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  • CARTA DO CONDE DO LAVRADIO FRANCISCO DE ALMEIDA PORTUGAL (1796-1870) ENDEREÇADA AO ALMIRANTE SIR SYDNEY SMITH VETERANO DAS GUERRAS DA INDEPENDENCIA AMERICANA, BATALHAS CONTRA NAPOLEÃO BONAPARTE E ARTIFICE DA RETIRADA DA FAMILIA REAL PORTUGUESA PARA O BRASIL EM 1808.  RECOMENDA NA CARTA O TENENTE PARIS . O CONDE DE LAVRADIO FOI DIPLOMATA A SERVIÇO DE PORTUGAL. EXCERTOS DO TEXTO: PARIS 19 DE JULHO DE 1833 MEU CARO ALMIRANTE, CONFIANDO NA SUA ANTIGA BENEVOLENCIA E AMIZADE, TOMO A LIBARDADE DE RECOMENDAR-LHE O SR PARIS TENENTE QUE JÁ FEZ DUAS VEZES A VOLTA AO MUNDO. SERVIU NA FROTA E RECEBEU A CRUZ DE HONRA COMO RECOMPENSA POR SUA BRAVURA. SOU TESTEMUNHA SIR SYDNEY SMITH DE SEU MELHORAMENTO CIENTÍFICO EM SEUS ESTUDOS SOBRE AS NOVAS MÁQUINAS A VAPOR. ELE FOI PAA A INGLATERRA PARA SE APERFEIÇOAR NA LINGUA INGLESA, SE NECESSÁRIO EM MARINHARIA. OUSO DAR UM FREIO AO DESEJO DE DAR UMA CARTA A OUTRA PESSOA DE QUALQUER OUTRO PORTO DA INGLATERRA. M. PARIS EMBORA ESTRANGEIRO RENDE SERVIÇO A PORTUGAL FREQUENTEMENTE. PROTESTOS DE CONSIDERAÇÃO. FRANCISCO DALMEIDA. NOTA: Francisco de Almeida Portugal  (Lisboa, 12 de Julho de 1796  Roma, 1 de Fevereiro de 1870) foi Conde do Lavradio e membro da Academia Real das Ciências de Lisboa. Foi também Ministro de Estado, após a vitória do liberalismo em Portugal, ministro plenipotenciário, diplomata e conselheiro de embaixada em diversas cortes europeias, e detentor de várias honras, tal como Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Oitavo filho do 3.º Marquês do Lavradio, D. António Máximo de Almeida Portugal, e da sua esposa D. Ana Teles da Silva, é tido por um dos mais hábeis diplomatas portugueses. niciou a sua carreia política em 1818, ano em que foi nomeado conselheiro de embaixada na capital espanhola, e, em 1819, transferido para o mesmo cargo na cidade de Paris. Exerceu este último cargo até, em 1821, serem abolidos os conselheiros de embaixada, sendo encarregado de partir, então, para a capital da Áustria-Hungria. Todavia, o Príncipe de Metternich não quis conhecer um governo saído de uma revolução liberal, da qual não era apologista, e Almeida Portugal teve que ficar em Paris, em comissão, encarregado de negociar com o ministro da Áustria-Hungria, naquela corte, o reconhecimento do governo liberalista do pequeno estado ibérico. As pretensões portuguesas não se concretizaram, havendo Metternich jurara acabar com os governos liberais, e foi convidado a tornar-se encarregado de negócios nos Estados Unidos, em 1824.Seguia ardentemente o partido constitucional, o único de sua família, sendo feito segundo conde de Lavradio por D. Maria II de Portugal. Ministro de Estado, par do reino, veador da Fazenda da infanta D. Isabel Maria de Bragança, comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, grã-cruz da Ordem Militar de Cristo, da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, e das estrangeiras: Leopoldo da Bélgica, Ernesto Pio de Saxónia, Guelfos de Hanover e Danebrog da Dinamarca; condecorado com a Ordem da Casa de Hohenzolern de 1.