apenas à vocação empresarial de servir com ações e decisões concretamente convertidas em maiores e melhores riquezas à disposição de toda a Sociedade. E com esse propósito que a Odebrecht participa da edição do livro "MAPA: Imagens da Formação Territorial Brasileira", oferecido à Comunidade graças à feliz iniciativa do Ministério das A Mapoteca do Itamaraty possui uma coleção cartográfica inestimável. Testemunha visual da nossa história, seu acervo compreende milhares de mapas geográficos, cartas náuticas, atlas, plantas, Relações Exteriores (Itamaraty) em trazer à público um de seus maiores e mais bonitos acervos históricos. Desenhos e panoramas que cobrem todo o território nacional a partir do século XVI. É, no entanto, um acervo pouco conhecido do público em geral. Este livro, além de agregar mais subsídios ao estudo da história, é uma verdadeira viagem ilustrada através da ocupação do território brasileiro desde sua descoberta. As imagens reproduzidas nas páginas que se seguem, permitirão ao leitor conhecer e analisar as rotas marítimas usadas por navegantes europeus para chegar aqui e em outras partes de um mundo desconhecido e novo, a criação do nome de nossa nacionalidade, as fantásticas utopias holandesa e francesa no Nordeste, a descoberta da Amazônia; a penetração integradora dos Bandeirantes pelos sertões, as rotas das Minas Gerais, o desenho de nossas fronteiras. Permitirão também conhecer um pouco mais sobre a história desta ciência/arte chamada cartografia. Os mapas, plantas, ilustrações e fotografias que aparecem aqui a maioria originais e todos pertencentes à Mapoteca do Itamaraty, são ilustrações vivas da história. Seus autores foram cartógrafos, engenheiros, desenhistas, tipógrafos, navegantes e viajantes, pessoas dos mais diversos ofícios. Mas foram sobretudo verdadeiros visionários, artistas pioneiros que, com seu trabalho, balizaram as sendas por onde deveriam passar os Homens que se dedicaram a descobrir o Novo Mundo. Ao compartilhar com o Itamaraty do patrocínio e difusão deste valioso roteiro ilustrado de nossa história, a Organização Odebrecht orgulha-se em poder dividir com aqueles pesquisadores do passado a satisfação de liderar novas e significativas realizações na área cultural. Realizações cujo principal valor está em poder proporcionar à sociedade de hoje um conhecimento importante para a preparação do futuro, através de uma melhor compreensão do seu próprio passado.
  • DIE WIENER PORZELLAN SAMMLUNG KARL MAYER. (A COLEÇÃO DE PORCELANA DE VIENA KARL MAYER). CATÁLOGO E INTRODUÇÃO HISTÓRICA DE J. FOLNESICS, PRIMEIRO VICE-DIRETOR DO MUSEU IMPERIAL E DO REINO AUSTRÍACO DE ARTE E INDÚSTRIA COM 86 PRATOS. VIENA, 1914 PUBLICAÇÃO POR ARTARIA & Cª. 350 EXEMPLARES DESTA OBRA, DOS QUAIS 300 EXEMPLARES NUMERADOS, DE Nº 1 A 300. ESTE É O EXEMPLAR 299. 157 PÁGINAS COM MAIS 511 IMAGENS. 22CM X 29CM. CONTÉM INDICE. TEXTO IMPRESSO E AUTOTIPIA POR ADOLF HOLZHAUSEN. CAPA POR F. W. PAPKE. ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM MARROM COM MOLDURAS EM DOURADO. LOMBAR CONTÉM BOISERIE COM TEMA FLORAL E TEXTOS EM DOURADO. CONTRACAPA COM PADÃO DE PEQUENAS FLORES AZUIS EM FUNDO BRANCO. TEXTO EM ALEMÃO.Nota: PREFÁCIO. Na época, quando a coleção Karl Mayer era composta por apenas algumas dezenas de peças, ela era limitada exclusivamente a figuras. Colecionar charmosas estatuetas de porcelana era um passatempo favorito das mulheres naquela época. As mulheres vienenses, dotadas de encantos incomparáveis, foram as primeiras a ter noção e compreensão dos encantos de suas bisavós, que reconheciam em inúmeras estatuetas de porcelana do mundo galante daqueles dias. Essas figuras fofas, cheias de graça coquete em trajes aventureiros, com crinolinas e penteados altos, tinham algo estranhamente cativante. Eles entendiam o sorriso amável, os gestos graciosos, toda a preciosidade de um modo de vida refinado e, precisamente porque seu próprio tempo havia se tornado mais rigoroso, mais sério e provavelmente também mais modesto, a visão dessas figuras graciosas, para quem o prazer parecia ter se tornado a tarefa mais importante da vida, despertava neles sensações agradáveis. Assim também, na casa de Karl Mayer, foi a mulher que primeiro teve pena da pobre mulher abandonada com interesse amoroso e, libertando-a de sua existência empoeirada de traficante de lixo, levou-a para as vitrines de seu salão. E ela fez isso com ainda mais zelo porque sua mãe já havia dado um exemplo digno de ser imitado. Como se ressuscitados, os pequenos cupidos, os homens e mulheres vestidos de pastores e pastoras, os grupos de pombinhos e as figuras dos passeantes brilhavam por trás dos vidros. Assim, muito antes de se tornar moda colecionar porcelana vienense, foram lançadas as bases de uma coleção que hoje é uma das mais interessantes não apenas por sua diversidade, mas também por sua riqueza, abrangendo todo o campo da produção de porcelana vienense, desde seus primórdios até os produtos mais recentes.
