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  • LE ROMAN DUM ENFANT DE PIERRE LOTI. ILUSTRAÇÃO DE A.-E. MARTY. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 236 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. . EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA, TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Le roman dum enfant ( Um romance infantil ). Julien Viaud é uma criança solitária e selvagem, pouco inclinada às diversões de sua idade e protegida pelas mulheres que compõem seu círculo familiar. Em Rochefort, como em Oléron, o jovem aprende sobre a vida e Loti, entre o romance e a autobiografia, desfruta para se perder nos meandros de suas memórias. Pierre Loti fala sobre sua infância aqui. Infância cheia de ternura, amizade e mistério. Infância de um menino sonhador, vivendo num mundo de irrealidades sobre o qual a educação não tem poder, formando constantemente mil sonhos grandiosos e impossíveis, mas através dos quais, já, uma dupla vocação é despertada.
  • LE ROMAN DUM SAPHI DE PIERRE LOTI. ILUSTRAÇÃO DE CH. FOUQUERAY. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 225 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. . EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA, TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Por volta de 1880, Jean Peyral era um spahi em Saint-Louis, Senegal, e cumpriu seu serviço militar. Jean está muito triste por ter deixado seus pais e sua noiva Jeanne Méry. Mas ele ainda encontra o amor com uma mulher elegante: Córa. Mas este o trai. Desolado, Jean está perdido. Mas uma jovem irá confortá-lo, e é uma jovem negra chamada Fatou-gaye. Ela se tornará sua amante do spahi por três anos. O Escritor Pierre Loti nasceu em Rochefort, 14 de janeiro de 1850. Foi um escritor e oficial da marinha francês. O seu nome de batismo era Louis Marie Julien Viaud. Foi membro da Academia Francesa desde 1891. Foi sepultado em 10 de junho de 1923, com um funeral com honras de estado, na Ilha de Oléron. A sua casa em Rochefort foi transformada num museu.
  • MON FRÈ YVES DE PIERRE LOTI. ILUSTRAÇÃO DE DÉMILIEN DUFOUR. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 282 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA, TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Mon Frère Yves ( Meu Irmão Yves ) é um romance semi-autobiográfico do autor francês Pierre Loti . Ele descreve a amizade entre o oficial naval francês Pierre Loti e um marinheiro bretão beberrão Yves Kermadec durante as décadas de 1870 e 80. Foi provavelmente o livro mais conhecido de Loti. O fictício Yves era, na realidade, amigo de Loti, o marinheiro bretão Pierre le Cor, com quem ele havia navegado em várias viagens. Um analfabeto funcional, le Cor era, no entanto, alto, louro e bonito; tudo o que Loti queria ser. Como Yves, le Cor era um grande bebedor, enquanto Loti quase não bebia. Os dois frequentemente passavam o tempo em terra, seja jogando, brigando, tramando brincadeiras infantis ou vagando pelo interior da Bretanha, onde le Cor apresentou Loti à tradição da cultura bretã. Na Bretanha, Loti conheceu a mãe de le Cor e jurou cuidar de seu filho para sempre, embora a bebedeira de le Cor frequentemente testasse os laços de sua amizade. Embora o romance tenha levantado questões sobre se Loti poderia estar descrevendo um relacionamento homossexual, fica claro no livro que Yves (e, portanto, Pierre le Cor) foi antes de tudo um companheiro e amigo.
  • LA TROISIÈME JEUNESSE DE MADAME PRUNE DE PIERRE LOTI. ILUSTRAÇÃO DE SYLVAIN SAUVAGE. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 229 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA, TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Prefácio Aos meus queridos companheiros do Redoutable, em memória da boa camaradagem durante os nossos vinte e dois meses de campanha, dedico este livro, onde quis apenas anotar algumas das coisas que nos divertiram, sem nunca insistir no nosso cansaço e nas nossas tristezas. É apenas uma longa piada, escrita dia após dia, há quase três anos, quando os japoneses ainda não tinham começado a regar com o seu sangue as planícies da Manchúria. Hoje, 7.12, apesar da brutalidade da sua agressão inicial, a sua bravura merece, sem dúvida, ser reverenciada, e quero saudar aqui, com uma saudação profunda e séria, os heróicos soldadinhos amarelos que tombaram diante de Port Arthur ou em direção a Moukden. Mas não me parece que o respeito devido a tantas mortes me obrigue a alterar a imagem que tenho do seu país. P. LOTI Janeiro de 1905. O Escritor Pierre Loti nasceu em Rochefort, 14 de janeiro de 1850. Foi um escritor e oficial da marinha francês. O seu nome de batismo era Louis Marie Julien Viaud. Foi membro da Academia Francesa desde 1891. Foi sepultado em 10 de junho de 1923, com um funeral com honras de estado, na Ilha de Oléron. A sua casa em Rochefort foi transformada num museu.
  • LE MARIAGE DE PIERRE LOTI, ESCRITO POR ELE MESMO. ILUSTRAÇÃO DE JEAN-GABRIEL DOMERGUE. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 229 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA. TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Le Mariage de Loti (1880; também conhecido como O Casamento de Loti, Rarahu ou Taiti ) é um romance autobiográfico do autor francês Pierre Loti . Foi o segundo romance de Loti e o primeiro a lhe render grande fama e muitos seguidores. Ele descreve a ligação romântica de Loti com uma exótica garota taitiana chamada Rarahu. Quando era um jovem rapaz na França, Julien Viaud (mais tarde conhecido como Pierre Loti) foi apresentado à Polinésia por seu irmão mais velho Gustave, um oficial da marinha que trouxe para casa histórias das ilhas exóticas, incluindo histórias sobre um relacionamento que teve com uma mulher taitiana. Julien nunca esqueceria essas histórias e pretendia um dia seguir o exemplo de seu irmão. Ele acabou se juntando à marinha e, aos vinte e dois anos, em 1872, ficou estacionado na cidade de Papeete, no Taiti, por dois meses. Foi no Taiti que a transformação de Julien Viaud em Pierre Loti começou, uma transformação que viria a caracterizar o futuro trabalho e vida de Loti. Ele "se tornou nativo": vivendo entre os povos locais, aprendendo a língua, vestindo suas roupas, adotando seus costumes, amando suas mulheres, até mesmo adotando o novo pseudônimo de "Loti" dado a ele pelos nativos locais. O Casamento de Loti foi publicado pela primeira vez em 1880 sob o título Rarahu e edições posteriores sob o novo título. Foi recebido com grande aclamação tanto da crítica quanto do público. Le Figaro descreveu-o como "uma das obras mais encantadoras que surgiram há muito tempo", e Le Temps considerou-o "encantador, novo sem extravagância, original sem afeição". O público considerou sua prosa exótica e lírica um contraste nítido e bem-vindo da escola realista francesa em voga que incluía autores como Émile Zola. O romance refletia as atitudes imperialistas predominantes em relação às colônias, vendo os nativos como crianças inocentes e selvagens da floresta expostas à temível e antiga cultura paternal europeia. Isso ocorreu durante um período (década de 1880 a 1900) em que o imperialismo europeu atingiu seu auge e o gênero de "exotismo romântico", do qual esta obra é um dos melhores exemplos, atingiu um acorde popular. Em uma perspectiva pós-colonial, é amplamente visto como racista e imperialista.