ª classe, enviado em missão extraordinária à corte de Coburgo, ministro plenipotenciário em Londres, conselheiro de embaixada em outras cortes, sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa, etc. uando o gabinete reacionário saído da Vilafrancada o nomeou encarregado de negócios em Paris recusou aquele encargo e só em 1824 aceitou a nomeação de encarregado de negócios nos Estados Unidos. Outorgada a Carta Constitucional e organizado o governo sob os novos princípios, foi chamado ao ministério pela infanta-regente D. Isabel Maria em 1º de agosto de 1826, nomeado conselheiro de Estado em 28 de agosto. A 6 de dezembro, pediu a demissão, mas quatro dias depois tornou a ser chamado pela regente, formando governo com o general Saldanha, Trigoso, o barão de Sobral, Costa Quintela e Pedro de Melo Breyner.Como ministro dos negócios estrangeiros, protestou contra procedimento do governo espanhol que protegia os revolucionários absolutistas, e como a protecção continuasse, viu-se obrigado a pedir socorro à Inglaterra, que prontamente enviou uma divisão comandada pelo general Clinton. Mas a situação era insustentável: a rainha D. Carlota Joaquina e as cortes intrigavam, havia dissidências entre os ministros, e D. Francisco de Almeida viu-se obrigado a pedir definitivamente a sua demissão em 6 de Junho de 1827.O infante D. Miguel veio pouco depois tomar posse da regência, e um dos seus primeiros actos foi nomeá-lo ministro em Paris. D. Francisco de Almeida, como era deputado, não quis partir sem obter licença das cortes. No entretanto, D. Miguel dava o golpe de Estado, e ele, protestando contra esse acto, resolveu emigrar imediatamente, indo para França, onde o partido da regência o nomeou ministro, e naquela qualidade apresentou as suas credenciais a Carlos X no dia 25 de abril de 1830.A revolução de Julho promoveu a queda do monarca, e a 19 de setembro apresentou D. Francisco de Almeida credenciais ao rei Luís Filipe. Teve importantes encargos: o de velar por D. Maria II durante a sua residência em Paris, onde esteve completando a educação; o de auxiliar o Duque de Bragança D. Pedro IV de Portugal na organização da expedição libertadora, e favorecer no estrangeiro a causa da liberdade, então em extremos apuros, achando-se o exército de D. Pedro bloqueado no Porto.Terminada a campanha, o governo constitucional, querendo recompensar os seus serviços, o elevou à dignidade de Conde do Lavradio em 1º de dezembro de 1834; em 1835 elegeu-o par do reino, e a 4 de abril o nomeou encarregado de negócios em Madrid. Logo no dia 23 de março partiu para Londres a tratar de negociações que reclamavam a sua elevada competência e muita prática dos assuntos diplomáticos. A 11 de dezembro de 1835, teve o encargo de tratar do casamento de D. Maria II, viúva de D. Augusto do Leuchtenberg. O segundo marido seria D. Fernando de Sace-Coburgo-Gota, e o contrato nupcial assinou-se em 1º de dezembro de 1835, representando a rainha o Conde do Lavradio. Em seguida à cerimónia do casamento, realizada por procuração em Coburgo, e de ter acompanhado el-rei D. Fernando a Lisboa, Lavradio voltou a ocupar o seu posto de ministro de Portugal em Madrid.A sua fama de