  • JEAN ARP DE IONEL JIANOU EDITORA ARTED, EDITIONS DART, PARIS 1973. FAZ PARTE DA COLEÇÃO (LA COLLECTION LES GRANDS SCULPTERS) 84 PÁGINAS. 22CM X 28CM. E 88 IMAGENS. ISBN:85067. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA REVESTIDA EM TECIDO VERDE PETRÓLEO.  COM TEXTO EM DOURADO NA CAPA E LOMBAR. SOBRECAPA ILUSTRADA  EM PRETO E BRANCO. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: Por mais de meio século, Jean Arp esteve na vanguarda dos mais importantes movimentos de vanguarda. A partir de 1912, expôs com Kandinsky e o grupo Der Blaue Reiter. Ele foi um dos fundadores do movimento Dadá em Zurique (1916-1919), Colônia (1919-1920) e Paris (1920-1922). Em 1925, participou da primeira exposição surrealista e depois das seguintes até 1965 em Paris, Londres, Nova York, Amsterdã, Estocolmo, Oslo, Zurique, Cidade do México, São Paulo, etc. Esteve presente na maioria dos eventos de arte abstrata, desde a exposição Abstrakte und Surrealistische Malrei und Plastik (1929), Cercle et Carré (1930) e Abstraction-Création até a do Imaginaire em 1947 e o 1º Salon de la Sculpture Abs-traite em 1954. A pop art e os happenings, a action painting e a abstração lírica, a arte concreta e a arte cinética, a arte do desperdício, o meio ambiente, a colagem, as compressões e expansões, o neodadaísmo, as novas realidades e tantas outras correntes de vanguarda encontraram um ponto de partida no pensamento dadaísta e na obra prodigiosa de Jean Arp. Por muitos anos, ele foi um artista de protesto e polêmico. A consagração só lhe ocorreu no final de sua vida. Aos 68 anos, recebeu o Grand Prix International de Sculpture na Bienal de Veneza e, aos 77, o Grand Prix National des Arts em Paris. Mas durante muito tempo, os jovens artistas do mundo. Hans Peter Wilhem Arp nasceu em Estrasburgo, 16 de setembro de 1886. Foi um pintor escultor e poeta alemão, naturalizado francês.
  • FLÁVIO DE CARVALHO CURADORIA DE RUI MOREIRA LEITE 16/04  16/06/2010 MUSEU DE ARTE MODERNA MAM DE SÃO PAULO. PATROCINIO DA BTG PACTUAL. 397 PÁGINAS.24CM X 30CM. ISBN: 9788586871443. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA ILUSTRADA COM AUTORETRATO DE FLAVIO DE CARVALHO 1965. LOMBAR VERMELHA COM TEXTOS EM BRANCO. QUARTA CAPA COM IMAGEM DE EXPERIENCIA SOCIAL Nº3 FOTOGRAFADA POR NORBERTO ESTEVES DA FOLHA DE SÃO PAULO. CONTRA CAPA EM PAPEL VERMELHO. Nota: Flávio de Rezende Carvalho (1899-1973) foi arquiteto, artista plástico, escritor e animador cultural com presença na vida paulistana desde fins dos anos 1920. Além das obras realizadas sobre suporte convencional, introduziu outras cuja existência depende do apoio da mídia impressa, intervenções que se iniciam com os primeiros projetos arquitetônicos discutidos no espaço do jornal e se estendem à Experiência n 2, realizada como provocação a uma procissão de Corpus Christi, ao lançamento do traje de verão e à expedição de primeiro contato com tribos indígenas do Alto Rio Negro. A mostra procura apresentar sua atuação reunindo documentação relativa a vários momentos: o início de sua formação, sua ligação com o movimento da antropofagia, as atividades do CAM e do Teatro da Experiência, as relações estabelecidas em sua viagem à Europa, sua participação na articulação dos Salões de Maio, as experiências dos anos 1950 e o progressivo reconhecimento da década seguinte. Em registro suplementar, o visitante encontrará também um conjunto de retratos, fotografias e caricaturas de Flávio de Carvalho de autoria de outros artistas, além de uma seleção dos catálogos de suas mostras individuais e coletivas. Catálogo de arte sobre Flávio de Carvalho, um artista brasileiro multifacetado conhecido por sua arquitetura, pintura, escultura, design, teatro e pensamento experimental. Biografia: Detalhes da vida e trajetória de Flávio de Carvalho, incluindo suas diversas fases artísticas e intelectuais.
  • MATTA (CENTRE GEORGES POMPIDOU MUSÉE NATIONAL DART MODERNE 3 OUTUBRO A 16 DE DEZEMBRO DE 1985) POR DOMINIQUE BOZO. LES CLASSIQUES DU XX SIÈCLE. 338 PÁGINAS. 28CM X 28CM. ISBN 2858503036. CONTÉM 9 FOLHAS SOLTAS COM IMAGENS. ENCADERNAÇÃO CAPA MOLE EM PAPEL VERNIZ COR DE PRATA COM UMA ULUSTRAÇÃO EM VERMELHO E PRETO. LOMBAR COM TEXTO EM VERMELHO E PRETO. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: Matta foi uma exposição de arte de Roberto Antônio Sebastian Matta Echaurren, realizada no Centre Georges Pompidou, Musée national d'art moderne, de 3 de outubro a 16 de dezembro de 1985. A exposição foi organizada pelo museu e teve como comissário Alain Sayag. Roberto Sebastián Antonio Matta Echaurren nasceu em 11 de novembro de 1911, mais conhecido como Roberto Matta , foi um dos pintores mais conhecidos do Chile e uma figura seminal na arte expressionista abstrata e surrealista do século XX nas Américas e na Europa.