  • PÊCHEUR DISLANDE DE PIERRE LOTI. ILUSTRAÇÃO DE MATHURIN MÉHEUT. IMPRESSO EM PARIS PELA CALMANN-LÉVY EM 1936. 242 PÁGINAS COM HELIOGRAVURAS 23CM X 18CM. EDIÇÃO DE LUXO. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. TIRAGEM LIMITADA. TIPOGRAFIA BRODARD. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM VERMELHO, CONTRACAPA EM PAPEL FANTASIA ROSA, VERMELHO E DOURADO, E CORTE SUPERIOR DOURADO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Pêcheur DIslande ( Um Pescador da Islândia ) é um romance do autor francês Pierre Loti . Ele retrata a vida romântica, mas inevitavelmente triste, dos pescadores bretões que navegam a cada temporada de verão para os tempestuosos bacalhaus da Islândia . O crítico literário Edmund Gosse o caracterizou como "o mais popular e o melhor de todos os escritos de Loti. O estilo de Loti é uma combinação da escola realista francesa, como Émile Zola , e uma forma de impressionismo literário. Pierre Loti foi, sem dúvida, o melhor escritor descritivo da época. Na delicada exatidão com que reproduzia a impressão dada aos seus próprios nervos alertas por formas, cores, sons e perfumes desconhecidos, ele não tinha rival.
  • LES AMOURS PASTORALES DE DAPHNIS ET CHLOÉ DE LONGUS. TRADUÇÃO DE JACQUES AMYOT, REVISADO, CORRIGIDO E PREENCHIDO POR PAUL-LOUIS COURIER. GRAVURAS ORIGINAIS DE PAUL ÉMILE BÉCAT. IMPRESSO EM PARIS PELA LE VASSEUR EM 1939. 187 PÁGINAS 23CM X 28CM. LIVRO RARO COM TIRAGEM DE 425 EXEMPLARES SENDO 21 EXEMPLARES EM JAPÓN IMPERIAL NUMERADOS DE 4 À 24 DOS QUAIS FORAM JUNTADOS 3 PLANCHES SUPLEMENTARES FORA DE COMÉRCIO EM COBRE COM UMA AQUARELA ORIGINAL, UM ESTADO NEGRO COM OBSERVAÇÕES DE TODAS AS GRAVURAS E UMA SEQUÊNCIA EM NEGRO DE BOIS GRAVÉS. ESTE É O EXEMPLAR Nº 17. REFERENCIA DA ( BIBLIOTHÈQUE NATIONALE DE FRANCE.). ENCADERNAÇÃO ESPLÊNDIDA EM MARROQUIM GRAFITE COM ORNAMENTOS DOURADOS, CAPAS PIROGRAFADAS, CONTRA CAPA EM SEDA COLORIDA COM DESENHOS ALUSIVOS À OBRA, CORTES DOURADOS E GUARDA RICAMENTE COLORIDAS, ASSINADO POR LEVIZKY.Nota: Dáfnis e Cloé, também chamado de As pastorais, é um romance escrito por Longo, no século II ou III d.C. O romance, ao estilo bucólico, conta sobre dois jovens que vivem no campo e se apaixonam intensamente, em plena harmonia com a natureza e sob a bênção dos deuses. A história teve grande influência tanto na literatura posterior como nas artes em geral. Longo foi um escritor grego que viveu no século II d.C. (ou século III d.C.) e é autor do romance pastoril Dáfnis e Cloé, também chamado As pastorais. Muito pouco se sabe sobre sua vida, apenas que viveu na ilha de Lesbos. Prefácil de Longus. Um dia, estando na ilha de Metelin, no parque criado para as Ninfas, vi uma das coisas mais lindas que já tinha visto, era a pintura de uma história de amor. O jardim da fé era muito bonito, também plantado com muitas árvores, rodeado de flores, e adornado com uma fonte fresca, que alimentava tanto as árvores como as flores: mas a pintura era ainda mais agradável que todas as outras, tanto pela novidade do fub-ject, cuja aventura era maravilhosa, como pelo artifício e excelência da pintura amorosa, tanto que vários paffans, que tinham ouvido falar disso, foram profanar o parque, não menos para ver esta pintura como para rezar às Ninfas. Houve mulheres grávidas que deram à luz e outras que embrulharam os filhos em fraldas, criancinhas em trajes de banho expostas à mercê da fortuna. Feras que os alimentam, pastores que os raptam, uma companhia de jovens que vão brincando pelos campos, mensageiros que percorrem as costas do mar, inimigos que percorrem o país, com várias outras coisas, e todos apaixonados: para quem olhei com tanto prazer, e os achei tão lindos, que tive vontade de colocá-los na cama por escrito. Se eu estivesse procurando alguém que me deixasse entendê-los detalhadamente. E tendo ouvido tudo isso em particular, em quatro livros, que agora dedico como oferenda a vários tipos de pessoas, pois será capaz de curar os enfermos, confortar os tristes, restaurará a memória de seus amores para aqueles que já estiveram apaixonados, e ensinará aqueles que ainda não amaram, porque eles nunca serão e nunca serão um homem, que todos podem continuar a amar enquanto houver beleza no mundo e as pessoas tiverem o poder de olhar para ela. Mas Deus conceda que, ao descrever o amor dos outros, eu não acabe trabalhando muito.