homem de ideias liberais resolveu a rainha D. Maria II a chama-lo ao poder, quando se viu obrigada a transigir com a opinião, levada a isso principalmente pela agitação do Minho. Tomou então parte no ministério que se organizou em 26 de maio de 1846, encarregando-se da pasta dos negócios estrangeiros. O ministério durou apenas até ao golpe de Estado de 6 de Outubro do mesmo ano, e Lavradio foi para a câmara dos pares, fazendo enérgica oposição ao governo.Sua vocação era verdadeiramente servir o seu país no estrangeiro, e apenas subiu ao poder o ministério regenerador em 1851, foi nomeado ministro plenipotenciário em Londres, e para ali partiu em 21 de junho. Conservou-se 18 anos neste elevado posto, dando provas do seu muito valor e da grande influencia que tinha nas cortes estrangeiras. Era um dos diplomatas estrangeiros que lorde Palmerston mais atendia. A 7 de março de 1869 foi transferido para Roma, mas a morte o surpreendeu, aos 73 anos, com mais de 50 de vida diplomática.Em Agosto de 1826 foi nomeado conselheiro de Estado. Mas, pressionado pelas convulsões sociais, que dividiam a sociedade em liberalistas e absolutistas, resultantes do ano de 1821, demitiu-se das suas funções a 6 de Junho de 1827.Quando Miguel de Portugal subiu ao trono com o apoio dos cortesãos absolutistas, Almeida Portugal foi prontamente nomeado ministro em Paris. Mas, já que era liberalista, Almeida Portugal aproveitou o facto de ser deputado para não querer partir sem obter licença das cortes. É, mesmo assim, nomeado.Entretanto Miguel toma definitivamente "as rédeas de Portugal" com um atribulado golpe de Estado. Contra este acto, Almeida Portugal emigrou imediatamente para a França, onde o partido da regência o tornou ministro, e em tal qualidade apresentou as suas credenciais ao rei Carlos X de França, a 25 de Abril de 1830.O estado absolutista desmoronou rapidamente e Almeida Portugal passou a ter, a partir desse ano, relevantes cargos, entre eles, o de velar pela rainha Maria II, durante a sua residência em Paris, e o de auxiliar o Duque de Bragança, Pedro.Foi determinante em várias campanhas promotoras das aspirações liberalistas, por toda a Europa, e, por tal, o governo decidiu retribuir-lhe, elevando-o a Conde do Lavradio a 1 de Dezembro de 1834 e, em 1835, foi eleito par do reino. Foi também neste ano convidado a tomar frente nos negócios em Madrid, cidade onde já havia trabalhado. Este cargo é interrompido com a chamada à corte portuguesa para tratar do segundo casamento de Maria II, viúva. O conde foi determinante no contrato de núpcias, representando neste, a própria rainha. Mas logo retorna às suas importantes funções em Madrid.Em 1851 é, enfim, nomeado, pelo Estado, ministro plenipotenciário em Londres, e para lá partiu no mesmo ano, mantendo-se no elevado posto diplomático cerca de 18 anos.Em Londres a sua póstuma fama de diplomata português, tornou-o numa das mais conhecidas personalidades da cidade inglesa, frequentando vulgarmente os bailes da nobreza e da realeza britânica.Foi depois transferido para a cidade italiana de Roma. Mas logo faleceu em 1870, na mesma cidade, deixando para trás 