  • A COR NA ARTE BRASILEIRA ( 27 ARTISTAS REPRESENTATIVOS )  DE JACOB KLINTOWITZ. EDITORA WOLKSWAGEN DO BRASIL S.A. 1982. TIRAGEM DE 4000 CÓPIAS. 218 PÁGINAS. 28CM X 32CM. 3 IDIOMAS ( PORTUGUÊS, INGLÊS E ALEMÃO ) ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA REVESTIDA EM TECIDO VERMELHO COM TITULO EM CINZA.CONTRACAPA COM IMPRESSÃO COLORIDA DE GEOMETRIA ABSTRATA. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: O livro "A Cor na Arte Brasileira", de Jacob Klintowitz, é uma obra fundamental para a compreensão da utilização da cor na história da arte brasileira. Klintowitz, renomado crítico de arte, explora a riqueza e a diversidade do uso da cor por artistas brasileiros, desde o período colonial até a arte contemporânea. O livro não se limita a uma análise estética, mas também busca contextualizar o uso da cor dentro de cada período histórico, considerando as influências culturais, sociais e políticas que moldaram a produção artística brasileira. O livro aborda a obra de diversos artistas brasileiros, destacando o uso da cor em suas criações. Alguns exemplos incluem; Tarsila do Amaral; Di Cavalcanti; Candido Portinari". A Cor na Arte Brasileira" é um livro essencial para quem deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a arte brasileira e a importância da cor em sua história. A obra oferece uma visão abrangente e rica sobre o tema, com análises detalhadas e exemplos de obras marcantes.
  • ANDRÉ MASSON GRAPHIK DE ROGER PASSERON. EDITORA OFFICE DU LIVRE. 1973. ENCADERNAÇÃO: SCHUMACHER AG, SCHMITTEN. UMA EDIÇÃO LIMITADA DE 700 CÓPIAS DESTA OBRA FOI PRODUZIDA EM ALEMÃO. 650 CÓPIAS, NUMERADAS D51-D700, INCLUINDO 3 LITOGRAFIAS COLORIDAS ORIGINAIS ENCADERNADAS DE ANDRÉ MASSON. ESTE É O EXEMPLAR D92. 179 PÁGINAS .  30CM X 36CM. ENCADRNAÇÃO EM CAPA DURA REVESTIDA EM TECIDO VERMELHO BORGONHA COM TEXTO NA LOMBAR EM DOURADO. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.. Nota: Roger Passeron (1920-2020) foi um historiador de arte e escritor francês, especializado em gravuras do século XX. Aqui estão alguns aspectos principais de sua vida e obra: Especialista em Gravuras: Passeron era um renomado especialista no campo das gravuras, particularmente aquelas da era impressionista e do século XX.  Autor: Ele escreveu inúmeros livros sobre o assunto, incluindo: "Gravuras Impressionistas" "La gravure en France au XXe siècle" (Gravura na França no século XX) Trabalhos sobre a obra gravada de Michel Ciry, Mario Avati e Antoni Clavé. Trabalhos sobre as litografias de Picasso e Chagall. Historiador de Arte: Seu trabalho contribuiu significativamente para a compreensão e apreciação da gravura como forma de arte. Formação: Antes de se dedicar à história da arte, ele teve uma carreira como engenheiro especializado em equipamentos aeroespaciais e industriais. Família: Ele era filho de Alfred Passeron, um comerciante de gravuras em Paris. Em resumo, Roger Passeron foi uma figura proeminente no mundo da história da arte, conhecido por seu extenso conhecimento e escritos sobre gravuras. André Masson foi um artista francês multifacetado, Nasceu em Balagny-sur-Thérain, França, em 4 de janeiro de 1896, com destaque na pintura, gravura, escultura e desenho. Iniciou seus estudos de arte na Academia Real de Belas-Artes de Bruxelas. Sua obra é marcada pela experimentação e pela exploração do inconsciente, características do surrealismo. Ele é mais conhecido por sua associação ao movimento surrealista, embora sua obra abranja também o cubismo e outras vertentes da arte moderna. Desenvolveu a técnica de "desenho automático", que consistia em criar desenhos espontâneos, sem controle racional. Faleceu em Paris, em 28 de outubro de 1987. Suas obras estão presentes em importantes museus, como o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Museu de Arte Moderna de São Francisco.