  • LIMAGE, REVISTA LITERÁRIA E ARTÍSTICA DECORADA COM FIGURAS EM MADEIRA. IMPRESSO EM PARIS PELA H.FLOURY EM 1896  1897. 2 VOLUMES 34CM X 26CM.EDIÇÃO DE LUXO. DESTA EDIÇÃO FORAM FEITOS 100 EXEMPLARES NUMERADOS EM PAPEL CHINA, COM UMA TIRAGEM ESPECIAL DE TODAS AS ILUSTRAÇÕES DESTACANDO-SE RIBAERT, LEPÈRE, GUSMANT, MARX TENDO COMO DIREÇÃO LITERÁRIA DE ROGER MARX E JULES RAIS E SOB A DIREÇÃO ARTÍSTICA DE TONY BELTRAND, AUGUSTE LEPÈRE E LEON RUFE. ESTE É O EXEMPLAR Nº64. REFERENCIA ( LIBRARY OF CONGRESS ONLINE CATALOG. ) INCLUI ÍNDICE. ENCADERNAÇÃO BISELADA MARROM COM PIROGRAVURAS COLORIDAS NA LOMBADA, E CORTE SUPERIOR DOURADO. REVISTA ARTÍSTICA  FRANÇA. CORPORATION FRANÇAISE DE GRAVURES SUR BOIS.Nota: L'Image é uma revista francesa da Corporação de Gravadores em Madeira. Foi publicado em Paris de dezembro de 1896 a dezembro de 1897 pela editora Henri Floury. Em 1896, a "Corporação Francesa de Gravadores em Madeira" 1 decidiu publicar uma revista mensal intitulada L'Image, uma revista literária e artística mensal , com o objetivo de promover sua arte e promover um renascimento no mundo editorial. Esta é a responsabilidade do editor Henri Floury . O diretor-gerente, Tony Beltrand , também garante a direção artística em colaboração com Auguste Lepère e Léon Ruffe , a direção literária é confiada a Roger Marx e Jules Rais . Paul Henri Joseph Floury , conhecido como Henri Floury , nasceu em12 de maio de 1862 em Fresneaux-Montchevreuil. Ele rompeu com a Maison Dentu em 1895 para fundar sua própria editora de arte no boulevard des Capucines , endereço que manteve por mais de vinte e cinco anos sob o nome da empresa H. Floury, publisher.
  • NAPOLÉON ET LA PAIX DE ARTHUR LEVY. IMPRESSO EM PARIS PELA PLON-NOURRIT EM 1902. 663 PÁGINAS 23CM X 16CM. REFERENCIA DA LIBRARY OF CONGRESS ONLINE CATALOG. INCLUI ÍNDICE. HISTÓRIA FRANCESA, NAPOLEÃO, IMPERADOR DA FRANÇA 1789  1815.Nota: Arthur Lévy, nascido em 1 de setembro de 1847, foi um autor e historiador francês. Ele estava particularmente interessado no período do Império Francês. Sua obra Napoleon Intimate foi republicada diversas vezes de 1893 a 2011. A culpa de Luís XVI e Maria Antonieta, Paris, Éditions Sansot, 1907. O serviço geográfico do exército 1914-1918, nos bastidores da guerra, Nancy; Paris ; Estrasburgo, Éditions Berger-Levrault, 1926. Um grande aproveitador da guerra durante a Revolução, o Império e a Restauração, G.-J. Ouvrard, Paris, Éditions Calmann-Lévy, 1929. Tradução de um trecho no final do livro.  Nossa tarefa, portanto, termina aqui. Mostrámos as aspirações pacíficas de Napoleão, que se tornaram evidentes desde o primeiro dia em que, como general-em-chefe, ele teve o poder de acelerar a conclusão de um tratado de paz. Vimos estes mesmos sentimentos repetidos em 1803, em 1805, em 1806, em 1800 e em 1812. À explicação de quase vinte anos de guerra, baseada na paixão pelas armas de uma só pessoa, na ambição extravagante de um homem embriagado de uma grandeza prodigiosa, baseada numa palavra numa psicologia arbitrária, opusemo-nos aos documentos autênticos, oficial, retirado em sua maior parte das publicações e arquivos dos inimigos da França. Pelo menos dez vezes vimos Napoleão, durante o seu reinado, mesmo nas horas mais gloriosas, solicitar a convocação de um congresso europeu onde as condições de paz geral seriam discutidas e decididas. Vimos também que, em cada uma das vezes, houve apenas uma recusa desdenhosa ou um pérfido simulacro de aceitação por parte dos poderes. Assim se verifica a palavra que Napoleão pronunciou do fundo da imensidão onde os seus inimigos o relegaram, sem dúvida por falta de outra prisão suficientemente grande para conter o seu génio. Ele disse: Com o que alguém poderia me atacar que um historiador não pudesse me defender? Irão me acusar de ter amado demais a guerra? Mas vai mostrar que ainda fui atacado. Sim, rejeitando finalmente a lenda criada por eles próprios.
  • LES FEMMES DE THÉATRE DU XVIII SIÈCIE DE TRISTAN LECLÉRE. IMPRESSO EM PARIS PELA LEDITION DARTE H. PIAZZA EM 1991. 122 PÁGINAS 31CM X24CM. UM LIVRO RARO COM NOTÁVEIS 40 ILUSTRAÇÕES. PÁGINA DE ROSTO MANUSCRITA. DESTA EDIÇÃO FORAM TIRADOS 275 EXEMPLARES EM PAPEL HOLLANDE À LA FORME. ESTE É O EXEMPLAR Nº112. CAPITAIS E VINHETAS ORNAMENTADAS NO INÍCIO DOS CAPÍTULOS. INCLUI ÍNDICE DOS CAPÍTULOS E DAS GRAVURAS. ENCADERNAÇÃO RICA COM FLORÕES DOURADOS ENTRE NERVOS DA LOMBADA, ASSINADA POR DURVAND-PINARD. ENSAIO FRANCÊS, MULHERES, TEATRO  SÉCULO XVIII.Nota: Tristan Klingsor , nome de nascimento ( Arthur Justin ) Léon Leclère (nascido em Lachapelle-aux-Pots , departamento de Oise , 8 de agosto de 1874. foi um poeta , músico, pintor e crítico de arte francês, mais conhecido por sua associação artística com o compositor Maurice Ravel. Seu pseudônimo , combinando os nomes do herói de Wagner , Tristan (de Tristan und Isolde ) e seu vilão (de Wagner), Klingsor (de Parsifal ), indica um aspecto de seus interesses artísticos, embora ele tenha dito que escolheu os nomes porque gostava dos "sons" que eles faziam, das associações com as lendas arturianas e bretãs que ele havia lido quando criança, e que já havia muitos literatos em Paris com o sobrenome Leclère. Na introdução do livro diz E no passado quem eram os dançarinos? Quem eram os cantores? O Duque de Orléans, o Duque de Ayen, o Duque de Coigny, a Condessa de Estrades, a Duquesa de Brancas... Que nomes E até, às vezes, a Marquesa de Pompadour pessoalmente cantei na frente deles e o Duque de La Vallière me parabenizou! TCHAIKOVSKI, depois de PoocHKINE, A Dama de Espadas. Este espetáculo de que fala La Bruyère é a ópera e suas máquinas. As festas que a Duquesa do Maine inspirou no seu castelo de Sceaux tinham o mesmo objetivo de encantar a visão, a audição e, sobretudo, a mente. Segundo Furetière, o termo encantamento é definido como encanto, efeito maravilhoso proveniente de um poder mágico, de uma arte diabólica. Os poemas de Tasso e Ariosto são cheios de encanto. É também um efeito surpreendente cuja causa desconhecemos e que relacionamos com algo extraordinário. Esse charlatão faz coisas tão admiráveis que acreditamos que há encantamento. Não podemos definir melhor a inspiração das celebrações de Sceaux. Na verdade, surpresas, aparições, alegorias fantásticas, personagens exóticos e esotéricos, sombras famosas, cenas mágicas... alimentam a imaginação dos autores sob as diretrizes da Duquesa do Maine.