50 anos de carreira diplomática.Casou em 10 de Julho de 1840 com D. Joaquina José de Melo Silva César e Menezes, dama da Ordem de Santa Isabel, filha do 9º Conde de S. Lourenço, António José de Mello Silva e Menezes, e de Teresa Maria do Resgate Correia de Sá. A esposa morreu em 22 de dezembro de 1858 em Londres. Casou de novo em Madrid a 10 de Fevereiro de 1866 com D. Maria Rita Tenório y Moscoso, filha de D. Pedro Carlos Tenório y Moscoso e de sua mulher, D. Maria da Luz Miranda e Silva.
  • ALMIRANTE  SIR SIDNEY SMITH , (21 DE JUNHO DE 1764  26 DE MAIO DE 1840)   VETERANO DAS GUERRAS DE INDEPENDENCIA AMERICANA E DAS BATALHAS CONTRA NAPOLEÇÃO BONAPARTE. CARTA DIRIGIDA AO PRINCIPE DE TALLEYHAND -  CHARLES-MAURICE DE TALLEYRAND-PÉRIGORD ONLH OSE (PARIS, 2 DE FEVEREIRO DE 1754  PARIS, 17 DE MAIO DE 1838) POLÍTICO E DIPLOMATA FRANCÊS. ELE OCUPOU EM QUATRO OCASIÕES DIFERENTES O CARGO DE MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E TAMBÉM FOI O PRIMEIRO PRIMEIRO-MINISTRO DA FRANÇA ENTRE JULHO E SETEMBRO DE 1815 SOB LUÍS XVIII DEPOIS DA RESTAURAÇÃO FRANCESA. EXCERTOS DO TEXTO: PARIS 12 DE SETEMBRO DE 1833. MEU PRÍNCIPE, PARA O FIM DA JUSTIÇA, ALGUNS FRANCESES ESTÃO HÁ MUITO TEMPO PRIVADOS DE ACESSO A DOCUMENTOS IMPORTANTES PARA ESTABELECER SEUS DIREITOS A VENCIMENTOS DO DEFUNTO BONNET. UMA PESSOA RESPEITÁVEL ENCARREGADA DOS PODERES DAS PARTES INTERESSADAS ME ENCARREGA DE VOS DIRIGIR EM SEU NOME PARA VOSPEDIR IMEDIATAMENTE MEU PRINCIPE, QUE DÊ ACESSO A ESSES DOCUMENTOS, COM PREMISSÃO PARA TIRAR CÓPIAS AUTENTICADAS (ESTANDO NO ARQUIVO DE SUA EMBAIXADA) AO PORTADOR DO PRESENTE, SR. BENJAMIM, AUTORIZADO PELAS PARTES INTERESSADAS A TOMAR CONHECIMENTO. ASSIM COMO HOMEM SENTI DORES E DA MESMA MANEIRA AFLIGIDO PELO SOFRIMENTO DAS PARTES INTERESSSADAS PEÇO A VOSSA JUSTIÇA EM SEU FAVOR. ESPERO QAUE ME PERDOARÁ  ESTA INTROMISSÃO A CAUXA DO MOTIVO. A HONRA DE SER DE VOSA EXCELENCIA COM A MAIS ALTA CONSIDERAÇÃO SEU SERVIDOR HUMILDE. ASSINA ALMIRANTE SIDNEY SMITH. ALMIRANTE GERAL A SERVIÇO DE SUA MAGESTADA BRITANICA. O ALMIRANTE SIR SIDNEY SMITH PEDE AO MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS QUE DISPONIBILIZE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AOS COMBATENTES   SOBRE ELE NAPOLEÃO BONAPARTE ESCREVEU EM SUAS MEMÓRIAS: : "AQUELE HOMEM ME TIROU O MEU DESTINO". FOI TAMBÉM ALMIRANTE  SIR SIDNEY SMITH QUEM REALIZOU A TRANSFERÊNCIA  DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA DE LISBOA PARA O BRASIL EM 1808.  EM OUTUBRO DE 1807, A ESPANHA E A FRANÇA ASSINARAM UM TRATADO PARA DIVIDIR PORTUGAL ENTRE ELES. EM NOVEMBRO DE 1807, SMITH FOI NOMEADO PARA COMANDAR UMA EXPEDIÇÃO A LISBOA, SEJA PARA AJUDAR OS PORTUGUESES A RESISTIR O ATAQUE, SEJA PARA DESTRUIR A FROTA BRASILEIRA E BLOQUEAR O PORTO DE LISBOA, SE NECESSÁRIO. SMITH ORGANIZOU UM DESLOCAMENTO DA FROTA AO RIO DE JANEIRO, À ÉPOCA COLÔNIA PORTUGUESA. ELE PLANEJAVA UM ATAQUE ÀS COLÔNIAS ESPANHOLAS DA AMÉRICA DO SUL EM CONJUNTO COM OS PORTUGUESES, CONTRARIANDO SUAS ORDENS, MAS FOI CHAMADO DE VOLTA À GRÃ-BRETANHA EM 1809, ANTES DE CONSEGUIR REALIZAR QUALQUER UM DE SEUS PLANOS. FOI ACLAMADO POPULARMENTE POR SUAS AÇÕES E RECEBIDO COMO HERÓI, MAS NÃO RECEBEU HONRAS OFICIAIS. FOI PROMOVIDO A VICE-ALMIRANTE NO DIA 31 DE JULHO DE 1810. NAQUELA ÉPOCA, NA MARINHA REAL BRITÂNICA, AS PROMOÇÕES ERAM AUTOMÁTICAS E BASEADOS EM ANTIGUIDADE, NÃO UMA RECOMPENSA PELO SERVIÇO. APÓS FAZER A ESCOLTA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA AO BRASIL, O ALMIRANTE SMITH FOI AGRACIADO PELO PRÍNCIPE REGENTE D. JOÃO VI A GRÃ-CRUZ DA RECÉM RESTAURADA ORDEM MILITAR DA TORRE E DA ESPADA.