  • LOS MAESTROS DEL IMPRESIONISMO ESPAÑOL POR LEOPOLDO RODRIGUEZ ALCALDE. EDITORA IBÉRICO EUROPEA DE EDICIONES S.A. 1978. IMPRESSO PELA EDITORIAL GRÁFICAS TORROBA VILLAFRANCA EM MADRI. CONTÉM BIBLIOGRAFIA, INDICEDE ILUSTRAÇÕES PRETAS E COLORIDAS. 58 IMAGENS EM PRETO E BRANCO E 117 IMAGENS COLORIDAS. CONTÉM INDICE. 263 PÁGINAS. 31CM X 24CM. ISBN 8425603536. FAZ PARTE DA COLEÇÃO (ARTE CONTEMPORANEO). ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA REVESTIDA EM TECIDO AZUL PETRÓLEO COM TEXTOS EM BRANCO INCLUSIVE NA LOMBAR. CONTRACAPA EM PAPEL COM ESTAMPAS PADRONIZADAS COM OS NOMES DOS ARTISTAS. SOBRECAPA ILUSTRADA. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: Tradução da dedicatória: À memória indelével de Juan Antonio Gaya Nuño, que, com seus esforços incansáveis, revelou a tantos a maravilha do impressionismo espanhol. A José Camón Aznar, mestre dos amantes da arte. A Antonio Fernández Fuster, que dedicou estudos tão suculentos e diligentes a esta era artística. A Santiago Corral, um conhecedor clarividente dos nossos heróis paisagísticos. A Agustín Rodríguez Sahagún, promotor deste livro. Leopoldo Rodriguez Alcalde nasceu em Santander em 1920. Estudou Direito nas Universidades de Oviedo e Valladolid. Atualmente, ele pertence ao Corpo Técnico Administrativo do Estado, vinculado ao Ministério da Cultura. Sua obra literária é muito extensa: deu centenas de palestras em diversos centros e colaborou em inúmeros jornais e revistas; Trabalhou como crítico de arte durante vários anos no jornal "Alerta" de Santander e em 1976 recebeu o Prêmio "Lázaro Galdiano" de crítica de arte por seu trabalho sobre o pintor santanderense Antonio Quirós. É autor da biografia de José Gutiérrez Solana, publicada pela Giner, e das monografias sobre Pancho Cossio, Maria Blanchard e Enrique Gran, publicadas pelo Ministério da Educação e Ciência, bem como dos prólogos dos cadernos de esboços de Francisco Arias e Pedro Sobrado, publicados pela Ibérico-Europea de Ediciones. Embora a curiosidade de Leopoldo Rodríguez Alcalde se estenda a todos os aspectos da história da arte, ele se especializou no estudo da literatura espanhola, como evidenciado neste livro, que destaca uma faceta extraordinária da personalidade artística espanhola, ainda pouco valorizada fora de nossas fronteiras, e que na Espanha começa a atrair a atenção e o entusiasmo que merece. Atualmente o autor iniciou uma monografia sobre seu conterrâneo, o grande pintor Agustín Riancho, e uma extensa obra sobre a revolução pictórica espanhola.
  • EMILIO CASTELAR Y RIPOLL (CÁDIS, 7 DE SETEMBRO DE 1832  SAN PEDRO DEL PINATAR, MÚRCIA, 25 DE MAIO DE 1899), POLÍTICO E ESCRITOR ESPANHOL, FOI O PENÚLTIMO PRESIDENTE DA PRIMEIRA REPÚBLICA ESPANHOLA (1873-1874). CARTA DIRIGIDA A SUA AMIGA MARIA CALZADO FILHA DE GUSTAVO AROSA, TUTOR DO PINTOR GAUGUIM. MARIA ERA CASADA COM ADOLPHO CALZADO, GRANDE AMIGO DE EMILIO CASTELAR. O PAI DE MARIA, GUSTAVO AROSA, ERA NO CENÁRIO PARISIENSE A UM CONHECIDO INTELEICTUAL E COLECIONADOR DE ARTE E ANTIGUIDADES. A CARTA É DATADA DE 30 DE ABRIL DE 1881. EXCERTOS DO TEXTO:  MADRID, 30 DE ABRIL DE 1881 QUERIDA AMIGA MARIA DESCULPE SE ANTES NÃO RESPONDI SUA ÚLTIMA CARTA TÃO GRATA COMO TODAS A MEU CORAÇÃO QUE TANTO E DEVERAS LHE QUER E LHE ADMIRA. POREM AQUI NA ESPANHA NÃO HÁ MEIO NENHUM DE ATENDER A TODAS AS  INFINITAS ATENÇÕES DA VIDA PÚBLICA E POLITICA SEM DESATENDER AS VEZES AS MINHAS CARAS OBRIGAÇÕES.  NESTES DIAS  DEVIDO AO PERÍODO ELEITORAL ME IMPEDE UM TANTO AS COMUNICAÇÕES QUE ESTES DESPACHOS EM NOSSAS MESAS  PARECEM MONTANHAS DE PAPÉIS E CARTAS...TENHO UMA GRANDE SATISFAÇÃO EM SERVI-LA. ESTOU A UM DEGRAU DO ULTIMO CAPITULO DE SEU ULTIMO LIVRO. MOSTRA QUALIDADE DE PRIMEIRA ORDEM PARA A  HISTÓRIA E PARA A POLITICA. NÃO PODE SER UM QUADRO MAIS AMENO DE MAIOR MOVIMRNTO DRAMÁTICO, DE MAIS VIVO INTERESSEM NEM EM QUE ABUNDEM O ÚTIL A VIDA PUBLICA EM ENSINAMENTOS PRÁTICOS. JÁ O VERA NO ARTIGO QUE PUBLICAREI EM BREVE. EMILO CASTELARNOTA: EMILIO CASTELAR nasce em Cádis a 7 de setembro de 1832. Seus pais, Manuel Castelar e María Antonia Ripoll, de ideologia liberal, eram de Alicante. A restauração absolutista de Fernando VII obrigou o seu pai, Manuel Castelar, a exilar-se em Gibraltar durante sete anos por ter sido condenado à morte acusado de afrancesado. Quando a morte repentina do seu pai, Castelar contava somente com sete anos e mudou-se a Elda com a família da sua mãe. Já quando pequeno, e graças ao influxo de sua mãe, María Antonia Ripoll,1 era um leitor insaciável, o que se traduzia num rendimento escolar muito alto. Iniciou-se nos seus estudos de Ensino Médio no Instituto de Alicante em 1845. Estudou Direito e Filosofia na Universidade Complutense de Madrid, com homens que seriam os seus adversários políticos mais tarde como Antonio Cánovas del Castillo, licenciou-se em Direito aos vinte anos e fez o doutoramento um ano mais tarde (185354), e obteve uma cátedra de História Filosófica e Crítica da Espanha (1857). Durante os seus estudos pôde colaborar com a Escola Normal de Filosofia o que permitiu ajudar a salvar as penúrias da sua família. Ao terminar a sua formação dedicou-se em cheio à luta política, canalizada através do jornalismo (passou por vários periódicos como El Tribuno del pueblo, La Soberanía Nacional e La Discusión até fundar o seu próprio em 1864: La Democracia). O seu primeiro discurso deu-o em 25 de setembro de 1854 durante um comício do Partido Democrático em Madrid e desde esse momento, não apenas os assistentes, mas também a imprensa madrilenha, elevariam-no como um orador excepcional e defensor da liberdade e da democracia. Defendia um republicanismo democrático e liberal, que se enfrentava com a tendência mais socializante de Pi i Margall. Desde essas posições lutou contra o regime de Isabel II, chegando a criticar diretamente a conduta da rainha no seu artigo El rasgo (1865). Em retaliação por aquele escrito, foi demitido da sua cátedra de História Crítica e Filosófica da Espanha na Universidade Central de Madrid que ocupava desde 1857, provocando revoltas estudantis e de professores contra a sua demissão, que foram reprimidas pelo governo sangrentamente na denominada "Noite de São Daniel" a 10 de abril de 1865. O governo de Ramón María Narváez demitiu e foi substituído pelo de Leopoldo O'Donnell, o qual restituiria a cátedra a Castelar. Mais tarde interveio na frustrada sublevação do quartel de San Gil de 1866, e foi condenado a garrote vil; porém, conseguiu fugir para França num exílio de dois anos. Participou na Revolução de 1868, que destronou a Isabel II, mas não conseguiu que conduzisse à proclamação da República. Foi deputado nas imediatas Cortes constituintes, nas quais se destacou pela sua capacidade oratória, especialmente pela defesa da liberdade de cultos (1869). Seguiu defendendo a opção republicana dentro e fora das Cortes até a abdicação de Amadeu I provocar a proclamação da Primeira República Espanhola em 11 de fevereiro de 1873. Durante o primeiro governo republicano, presidido por Estanislao Figueras, ocupou a carteira de Estado, desde a qual adotou medidas como a eliminação dos títulos nobiliários ou a abolição da escravidão em Porto Rico. Mas o regime pelo qual tanto lutara descompunha-se depressa, rasgado pelas dissensões ideológicas entre os seus líderes, isolado pela hostilidade da Igreja, a nobreza, o exército e as classes acomodadas, e acossado pela insurreição cantonal, a retomada da guerra carlista e o recrudescimento da rebelião independentista em Cuba. A Presidência foi passando de mão em mão de Figueras a Pi i Margall em junho e deste a Nicolás Salmerón em julho até em setembro, as Cortes Constituintes nomeá-lo Presidente do Poder Executivo da República. Para tratar de salvar o regime dissolveu as Cortes, mobilizou homens e recursos e encarregou o comando das operações a militares profissionais, embora de duvidosa fidelidade à República. Quando as sessões das Cortes foram retomadas a princípios de 1874, Castelar apresentou a sua demissão a 3 de janeiro após perder uma votação parlamentar; enquanto se votava a nomeação do novo presidente do poder executivo, que ia sendo favorável a Eduardo Palanca Asensi, o general Manuel Pavía deu um golpe de Estado e dissolveu as Cortes. Ofereceu formar governo Castelar, mas este recusou; finalmente foi o general Serrano que aceitou ser presidente do Poder Executivo. Liquidada assim a Primeira República, o pronunciamento de Arsenio Martínez Campos veio restabelecer a Monarquia. proclamando rei a Afonso XII. Castelar exilou-se em Paris. Após regressar de uma longa viagem, Castelar ingressou na Real Academia Espanhola e na Real Academia da História e voltou à política, encarnando nas Cortes da Restauração bourbônica a opção dos republicanos "possibilistas" que aspiravam a democratizar o regime desde dentro. Quando na década de 1890 se aprovaram as leis do jurado e do sufrágio universal, Castelar retirou-se da vida política, aconselhando aos seus partidários a integração no Partido Liberal de Sagasta (1893). Foi sepultado no Cemitério de San Isidro, no pátio de Santa María de la Cabeza. Considerado como o mais eloquente orador da Espanha, foi também um dos grandes prosistas do século XIX. Influenciado pelo Romantismo, do qual também há sinais na sua oratória, recordam-se entre as suas obras os Recuerdos de Italia, algum romance como Ernesto, Fra Filipo Lippi e coleções de artigos, discursos e diversos estudos jurídicos, históricos e de crítica literária e artística, além de ensaios sobre ideologia política. Em homenagem a Emilio Castelar há uma cidade na Argentina, na província de Buenos Aires, com o seu nome. Em princípio, o nome foi dado à estação de ferrovia que, posteriormente, deu origem à povoação, por volta de 1913. Foi declarada oficialmente Cidade de Castelar em 1971, quando superou os 10 000 habitantes. No ano de 2000, superava os 100 000 habitantes.
  • GOYA 1746-1828 BIOGRAFIA, ESTUDIO ANALITICO Y CATALOGO DE SUS PINTURAS. DE JOSÉ GUDIOL. EDICIONES POLIGRAFA S.A. BARCELONA. 1970. COM 1295 LAMINAS APRESENTADAS NOS VOLUMES ( II, III, IV ). VOLUME I CONTÉM INDICE, OS LIVROS ( II, III E IV ) COMTÉM AS IMAGENS. LIVRO I 456 PÁGINAS; LIVRO II AO LIVRO IV SÃO 1821 PÁGINAS; 25CM X 30CM. ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM VERMELHO COM LOMBAR ESCRITA E ORNADA EM DOURADO. CONTRACAPA COM ILUSTRAÇÃO MONOCROMÁTICA EM OCRE. SOBRECAPA ILUSTRADA. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: trecho do prólogo: A obra dos grandes artistas do passado deve ser revisitada periodicamente em estudos de síntese que compilem as pesquisas realizadas, forneçam uma perspectiva adequada ao período e abram caminho para trabalhos futuros. Goya é um patrimônio universal da arte hispânica, um dos seus maiores patrimônios, mesmo que seja apenas pela imensa amplitude de sua gama, tanto na iconografia quanto na técnica, tanto na expressão quanto na imagem. Goya tinha o dom, como poucos, de interpretar e comunicar a essência dos valores plásticos; mas também para descobrir e recriar a beleza e o significado humano nos elementos mais áridos da natureza. Sua vitalidade inesgotável lhe permitiu infundir interesse em qualquer tipo de representação pictórica ou gráfica, apresentando com máxima intensidade o terrível e o dramático ou infundindo profundidade aos temas superficiais que às vezes lhe eram exigidos - especialmente no início de sua carreira na Corte. Tendo vivido entre duas épocas e dois mundos: o Rococó de graças afetadas e o Romantismo inicial com premonições expressionistas, Goya também é uma figura-chave na gênese da arte europeia contemporânea.   Francisco José de Goya y Lucientes nasceu em Fuendetodos, 30 de março de 1746. Foi um pintor e gravador espanhol. É considerado o mais importante artista espanhol do final do século XVIII e começo do século XIX. Suas pinturas, desenhos e gravuras refletiram transformações históricas contemporâneas e influenciaram importantes pintores dos séculos XIX e XX.2 Goya é frequentemente referido como o último dos Velhos Mestres e o primeiro dos modernos. Goya nasceu em uma família de classe média. Ele estudou pintura a partir dos 14 anos com José Luzán y Martinez e mudou-se para Madrid para estudar com Anton Raphael Mengs. Casou-se com Josefa Bayeu em 1773. Sua vida foi caracterizada por uma série de gestações e abortos espontâneos, e apenas um filho do casal sobreviveu até a idade adulta. Goya tornou-se um pintor da corte da Coroa Espanhola em 1786 e este início de sua carreira é marcado por retratos da aristocracia espanhola e da realeza e tapeçarias em estilo Rococó projetados para o palácio real. Goya era reservado e, embora cartas e escritos seus tenham sobrevivido, pouco se sabe sobre seus pensamentos. Ele sofria de uma doença grave e não diagnosticada em 1793 que o deixou surdo, o que se refletiu em seu trabalho, que se tornou progressivamente mais sombrio e pessimista. Seus quadros, murais, gravuras e desenhos parecem refletir uma visão sombria nos níveis pessoal, social e político, e contrastam com sua ascensão social. Ele foi nomeado Diretor da Real Academia em 1795, ano em que Manuel Godoy fez um tratado desfavorável com a França. Em 1799, Goya tornou-se Primer Pintor de Câmara (Pintor da Primeira Corte), classificação mais alta para um pintor da corte espanhola. No final da década de 1790, encomendado por Godoy, ele completou seu La maja desnuda, um nu ousado para a época com influência de Diego Velázquez. Em 180001, ele pintou Carlos IV de Espanha e sua família, também influenciado por Velázquez. Em 1807, Napoleão liderou o exército francês na Guerra Peninsular contra a Espanha. Goya permaneceu em Madrid durante a guerra, o que parece tê-lo afetado profundamente. Embora ele não tenha expressado seus pensamentos em público, eles podem ser inferidos em sua série de gravuras Los Desastres de la Guerra (embora publicada 35 anos após sua morte) e suas pinturas de 1814 O segundo de maio de 1808 e O terceiro de maio de 1808. Outros trabalhos do período incluem as séries Los Caprichos e Los Disparates gravura, e uma variedade de pinturas relacionadas com a insanidade, manicômios, bruxas, seres fantásticos, religião e política, que sugerem que ele temia pelo destino de seu país e por sua própria saúde física e mental. Seus últimos anos culminam com as Pinturas Negras de 18191823, aplicadas a óleo nas paredes de gesso de sua casa, conhecida como Quinta del Sordo (Casa do Surdo) onde, desiludido com os desenvolvimentos políticos e sociais na Espanha, viveu quase isolado. Goya abandonou a Espanha em 1824 para se retirar para a cidade francesa de Bordeaux, acompanhado por sua empregada e companheira muito mais jovem, Leocadia Weiss, que pode ou não ter sido sua amante. Lá ele completou sua série La Tauromaquia e várias outras telas importantes. Após um AVC que o deixou com o lado direito do corpo paralisado, e sofrendo de problemas de visão e de pouco acesso a materiais de pintura, Goya morreu e foi sepultado em 16 de abril de 1828, aos 82 anos. Seu corpo foi depois sepultados na Ermita de San Antonio de la Florida, em Madrid. Curiosamente, seu crânio estava faltando, um detalhe que o cônsul espanhol imediatamente comunicou a seus superiores em Madrid, que responderam: "Envie Goya, com ou sem cabeça".