  • LE ROMAN DE TRISTAN ET ISEUT ( O ROMANCE DE TRISTÃO E ISOLDA ). RECONSTRUÍDO A PARTIR DE POEMAS FRANCESES DO SÉCULO XII POR JOSEPH BÉDIER. ILUSTRAÇÃO DE ROBERT ENGELS. IMPRESSO EM PARIS PELA H.PLAZZA EM 1900. 136 PÁGINAS 35CM X 27CM. TIRAGEM LIMITADA A 300 EXEMPLARES, DOS QUAIS 10 EM PAPEL JAPÓN COM UMA AQUARELA ORIGINAL. UMA SEQUÊNCIA EM CORES EM JAPÓN. UMA SEQUÊNCIA EM NEGRO SOBRE CHINA E UMA SEQUÊNCIA DE PRANCHAS. ESTE É O EXEMPLAR Nº 9. ILUSTRAÇÕES ALUSIVAS AO TEXTO. TEXTOS ENTRE CERCADURAS ORNAMENTADAS. REFERENCIA DA ( LIBRARY OF CONGRESSO ONLINE CATALOG.) ENCADERNAÇÃO ESPLÊNDIDA EM MARROQUIM GRENÁ COM DESENHOS ALEGÓRICOS NA CAPA, CORTES DOURADOS. EX-LIBRES ALBERT DUBOSC. LITERATURA FRANCESA. ROMANCE.Nota: Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos.O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do noroeste Europeu, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada ao Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se em um cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. As obras literárias mais antigas sobre Tristão e Isolda que chegaram até hoje são fragmentos de dois romances em verso escritos na segunda metade do século XII em francês antigo. O primeiro deles, composto no período entre 1160 e 1190 por um misterioso autor chamado Béroul, apresenta uma história de caráter popular e violento, relativamente pouco influenciado pela estética do amor cortês medieval. A outra obra é Tristan, escrita por Tomás da Inglaterra cerca 1170. Ao contrário da obra de Béroul, a versão de Tomás apresenta um Tristão perfeitamente integrado à estética "cortês" da época. É possível que as obras de Tomás e Béroul tenham se inspirado em um livro primordial celta, hoje perdido. A reconstrução desses poemas desta edição foi feita por Charles Marie Joseph Bédier, nasceu em 28 de janeiro de 1884 em Paris, foi um filólogo romanista francês, especialista em literatura medieval. Embora tenha nascido em Paris, passou sua infância na Ilha da Reunião após a morte de seu pai, quando tinha apenas quatro anos. Tornou-se professor de literatura francesa da Idade Média e publicou muitos textos medievais em francês moderno, como Tristão e Isolda (1900), A Canção de Rolando (1921), les Fabliaux (1893). Foi eleito membro da Academia Francesa em 1920.
  • A partir desse momento apresentaremos uma memorabilia dos heróicos combatentes brasileiros da segunda guerra mundial. A FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA (FEB) foi uma força militar terrestre composta por 25.834 homens e mulheres, que durante a Segunda Guerra Mundial foi responsável pela participação do BRASIL ao lado dos Aliados na Campanha da ITÁLIA, em suas duas últimas fases (o rompimento da LINHA GÓTICA e a Ofensiva Aliada final naquela frente). A FEB era constituída pela 1ª DIVISÃO DE INFANTARIA EXPEDICIONÁRIA (1ª DIE). Seu lema de campanha, A cobra está fumando, era uma alusão irônica ao que se afirmava à época, que seria mais fácil uma cobra fumar cachimbo do que o Brasil participar da guerra na Europa.Iniciaremos com o lote que segue: CAPACETE DE SOLDADO DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA ESTACIONADA NA ITÁLIA. (FEB). DEC. 1940. 28 X 17 CM. NOTA: Em 1939, com o início da Segunda Guerra Mundial, o BRASIL manteve-se neutro, numa continuação da política do presidente GETÚLIO VARGAS de não se definir por nenhuma das grandes potências em conflito. Tal pragmatismo foi interrompido no início de 1942, quando os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA e o governo brasileiro acertaram a cessão de bases aéreas na ilha de Fernando de Noronha e ao longo da costa norte-nordeste brasileira para o recebimento de bases militares americanas.2A partir de janeiro de 1942, começou uma série de torpedeamentos de navios mercantes brasileiros por submarinos dos países do Eixo na costa litorânea brasileira, numa ofensiva idealizada pelo próprio ADOLF HITLER, que visava a isolar o REINO UNIDO, impedindo-o de receber os suprimentos (equipamentos, armas e matéria-prima) exportados do continente americano.3 A ofensiva submarina do Eixo em águas brasileiras buscava também intimidar o governo do BRASIL a se manter na neutralidade.4A opinião pública, comovida pelas mortes de compatriotas, passou a exigir que o BRASIL reconhecesse o estado de beligerância com os países do Eixo. O que só foi oficializado no final de agosto de 1942, quando foi declarada guerra à ALEMANHA nazista e à ITÁLIA fascista.5 Após a declaração de guerra, a opinião pública passou a se mobilizar para o envio à EUROPA de uma força expedicionária como contribuição à derrota do nazifascismo.  Porém, por diversas razões de ordem política e operacional (internas e com o governo americano), somente quase dois anos depois, em 2 de julho de 1944, teve início o transporte rumo à ITÁLIA do primeiro contingente da FEB, sob o comando do general ZENÓBIO DA COSTA. Antes da partida do navio General Mann, o presidente GETÚLIO VARGAS proferiu as seguintes palavras de despedida à tropa:Soldados do Brasil! O presidente da República aqui veio, acompanhado do ministro da Guerra, para trazer-vos os votos de feliz viagem. E, não podendo fazê-lo pessoalmente a cada um, o faz por meio deste microfone. É sempre uma glória lutar-se pela Pátria e por um ideal. O governo e o povo do Brasil vos acompanham em espírito na vossa jornada e vos aguardam cobertos de glórias.7        O general JOÃO BATISTA MASCARENHAS DE MORAES assumiria oficial e posteriormente o comando da FEB, quando a tropa estivesse completa. O primeiro escalão da FEB chegou ao porto de NÁPOLES, no dia 16 de julho de 1944, marcando o início da presença brasileira em terras italianas. As primeiras semanas foram ocupadas se aclimatando ao local, assim como recebendo o mínimo equipamento e treinamento necessário, sob a supervisão do comando americano, ao qual a FEB estava subordinada, já que a preparação no BRASIL demonstrou ser deficiente, devido à falta de material de instrução8, apesar dos quase dois anos de intervalo entre a declaração de guerra e o envio das primeiras tropas à frente de combate.O Teatro de Operações do Mediterrâneo, onde a FEB combateu, era comandado pelo marechal HAROLD ALEXANDER. Além de imenso dispositivo logístico, compunha-se de duas grandes unidades operacionais: o VIII EXÉRCITO inglês, comandado pelo general MONTGOMERY, e o V EXÉRCITO norte-americano, comandado pelo general MARK CLARK. Cada um desses Exércitos era formado por vários Corpos de Exército, e estes, por várias Divisões de Exército.9A FEB combateu incorporada ao V EXÉRCITO, a partir de 5 de agosto de 1944, em TARQUINIA, e ao IV CORPO DE EXÉRCITO, comandado, este, pelo general CRITTEMBERGER, a partir de 6 de setembro de 1944, com emprego da 1ª COMPANHIA DE ENGENHARIA (1ª tropa a entrar em ação na península europeia). No conjunto, combateram com a FEB, na ITÁLIA, 22 divisões, sendo: seis norte-americanas, seis britânicas, três canadenses, duas polonesas (da POLÔNIA livre), três indianas, uma sul-africana e uma neozelandesa.10A organização da FEB, na ITÁLIA, em 5 de setembro de 1944, era alicerçada pela 1ª DIE, comandada pelo general MASCARENHAS DE MORAES, que integrava as seguintes tropas: INFANTARIA DIVISIONÁRIA, comandada pelo general ZENÓBIO DA COSTA, e estruturada pelos 1º, 6º e 11º REGIMENTOS DE INFANTARIA; ARTILHARIA DIVISIONÁRIA, comandada pelo general CORDEIRO DE FARIAS; 9º BATALHÃO DE ENGENHARIA; 1º BATALHÃO DE SAÚDE; 1º ESQUADRÃO DE RECONHECIMENTO e pela 1ª COMPANHIA DE TRASMISSÕES.11A presença do corpo feminino no BATALHÃO DE SAÚDE da FEB foi um marco na valorização da mulher dentro da sociedade brasileira. O trabalho anônimo das nossas heroínas foi destacado por diversos chefes militares durante a Campanha na ITÁLIA.
  • DETECTOR DE MINAS TERRESTRES EM SEU ESTOJO ORIGINAL EM METAL. FABRICAÇÃO INSTITUT DR. FORSTER (USA) DEC. 1940. 71 X 38 CM
  • MEMORABILIA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL  FORÇA EXPEDICIONARIA BRASILEIRA. COLETE SALVA VIDAS B5 AERONÁUTICA . FABRICADO EM 1943. PARA SER INFLADO PELO PILOTO NO CASO DE QUEDA DA AERONAVE NO MAR. FABRICADO PELOS EUA. CEDIDO AO CORPO EXPEDICIONÁRIO BRASILEIRO. O CORPO EXPEDICIONARIO BRASILEIRO DURANTE A GUERRA ESTEVE SOB COMANDO DO EXÉRCITO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA. NOTA: Na campanha da Itália, a FAB atuou com duas unidades aéreas, a 1ª E.L.O., e o 1º Grupo de Aviação de Caça O Esquadrão de caça teve abatidos dezesseis aviões, com morte em ação de cinco de seus aviadores, além da morte de mais três por acidentes. Apesar de, entre novembro de 1944 e abril de 1945, ter voado apenas 5% do total das missões efetuadas por todos os esquadrões sob o XXII comando aéreo tático aliado, neste período foi responsável (entre outras tarefas) pela destruição de 85% dos depósitos de munição, 36% dos depósitos de combustível, e 15% dos veículos motorizados (caminhões, tanques e locomotivas) inimigos destruídos por este comando aéreo aliado, tendo por este desempenho, recebido honrosa citação do congresso dos Estados Unidos Já ao final da campanha, devido às baixas sofridas, estava reduzido ao tamanho padrão de um esquadrão convencional.  Embora tenha dado cobertura aérea à divisão brasileira em várias ocasiões, ao contrário da Esquadrilha de Reconhecimento aéreo (E.L.O.), o esquadrão de caças brasileiro não estava subordinado ao comando da FEB e sim (sendo um dos quatro esquadrões do 350º Grupo de caças da 62ª Ala da 12ª Força aérea do exército americano), subordinado ao XXII Comando Aéreo Tático Aliado.
  • MEMORABILIA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA. RESPIRADORES AR  DO EXERCITO E  DE DEFESA CIVIL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL (MÁSCARAS DE GÁS)  ACOMPANHADA DE SUA BOLSA PARA TRANPORTE e filtro. FORAM UTLIZADADAS NA GUERRA TANTO PELOS SOLDADOS DA FORÇA EXPEDICIONARIA BRASILEIRA QUANTO PELOS CIVIS. VIDE NOS CREDITOS EXTRAS IMAGEM DE UM CARTAZ EXPLICANDO O FUNCIONAMENTO DESTE EQUIPAMENTO. FABRICÇÃO NORTE AMERICANANOTA: A partir de 1938, o Departamento de Precauções de Ataque Aéreo foi encarregado de fornecer a cada pessoa no Reino Unido um respirador (máscara de gás); isso incluiria bebês, crianças, adultos e aqueles em hospitais e pessoas com condições que exigissem um respirador especial. Isso significaria a produção de 38 milhões de respiradores. O medo de ataques alemães usando gás venenoso era alto e esperava-se que as baixas fossem extremamente grandes. Além da questão das máscaras de gás, o ARP   e  os serviços de defesa civil foram treinados para lidar com as baixas de ataques envolvendo vários tipos de gás venenoso e produtos químicos. Na verdade, o primeiro manual emitido cobriu o tratamento de baixas por gás. Respirador de serviço geral (GSR) ARP e bolsa de transporte Haversack O Respirador de Serviço Geral (GSR) apresentava uma mangueira conectada ao filtro e fornecia mais cobertura facial. Ele foi projetado para permitir que o usuário suportasse altas concentrações de gás por longos períodos e para dar ao usuário a maior liberdade possível de movimento e conforto. Quando usado, a mochila era usada no alto do peito e era conectada à peça facial por meio de um tubo de borracha corrugado. As oculares são de acrílico e havia uma válvula de saída especial projetada para permitir a audibilidade da fala.
  • SEGUNDA GUERRA MUNDIAL FORÇA EXPEDICIONARIA BRASILEIRA  FOTOGRAFIA COM DEDICATÓRIA DO MARECHAL EUCLIDES ZENÓBIO A COSTA AO GENERAL DE BRIGADA RUBENS RESTELLL AO QUERIDO GENERAL E AMIGO  RUBENS UMA LEMBRANÇA DE NOSSA JORNADA NA ITÁLIA. MARECHAL EUZEBIO. SETEMBRO 1944  ABRIL 1960. NOTA: MARECHAL EUCLIDES ZENÓBIO DA COSTA era neto e filho de militares. Seu pai, o General de Divisão José Zenóbio da Costa, foi Diretor do Arsenal de Guerra de Mato Grosso. Ingressou no Colégio Militar do Rio de Janeiro no ano de 1903. Assentou praça em 30 de dezembro de 1911, no 2º Regimento de Cavalaria Divisionária. Aspirante a Oficial em 1915, participou da repressão à Revolta do Contestado, na divisa de Santa Catarina e Paraná. Prosseguiu seus estudos na Escola Militar do Realengo, onde concluiu os cursos de Infantaria e Cavalaria, em 1916.Galgou promoções ao longo da carreira como oficial, até ser promovido a General de Brigada, em 29 de agosto de 1941, sendo nomeado Comandante da 8ª Região Militar, em Belém (PA). Já em 1943, após a declaração de guerra do Brasil aos países do Eixo, voluntariou-se para a FEB, sendo designado para comandar a Infantaria Divisionária.O General Zenóbio da Costa partiu no primeiro escalão de embarque rumo a terras italianas, em 2 de julho de 1944, no navio-transporte General Mann, da Marinha dos Estados Unidos, com aproximadamente 5.075 militares. Como Comandante da Infantaria Divisionária, tinha sob sua subordinação as tropas do 1º, 6º e 11º Regimentos de Infantaria.A FEB ficou subordinada ao V Exército Americano, finalizando os preparativos para entrar em ação na localidade de Tarquínia. Desde os primeiros contatos com o inimigo, em 16 de setembro de 1944, até a rendição da 148ª Divisão Alemã, em Fornovo di Taro, no dia 28 de abril de 1945, o General Zenóbio da Costa manteve-se sempre próximo de sua tropa.Assumiu pessoalmente a chefia das operações na Tomada de Monte Castello, em 21 de fevereiro de 1945, mais célebre vitória da FEB. A partir dali, tomou Castelnuovo, Montese, Zocca, Montalto, Vignola, Marano e Collechio, alcançando Turim em 1º de maio, na véspera da rendição alemã em toda a frente italiana. No dia 9 de maio de 1945, foi promovido a General de Divisão. No mês seguinte, representou o Exército Brasileiro na Parada da Vitória, realizada em Londres.Idealizador da criação da Polícia do Exército, sendo seu Patrono, foi Ministro da Guerra durante o segundo governo do presidente Getúlio Vargas (1951-1954). Faleceu no dia 29 de setembro de 1963, no Rio de Janeiro.GENERAL DE BRIGADA RUBENS RESTELLL  Paulista da cidade de Jaú. Era 2o Tenente quando foi convocado para guerra. Aspirante-a-oficial de 1943, optou por uma OM que iria para FEB, o II Grupo de Obuses. Fez toda a campanha da FEB como Tenente observador avançado e atuou, principalmente, junto às companhias de fuzileiros do 6o Regimento de Infantaria, mas também atuou com o 1o e o 11o RI. Foi Instrutor do Curso de Artilharia da AMAN, Ajudante do Corpo de Cadetes, Instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e serviu na Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai. Na conclusão do curso na Escola de Estado-Maior, a convite do Gen Mamede, foi servir na 4o DC, em Campo Grande  MS. Em seguida serviu no Quartel-General do II Exército, atual Comando Militar do Sudeste, e após 1964 serviu na Secretaria Geral do Conselho de Segurança Nacional e no Gabinete do Ministro do Exército. Foi Comandante do 5o Grupo de Canhões Antiaéreos de Campinas e foi promovido a General-deBrigada em 1972. Neste posto, comandou a AD-6 no Rio Grande do Sul e encerrou a carreira militar como Diretor de Transportes do Exército. Por sua participação na Segunda Guerra Mundial recebeu as seguintes condecorações: Cruz de Combate  1a Classe; por ato de bravura individual; Medalha de Sangue do Brasil, por ter sido ferido em combate; Medalha de Campanha; Medalha de Guerra e a Silver Star (EUA).
  • SEGUNDA GUIRRA MUNDIAL FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA - MARECHAL JOÃO BATISTA MASCARENHAS DE MORAES (1883-1968)  - COMANDANTE DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL DURANTE A CAMPANHA DA ITÁLIA - FOTOGRAFIA DO MARECHAL MASCARENHAS DE MORAES COM DEIDICATÓRIA PARA DONA OLIMPIA DE ARAUJO CAMERINO, CAPITÃ DO EXÉRCITO, ENFERMEIRA DA FORÇA ESPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIA. DIZ A DEDICATÓRIA: A PREZADA DONA OLIMPIA VALOROSA COMPANHEIRA DA CAMPANHA DA ITÁLIA (1944-1945) MARECHAL MASCARENHAS DE SOUZA RIO, JULHO 1958. 30 X 24 CMNOTA: Em 1944, a Força Expedicionária Brasileira (FEB), chega com mais de 25.000 combatentes para lutar na Segunda Guerra Mundial junto dos Aliados (Reino Unido, França e Estados Unidos, entre dezenas de outros países). Em meio a minas, bombas e trincheiras, os soldados feridos precisavam de tratamentos imediatos para que suas vidas fossem salvas. Para isso, foram enviadas 73 enfermeiras que se voluntariaram a servir na guerra e que formaram o Quadro das Enfermeiras da FEB. A Capitão Enfermeira Olímpia de Araújo Camerino, uma das enfermeiras da FEB, comandou o grupo destas valorosas brasileiras.  O Marrechal joão Batista Mascarenhas de Moraes  era o comandante da 2ª Região Militar em São Paulo, quando em uma reunião na casa do Major Reinaldo Ramos Saldanha da Gama, foi sondado sobre a possibilidade de comandar a Força Expedicionária Brasileira. Nesse primeiro momento o General respondeu com certa cautela, considerou o fato de já ser um homem de 60 anos de idade, dizendo que era preciso ainda se inteirar sobre o assunto. Passados dois meses, no dia 10 de agosto de 1943, Mascarenhas recebe em sua casa, um radiograma cifrado urgente do Ministro da Guerra General Eurico Gaspar Dutra, fazendo-lhe o convite oficial para assumir o comando geral da divisão expedicionária e iniciar um treinamento nos Estados Unidos. Mascarenhas respondeu no mesmo dia que sim, aceitava a missão, embarcando para o Rio de Janeiro em 17 de agosto.  articipou da preparação e adequação dos combatentes brasileiros à doutrina americana, durante o período de treinamentos no Brasil e já em terras italianas. Um considerável desafio de adaptação em meio à guerra, visto que o Exército Brasileiro ainda tinha como base de emprego, àquela época, a doutrina francesa.A liderança militar de Mascarenhas de Moraes contribuiu para a gloriosa trajetória da FEB e ganhou o reconhecimento tanto de seus compatriotas como de autoridades estrangeiras, tendo sido merecedor de citações de mérito por parte do Presidente dos Estados Unidos.Em 10 de dezembro de 1951, seis anos após o final da Segunda Guerra Mundial, a Lei nº 1.488 o promoveu a Marechal. Um tributo em vida a esse exemplo de militar e brasileiro. Faleceu no dia 17 de setembro de 1968, no Rio de Janeiro.
  • LES CONVENTS DE LOUIS LURINE ET ALPHONSE BROT. ILUSTRAÇÃO DE TONY JOHANNOT, BARON, FRANÇAIS E CÉLESTIN NANTÉVIL. IMPRESSO EM PARIS PELA J. MALLET EM 1846. 514 PÁGINAS ( FOLHAS SOLTAS ) 28CM X 18CM. COM CAIXA. LIVRO COM NOTÁVEL ILUSTRAÇÕES, INCLUI ÍNDICE DE GRAVURAS. SEMI-ENCADERNADO EM MARROQUIM VERMELHO, COM ORNAMENTOS DOURADOS NA LOMBADA. LITERATURA FRANCESA. Nota: Poderíamos escrever, sobre comunidades religiosas, dois livros muito diferentes entre si; há toda uma história edificante, na piedade, na virtude, na obra de certos monges; há uma história terrível, na preguiça, na luxúria, nas devassidãos de certos conventos. Os escritores religiosos, que mergulharam na vida secreta dos mosteiros, apenas nos deram o espetáculo da sublimidade cristã; os espíritos fortes, que visitaram o mundo monástico, apenas nos deram o espetáculo dos erros e das fraquezas humanas no claustro; o primeiro escreveu apenas o início de um livro histórico; este último apenas nos contou o final de uma grande história. Os literatos da Igreja, detendo-se nos limites que traçaram para si próprios para melhor guardarem a grandeza da vida cenocítica, tiveram razão em gritar aos pró-fãs, aos incrédulos, aos filósofos: Os discípulos de São Paulo e de Santo António rezaram, trabalharam, sofreram na terra, com os olhos voltados para o céu? Sim.
  • BRASILIA  MAPA GRAVADO EM METAL E AQUARELADO POR MONTANUS (ARNOLDUS) 1652-1683. PUBLICADO EM AMNSTERDAM HOLANDA. POR JACOB MEURS EM 1671.  ESTE É UM MAPA DO BRASIL DE ARNOLDUS MONTANUS DE 1671. ORIENTADO PARA O OESTE, O MAPA DESCREVE A REGIÃO DO RIO DA PRATA ATÉ A GUIANA E O OCEANO ATLÂNTICO E DE DOIS LAGOS MÍTICOS (LAGO PARIMA E LAGO XARAYES) ATÉ O OCEANO ATLÂNTICO. COMO ERA COMUM EM MAPAS DA AMÉRICA DO SUL DESSA ÉPOCA, A COSTA É MAPEADA EM DETALHES, COM UMA MIRÍADE DE LOCAIS ROTULADOS AO LONGO DA COSTA BRASILEIRA E VÁRIOS PEQUENOS RIOS DESAGUANDO NO OCEANO. NO ENTANTO, AO CONTRÁRIO DE MUITOS OUTROS MAPAS CONTEMPORÂNEOS DESTA REGIÃO, E INÚMEROS OUTROS QUE VIERAM DEPOIS, MONTANUS NÃO TENTA CONECTAR O RIO PARAGUAI COM O AMAZONAS. EM VEZ DISSO, ELE DESCREVEU UMA CADEIA DE MONTANHAS APÓCRIFA NO NORTE DO BRASIL, SEPARANDO EFETIVAMENTE OS DOIS PRINCIPAIS RIOS. O MAPA APRESENTA LINDA DECORAÇÃO COM CARAVELAS E ROSA DOS VENTOS. NO CANTO ESQUERDO INFERIOR UM NOBRE E UM SOLDADO HOLANDES APOIAM-SE NA CARTELA. SOBRE A MESMA CARTELA UM QUERUBIM SEGURANDO UM CADUCEU REVELA UM GLOBO TERRESTRE. JUNTO AOS HOLANDESES UM INDIO E UM NEGRO AMARRADOS ESTÃO SENTADOS. DO LADO DIREITO EM OUTRA CARTELA ESTÃO TRÊS QUERUBINS, UM APONTANDO PARA O BRASIL E OUTRO SEGURA UMA FLÂMULA ESVOAÇANTE. AOS SEUS PÉS INSTRUMENTOS NÁUTICOS.  MONTANUS, ARNOLDUS (C. 1625 - 1683). ARNOLDUS MONTANUS (C. 1625 - 1683) FOI UM ESTUDIOSO, EDITOR, PROFESSOR E AUTOR HOLANDÊS ATIVO EM AMSTERDÃ DURANTE A SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVII. MONTANUS É UMA FORMA LATINIZADA DE VAN DEN BERG OU VAN BERGEN. ELE ESTUDOU TEOLOGIA NA UNIVERSIDADE DE LEIDEN E FOI ORDENADO MINISTRO EM 1653. EM 1667, ELE SE TORNOU DIRETOR DA ESCOLA LATINA DE SCHOONHOVEN, ONDE MORREU EM 1683. A MAIOR PARTE DO TRABALHO DE MONTANUS FOI PUBLICADA EM CONJUNTO COM O GRAVADOR JACOB VAN MEURS E FOCADA EM NARRATIVAS DE VIAGENS PARA A ÁSIA E AS AMÉRICAS. SEU LIVRO MAIS FAMOSO, DE NIEUWE EN ONBEKENDE WEERELD, CONTÉM O QUE É INDISCUTIVELMENTE A PRIMEIRA VISTA DA CIDADE DE NOVA YORK, A NOVA AMSTERDÃ. SEUS OUTROS TRABALHOS OFERECEM ALGUMAS DAS PRIMEIRAS DESCRIÇÕES CONHECIDAS DA CHINA E DO JAPÃO. GRANDE PARTE DO TRABALHO DE MONTANUS FOI TRADUZIDO E PUBLICADO EM INGLÊS POR JOHN OGILBY. SEC. XVII. 41 X 34 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DA MOLDURA) COM A MOLDURA TEM 56 X 49 CMNOTA: A Laguna de Xarayes A mítica Laguna de Xarayes, rotulada como Puerto de los Reyes (A Porta dos Reis) é ilustrada aqui como o término norte, ou fonte, do Rio Paraguai. Os Xarayes, uma corruptela de "Xaraies" que significa "Mestres do Rio", eram um povo indígena que ocupava o que hoje são partes do Mato Grosso e do Pantanal do Brasil. Quando exploradores espanhóis e portugueses navegaram pela primeira vez pelo Rio Paraguai, como sempre em busca de El Dorado, encontraram a vasta planície de inundação do Pantanal no auge de sua inundação anual. Compreensivelmente interpretando mal a planície de inundação como um gigantesco mar interior, eles a nomearam em homenagem aos habitantes locais, os Xaraies. A Laguna de los Xarayes quase imediatamente começou a aparecer nos primeiros mapas da região e, ao mesmo tempo, a assumir uma qualidade lendária. Missionários e cronistas posteriores, particularmente Díaz de Guzman, imaginaram uma ilha neste lago e curiosamente a identificaram como uma "Ilha do Paraíso". ...uma ilha do Rio Paraguai com mais de dez léguas 56 km de comprimento, duas ou três 11-16 km de largura. Uma terra muito amena, rica em mil tipos de frutas silvestres, entre elas uvas, peras e azeitonas: os índios criaram plantações por toda parte, e durante todo o ano semeiam e colhem sem diferença no inverno ou verão, ... os índios daquela ilha são de boa vontade e são amigos dos espanhóis; Orejón eles os chamam, e eles têm suas orelhas furadas com rodas de madeira ... que ocupam todo o buraco. Eles vivem em casas redondas, não como uma aldeia, mas cada um à parte, embora mantenham um ao outro em muita paz e amizade. Eles chamaram antigamente esta ilha de Terra do Paraíso por sua abundância e qualidades maravilhosas. Lago ParimaO mítico Lago Parima, retratado na Guiana, está associado à busca do aventureiro inglês Sir Walter Raleigh por El Dorado. Acreditando que El Dorado ficava na parte norte da Amazônia, Raleigh navegou pelo Rio Orinoco pouco antes do início da estação chuvosa. Ao chegar a uma remota aldeia tribal, Raleigh notou canoas chegando carregando ouro, prata e outros tesouros. Questionados sobre a origem do ouro, os nativos responderam: "Manoa", o termo para a tribo à qual os comerciantes do rio pertenciam. Manoa, alegavam os nativos, poderia ser alcançada após uma longa viagem fluvial para o sul até um Grande Lago, chamado Parima. Raleigh e seus associados imediatamente associaram Manoa e o Lago Parima ao reino dourado de El Dorado, embora nunca tenham visitado a cidade ou o lago. Mapas subsequentes, incluindo este, mapearam El Dorado e o Lago Parima neste local por várias centenas de anos.
  • LA PRINCESS DE CLÉVES DE MADAME DE LAFAYETTE. ILUSTRAÇÃO COLORIDA DE SERGE DE SOLOMBKO. IMPRESSO EM PARIS PELA A. FERROURD ( LIBRAIRIE DES AMATEURS) EM 1925. 220 PÁGINAS 25CM X 17CM. COM CAIXA. EDIÇÃO LIMITADA A 1200 EXEMPLARES, SENDO QUE OS NUMERADOS DE 26 A 100 EM PAPEL SUR JAPÓN IMPERIAL, CONTÉM 3 ESTADOS DE ILUSTRAÇÕES DOS QUAIS UM ESTADO EM NEGRO COM OBSERVAÇÕES. ESTE É O EXEMPLAR Nº 36. ENCADERNAÇÃO ESPLÊNDIDA EM MARROQUIM AZUL NOITE COM ORNAMENTOS DOURADOS E CONTRACAPA EM ADAMASCADO ESTAMPADO COM A ASSINATURA DE P. AFFOLTER. LITERATURA FRANCESA.Nota: La Princesse de Clèves é um romance francês que foi publicado anonimamente em março de 1678. É considerado por muitos como o início da tradição moderna do romance psicológico e como um grande trabalho clássico, também apontado por autores como Richard Maxwell como o primeiro romance histórico. Sua autoria é geralmente atribuída para a Madame de La Fayette. A trama ocorre entre outubro de 1558 e novembro de 1559 na corte real de Henrique II da França. O romance recria essa época com precisão notável. Quase todos os personagens - embora não a heroína - são figuras históricas. Eventos e intrigas se desdobram com grande fidelidade ao registro documental. Mademoiselle de Chartres é uma herdeira protegida, com dezesseis anos de idade, cuja mãe a levou para a corte de Henrique II em busca de um marido com boas perspectivas financeiras e sociais. Quando velhos ciúmes em razão de uma faísca de parentesco intrigam contra a jovem ingênua, ela perde suas melhores perspectivas de casamento. A jovem segue a recomendação da mãe e aceita os pedidos de um pretendente medíocre, o príncipe de Clèves. Após o casamento, ela conhece o arrojado duque de Nemours. Os dois se apaixonam, mas não fazem nada para perseguir suas afeições, limitando seu contato a uma visita ocasional no salão da agora Princesa de Clèves. O duque se envolve em um escândalo na corte que leva a princesa a acreditar que ele foi infiel em suas afeições. Uma carta de uma amante rejeitada para seu amante é descoberta no vestiário de uma das propriedades - uma carta escrita ao tio da princesa, o Vidame de Chartres , que também se envolveu em um relacionamento com a rainha. Ele implora ao Duque de Nemours para reivindicar a posse da carta, que acaba na posse da princesa. O duque precisa apresentar documentos do Vidame para convencer a princesa de que seu coração é verdadeiro. Eventualmente, o príncipe de Clèves percebe que sua esposa está apaixonada por outro homem, e ela confessa isso. Ele implacavelmente a questiona - na verdade, a engana - até que ela revele a identidade do homem. Depois que ele envia um servo para espionar o duque de Nemours, o príncipe de Clèves acredita que sua esposa tem sido fisicamente e emocionalmente infiel a ele. Ele adoece e morre (seja de sua doença ou de um coração partido). Em seu leito de morte, ele culpa o duque de Nemours por seu sofrimento e implora à princesa que não se case com ele. Agora livre para perseguir suas paixões, a princesa está dividida entre seu dever e seu amor. O duque persegue-a mais abertamente, mas ela o rejeita, preferindo entrar em um convento por parte de cada ano. Depois de vários anos, o amor do duque por ela finalmente desvanece e ela, ainda relativamente jovem, passa na obscuridade.

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