  • ALMIRANTE  SIR SIDNEY SMITH , (21 DE JUNHO DE 1764  26 DE MAIO DE 1840)    SOBRE ELE NAPOLEÃO BONAPARTE ESCREVEU EM SUAS MEMÓRIAS: : "AQUELE HOMEM ME TIROU O MEU DESTINO". FOI TAMBÉM ALMIRANTE  SIR SIDNEY SMITH QUEM REALIZOU A TRANSFERÊNCIA  DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA DE LISBOA PARA O BRASIL EM 1808.  EM OUTUBRO DE 1807, A ESPANHA E A FRANÇA ASSINARAM UM TRATADO PARA DIVIDIR PORTUGAL ENTRE ELES. EM NOVEMBRO DE 1807, SMITH FOI NOMEADO PARA COMANDAR UMA EXPEDIÇÃO A LISBOA, SEJA PARA AJUDAR OS PORTUGUESES A RESISTIR O ATAQUE, SEJA PARA DESTRUIR A FROTA BRASILEIRA E BLOQUEAR O PORTO DE LISBOA, SE NECESSÁRIO. SMITH ORGANIZOU UM DESLOCAMENTO DA FROTA AO RIO DE JANEIRO, À ÉPOCA COLÔNIA PORTUGUESA. ELE PLANEJAVA UM ATAQUE ÀS COLÔNIAS ESPANHOLAS DA AMÉRICA DO SUL EM CONJUNTO COM OS PORTUGUESES, CONTRARIANDO SUAS ORDENS, MAS FOI CHAMADO DE VOLTA À GRÃ-BRETANHA EM 1809, ANTES DE CONSEGUIR REALIZAR QUALQUER UM DE SEUS PLANOS. FOI ACLAMADO POPULARMENTE POR SUAS AÇÕES E RECEBIDO COMO HERÓI, MAS NÃO RECEBEU HONRAS OFICIAIS. FOI PROMOVIDO A VICE-ALMIRANTE NO DIA 31 DE JULHO DE 1810. NAQUELA ÉPOCA, NA MARINHA REAL BRITÂNICA, AS PROMOÇÕES ERAM AUTOMÁTICAS E BASEADOS EM ANTIGUIDADE, NÃO UMA RECOMPENSA PELO SERVIÇO. APÓS FAZER A ESCOLTA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA AO BRASIL, O ALMIRANTE SMITH FOI AGRACIADO PELO PRÍNCIPE REGENTE D. JOÃO VI A GRÃ-CRUZ DA RECÉM RESTAURADA ORDEM MILITAR DA TORRE E DA ESPADA. MANUSCRITO ASSINADO PELO ALMIRANTE SIR SIDNEY SMITH COM UM PLANO PARA SALVAMENTO DE NÁUFRAGOS, UMA QUESTÃO MUITO RELEVANTE E MOBILIZADORA DA SOCIEDADE NO SEC. XIX. SIR SIDNEY ERA MEMBRO HUMANA DE LONDRES E DE BOULOGNE-SUR-MER NA FRANÇA PARA O ATENDIMENTO AOS NÁUFRAGOS. EM 5  ARTIGOS O ALMIRANTE EXPLICA COM DETALHES SEU PLANO PARA APERFEIÇOAMENTO DOS SALVAMNETOS. EXCERTOS DO TEXTO: O ALMIRANTE SIR SIDNEY SMITH TEM SE OCUPADO POR MUITOS ANOS COM OS MIEOS DE RESGATE MAIS RÁPIDOS EM SUA APLICAÇÃO EM CASOS DE NAUFRÁGIO, INUNDAÇÕES SÚBITAS E ROMPIMENTO DE DIQUES, PELO EFIETO DE TEMPESTADES EXTRAORDINÁRIAS, NAS MARÉS MAIS ALTAS QUE O NORMAL, OCASIONADAS PELA COMBINAÇÃO DE FENOMENOS CELESTES COM A VIOLÊNCIA DOS VENTOS CONTÍNUOS NA MESMA DIREÇÃO....NOTA: O almirante Sir William Sidney Smith,  (21 de Junho de 1764  26 de Maio de 1840) foi um oficial da marinha britanica. Foi promovido ao posto de almirante após servir nas guerras revolucionárias Estadunidense e Francesa. Napoleão Bonaparte, ao refletir sobre sua própria vida, disse a respeito do Almirante Smith: "Aquele homem me tirou o meu destino". Sidney Smith, como sempre se apresentou, nasceu em uma família militar e naval, com vínculos à família Pitt. Nasceu em Westminster, o segundo filho do Capitão John Smith, da guarda real, e sua esposa Mary Wilkinson, filha do próspero comerciante Pinckney Wilkinson. Sidney Smith estudou na escola Tonbridge até 1772. Ingressou na Marinha Real Britânica em 1777 e lutou na Guerra Revolucionária dos Estados Unidos, onde engajou, em 1778, a fragata Estadunidense Raleigh. Por sua bravura sob o comando do Barão de Rodney em uma batalha perto do Cabo São Vicente, em janeiro de 1780, Sidney Smith foi, no dia 25 de setembro, nomeado tenente do navio de 74 canhões de terceiro grau HMS Alcide apesar de não ter a idade requerida, de dezenove anos. Distinguiu-se sob o comando do Almirante Thomas Graves na Batalha de Chesapeake, em 1781, e do Almirante George Rodney na Batalha de Saintes e, consequentemente, foi promovido ao receber seu primeiro comando, do saveiro Fury. Logo foi promovido a capitão de uma fragata maior, mas após a paz de Versalhes de 1783, ele foi relocado em terra, recebendo metade de seu salário anterior. Durante a paz, Smith decidiu viajar para a França e se envolveu com a inteligência da marinha, observando a construção do novo porto naval em Cherbourg. Ele também viajou para a Espanha e Marrocos , que também eram potenciais inimigos. Em 1790, Smith pediu permissão para servir na Marinha Real Sueca, na guerra entre a Suécia e a Rússia. O Rei Gustav III o nomeou para o comando do esquadrão leve e para ser o seu principal orientador naval. Smith conduziu suas forças ao expulsar da Baía de Viborg a frota russa, evento conhecido como a Batalha de Svensksund (finlandês: Ruotsinsalmi, russo: Rochensalm). Os Russos perderam sessenta e quatro navios e mais de mil homens. Os Suecos perderam quatro navios e tiveram poucas baixas. Por isso, Smith foi condecorado pelo rei, agraciado como Comandante da Grã-Cruz da Svärdsorden (Ordem da Espada) Sueca. Smith usou este título, com a permissão do Rei George III, mas era ridicularizado por seus colegas, oficiais Britânicos, como "o cavaleiro sueco". Havia um grande número de oficiais Britânicos recebendo metade do salário como Smith, que se alistaram e lutaram junto à frota russa, e seis foram mortos na ação. Como resultado, Smith ganhou a inimizade de muitos oficiais da marinha inglesa pelo seu serviço aos Suecos.Em 1792, o irmão mais novo de Smith, John Spencer Smith, foi nomeado à embaixada Britânica à corte Otomana, em Constantinopla. Sidney Smith obteve permissão para viajar para a Turquia. Enquanto estava lá, estourou a guerra contra a França Revolucionária, em janeiro de 1793. Smith recrutou alguns marinheiros Britânicos e partiu para se juntar a frota Britânica sob o comando do Almirante Lord Hood, que havia ocupado o principal porto mediterrâneo da Marinha francesa, Toulon, a convite das forças Francesas Monarquistas. Quando Smith chegou, em dezembro de 1793, as forças Revolucionárias, incluindo um coronel de artilharia, Napoleão Bonaparte, tinham cercado o porto e estavam atacando-o. Os Britânicos e seus aliados tinham soldados insuficientes para montar uma defesa eficaz, e o porto foi consequentemente evacuado. Smith, servindo como voluntário, sem comando, foi dado a tarefa de queimar o máximo possível de navios e lojas francesas, antes que o porto pudesse ser capturado. Apesar de seus esforços, a falta de apoio das forças espanholas enviadas para ajudá-lo deixou mais da metade dos navios franceses a serem capturados sem danos. Apesar de Smith ter destruído mais navios franceses que qualquer ação de uma frota até então, Nelson e Collingwood, entre outros, culparam-no pela falha de não destruir toda a frota francesa. Em seu retorno a Londres, Smith foi dado o comando do HMS Diamond em 1795 e juntou-se a Esquadra de Fragatas do Oeste sob o comando de Sir John Borlase Warren. Este esquadrão foi formado por alguns dos mais hábeis e audaciosos capitães, incluindo Sir Edward Pellew. Smith ajustou-se ao padrão e, em uma ocasião, levou seu navio quase até o porto de Brest para observar a frota francesa. Em julho de 1795, o Capitão Smith, comandante da Esquadra de Fragatas do Oeste HMS Diamond, ocuparam as Ilhas de Saint-Marcouf na costa da Normandia. Ele sacrificou dois de seus navios armados, o HMS Badger e o HMS Sandfly, para o fornecimento de materiais e mão-de-obra para fortificar as ilhas, e para o estabelecimento de uma base temporária naval. Mais defesas foram construídas pela Royal Engineers, e destacamentos dos Royal Marines e da Artilharia Real foram estabelecidas. As ilhas serviram como uma base para o bloqueio de Le Havre, um ponto de lançamento de interceptações de navegações de cabotagem, e como ponto de trânsito para os emigrantes Franceses, e foram de posse da Marinha Inglesa por quase sete anos. Smith especializou-se em operações em terra, e, no dia 19 de abril de 1796, ele e seu secretário de estado John Wesley Wright foram capturados ao tentar interceptar um navio francês de Le Havre. Smith tinha levado os botes do navio ao porto, mas o vento diminuiu enquanto eles tentavam escapar, e os franceses foram capazes de recapturar a embarcação com Smith e Wright a bordo. Em vez de serem trocados, como era o costume, Smith e Wright foram levados para a prisão de Temple, em Paris, onde Smith foi acusado de incêndio criminoso pela sua queima da frota em Toulon. Como Smith recebia metade de seu salário na época, os franceses consideraram que ele não era um combatente oficial. Enquanto preso em Temple, ele encomendou um desenho de si mesmo e de seu secretário de estado John Wesley Wright, do artista francês Philippe Auguste Hennequin, que hoje pode ser encontrado no Museu Britânico. Ele ficou preso em Paris por dois anos, apesar de uma série de esforços para trocá-lo por detentos inimigos, e de contatos freqüentes com monarquistas Franceses e agentes Britânicos. Notadamente, o Capitão Jacques Bergeret, capturado em abril de 1796 com a fragata Virginie, oi enviado da Inglaterra para Paris para negociar sua própria troca; quando o Diretório Francês recusou, ele retornou a Londres. As autoridades francesas ameaçaram várias vezes julgar Smith por incêndio criminoso, mas nunca cumpriu as ameaças. Eventualmente, em 1798, os monarquistas, que fingiram estar levando-o para outra prisão, ajudaram Smith e Wright a escapar. