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  • RARA MEDALHA DE CONSTÂNCIA E VALOR DO MATTO GROSSO (CAMPANHA 1867)  GUERRA DO PARAGUAY  CONFERIDA AOS MILITARES QUE DEFENDERAM A PROVÍNCIA DO MATO GROSSO DA INVASÃO PARAGUAIA. CUNHADA EM PEWTER. NO VERSO EFÍGIE DO IMPERADOR DOM PEDRO II À ESQUERDA  NO ANVERSO LAURÉU E A LEGENDA CONSTANCIA E VALOR, EM BAIXO: MATTO GROSSO 1867. O CUNHO DESTA MEDALHA É DO FAMOSO JOALHEIRO VICTOR RESSE. CONSTA NOS CATÁLOGOS:-  GUERRA DO PARAGUAY NA MEDALHISTICA BRASILEIRA  PG. 39. -  AS MEDALHAS REFERENTES AO IMPÉRIO DO BRAZIL  JULIO MEILI Nº 124. -  AS MEDALHAS REFERENTES AO IMPÉRIO DO BRAZIL  JULIO MEILI II.ESTA PEÇA É CONHECIDA TAMBÉM COMO MEDALHA DE CONSTÂNCIA E VALOR, CRIADA PELO DECRETO 3926 DE 7 DE AGOSTO DE 1867. NOTA: A Campanha do Mato Grosso correspondeu à fase inicial da Guerra do Paraguai, que se iniciou com a invasão paraguaia de Mato Grosso em dezembro de 1864 e que terminou com a retirada das tropas em abril de 1868. Durante a primeira fase da guerra a iniciativa militar esteve com os paraguaios. As tropas do marechal Francisco Solano López definiram três frentes de batalha iniciais, invadindo Mato Grosso, em dezembro de 1864 (antes da declaração oficial de guerra ao Brasil feita em 13 de dezembro), e nos primeiros meses de 1865 o Rio Grande do Sul e a província argentina de Corrientes. Atacando, quase ao mesmo tempo, no norte e no sul, os paraguaios estabeleceram dois teatros de operações. A invasão do Mato Grosso foi feita ao mesmo tempo por dois corpos de tropas paraguaias. A província achava-se quase desguarnecida militarmente, e a superioridade numérica dos invasores permitiu-lhes realizar uma campanha rápida.
  • RARA MEDALHA DA CAMPANHA DO URUGUAI DE 1865, EM BRONZE , COM PÁTINA FANTÁSTICA. A MEDALHA DE CAMPANHA DO URUGUAI, CONFERIDA AOS COMBATENTES DA MARINHA E DO EXÉRCITO BRASILEIRO QUE INTERFERIAM NA GUERRA CÍVIL DO URUGUAI EM 1864, SOB A LIDERANÇA DO GENERAL JOÃO PROPÍCIO DE FIGUEIREDO MENA BARRETO, 2 VISCONDE DE SÃO GABRIEL E DO ALMIRANTE JOAQUIM MARQUES LISBOA, MARQUÊS DE TAMANDARÉ. A INTERVENÇÃO MILITAR BRASILEIRA NO URUGUAI FOI UM DOS ESTOPINS DA GUERRA DO PARAGUAI. A CAMPANHA DO URUGUAI FOI UMA CAMPANHA MILITAR QUE OCORREU DURANTE A GUERRA DO PRATA QUE FOI REALIZADA PELAS TROPAS ALIADAS LIDERADAS POR LUÍS ALVES DE LIMA E SILVA, A CAMPANHA TINHA POR OBJETIVO RECONQUISTAR O URUGUAI DAS MÃOS DE MANUEL ORIBE E SOCORRER AS TROPAS COLORADAS DE FRUCTUOSO RIVERA EM MONTEVIDÉU. UM EXÉRCITO COMPOSTO POR 16 200 SOLDADOS EM QUATRO DIVISÕES, COM 6500 DE INFANTARIA, 8900 DE CAVALARIA, 800 ARTILHEIROS E 26 CANHÕES, INCLUINDO MERCENÁRIOS EUROPEUS - OS BRUMMER -, SOB O COMANDO DE LUÍS ALVES DE LIMA E SILVA, CRUZOU A FRONTEIRA ENTRE RIO GRANDE DO SUL E URUGUAI EM 4 DE SETEMBRO DE 1851. CERCA DE 4000 SOLDADOS PERMANECERAM NO BRASIL PARA PROTEGER SUA FRONTEIRA, ALÉM DE OUTROS 17 000 HOMENS ESPALHADOS PELO TERRITÓRIO BRASILEIRO, FAZENDO COM QUE O EFETIVO TOTAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO ERA SUPERIOR A 37 000 HOMENS.O EXÉRCITO BRASILEIRO ENTROU NO TERRITÓRIO URUGUAIO DIVIDIDO EM TRÊS GRUPOS: A 4.ª DIVISÃO SOB O COMANDO DO CORONEL DAVI CANABARRO QUE PARTIU DE QUARAÍ E PROTEGEU O FLANCO DIREITO DO GRUPO PRINCIPAL (A 1.ª E 2.ª DIVISÕES COM 12 000 HOMENS) SOB O PRÓPRIO CONDE DE CAXIAS QUE HAVIA SAÍDO DE SANTANA DO LIVRAMENTO. UM TERCEIRO GRUPO, A 3.ª DIVISÃO LIDERADA PELO BRIGADEIRO JOSÉ FERNANDES DOS SANTOS PEREIRA, PARTIU DE JAGUARÃO E PROTEGEU O FLANCO ESQUERDO DAS FORÇAS DE CAXIAS. A 4.ª DIVISÃO DE CANABARRO UNIU-SE ÀS TROPAS DE CAXIAS POUCO APÓS A CIDADE URUGUAIA DE SAN FRUCTUOSO. A 3.ª DIVISÃO DE FERNANDES SE JUNTOU À FORÇA PRINCIPAL POUCO ANTES DE MONTEVIDÉU.ENQUANTO ISSO, AS TROPAS DE URQUIZA E EUGENIO GARZÓN CERCARAM O EXÉRCITO DE MANUEL ORIBE PRÓXIMO A MONTEVIDÉU. AS TROPAS SOB O COMANDO DE URQUIZA E DE GARZÓN ERAM NAQUELE MOMENTO CERCA DE 15 000 HOMENS E O EXÉRCITO DE ORIBE EM TORNO DE 8500 PESSOAS. APÓS DESCOBRIR QUE OS BRASILEIROS SE APROXIMAVAM, ORIBE PEDIU PARA SUAS TROPAS SE RENDEREM SEM LUTA. DERROTADO E SEM NENHUMA POSSIBILIDADE DE CONTINUAR A GUERRA, ORIBE RECOLHEU-SE À SUA FAZENDA EM PASO DEL MOLINO.DIMENSÕES: 27MM X  19MM NOTA: A condecoração ou medalha militar da Campanha do Uruguay de 186J-1865, desde a sua crIação é designada, impropriamente, como "Medalha de Paysandú". Foi crIada pelo Governo Imperial, por decreto n. 3468, de 8 de Maio de 1865, para o Exercito que tomou parte na Campanha do Estado Oriental até a Capitulação de Montevidéo. ' o que se constata no artigo 3, das instruções baixadas com o decreto. Os agraciados usariam a medalha de acordo com a graduação que tinha na epoca em que a praça de Montevidéo capitulou. A medalha, foi, portanto, conferida em razão da Campanha e não exclusivamente pela tomada de Paysandú, O Exercito, comandado pelo bravo marechal de campo João Propicio  Menna Barreto, futuro barão de São Gabriel, juntamente com as forças do general Venancio Flores e navaes do Vice-Almirante barão de Tamandaré, tomou Paysandú, a segunda praça depois de Montevidéo. Na epoca, foi considerada Sebastopol sul-americana a aguerrida cidadela dos "bancos", defendida pelo general Leandro Gomez, justiçado em seguida á rendição pelos seus compatriotas. Extensissima seria uma descripção dos motivos dessa Campanha que o Imperio foi obrigado a sustentar contra a facção "banca" que governava o Uruguay, sob a presidencia de Athanasio C. Aguirre, No dizer do General Bormann, essa luta, como qualifica o direito in-ternacional, póde ser considerada como verdadeira "guerra de intervenção"." porque alli combatemos ou intervimos a favor de um partido, ou seja a favor do general Venancio Flöres, chefe "colorado" que protegia os suditos brasileiros das arbitrariedades do governo então constituido e prometendo, vencedor que fosse, atender ás justas reclamações e Por termo ao banditismo de que eram vitimas. A Campanha, na sua parte propriamente militar, teve uma duração de 81 dias, a contar da invasão do terttorio inimigo, 1º de Dezembro de 1864 a 20 de Fevereino de 1865, data da Convenção de Paz. Como de praxe, junto ao decreto criando a Medalha se achavam os originaes dos desenhos e instruções firmadas pelo Ministro e Secretario dos Negocios da Guerra José Egydio Gordilho de Barbuda, 2.9 Visconde de Camami. É uma lastima que a Imprensa Nacional naqueles tempos não lytographasse esses desenhos, ou o proprio Ministerio da Guerra, na lythographia da seu Archivo Militar, Onde estarão tais desenhos? Por deducão nossa, os desenhos, cujo autor desconhecemos até a presente data, devem estar na Casa da Moeda! Sem duvida, paralá foram, afim de que o gravador abrisse os cunhos.
  • GUERRA DO PARAGUAI - MEDALHA GERAL DA CAMPANHA DO PARAGUAI.CRIADA POR D. PEDRO II POR DEC 4560 DE 6 AGO 1870. DESTINOU-SE A PREMIAR OS QUE FIZERAM PARTE DO EXÉRCITO E DESTACARAM-SE POR BRAVURA NA GUERRA DO  PARAGUAI. ELA FOI CUNHADA DO BRONZE DOS CANHÕES TOMADOS DOS PARAGUAIOS. A FITA REPRESENTA AS CORES DA TRÍPLICE ALIANÇA (BRASIL, ARGENTINA E URUGUAI). POSSUI 5 LINHAS DE IGUAL LARGURA ASSIM DISPOSTAS DA ESQUERDA PARA A DIREITA: VERDE, BRANCA, AZUL, BRANCA, AMARELA. ELA REPRESENTA UMA CRUZ DE MALTA TENDO AO CENTRO UMA COROA FECHADA DE RAMOS DE CARVALHO ENTRELAÇADOS DE FITAS CRUZADAS. NO ANVERSO TRAZ A LEGENDA CAMPANHA DO PARAGUAIE NO REVERSO A DATA 6-1870-8 (6 AGO 1870) DO DECRETO QUE A INSTITUIU. ERA USADA DO LADO ESQUERDO DO PEITO PENDENTE DE FITA E ESTA A UM PASSADOR.A ELA FAZIAM JUZ TODOS OS MILITARES DO EXÉRCITO, GUARDA NACIONAL, VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA, CORPOS DE POLÍCIA E CIVIS EM SERVIÇO NO EXERCÍCIO EM OPERAÇÕES, INCLUSIVE ARGENTINOS E URUGUAIOS CUJO PASSADOR, AO INVÉS DE NÚMERO, TRAZ UMA ESTRELA.. EXCEPCIONAL ESTADO DE CONSEVAÇÃO!
  • MEDALHA AOS VENCEDORES DE CORRIENTES GUERRA DO PARAGUAI 1865  RARA MEDALHA DA GUERRA DO PARAGUAI AOS VENCEDORES DE CORRIENTES. EM EXTRAORDINÁRIO ESTADO DE CONSERVAÇÃO. A MEDALHA DOS VENCEDORES DE CORRIENTES 1865 FOI INSTITUÍDA PELO CONGRESSO ARGENTINO EM BUENOS AIRES EM 19 DE AGOSTO DE 1865. FOI CONCEDIDA AO GENERAL WENCESLAO PAUNERO E ÀS TROPAS ARGENTINAS E BRASILEIRAS SOB SEU COMANDO, QUE AVANÇARAM ATÉ O RIO PARANÁ E RECUPERARAM CORRIENTES APÓS UMA INVASÃO PARAGUAIA. A MEDALHA APRESENTA UMA INSCRIÇÃO ANVERSA QUE PODE SER TRADUZIDA COMO "A REPÚBLICA DA ARGENTINA AOS VENCEDORES DE CORRIENTES" E UMA INSCRIÇÃO REVERSA QUE SE TRADUZ EM "25 DE MAIO DE 1865". A CONQUISTA DE CORRIENTES SE DEU POR UMA BATALHA SANGRENTA. QUANDO OS ARGENTINOS SE APODERARAM DO PRIMEIRO QUARTEIRÃO DE CASAS DA CIDADE, TENTOU-SE UM ATAQUE GERAL, MAS AS PARAGUAYOS,  GUARDAVA A CIDADE  E COMBATIA COM EXTRAORDINARIO DENODO, LEVANDO VANTAGEM APESAR DA INFERIORIDADE NUMÉRICA.PELA PRIMEIRA VEZ SE RECONHECEU  QUE OS VALENTES SOLDADOS PARAGUAIOS, RESOLUTOS E HABEIS NÃO TINHAM NENHUMA INTIMIDAÇÃO, NENHUM CONSTRAN GIMENTO QUE OS PODIA LEVAR A ENTREGAR-SE: SO SE RENDIA QUANDO ESTAVA COMPLETAMENTO DESARMADO OU FERIDO. QUANDO INTIMADOS PARA RENDER-SE RESPONDIAM:  NO TENGO ORDEN! DEIXAVAM-SE FUZILAR SEM UM GEMIDO. QUANDO LHES CAIA OU LHES ERA ARRANCADA A ARMA, AVANÇAVAM COM A FACA, MORDIAM OU PROCURAVAN ESGANAR, ATÉ QUE ALGUM GOLPE MORTAL OS ATINGISSE.  SEGUNDO NOTICIARAM AS GAZELAS DE BUENOS-AIRES, O BISPO PALACIOS, POR ORDEM DO PRESIDENTE LOPEZ, PREGAVA  AS TROPAS QUE PARTIAM DEASSUMSSÃO, ASSEGURANDO-LHES QUE QUALQUER PARAGUAYO QUE SUCUMBISSE NESSA ESSA GUERRA NÃO IRIA PARA O PURGATORIA, MAS DIRETAMENTE PARA O CÉU. O COMBATE DUROU ATÉ A NOITE. POR FIM QUANDO A CIDADE FOI TOMADA. O MAJOR MARTINEZ  COMANDANTE DO EXÉRCITO PARAGUAIO DEVIA RECEIAR QUE A CADA MOMENTO CHEGASSEM MAIS NAVIOS COM TROPAS LHE INTERCEPTASSEM A RETIRADA PARA O INTERIOR OU A JUNÇÃO COM O EXERCITO DE ROBILOS: NÃO PODIA CONSERVAR A CIDADE NEM PASSAR POR ELA, RETIRANDO-SO, PORQUE A ARTILHARIA DOS NAVIOS DOMINAVA TODAS AS RUAS, QUE TERMINASSEM NO RIO. ASSIM O MAJOR RESOLVEU RETIRAR-SE DURANTE A, NOITE, ALANDONAR A POSIÇÃO E ESPERAR A CHEGADA DE AUXILIO, QUE MUNDOU A TODA A PRESSA PEDIR A ROBLES. ASSIM PODE O GENERAL PAUNERO, A NOITE, OCUPAR A PRAÇA  PRINCIPAL DA CIDADE, MANDAR PARA BORDO OS FERIDOS E SEPULTAR OS CADAVERES, DECLARANDO AOS HABITANTES QUE SERIAM RECEBIDOS NOS NAVIOS TODOS QUANTOS QUIZESSEM RETIRAR-SE ANTES DE NOVOS COMBATES. EM RELAÇÃO AO NUMERO DOS COMBATENTES FORAM CONSIDERAVEIS AS PERDAS DE AMBOS OS LADOS, PORQUE OS PARAGUAYOS CONFESSARAM TER PERDILO 400 HOMENS E OS ALIADOS 350 ENTRE MORTOS E FERIDOS. O MAJOR MARTINEZ PAGOU CARO PELA RETIRADA DE CORRIENTES FOI FUZILADO POR ORDEM DE LOPEZ NO NO ACAMPAMENTO DE PASO DE LA PATRIA.   EXEMPLAR IDENTICO A ESSE COMPÕE O ACERVO DO BRITISH MUSEUM EM LONDRES DIMENSÕES: 26MM X 33MMNOTA: Com o inverno singularmente chuvoso, o nível dos rios Paraná e Uruguai aumentaram rapidamente. Em 23 de maio, paraguaios capturados informaram ao capitão de navio Francisco Manuel Barroso da Silva, comandante de flotilha imperial no rio Paraguai, que a vila de Corrientes era defendida por apenas 1.500 paraguaios e um navio, o pequeno vapor Pirabebé. No dia 25, contra-ofensiva de tropas comandadas pelo general argentino Wenceslao Paunero 1805-1871, comandante do I Corpo de Exército argentino, transportadas e apoiadas pela armada imperial  oito vapores e dois transportes  reconquistou Corrientes por alguns dias, após renhido combate contra a pequena guarnição que defendia a cidade. O grosso da divisão paraguaia que invadira a província. de Corrientes marchara em direção ao sul, sob a chefia do general Wenceslao Robles, encontrando-se a aglomeração defendida por apenas mil e quinhentos homens e três bocas de fogo. Um outro registro do caráter relativamente limitado das tropas paraguaias. Teria sido apenas após os combates em Corrientes que os aliancistas começaram a apreciar a coragem selvagem do soldado paraguaio. A expedição aliancista comportava quase vinte barcos, de guerra e de transporte, sobretudo da Esquadra Naval do Império em Operações 2ª e 3ª Divisão Naval, com quase sessenta canhões, sob comando do capitão de navio Francisco Manuel Barroso da Silva, e mais de quatro mil combatentes, sobretudo argentinos e mercenários argentinos, sob as ordens do general Wenceslao Paunero. As tropas desembarcaram a nordeste da cidade e a defesa paraguaia se concentrou em La Bateria del Naranjal 1832, um quartel de forma quadrada, a uns duzentos metros do ponto de invasão, duramente bombardeado pelas embarcações imperiais. Após um renhido combate corpo a corpo, submergidos pelo maior número da infantaria argentina, os paraguaios se retiraram em direção à ponte em alvenaria, sobre o arroio Arazá Manantiales, que levava à periferia da cidade de Corrientes. A retirada foi apoiada por tropas paraguaias estendidas nas margens, barrancas e na mataria do arroio. A ponte foi assaltada, à baioneta, pela infantaria argentina, com grandes baixas. Após furioso combate, pelas cinco e meia da tarde, os paraguaios se retiraram da cidade, com seus três canhões, sem serem perseguidas, devido à caída da noite e à falta de cavalaria. Porém, a seguir, tropas correntinas de cavalaria chegaram à cidade e não perseguiram os paraguaios, acampados nas proximidades. Também o ataque à ponte teria sido apoiado pela artilharia embarcada imperial. Sobre ela, com má vontade, mas também com bastante razão, o coronel inglês Jorge Thompson, que lutou ao lado dos paraguaios, proporia: Los brasileños tuvieron ocasión de descubrir por primera vez una peculiaridad de su táctica , hacer fuego siempre , sin cuidar si los que mueren son amigos, enemigos o unos y otros, siendo este último caso el mas general . Os paraguaios teriam tido 120 mortos e 83 feridos; os aliancistas, 69 mortos e 215 feridos, entre eles, muitos oficiais. No dia 27, pela manhã, as tropas assaltantes abandonaram a cidade, embarcando-se, pela noite, permitindo que a guarnição paraguaia a ocupasse novamente. A seguir, chegaram reforços enviados desde a fortaleza paraguaia de Humaitá, na margem esquerda do rio Paraguai. Por ordem de Solano López, o major José de la Cruz Martínez, comandante paraguaio da guarnição que defendera Corrientes, foi passado pelas armas, no acampamento do Paso de la Patria, em janeiro de 1866, responsabilizado pela derrota. Tratava-se da primeira vez que se utilizava ativamente a supremacia da marinha de guerra imperial. Apesar do sucesso da coordenação das forças de terra e fluviais, ela muito raramente se repetiria, até o fim da guerra! O general Wenceslao Paunero decidira-se pelo ataque à vila de Corrientes, já que sabia não ter tropas para fazer frente às poderosas forças de seu tocaio paraguaio, em marcha em direção ao sul. Sabia igualmente não poder manter -se em Corrientes. Em 27 de maio, como vimos, à noite, as tropas aliancistas embarcadas abandonaram aquela cidade. O abandono foi precipitado já que o vice-almirante Barroso negou-se a executar o pedido, por escrito, de Paunero, de bloquear a passagem do rio Paraná pelos reforços paraguaios, que estavam sendo enviados de Humaitá, sob a escusa de não ter práticos para aquele rio. A frota imperial limitou-se a estacionar pouco acima da aglomeração, iniciando o bloqueio do rio Paraná. A seguir, após ser atacada e ser vitoriosa em Riachuelo, a esquadrilha imperial seria enxotada, por duas vezes, rio-abaixo, pelos paraguaios, de suas posições, abandonando a maior parte da navegação do rio Paraná aos paraguaios
  • MÉMOIRES DU CARDINAL DUBOIS, COM ILUSTRAÇÃO DE JEAN GRADASSI. IMPRESSA EM PARIS POR EDMOND VAIREL 1949. 4 VOLUMES ( FOLHAS SOLTAS ) 27CM X 20CM COM CAIXA. NESTA EDIÇÃO FORAM FEITAS 1000 EXEMPLARES DOS QUAIS 800 EM PAPEL LANA NUMERADOS. ESTE É O EXEMPLAR Nº669. IMPRESSÃO COULOUMA IMPRIMEUR S.A EM 1949. CAPITAIS ORNAMENTADAS ALUSIVAS AO TEXTO. LITERATURA FRANCESA.nota: Guillaume Dubois nasceu em 6 de setembro de 1656 foi um político e cardeal francês. Foi o terceiro dos quatro grandes Cardeais-Ministros (Richelieu, Mazarin, Dubois e Fleury). Dubois ganhou o favor de Luís XIV ao realizar o casamento de seu pupilo com Françoise-Marie de Bourbon, filha natural, mas legitimada do rei; por este serviço ele foi recompensado com a abadia de São Justo na Picardia. Secretário do duque de Chartres quando ele se tornou Duque de Orleães, em 1700; todos os avanços em sua carreira foram devidos à sua amizade com o duque. O abade Dubois acompanhou o duque em suas campanhas na Itália e na Espanha. Recebeu todas as ordens em sequência, por Louis de La Vergne de Tressan, bispo de Nantes. No sábado, 24 de fevereiro de 1720, em Chanteloup, as ordens menores e o subdiaconato. No dia seguinte, o diaconato; o sacerdócio em 3 de março de 1720. Eleito arcebispo de Cambrai em 6 de maio de 1720, foi consagrado em 9 de junho, na igreja de Val de Grâce, Paris, pelo cardeal Armand Gaston Maximilien den Rohan-Soubise, bispo de Estrasburgo, assistido por Louis de La Vergne de Tressan, bispo de Nantes, e por Jean-Baptiste Massillon, bispo de Clermont. Seu próximo objetivo era o cardinalato e, após longas e lucrativas negociações por parte do Papa Clemente XI, foi criado cardeal por Inocêncio XIII, cuja eleição se deveu em grande parte aos subornos de Dubois. Estima-se que este cardinalato custou à França cerca de oito milhões de francos. Assim, elevado a cardeal-presbítero no consistório de 16 de julho de 1721; com um breve apostólico de 24 de julho de 1721, o papa lhe enviou o barrete vermelho; ele nunca foi a Roma para receber o chapéu vermelho e o título. Quando foi declarada a maioridade de Luís XV em 1723, Dubois permaneceu em todos seus cargos. Devido a sua origem humilde, forte oposição ao jansenismo e reversão do regime aristocrático prevalente sob o rei Luís XIV, ele era odiado pela nobreza. Sua carreira eclesiástica deixou muito a desejar. Cardeal Dubois faleceu em 10 de agosto de 1723, em Versalhes, de uma infecção renal produzida por um abscesso na bexiga; ele se recusou a ser operado pelo cirurgião enviado pelo duque de Orléans.
  • LA VIE AMOUREUSE DE LA BELLE HÉLÈNE DE GÉRARD DHOUVILLE. BOIS ORIGINAUX DE E. CARLÉGIE. IMPRESSO EM PARIS POR AUX DÉPENDS DE LA SOCIÉTÉ NORMANDE DU LIVRE ILUSTRÉ EM 1932. 213 PÁGINAS 22CM X 28CM. LIVRO RARO, COM DEDICATÓRIA ORIGINAL COM AUTÓGRAFO DO ILUSTRADOR CARLÉGLE AO PROPRIETÁRIO ZAIGUE. LISTA DOS MEMBROS DA SOCIÉTÉ NORMANDE DU LIVRE ILUSTRÉ. ESTA EDIÇÃO FOI LIMITADA 130 EXEMPLARES SENDO ESTE O EXEMPLAR Nº91, DESTINADO AOS MEMBROS. INCLUI ÍNDICE. ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM AZUL MARINHO, CORTES DOURADOS, ASSINADO POR H. BLANCHETIÈRE. EX-LIBRIS DE GABRIEL ZAIGUE. LITERATURA FRANCESA.Nota:  Marie de Heredia, foi uma escritora francesa, autora de romances e poesias, que escrevia sob o pseudônimo Gerard dHouville. Filha do poeta cubano José Maria de Heredia, durante toda a infância teve contacto com poetas e artistas; Leconte de Lisle, Anna de Noailles, Paul Valéry eram frequentadores de sua casa. Marie não recebeu instrução na escola e sim foi educada por seus pais. Seus primeiros poemas foram escritos para a Bibliothèque de l'Arsenal, onde seu pai era diretor. Suas primeiras obras foram publicadas sob o nome de Marie Régnier, e após o sucesso, escreveu sob pseudônimo. Seu pseudônimo vem de "Girard d'Ouville", nome de solteira de sua avó paterna. Sob este pseudônimo, em 1918, recebeu o 1º Prêmio de Literatura da Academia Francesa pela sua obra.
  • MEDALHA BRONZE VENCEDORES DE YATAY URUGUAI  -GUERRA DO PARAGUAI   FOI CUNHADA POR JUAN WELKER EM MONTEVIDÉU. A MEDALHA DE FORMATO OVAL TEM 34 POR 28,5 MILÍMETROS (COM UMA VARIANTE DE 33,5 POR 28,5 MILÍMETROS),  EM CUJO ANVERSO REPRESENTA O TEXTO "VENCEDORES DEL YATAY" ("VITORIOSO EM YATAY") E NO REVERSO O TEXTO "17 DE AGOSTO DE 1865" ("17 DE AGOSTO DE 1865"), ENFEITADO AO REDOR COM DOIS RAMOS DE LOURO . FOI CUNHADA PARA SOLDADOS DOS TRÊSD EXÉRCITOS DA TRÍPLICE ALIANÇA (BRASIL, ARGENTINA E URUGUAI) QUE SE DISTINGUIRAM NESTA IMPORTANTE BATALHA. A BATALHA DE JATAÍ/TATAY/JATAY/YATAY FOI TRAVADA EM 17 DE AGOSTO DE 1865 ENTRE AS TROPAS DA TRÍPLICE ALIANÇA (ARGENTINA, BRASIL E URUGUAI) E OS SOLDADOS DO PARAGUAI PERTO DE PASO DE LOS LIBRES, CORRIENTES, ARGENTINA. A BATALHA DE JATAÍ FOI A PRIMEIRA GRANDE BATALHA EM TERRA DA GUERRA DO PARAGUAI, E A MAIS IMPORTANTE DA SEGUNDA FASE DA GUERRA. DIMENSÕES: 28MM X 42MM (COM ARGOLA) CATÁLOGO JULIUS MEILI 1890 - AS MEDALHAS REFERENTE AO I. DO BRASIL - PAG:15 - Nº 133NOTA: A Batalha de Jataí foi travada em 17 de agosto de 1865 entre as tropas da Tríplice Aliança (Argentina, Brasil e Uruguai) e os soldados do Paraguai perto de Paso de los Libres, Corrientes, Argentina. A Batalha de Jataí foi a primeira grande batalha em terra da guerra do Paraguai, e a mais importante da segunda fase da guerra. Logo após a declaração de guerra à Argentina, os paraguaios imediatamente atacaram em duas colunas. O plano original era que a primeira coluna, comandada por Wenceslao Robles, tomaria Corrientes, enquanto uma segunda coluna de 12 000 homens, comandada por Antonio de la Cruz Estigarribia, avançaria para o leste de Corrientes e capturaria as possessões brasileiras no rio Uruguai. O foco principal desse plano de invasão foi a captura de bens brasileiros, pois isso impediria a expansão brasileira, uma grande preocupação do presidente López. A outra coluna capturaria Corrientes, distraindo as forças argentinas e criando uma linha vital entre o Paraguai e o oceano Atlântico. Esse plano foi posteriormente revisado para que dois terços da força de ataque atacassem Corrientes e depois desviassem para o sudeste e invadissem o Uruguai.Em resposta, uma aliança militar foi assinada em 1º de maio entre a Argentina, o Uruguai e o Império do Brasil.Após a captura bem sucedida de Corrientes, o general argentino Wenceslao Paunero lançou um ataque ousado - em 25 de maio - que recapturou a cidade. No entanto, dada a enorme superioridade numérica do inimigo, ele escolheu evacuar a cidade e seus civis dois dias depois e se dirigir ao sudoeste da província. Somente depois de ter evacuado Corrientes, Paunero descobriu que os paraguaios estavam avançando no rio UruguaiO presidente argentino, Bartolomé Mitre, nomeou o general Urquiza, governador da província de Entre Rios, encarregado de enfrentar a coluna paraguaia. Urquiza pediu ajuda a Paunero, que se retirou para Esquina. Essas forças foram acompanhadas por um batalhão de voluntários de Corrientes, liderados pelo coronel Desiderio Sosa, que participara da reconquista de Corrientes. Muitos heróis da história da Província de Corrientes, como Santiago Baibiene e Plácido Martínez, estavam naquele batalhão. Enquanto isso, a batalha naval do Riachuelo aconteceu. Durante o curso da batalha, a frota imperial brasileira destruiu a esquadra paraguaia perto da cidade de Corrientes.3 Essa perda impediu que a coluna paraguaia do rio Paraná prestasse apoio às forças do rio Uruguai.Em 5 de maio, depois de invadir a província de Corrientes, no noroeste do país, o general Estigarribia enviou o coronel Pedro Duarte em frente a uma pequena coluna avançada para controlar a margem do rio Uruguai. Duarte seguiu as forças de Estigarribia da cidade de Santo Tomé e encontrou-o lá quatro dias depois. O exército então cruzou o rio Uruguai e entrou na província do Rio Grande do Sul, Império do Brasil. Deixaram para trás a coluna de Duarte, com mais de 3 000 soldados para defender o Uruguai. Estigarribia avançou sem oposição para o sul, tomando São Borja e Itaqui. Entretanto, a coluna de Estigarribia foi atacada e parcialmente destruída nos arredores de São Borja4 Algumas das forças paraguaias estavam estacionadas em São Tomé e São Borja enquanto Duarte se dirigia para o sul.Urquiza ordenou que Paunero se juntasse a ele em Concórdia, mas o líder atrasou a conclusão das ordens de Urquiza. Em 4 de junho, as tropas de Urquiza, que se recusaram a lutar contra os paraguaios em razão de serem consideradas aliados contra o Brasil (com o qual a Argentina havia se desentendido), foram desmanteladas.O presidente uruguaio, general Venancio Flores, recém-saído de seu triunfo sobre o partido branco ou "blancos", marchou para se juntar a Urquiza com 2 750 homens. Além disso, as forças brasileiras, comandadas pelo tenente-coronel Joaquim Rodrigues Coelho Nelly, totalizando 1 200 homens, seguiam em frente. Eles se encontraram em 13 de julho. Na primeira reunião Flores recebeu o Regimento de Cavalaria de linha "San Martín", com 450 homens, além do esquadrão de artilharia do leste com 140 homens. No total, Flores tinha 4 540 soldados - não o suficiente para confrontar as colunas paraguaias.Flores, Duarte e Estigarribia marcharam lentamente para se encontrarem e se engajarem em batalha, enquanto os 3 600 homens de Paunero começaram uma marcha através de pântanos e rios, cruzando rapidamente a província de Entre Rios, no sul, para se juntar a Flores. Além disso, 1 400 cavaleiros Correntina sob o comando do general Juan Madariaga juntaram suas forças. Finalmente, o coronel Simeão Paiva, com 1 200 homens, foi seguido de perto pela coluna de Duarte.Estigarribia teve a chance de destruir todos os seus inimigos um por um, mas errou. Ele também desobedeceu ordens de Lopez, que ordenou que ele continuasse a caminho de Alegrete: Em 5 de agosto, ele foi para Uruguaiana e ordenou que suas tropas se reorganizassem e recolhessem suprimentos. As forças brasileiras do general David Canabarro, muito poucas para atacar a coluna de 5 000 homens de Estigarribia, limitaram-se a acampar perto da cidade sem serem atacadas pelos paraguaios.Em 2 de agosto, Duarte ocupou a aldeia de San José de Restauração, hoje a cidade de Paso de los Libres. Uma semana depois, ele avançou e foi derrotado, sofrendo 20 baixas na Batalha de Chap Kish. Dada a notícia de que todas as forças inimigas estavam em perseguição, Duarte procurou ajuda de seu superior, o general Estigarribia, que lhe enviou esta resposta:"Diga ao grande Duarte que, se ele pretende assumir o comando da força uruguaia, eu mesmo lutaria a batalha." Insultado, Duarte estava preparado para dar batalha sem qualquer ajuda.7Em 13 de agosto, Paunero evitou o exército de Duarte e juntou-se a Flores, cujas forças, então, somavam 12 000 homens, quase quatro vezes a força de Duarte. Duarte se afastou de Paso de los Libres e tomou posições nas margens do rio Jataí, perto da aldeia.Houve um breve encontro na tarde de 16 de agosto e, ao anoitecer, os dois exércitos estavam de frente um para o outro a meia milha de distância.Ambos os rios Jataí e Uruguai recentemente inundaram, deixando grande parte do campo de batalha debaixo d'água. A maioria das forças de infantaria paraguaias estava entrincheirada entre árvores e valas na área das propriedades vizinhas e protegida por lama que cobria a aproximação frontal, mas o riacho atrás delas tornava impossível a retirada em caso de uma derrota, o que era considerado muito provável por Duarte. As forças de Duarte consistiam em 1 980 de infantaria e 1 020 de cavalaria, sem artilharia. Os aliados tinham um total de 5 550 de infantaria, 5 000 de cavalaria e 32 de artilharia. Entre os líderes do exército aliado estavam os comandantes experientes Flores e Paunero, Leão Palleja, Ignacio Rivas, Enrique Castro e José Gregorio Suárez e os argentinos Juan Bautista Charlone, José Miguel Arredondo, José Giribone Ignacio Segovia, Joaquín Viejobueno, Leopoldo Nelson, Simeão Paiva e Madariaga.A batalha começou às 10h00, com um ataque inicial às posições paraguaias pela Divisão de Infantaria Palleja. Duarte aproveitou a oportunidade e rebateu com quase toda a sua cavalaria, causando centenas de baixas e forçando-as a recuar. Diante de uma situação cada vez mais ruim, a divisão de cavalaria de Segovia atacou a cavalaria paraguaia, apoiada pelo leste de Castro e por Suárez. Por duas horas a batalha foi travada exclusivamente com a cavalaria.Duarte ordenou uma manobra de retirada, que finalmente permitiu que a infantaria aliada entrasse em ação, e embora a superioridade numérica deles (os aliados) fosse esmagadora, os paraguaios lutaram com tenacidade. Quando a batalha estava quase perdida, Duarte tentou uma carga de cavalaria desesperada e, na luta, seu cavalo foi morto. O próprio Paunero exigiu que Duarte se rendesse, o que ele finalmente concordou em fazer.Uma força paraguaia final de infantaria sob o comando do tenente Zorrilla atravessou o rio Jataí e foi atacada por uma unidade de cavalaria de Suárez e Madariaga, que atacou pela retaguarda. Algumas centenas de soldados paraguaios nadaram no rio Uruguai, enquanto os demais foram mortos ou levados como prisioneiros. No total, eles sofreram 1 500 mortos e 1 600 presos, incluindo 300 feridos.Entre os prisioneiros, Flores encontrou várias dezenas de soldados do Partido Blanco uruguaio, partidários que se refugiaram no Paraguai e tentaram tomar o poder no Uruguai das mãos das forças de Flores. Ele ordenou sua execução como traidores.8Em 18 de setembro, depois de ter assegurado aos representantes do imperador brasileiro que ele não se renderia e preferiria ser enterrado sob os escombros do Uruguai, o general Estigarribia se rendeu com pouca resistência.Logo depois, as forças paraguaias que ocupavam a cidade abandonada de Corrientes recuaram para o norte e logo seguiram para o Paraguai. Quase todos os seguidores da guerra foram travados em território paraguaio até a completa derrota do país em 1870, que resultou na perda de 70% da população adulta masculina do país.Uma rua na cidade de Buenos Aires, no bairro de Caballito, é nomeado após esta batalha.
  • DAVID ET SALOMON COM TRADUÇÃO DE LEMAISTRE DU SACY E ILUSTRAÇÃO DE ALBERT DECARIS. IMPRESSO EM PARIS PELA LES CENT BIBLIOPHILES EM 1933. 2 VOLUMES 37CM X 28CM EM CAIXA. TIRAGEM LIMITADA A 130 EXEMPLARES DE PAPEL VÉLIN DARCHES E 20 SEQUÊNCIAS FORA DE TEXTO EM 1º ESTADO. ESTE É O EXEMPLAR Nº42. IMPRESSÃO DE PIERRE BOUCHET PARA O TEXTO E EDMOND RIGAL PARA GRAVURAS, SOB A DIREÇÃO DE HENRI VEVER, PRESIDENTE DES CENT BIBLIOPHILES EM 30/10/1933. CARACTERES MEDIEVAIS HOLLANDAIS PLANTIN, ORNADOS COM 95 GRAVURAS AO BURIL, SENDO 54 FORA DO TEXTO POR ALBERT DECARIS. CAPITAIS ORNAMENTADAS. ENCADERNAÇÃO RICA EM MARROQUIM MARROM COM DESENHOS E CORTE SUPERIOR DOURADO, ASSINADA POR GRUEL. EX-LIBRES DE M. ALBERT DUBOSC. NOTA: Louis-Isaac Lemaistre de Sacy nascido em 29 de março de 1613 , foi um sacerdote de Port-Royal des Champs, teólogo jansenista e humanista francês, mais conhecido por sua tradução da Bíblia, a Bíblia de Port-Royal, que se tornou a mais difundida tradução francesa do século XVIII. De acordo com a Bíblia , Davi e Salomão foram dois reis que governaram Israel por volta do século X  a.C. Os reinados de Davi e Salomão certamente ocorreram voltando da Batalha de Qarqar em 853, Davi teria reinado de -1010 a -970, e Salomão de -970 a -930. Davi e Salomão foram pai e filho, ambos reis de Israel. Davi prometeu a Salomão o trono de Israel, e Salomão reinou por cerca de 40 anos. A relação entre Davi e Salomão foi marcada por paixão, sabedoria e alguns erros. Os fatos da vida de Salomão estão narrados em livros 1 Reis e 2 Crônicas, do Novo Testamento.
  • TARTARIN SU LES ALPES DE ALPHONSE DAUDET, NOVAS FAÇANHAS DO HERÓI TARASCONNAIS. ILUSTRAÇÔES EM AQUARELA POR ARANDA DE BEAUMONT, MONTENARD, DE MYRBACH, ROSSI. GRAVURA DE GUILLAUME FRÈRES. IMPRESSO POR CALMANN-LÉVY EM 1885. 334 PÁGINAS 23CM X 19CM. EDIÇÃO LIMITADA A 125 EXEMPLARES DOS QUAIS 100 EM PAPEL JAPÓN NUMERADOS DE 26 A 125 COM FOTOGRAFIA DE ALPHONSE DAUDET.  ESTE É O EXEMPLAR Nº 78. AO FINAL DO LIVRO UMA IMPRESSÃO DE A. LAHURE. PRIMEIRA TÍTULO ÈDITION DU FIGARO CONTINUAÇÃO DE TARTARIN DE TARASCON. SEMI-ENCADERNADO EM MARROQUIN MARRON COM LOMBADA PIROGRAFADA. LITERATURA FRANCESA.nota: Tartarin sur les Alpes" de Alphonse Daudet é um romance cômico escrito no final do século XIX. O livro é centrado no personagem de Tartarin, um heroi maior que a vida de Tarascon, enquanto ele embarca em uma jornada para os Alpes Suíços, movido pela ambição e fantasias de aventura. Ele explora temas de bravura, loucura e a intersecção da imaginação com a realidade, frequentemente destacando as discrepâncias humorísticas entre as grandes aspirações do protagonista. Daudet nasceu em Nîmes, Languedoc, Departamento do Gard em 1840, filho de um fabricante de tecidos e comerciante. Com a falência da família, viu-se obrigado, aos 17 anos, a trabalhar de vigilante em um colégio. Com a ajuda do irmão, o historiador e escritor francês Ernest Louis Marie Daudet, foi para Paris aos 18 anos, iniciando sua vida literária. Seu irmão contou, no livro Mon Frère et Moi, as aventuras dos dois em Paris. Filiou-se à escola naturalista, produzindo uma obra variada, satírica, retratando as personagens da vida parisiense. Seu estilo é cristalino, brilhante, deixando transparecer, com frequência, os sentimentos de paixões recalcadas. Criou o personagem Tartarin, herói alegre e gabola, das novelas Tartarin de Tarascon e Tartarin sur les Alpes.
  • GENERAL DOM VENANCIO FLORES  GUERRA DO PARAGUAI - FOTOGRAFIA CABINET DO GENERAL FLORES A FRENTE DO EXERCITO DE VANGUARDA DA TRÍPLICE ALIANÇA (URUGUAI, BRASIL E ARGENTINA)  COMO COMANDANTE.  NO VERSO SELO DE ALFONSE FERMEPIN FOTOGRAFO E PINTOR, FRANCES  ESTABELECIDO EM MONTEVIDEO EM 1856 NA CALLE 25 DE MARÇO. URUGUAI, DEC. 1860. 10.5 X 6 CM
  • TRIOMPHE DE LA MORT DE GABRIELE DANNUNZIO, TRADUÇÃO DE G.HÉRELIE IMPRESSO EM PARIS POR MORNAY EM 1923. 445 PÁGINAS, 22CM X 16CM COM CAIXA. MARCA DO IMPRESSOR NA PÁGINA DE ROSTO, A MORNAY LIBRAIRES. ESTE É O EXEMPLAR Nº46 EM PAPEL HOLLANDE. INCLUI UMA NOTA MANUSCRITA DO EDITOR MORNAY PARA O MONSIEUR PAUL VAN DER VRECKEN DE BORMANS. INCLUI INDICE E A ENCADERNAÇÃO ESPLÊNDIDA EM MARROQUIM VERMELHO, CORTE SUPERIOR DOURADO E CONTRACAPA EM CHANTUNG. EX-LIBRES DE PAUL VAN DER VRECKEN BORMANS.nota: Triomphe de la mort é um romance psicológico escrito por Gabriele D'Annunzio e publicado em 1894. A obra foi traduzida para o francês em 1896 por Georges Hérelle. Apos ter testemunhado um suicidio, Giorgio Aurispa sente a necessidade de abandonar Roma. No seguimento de um telegrama de sua mãe, chega a Guardiagrele, uma cidade de pedra repleta de esculturas que o fascinam. Todavia, encontra aqui crenças populares que o assusta: o medo das bruxas. E nesta altura que descobre segredos ligados a vida de seu pai, que levara a família a ruína para mergulhar numa vida de prazeres. Muda- se para uma casa perto da costa, onde vive uma intensa história de amor, mas, apesar de tudo, não consegue encontrar paz de espirito, vivendo aterrorizado pela sombra constante e ameaçadora da morte. Nesta obra-prima do mestre da língua italiana, encontramos o super-homem de Nietzsche através do olhar de DAnnunzio: um homem de cultura, fascinado pela arte e dedicado ao seu conhecimento. Gabriele DAnnunzio nasceu em Pescara, 12 de março de 1863, foi um poeta e dramaturgo italiano, símbolo do decadentismo e heroi de guerra. Além de sua carreira literária, teve também uma excêntrica carreira política.
  • LA VIE  DE BENVENUTO CELLINI. ESCRITO POR ELE MESMO. TRADUÇÃO LÉOPOLD LECLANCHÉ. NOTAS E ÍNDICES DE M.FRANCO. ILUSTRADO COM NOVE ÁGUAS-FORTES DE F. LANGUILLERMIE E REPRODUÇÕES DA OBRA DO MESTRE. IMPRESSA EM PARIS PELA QUANTIN EM 1881. SÃO 622 PÁGINAS  26CM X 18CM COM CAIXA. DESTA EDIÇÃO FORAM FEITOS 100 EXEMPLARES NUMERADOS, SENDO OS DE 21 A 100 EM PAPEL WHATMAN. ESTE É O EXEMPLAR Nº 91. PÁGINA DE ROSTO EM VERMELHO E PRETO. ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM MARROM CLARO APRESENTANDO CORTES DOURADOS. É UM LIVRO DE MEMÓRIAS DE BENVENUTO CELLINI.Notas: Destino fabuloso o de Benvenuto Cellini... Ourives e escultor renascentista, sua fama ultrapassa as fronteiras da Itália. Ele cinzela, martela e derrete o ouro e a prata dos grandes deste mundo. Além dos favores dos príncipes, das rivalidades e das conspirações das cortes, ele continua sendo um homem livre, escolhendo seus patrões. Mas foram especialmente as suas Memórias que o tornaram famoso. Mal publicada (e apenas em 1728), esta lista, editada no final da vida, tornou-se um clássico. Esta história de aventura de um personagem que se descreve como arrogante, impulsivo, violento, amante do prazer e sem escrúpulos, lê-se como um romance de capa e espada num cenário renascentista onde o herói, perseguido para assassinato, é preso pelo o papa, acusado de roubo e sodomia, convive com um certo Michelangelo e um rei chamado Francisco. Cellini começou a escrever, em Florença, no ano de 1558, um livro de memórias autobiográficas. Mostrando suas paixões, deleites, sua arte, bem como auto-elogios e extravagância, criou um dos mais singulares e fascinantes livros jamais escrito, com passagens verídicas e outras fantasiosas, crimes e anjos, demônios, na certamente é a mais importante autobiografia da Renascença.
  • GENERAL DOM VENANCIO FLORES  GUERRA DO PARAGUAI -  PRESIDENTE PROVISÓRIO DA REPUBLICA ORIENTAL DO URUGUAL COMANDANTE DO EXÉRCITO DE VANGUARDA DOS ALIADOS (BRASIL, ARGENTINA E URUGUAI) . BELISSIMA OBRA DESENHO EM BICO DE PENA E AQUARELA ORIGINAL DO ARTISTA MIRANDA JUNIOR RETRATANDO O MAJOR FRANCISCO AGNELLO DE SOUZA VALENTE. ASSINADO E DATADO 1972. FOI CONCEBIDA  PARA ILUSTRAR A OBRA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI DE AUTORIA DO GENERAL PAULO DE QUEIROZ DUARTE SENDO UMA DAS MAIS IMPORTANTES OBRAS DE REFERENCIA SOBRE ESTA GUERRA.    AS FORÇAS ARMADAS, E EM ESPECIAL O EXÉRCITO, ENCONTRARAM NO PINTOR E ILUSTRADOR ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR, O SEU MAIS DESTACADO PINTOR E ILUSTRADOR, ENTRE 1930 E 1975, QUER PELA QUALIDADE, QUER PELO VOLUME DE SUA PRODUÇÃO. SÃO DE SUA AUTORIA OS QUADROS QUE DECORAM O ANTIGO GABINETE DO MINISTRO DO EXÉRCITO, NO PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, E ATUAL GABINETE DO COMANDANTE MILITAR DO LESTE, BEM COMO O VITRAL, CAXIAS EM ITORORÓ, QUE ESTÁ AO FUNDO DA ENTRADA PRINCIPAL DO REFERIDO PALÁCIO. ESTÃO ALI EM RAZÃO DE ELE HAVER CONQUISTADO O 1 LUGAR EM CONCURSO PARA ELABORAÇÃO DE PINTURAS DESTINADAS À DECORAÇÃO DAQUELES LOCAIS.ENTRE 1930 E 1975, SUAS ILUSTRAÇÕES SÃO FREQUENTES NAS REVISTASDAS ACADEMIAS MILITARES DO EXÉRCITO, DA AERONÁUTICA E DA ESCOLA NAVAL (REVISTA DA ESCOLA MILITAR, A ESQUADRA E A GALERA).  BRASIL, 1971. 24 X 16 CM NOTA : Venancio Flores (Trinidad, Províncias Unidas do Rio da Prata, 18 de maio de 1808  Montevidéu, 19 de fevereiro de 1868) foi um militar e político uruguaio. Foi presidente da República por dois mandatos (1854-1855 e 1865-1868). Em 1839, foi eleito chefe político do departamento de San José. Ele lutou na "Guerra Grande" contra Manuel Oribe e seus apoiadores argentinos. Ele se tornou uma figura importante no Partido Colorado e formou um triunvirato com Fructuoso Rivera e Juan Antonio Lavalleja em 1853. Ele serviu como presidente interino do Uruguai e permaneceu no poder até agosto de 1855, quando foi deposto pelo presidente blanco Manuel P. Bustamante, o que resultou na guerra civil e no refúgio de Flores na Argentina. Em 1863, ele iniciou uma rebelião (Cruzada Libertadora ou Cruzada do Libertador) contra o presidente blanco Bernardo Berro, o que levou à guerra civil no Uruguai. Com a ajuda de argentinos e brasileiros, em fevereiro de 1865 tomou Montevidéu. Ele estabeleceu um governo provisório, termo usado para disfarçar sua ditadura pessoal. Embora o Partido Colorado do Uruguai tenha a reputação de ser progressista e democrático, Flores e outros líderes do Partido Colorado do século XIX, e muitos líderes proeminentes do Colorado do século XX, demonstraram coletivamente por suas ações que se sentiam confortáveis com o governo por decreto, sem o poder excepcionalmente concentrado em poucas pessoas. A tendência de alguns observadores de descrever os chefes de estado latino-americanos que governaram por decreto como presidentes "de fato" pode ser vista sob esta luz. Durante seu governo, Flores se juntou ao Brasil e à Argentina na devastadora Guerra do Paraguai.O governo de Flores terminou em 15 de fevereiro de 1868.Quatro dias depois de deixar o cargo de presidente, Flores foi assassinado por um grupo de assassinos não identificados. Mas embora os assassinos de Flores não tenham sido formalmente identificados, pode-se acrescentar que como pano de fundo de seu assassinato está a intermitente Guerra Civil Uruguaia, que continuou durante grande parte do século XIX entre Colorados e Blancos.
  • MAJOR SEBASTIÃO CRISÓLOGO DE MELLO TAMBORIM  COMANDANTE DO 26 CORPO DE VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA MORTO NA EMBOSCADA DO ARROIO DE CAIMBOCÁ EM 2 DE DEZEMBRO DE 1867. GUERRA DO PARAGUAI  BELISSIMA OBRA DESENHO EM BICO DE PENA E AQUARELA ORIGINAL DO ARTISTA ALCEBÍADES MIRANDA JUNIOR  (1903-1976)  RETRATANDO O MAJOR SEBASTIÃO CRISÓLOGO DE MELLO TAMBORIM. EM 1867  O COMANDANTE DO 26O DE VOLUNTÁRIOS, MAJOR SEBASTIÃO TAMBORIM, E VÁRIOS OFICIAIS E SOLDADOS, ADIANTANDO-SE IMPRUDENTEMENTE PELA MARGEM ESQUERDA DO ARROIO CAIMBOCÁ, ENTRE TAJI E LAUREL, CAEM EM UMA EMBOSCADA DOS PARAGUAIOS. NO CURTO COMBATE QUE SE TRAVA, FICAM MORTOS O REFERIDO COMANDANTE, DOIS OFICIAIS E QUATRO SOLDADOS; FERIDOS UM OFICIAL E UM SOLDADO; E PRISIONEIROS CINCO SOLDADOS. . AS FORÇAS ARMADAS, E EM ESPECIAL O EXÉRCITO, ENCONTRARAM NO PINTOR E ILUSTRADOR ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR, O SEU MAIS DESTACADO PINTOR E ILUSTRADOR, ENTRE 1930 E 1975, QUER PELA QUALIDADE, QUER PELO VOLUME DE SUA PRODUÇÃO. SÃO DE SUA AUTORIA OS QUADROS QUE DECORAM O ANTIGO GABINETE DO MINISTRO DO EXÉRCITO, NO PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, E ATUAL GABINETE DO COMANDANTE MILITAR DO LESTE, BEM COMO O VITRAL, CAXIAS EM ITORORÓ, QUE ESTÁ AO FUNDO DA ENTRADA PRINCIPAL DO REFERIDO PALÁCIO. ESTÃO ALI EM RAZÃO DE ELE HAVER CONQUISTADO O 1 LUGAR EM CONCURSO PARA ELABORAÇÃO DE PINTURAS DESTINADAS À DECORAÇÃO DAQUELES LOCAIS.ENTRE 1930 E 1975, SUAS ILUSTRAÇÕES SÃO FREQUENTES NAS REVISTASDAS ACADEMIAS MILITARES DO EXÉRCITO, DA AERONÁUTICA E DA ESCOLA NAVAL (REVISTA DA ESCOLA MILITAR, A ESQUADRA E A GALERA).  BRASIL, 1971. 24 X 16 CM NOTA: ALCEBÍADES MIRANDA JUNIOR   Era um gaúcho de AlegreteRS, nascido em 27 de maio de 1903, filho de um oficial do Exército de mesmo nome. Estudou em Alegrete e Curitiba, até transferir-se para o Rio de Janeiro, em 1919. Diplomou-se, em 1924, no Curso Superior de Pintura pela Escola Nacional de Belas-Artes, pela qual foi premiado, em 1925, com o prêmio Viagem à Europa. Viajou à Alemanha, a bordo do navio brasileiro "Bagé. Miranda Júnior especializou-se nos gêneros retrato e história militar. Sua obra, nesse particular, é alentada e está a merecer um inventário e estudo especializado. A Revista do Clube Militar em seu número 60, ano XIV, página 60, o consagrou como "o pintor do Exército Brasileiro. Excelente artista, não conseguiu conciliar sua arte com a administração das coisas terrenas. Viveu grandes aperturas financeiras e, por isso, sofreu grandes privações. Morreu muito pobre, em 4 de junho de 1976, aos 73 anos, em um hospital do Rio de Janeiro, deixando obra de real valor para auxiliar o culto e a divulgação da Memória Militar do Brasil.Não teve reconhecida, em vida, a grande projeção de sua obra como pintor de vultos e eventos militares históricos.
  • OEUVRE DE JEAN FOUCQUET - HEURES DE MAISTRE ESTIENNE CHEVALIER: TEXTE RESTITUÉ TRADUÇÃO: ( OBRA DE JEAN FOUCQUET HORAS DO MESTRE ESTIENNE CHEVALIER: TEXTO RESTAURADO PELO SR. ABBÉ DELAUNAY )IMPRESSO EM PARIS GOURMET ENTRE 1866 E 67. 2 VOLUMES 29CM X 22CM. RIQUÍSSIMA ILUSTRAÇÕES ALUSIVAS AO TEXTO COM INTRODUÇÃO DE L. GOURMET. O VOLUME 1 CONTÉM 53 MINIATURAS ILUMINADAS A OURO E COLORIDAS. O TEXTO ENTRE CERCADURAS COLORIDAS SELECIONADAS PARA DIFERENTES MANUSCRITOS. O VOLUME 2 CONSISTE DE BIOGRAFIAS, TRATADOS E EXPLICAÇÕES, COM ILUSTRAÇÕES EM PRETO E BRANCO. INCLUI ÍNDICE ALFABÉTICO DOS VOLUMES E DAS VINHETAS. ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM VERMELHO COM CORTE DOURADOS. O ASSUNTO SE TRATA DE UMA BIOGRAFIA DE JEAN FOUCQUET. Nota: O Livro de Horas de Étienne Chevalier (Livre d'Heures d'Étienne Chevalier) é um manuscrito iluminado por Jean Fouquet, um dos maiores pintores da França durante o século XV. Foi produzido entre 1450 e 1460 para Étienne de Chevalier, tesoureiro do rei Carlos VII da França. Formado na tradição francesa do Gótico Internacional, desenvolveu um novo estilo integrando as fortes tonalidades cromáticas do gótico, com a perspectiva e os volumes italianos, assim como a inovação naturalista dos artistas flamengos. Suas obras-primas são o Díptico de Melun e as iluminuras do Livro de Horas de Étienne Chevalier. Muito reconhecido em seu tempo, depois sua obra foi esquecida até sua redescoberta no século XIX pelos românticos franceses e alemães, interessados na arte medieval. A introdução foi escrita por Léon Curmer , nascido em 17 de dezembro de 1801 em Paris e morreu em 29 de janeiro de 1870 na mesma cidade. Seu nome permanece ligado à qualidade de suas obras ilustradas. Ele usa cromolitografia para reproduzir manuscritos antigos iluminados em cores . Ele também usa a então nova técnica da fotografia .
  • MAJOR FRANCISCO AGNELLO DE SOUZA VALENTE COMANDANTE DO 6. CORPO DE VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA CUJO UNIFORME CINGE NESTA REPRESENTAÇÃO. HERÓI DE TUIUTI -  -GUERRA DO PARAGUAI  BELISSIMA OBRA DESENHO EM BICO DE PENA E AQUARELA ORIGINAL DO ARTISTA ALCEBÍADES MIRANDA JUNIOR (1903-1976) RETRATANDO O MAJOR FRANCISCO AGNELLO DE SOUZA VALENTE. ASSINADO E DATADO 1972. FOI CONCEBIDA  PARA ILUSTRAR A OBRA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI DE AUTORIA DO GENERAL PAULO DE QUEIROZ DUARTE SENDO UMA DAS MAIS IMPORTANTES OBRAS DE REFERENCIA SOBRE ESTA GUERRA. AS FORÇAS ARMADAS, E EM ESPECIAL O EXÉRCITO, ENCONTRARAM NO PINTOR E ILUSTRADOR ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR, O SEU MAIS DESTACADO PINTOR E ILUSTRADOR, ENTRE 1930 E 1975, QUER PELA QUALIDADE, QUER PELO VOLUME DE SUA PRODUÇÃO. SÃO DE SUA AUTORIA OS QUADROS QUE DECORAM O ANTIGO GABINETE DO MINISTRO DO EXÉRCITO, NO PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, E ATUAL GABINETE DO COMANDANTE MILITAR DO LESTE,BEM COMO O VITRAL, CAXIAS EM ITORORÓ, QUE ESTÁ AO FUNDO DA ENTRADA PRINCIPAL DO REFERIDO PALÁCIO. ESTÃO ALI EM RAZÃO DE ELE HAVER CONQUISTADO O 1 LUGAR EM CONCURSO PARA ELABORAÇÃO DE PINTURAS DESTINADAS À DECORAÇÃO DAQUELES LOCAIS.ENTRE 1930 E 1975, SUAS ILUSTRAÇÕES SÃO FREQUENTES NAS REVISTAS DAS ACADEMIAS MILITARES DO EXÉRCITO, DA AERONÁUTICA E DA ESCOLA NAVAL (REVISTA DA ESCOLA MILITAR, A ESQUADRA E A GALERA).  NOTA: A Batalha de Tuiuti foi uma das mais importantes e sangrentas da história da Guerra do Paraguai (1864 a 1870). Ocorreu no dia 24 de maio de 1866 em território paraguaio, mais especificamente às margens do lago Tuiuti. Nesta batalha campal, houve o confronto militar entre os combatentes do Paraguai contra os da Tríplice Aliança (Argentina, Brasil e Uruguai). Após cerca de seis horas de intensos combates, a Tríplice Aliança obteve uma importante vitória no contexto da Guerra do Paraguai. Muitos historiadores afirmam que a vitória deu mais força e confiança aos aliados, enquanto os paraguaios sofreram efeito contrário após a derrota. Cerca de cinquenta e cinco mil homens participaram desta batalha. - As forças paraguaias foram comandadas pelo general José E. Díaz. Já os combatentes da Tríplice Aliança foram comandados por Manuel Luís Osório (marechal brasileiro), Bartolomé Mitre (militar argentino) e Venâncio Flores (general uruguaio). - O Paraguai foi para o campo de batalha com cerca de 23 mil militares. Já a Tríplice Aliança contou com cerca de 32 mil. - Durante a sangrenta batalha, o lado paraguaio, que saiu derrotado, teve o maior número de baixas. Morreram cerca de 6 mil paraguaios e 4 mil da Tríplice Aliança. No geral, cerca de 12 mil soldados ficaram feridos durante a Batalha de Tuiuti.A Batalha de Tuiuti foi crucial na Guerra do Paraguai, pois representou a maior e mais sangrenta confrontação do conflito, consolidando a resistência da Tríplice Aliança contra o avanço paraguaio. A vitória das forças aliadas, compostas por Brasil, Argentina e Uruguai, impediu que o exército de Solano López retomasse a iniciativa estratégica e mantivesse sua posição ofensiva. Além de enfraquecer significativamente as tropas paraguaias, a batalha demonstrou a capacidade militar dos aliados, marcando uma virada na guerra e preparando o caminho para as campanhas ofensivas que culminariam na invasão do Paraguai.
  • MARECHAL DE CAMPO ALEXANDRE GOMES DE ARGOLO FERRAO -  VISCONDE DE ITAPARICA  -GUERRA DO PARAGUAI  BELISSIMA OBRA DESENHO EM BICO DE PENA E AQUARELA ORIGINAL DO ARTISTA ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR (1903-1976)  RETRATANDO O MARECHAL DE CAMPO ALEXANDRE GOMES DE ARGOLO FERRAO . ASSINADO E DATADO 1971. FOI CONCEBIDA  PARA ILUSTRAR A OBRA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI DE AUTORIA DO GENERAL PAULO DE QUEIROZ DUARTE SENDO UMA DAS MAIS IMPORTANTES OBRAS DE REFERENCIA SOBRE ESTA GUERRA. AS FORÇAS ARMADAS, E EM ESPECIAL O EXÉRCITO, ENCONTRARAM NO PINTOR E ILUSTRADOR ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR, O SEU MAIS DESTACADO PINTOR E ILUSTRADOR, ENTRE 1930 E 1975, QUER PELA QUALIDADE, QUER PELO VOLUME DE SUA PRODUÇÃO. SÃO DE SUA AUTORIA OS QUADROS QUE DECORAM O ANTIGO GABINETE DO MINISTRO DO EXÉRCITO, NO PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, E ATUAL GABINETE DO COMANDANTE MILITAR DO LESTE,BEM COMO O VITRAL, CAXIAS EM ITORORÓ, QUE ESTÁ AO FUNDO DA ENTRADA PRINCIPAL DO REFERIDO PALÁCIO. ESTÃO ALI EM RAZÃO DE ELE HAVER CONQUISTADO O 1 LUGAR EM CONCURSO PARA ELABORAÇÃO DE PINTURAS DESTINADAS À DECORAÇÃO DAQUELES LOCAIS.ENTRE 1930 E 1975, SUAS ILUSTRAÇÕES SÃO FREQUENTES NAS REVISTASDAS ACADEMIAS MILITARES DO EXÉRCITO, DA AERONÁUTICA E DA ESCOLA NAVAL (REVISTA DA ESCOLA MILITAR, A ESQUADRA E A GALERA).ALEXANDRE GOMES DE ARGOLO FERRÃO FILHO, 1º VISCONDE DE ITAPARICA, (BAHIA, 8 DE AGOSTO DE 1821  BAHIA, 23 DE JUNHO DE 1870) FOI UM MILITAR BRASILEIRO. FILHO FORA DO CASAMENTO DE ALEXANDRE GOMES DE ARGOLLO FERRÃO, 1º BARÃO DE CAJAÍBA. COMANDANTE GERAL DA GUARDA NACIONAL DA BAHIA (1854 - 1855). TENENTE-CORONEL ESTAVA EM CUIABÁ EM 1859. BRASIL, 1971. 24 X 16 CM NOTA: Argolo lutou na Guerra do Paraguai, onde foi comandante do 2 Corpo de Exército, e após conquistar uma das vitórias mais importantes durante a guerra lhe foi outorgado  por Dom Pedro II  um título de nobreza e uma quantidade significativa de condecorações por suas ações militares. O General Alexandre Gomes de Argolo Ferrão Filho (1821-1870), 1º visconde de Itaparica, foi um militar baiano morto durante a Guerra do Paraguai.Comandante geral da Guarda Nacional da Bahia (1854 - 1855), foi filho natura de Alexandre Gomes de Argollo Ferrão, 1º barão de Cajaíba, com Felicidade Perpétua, que morava em Salvador.Espelhando-se em seu progenitor, assentou praça, aos dezesseis anos de idade, como 1º cadete no 1º Batalhão de Artilharia. Aos dezessete, foi promovido a 2º tenente. Começou a servir, como voluntario, em 1837, no assedio da Bahia durante a Guerra do "Sabinada" Em 1840, em gozo de licença, na Bahia, apresentou-se para participar da expedição que se destinava à província do Maranhão para lutar contra a "Balaiada".Regressando à Bahia, um ano depois, expedicionou para as províncias de São Paulo e Minas Gerais. Em 1844, foi promovido a capitão. Em 1847, foi agraciado com a comenda da Imperial Ordem da Rosa, no grau de cavaleiro. Em 1849, foi distinguido com a comenda da Ordem de Cristo. Em 1852, foi promovido ao posto de major, A partir de então sua vida foi toda ela dedicada ao servido da pátria. Em 1868, assumiu o comando da 1ª divisão de infantaria do 2º corpo do exército. Nomeado conselheiro, foi agraciado com o título de Visconde de Itaparica.Na Guerra do Paraguai comandou o 2º corpo de exército, e após ter conquistado uma das vitórias mais importantes foi presenteado por Dom Pedro II com um título de nobreza. Em 21 de Março de 1868 tomou as trincheiras do Saure, o que obrigou o general Barrios a abandonar as extensas linhas de Curupaity, Sauce, Rojas, Angulo e Espinillo, e tambem 3 linha interior de Passo-Pucú.Designado por Caxias para construir a estrada do Grão-Chaco, que permitiu que as forças brasileiras executassem a famosa marcha de flanco através do chaco paraguaio. Conta-se que antes de iniciar a construção, Caxias indagou se ele achava viável a construção. O Visconde, sem pestanejar, respondeu: Marechal! Se for possível, está feita! Se for impossível, vamos fazê-la! O Visconde participou da Batalha de Tuiuti e da Batalha de Itororó, onde foi ferido. Antônio Loureiro de Souza, referindo-se a bravura do Visconde, afirmou: O grande Caxias, com quem serviu, tinha-o em alta conta, não se cansando de elogiá-lo em várias ordens do dia. Soube ser, assim, um grande patriota, desses que pela impavidez e pelo patriotismo, se inscreveram na história nacional."Em 1869, deixou o Paraguai e, um ano depois, no dia 23 de junho, faleceu em consequência do ferimento de que foi vítima durante a Batalha de Itororó. Hoje existe na cidade de Barreiras na Bahia um Batalhão de Engenharia com seu nome em sua homenagem. Fonte: SOVERAL, Manuel Abranches de - Argollo Uma família brasileira de 1500
  • JÉSUS-LA-CAILLE DE FRANCIS CARCO, COM ILUSTRAÇÃO DE AUGUSTE BROUET, IMPRESSO EM PARIS PELA AUX ÉDITIONS DE LESTAMPE 1925 POR G. BOUTITIE. O TIPÓGRAFO RESPONSÁVEL FOI M. VERNANT. 221 PÁGINAS 27CM X 20CM COM CAIXA. FORAM FEITAS 252 EXEMPLARES, SENDO QUE A NUMERAÇÃO 63 AO 252 FORAM EM PAPEL VÉLIN DARCHES COM UMA SEQUÊNCIA FORA DO TEXTO DE GRAVURAS. SENDO ESTE O EXEMPLAR Nº 79. ENCADERNADO COM UMA DAS 20 SEQUÊNCIAS EM PAPEL JAPÓN IMPERIAL, CONTENDO AS ÁGUAS FORTES DE BROUET. Nº 9 AUTOGRAFADA. BELA ENCADERNAÇÃO EM MARROQUIM MARROM CLARO E FRISOS PRATEADOS NA CAPA E LOMBADA, CONTRACAPA EM MARROQUIM PRETO COM CHAMALOTE BEGE, ASSINADO POR LANGARD.Nota: Situado na Boêmia de Paris durante o início do século 20, este romance fascinante segue um cafetão homossexual pelas ruas de Montmartre. Explorando o ponto fraco de Paris, a história apresenta aos leitores os tipos de personagens que fizeram daquele submundo sua casa e local de trabalho de má reputação. O primeiro romance francês a abordar abertamente a homossexualidade masculina, é tão atraente hoje como quando foi publicado pela primeira vez em 1914. François Carcopino Tusoli nascido 3 de julho de 1886, foi um autor francês , nascido em Nouméa , Nova Caledônia . Ele era um poeta, pertencente à escola Fantaisiste , um romancista, um dramaturgo e crítico de arte para L'Homme libre e Gil Blas . Durante a Primeira Guerra Mundial , ele se tornou um piloto de aviação em Étampes , depois de estudar na escola de aviação de lá. Ele teve um caso com a contista Katherine Mansfield em fevereiro de 1915. O narrador Raoul Duquette de sua história Je ne parle pas français (que tem uma atitude cínica em relação ao amor e ao sexo) é parcialmente baseado nele. Já o ilustrador Auguste Brouet nasceu e foi criado em uma família pobre nos bairros populares do nordeste de Paris e em Les Lilas, nos subúrbios próximos. Enquanto aprendiz de litógrafo, ele lutou pela educação artística por meio das aulas noturnas de desenho de Eugène Quignolot , também frequentando brevemente o ateliê de Gustave Moreau . A arte de Auguste Brouet pertence à tradição clássica. Brouet permaneceu quase completamente imune às tendências modernistas que se desenvolviam na época. Há duas características que tornam uma gravura de Brouet inconfundível, uma certa expressividade solta do desenho, que em seus melhores trabalhos combina magnificamente com seu uso de luz e sombras. A outra é um olhar muito aguçado e simpático para todas as categorias sociais mais baixas, suas atividades diárias e ambientes miseráveis. Até mesmo seus temas de guerra exibem essa contenção interna e humor taciturno que são tão característicos de seu trabalho.
  • CONDE  DE PORTO ALEGRE  MANUEL MARQUES DE SOUSA  -GUERRA DO PARAGUAI  BELISSIMA OBRA DESENHO EM BICO DE PENA E AQUARELA ORIGINAL DO ARTISTA ALCEBÍADES MIRANDA JUNIOR  (1903-1976)  RETRATANDO O VISCONDE DE PORTO ALEGRE . ASSINADO E DATADO 1971. FOI CONCEBIDA  PARA ILUSTRAR A OBRA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA NA GUERRA DO PARAGUAI DE AUTORIA DO GENERAL PAULO DE QUEIROZ DUARTE SENDO UMA DAS MAIS IMPORTANTES OBRAS DE REFERENCIA SOBRE ESTA GUERRA. AS FORÇAS ARMADAS, E EM ESPECIAL O EXÉRCITO, ENCONTRARAM NO PINTOR E ILUSTRADOR ALCEBÍADES MIRANDA JÚNIOR, O SEU MAIS DESTACADO PINTOR E ILUSTRADOR, ENTRE 1930 E 1975, QUER PELA QUALIDADE, QUER PELO VOLUME DE SUA PRODUÇÃO. SÃO DE SUA AUTORIA OS QUADROS QUE DECORAM O ANTIGO GABINETE DO MINISTRO DO EXÉRCITO, NO PALÁCIO DUQUE DE CAXIAS, E ATUAL GABINETE DO COMANDANTE MILITAR DO LESTE ,BEM COMO O VITRAL, CAXIAS EM ITORORÓ, QUE ESTÁ AO FUNDO DA ENTRADA PRINCIPAL DO REFERIDO PALÁCIO. ESTÃO ALI EM RAZÃO DE ELE HAVER CONQUISTADO O 1 LUGAR EM CONCURSO PARA ELABORAÇÃO DE PINTURAS DESTINADAS À DECORAÇÃO DAQUELES LOCAIS.ENTRE 1930 E 1975, SUAS ILUSTRAÇÕES SÃO FREQUENTES NAS REVISTASDAS ACADEMIAS MILITARES DO EXÉRCITO, DA AERONÁUTICA E DA ESCOLA NAVAL (REVISTA DA ESCOLA MILITAR, A ESQUADRA E A GALERA). MANUEL MARQUES DE SOUSA, CONDE DE PORTO ALEGRE (RIO GRANDE, 13 DE JUNHO DE 1804  RIO DE JANEIRO, 18 DE JULHO DE 1875), APELIDADO DE "O CENTAURO DE LUVAS", ENTRANDO NO EXÉRCITO EM 1817 QUANDO AINDA ERA CRIANÇA. SUA INICIAÇÃO MILITAR OCORREU NA GUERRA CONTRA ARTIGAS, QUE TEVE SEU TERRITÓRIO ANEXADO E SE TORNOU EM 1821 A PROVÍNCIA BRASILEIRA DA CISPLATINA. ELE FICOU ENVOLVIDO DURANTE BOA PARTE DA DÉCADA DE 1820 NO ESFORÇO BRASILEIRO PARA MANTER A CISPLATINA COMO PARTE DE SEU TERRITÓRIO, PRIMEIRO DURANTE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E DEPOIS NA GUERRA DA CISPLATINA. NO FINAL A PROVÍNCIA CONSEGUIU SE SEPARAR E SE TORNOU A NAÇÃO INDEPENDENTE DO URUGUAI.ALGUNS ANOS DEPOIS EM 1835 A PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE DO SUL SE REBELOU NA REVOLUÇÃO FARROUPILHA. O CONFLITO DUROU QUASE DEZ ANOS E PORTO ALEGRE LIDEROU O EXÉRCITO EM VÁRIOS CONFRONTOS. ELE TEVE UM PAPEL IMPORTANTE AO SALVAR A CAPITAL PROVINCIAL DOS REBELDES FARRAPOS, PERMITINDO QUE AS FORÇAS GOVERNAMENTAIS CONSEGUISSEM UM FUNDAMENTAL PONTO DE APOIO. PORTO ALEGRE LIDEROU UMA DIVISÃO BRASILEIRA EM 1852 NA GUERRA DO PRATA EM UMA INVASÃO CONTRA A CONFEDERAÇÃO ARGENTINA. RECEBEU UM TÍTULO DE NOBREZA E FOI SUCESSIVAMENTE BARÃO, VISCONDE E POR FIM CONDE. PORTO ALEGRE VOLTOU AO SERVIÇO MILITAR QUANDO ESTOUROU A GUERRA DO PARAGUAI. FOI UM DOS PRINCIPAIS COMANDANTES BRASILEIROS DURANTE O CONFLITO E SUA PARTICIPAÇÃO FICOU MARCADA POR IMPORTANTES VITÓRIAS, ALÉM DE BRIGAS CONSTANTES COM SEUS ALIADOS ARGENTINOS E URUGUAIOS. APESAR DE SUA GRANDEZA E HABILIDADE MILITAR  TAMBÉM TEM CREDITADA EM SUA CONTA A MAIOR DERROTA DOS ALIADOS NA GUERRA DO PARAGUAI, A BATALHA DE CARUPAITI.  BRASIL, 1971. 24 X 16 CM NOTA: A maior derrota do Brasil e da Tríplice Aliança em toda a guerra do Paraguai ocorreu no dia 22 de setembro de 1866 na Batalha de Curupaiti. A batalha foi travada no Forte de Curupaiti, às margens do Rio Paraguai e a 80 Km da localidade de Humaitá.A batalha envolveu 20 mil soldados aliados, apoiada por intenso bombardeio naval, a tropa aliada, (brasileiros e argentinos) e cerca de 20 navios da Marinha Imperial Brasileira contra cinco mil paraguaios entrincheirados no forteA Esquadra iniciou o seu ataque com pesado bombardeio. Ataque que durou 5 horas mas as balas dada a elevação das posições passavam por cima das posições paraguaias.Tamandaré deu o sinal que havia finalizado a ataque,desconhecendo a inutilidade de seus ataques que não atingiram os canhõesinimigosO ataque a Curupaiti foi realizado por quatro colunas constituídas pelo segundo Corpo de Exercito e pelo Exército Argentino. O ataque foi impetuoso e a primeira paralela caiu em poder dos brasileiros. apesar dos sacrifíciosterríveis impostos pelo fogo inimigo.O espaço de 1.800 metros que separava o primeiro entrincheiramento do 2. era um terreno cheio de Abatises bocas de lobo, mar de lama e finalmentecom um fosso de 6 metros de largura por 5 de profundidade.Afinal, ante a formidável resistência, o Visconde de Porto Alegre resolve abandonar o campo da luta. Curupaiti que foi um desastre para os aliados e considerada pelo General Osório como uma Hecatombe.A esquadra sofrera avarias sérias e as forças de terra, entre mortos e feridos tiveram 4.061 baixas; Lopez perdeu apenas 250 homens.O resultado do desastroso ataque a Curupaiti é explicado principalmente pelas seguintes observações:Ataque frontal a uma posição fortificada;Falta de coordenação entre a ação sobre Curupaiti, a fixação frontal das tropas de Polidoro e a manobra da cavalaria pelo flanco leste; Desconhecimento do terreno;falta de unidade de comando; Ligação precária entre o Exército e a Marinha e denodada resistênciaparaguaia.O General Venâncio Flores em face da difícil situação política interna doUruguai, deixa o acampamento de Tuitui em direção a Montevideo, não mais voltando ao teatro das lutas por ter sido assassinado.O desastre de Curupaiti teve larga repercussão na corte, levando-a a se convencer da necessidade de um comando único das forças brasileiras deterra e mar.O impacto da batalha foi tão forte que paralisou os grandes confrontos por quase um ano, além disso o resultado praticamente provocou a retirada da Argentina e do Uruguai da guerra e provocou a reorganização das forças brasileiras na guerra, que iriam praticamente enfrentar os paraguaios sozinhos na guerra. Não foi a última vitória do Paraguai, mas outra vitória dessa magnitude não seria mais conquistada novamente na guerra.Um dos fatores da vitória paraguaia foi um fenômeno da natureza: a chuva. Choveu por vários dias sucessivos antes da batalha e as formidáveis trincheiras foram terminadas bem a tempo. Sem a chuva, talvez o resultado fosse diferente.Dois protagonistas decisivos da batalha foram o então Coronel José Eduvigis Díaz, comandante do forte, e o engenheiro britânico George Thompson, que se encarregou do projeto técnico das trincheiras.O governo brasileiro estava convencido da necessidade de um comando unificado das forças terrestres e marítimas. A 10 de outubro de 1866, o Marquês de Caxias foi nomeado comandante-em-chefe de todo o efetivo brasileiro em operações no Paraguai. Fonte: AS BATALHAS ALIADAS DA GUERRA DO PARAGUAIDESCRIÇÂO E ANÁLISE MILITAR CRÍTICA A LUZ DOS PRINCÍPIOS DE GUERRA E DA MANOBRAE SEUS ELEMENTOS Veterano Cel Eng Claudio Moreira Bento
  • CONTRA ALMIRANTE PEDRO BENJAMIM DE CERQUEIRA LIMA (1842  1903)  FOTOGRAFIA DO CONTRA ALMIRANTE TRAJANDO UNIFORME DE GALA DE OFICIAL DA MARINHA DO IMPÉRIO NO FIM DA GUERRA DO PARAGUAI (CIRCA DE 1870).  FOI UM CONHECIDO ARTILHEIRO APRESENTANDO DIVERSOS TRABALHOS TECNICOS SOBRE ESSE ASSUNTO. UM DOS OFICIAIS DA MARINHA IMPERIAL QUE MAIS CONHECIA O LITORAL BRASILEIRO DEVEMO-SE A ELE EM GRANDE PARTE O SERVIÇO DE IMPLANTAÇÃO DE FARÓIS EM BOA PARTE DE NOSSA COSTA (FOI INCLUSIVE DIRETOR DO ÓRGAO ESTATAL RESPONSÁVEL). FOI ASPIRANTE DE MARINHA EM 1858 E REFORMOU-SE COM A GRADUAÇÃO DE ALMIRANTE EM 1897. TOMOU PARTE NA CAMPANHA DO PARAGUAY, PELO QUE TINHA A MEDALHA DE CAMPANHA COM O PASSADOR  DOIS - E ERA CONDECORADO COM OS GRAUS DE CAVALLEIRO DE AVIZ E OFFICIAL DA ORDEM DA ROSA E MEDALHAS DAS CAMPANHAS ORIENTAL. PASPATOUR TEM MARCAS DO ESTUDIO DE FOTOGRAFIA GUIMARÃES & CIE (JOSÉ FERREIRA GUIMARÃES) RIO DE JANEIRO SEC. XIX (ESTABELECIDO EM 1866). 26 X 20 CM

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