  • DIEGO DE LEÓN  VICE REI DE NAVARRA E CONDE DE BELASCOAIN (1807-1841)  ERA TIO DE DONA MARÍA DEL PILAR DE LEÓN Y DE GREGORIO, MARQUESA DE SQUILACHE (1842 - 1915) VELHO PARIS PAR DE LINDOS JARRÕES EM  EXUBERANTE AZUL EGPICIO DECORADO COM RESERVAS OPOSTAS SENDO DE UM LADO O BRASÃO DE DIOGO DE LEON (ESCUDO ESQUARTELADO COM QUATRO  LEÕES RAMPANTES SOB DOSSEL E ELMO COROADO COM CORONEL DE CONDE. EM GRANDE NA PARTE INFERIOR O COLAR DA GRÃ CRUZ DA ORDEM DE CARLOS III DE QUE ERA DIGNATÁRIO. NA FACE OPOSTA LINDOS ARRANJOS FLORIAS EM RESERVA.  REMATADOS EM OURO. PRECIOSOS E MAGNIFICOS FOI PARTIDÁRIO DA CAUSA DE DONA ISABEL II DA ESPANHA NA QUESTÃO DINÁSTICA CONTRA OS CARLISTAS E POR ISSO FOI PRESO E FUZILADO. SÃO PEÇAS DE GRANDE IMPORTANCIA HISTÓRICA! FRANÇA, FINAL DA DÉCADA DE 1830. 46 CMD E ALTURA. NOTA: Diego de León y Navarrete (Córdoba, 30 de março de 1807 - Madri, 15 de outubro de 1841), 1º Conde de Belascoáin, foi um militar espanhol que alcançou o posto de tenente-general. Ele também foi nomeado vice-rei de Navarra. Ele foi morto a tiros após fazer uma declaração contra o então regente Baldomero Espartero. O sobrenome "de León", segundo Fernando González-Doria Durán de Quiroga, vem do reino de León, e aqueles que o carregam são descendentes do rei Afonso IX de León e usam como brasão um leão rampante em um campo de prata.Diego era filho de Diego Antonio de León y González de Canales, Marquês de Atalayuelas, Comendador da Ordem de Calatrava, cavalheiro de Sua Majestade e coronel do regimento de Bujalance, Cavaleiro do S.O.M de Malta, e de María Teresa Navarrete y Valdivia.  Diego de León nasceu em Córdoba em 30 de março de 1807. Em 1822, seu pai solicitou e obteve uma companhia de cavalaria, cujo posto de capitão foi ocupado por Diego de León, tendo pago previamente, como era costume, o custo da montaria da referida companhia, que ascendia a 160.000 reais. Em 20 de dezembro de 1826, foi nomeado ajudante de campo de seu tio, o Marquês de Zambrano, comandante-chefe da Guarda Real. Obteve a patente de coronel de cavalaria em 1829. Em 7 de outubro de 1834, foi promovido ao cargo de comandante de esquadrão, nos lanceiros.Ele solicitou ao governo que partisse em campanha e foi designado para o Exército de Operações do Norte, onde marchou com seu esquadrão em 7 de dezembro de 1834. Participando da Primeira Guerra Carlista, ele imediatamente se destacou por sua coragem e determinação, tornando-se famoso por seu hábito de marchar em ataques na frente de seus lanceiros e atacar onde o inimigo era mais numeroso. Em Los Arcos, Navarra, comandando um esquadrão de apenas 72 cavaleiros, ele enfrentou uma coluna carlista de 14 batalhões e 500 cavalos, dispersando-a até que os reforços chegassem. Seu comportamento foi tão heróico que seu chefe, o general Áldama, ordenou que ele fosse condecorado com a Cruz de São Fernando no próprio campo de batalha. Seu triunfo nos campos de Grá, na Catalunha, também lhe rendeu a Grã-Cruz da Ordem de Isabel a Católica Participou com sucesso da Batalha de Mendigorría e tomou Belascoáin em 1838, mérito que lhe rendeu o título de Conde de Belascoáin e se destacou por suas ações no Maestrazgo. Em outubro de 1838 foi nomeado vice-rei de Navarra. E em julho de 1839, recebeu ordens de Espartero para queimar as plantações na região conhecida como "Carasol" de Montejurra, que inclui, entre outras, as cidades de Allo, Dicastillo e Arellano. Ali estava o mais importante armazém de cereais à disposição dos carlistas de Navarra naquele verão. Esta ordem de Espartero foi inusitada, pois até então tal vandalismo não havia sido praticado. As colheitas ainda estavam verdes e queimaram muito, mesmo assim, como León disse em seu relatório, os camponeses "ficaram sem nada além de olhos para chorar".  Em outubro de 1840, para destituí-lo do cargo de vice-rei, Espartero o nomeou comandante geral da Divisão de Infantaria da Guarda Real. Em 1840 foi nomeado capitão-geral de Nova Castela. E como era membro do Partido Moderado, após a queda da regente Maria Cristina de Bourbon durante o reinado de Isabel II, ele se exilou na França. Mais tarde, em 1841, ele se juntou à revolta moderada de O'Donnell contra Baldomero Espartero, tentando invadir o Palácio Real, uma ação que fracassou. A poucas léguas do tribunal, perto de Colmenar Viejo, foi preso pelo comandante Laviña, antigo ajudante de León. Foi levado ao Colégio de Santo Tomás, então sede da Milícia Nacional, onde foi submetido a um tribunal marcial e condenado à morte. E o regente Espartero foi inflexível, rejeitando os pedidos de perdão. Em 15 de outubro de 1841, ele foi transferido da prisão para a antiga estrada de Pontones, localizada nos arredores de Madri, onde foi fuzilado. O general Diego de León, que vestia seu uniforme de gala, pediu permissão ao oficial comandante do pelotão de fuzilamento para que ele próprio pudesse dar as ordens necessárias. Uma vez lida a sentença sumária que o condenava à morte na presença do prisioneiro, e antes que ele próprio desse a ordem de abrir fogo, disse aos soldados: "Não tremais, coração".8 Está sepultado no mausoléu conjunto de Goya, Meléndez Valdés, Donoso e Moratín no Sacramental de San Isidro.
  • PRE-COLUMBIAN ART OF SOUTH AMERICA DE ALAN LAPINER. EDITORA HARRY N. ABRAMS, INC. PUBLISHERS NEW YORK 1976. 910 ILUSTRAÇÕES INCLUINDO 225 COLORIDAS. LETRAS CAPITAIS NO INICIO DOS TEMAS. 460 PÁGINAS. 27CM X 34CM. ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA EM LINHO 2 CORES, VERMELHO E BRANCO COM UMA REPRESENTAÇÃO DE UM ORNAMENTO PERUANO EM DOURADO. COM LOMBAR ESCRITA EM DOURADO. CONTRACAPA EM PAPEL ALARANJADO. SOBRECAPA ILUSTRADA. ISBN 0810904217. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA.Nota: trecho da introdução: A arte pré-colombiana, a arte das Américas antes da influência europeia, só recentemente começou a ser considerada uma arte "elevada", igual no seu melhor à melhor expressão artística da Grécia Clássica, Europa Renascentista ou China antiga. Até o século XX, a arte pré-colombiana, como a da África e da Oceania, não era considerada arte de forma alguma, e os poucos exemplos disponíveis eram tratados como curiosidades de culturas primitivas. É um ponto interessante que no Mediterrâneo a arqueologia começou como uma busca humanística e depois se tornou uma disciplina científica. Cavalheiros amadores se propuseram a descobrir a arte clássica do passado e, incidentalmente, descobriram a história, enquanto no Novo Mundo a arqueologia se desenvolveu como uma subdisciplina científica da antropologia, e arqueólogos que estavam principalmente interessados em história, involuntariamente, descobriram a beleza e a arte. Não surpreendentemente, foram artistas como Modigliani, Picasso e Matisse que primeiro reconheceram na chamada arte primitiva a sofisticação e o poder evocativo da autêntica arte elevada.
  • MARQUÉS DE VILLAMANTILLA - ANTONIO MANTILLA DE LOS RÍOS Y BURGOS, (B. - 1881) E DONA MARÍA DEL PILAR DE LEÓN Y DE GREGORIO, MARQUESA DE SQUILACHE (1842 - 1915). CARTÕES DE VISITA COM TIMBRE ARMORIAL DAS CASAS DE MARQUESADOS DE ANTONIO MANTILLA DE LOS RÍOS Y BURGOS,  MARQUÉS DE VILLAMANTILLA E DE SUA ESPOSA DONA MARÍA DEL PILAR DE LEÓN Y DE GREGORIO, MARQUESA DE SQUILACHE. ASSINADOS PELOS TITULARES COM A DATA DE 8 DE MARÇO DE 1878  LOCALIZADO WASHINGTON, EUA CONDE O MARQUES ATUAVA COMO MINISTRO PLENIPONTENCIARIO. DUAS GRANDES E IMPORTANTES CASAS NOBRES ESPANHOLAS. DONA MARÍA DEL PILAR DE LEÓN Y DE GREGORIO, MARQUESA DE SQUILACHE. ERA FILHA DA PRINCESA DE SQUILACHE E DE DON CARLOS DE LEÓN Y NAVARRETE, FILHO DE SEBASTIÁN MARÍA DE LEÓN Y NAVARRETE, II MARQUÉS DE LAS ATALAYUELAS. TAMBÉM ERA SOBRINHA DE DIEGO DE LEÓN, IRMÃO DE SEU PAI. DIEGO DE LEÓN Y NAVARRETE (CÓRDOBA, 30 DE MARÇO DE 1807 - MADRI, 15 DE OUTUBRO DE 1841), 1º CONDE DE BELASCOÁIN, FOI UM MILITAR ESPANHOL QUE ALCANÇOU O POSTO DE TENENTE-GENERAL. ELE TAMBÉM FOI NOMEADO VICE-REI DE NAVARRA. ELE FOI FUZILADO APÓS FAZER UMA DECLARAÇÃO CONTRA O ENTÃO REGENTE BALDOMERO ESPARTERO. VIDE NOS CREDITOS EXTRAS DESSE LOTE IMAGEM DA MARQUESA DE SQUILACHE. 17 X 11,5 CM
  • INSTRUMENTO DE CUMPRIMENTO DAS DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS DE DON PABLO GUSEME DE JEREZ DE LA FRONTERA POR SEU IRMÃO TESTAMENTEIRO DON DIEGO GUSEME LAVRADO EM 1723. EXCERTOS DO TEXTO: SE PASSE COMO EU DOM DIEGO GUSEME QUE SOU DESTA CIDADE DE JEREZ DE LA FRONTERA NA PRAÇA DE  SAN MATHEU ORGOSAN MARCOS COMO É DESEJO DE MEU IRMÃO DEFUNTO DON PABLO GUSEME...

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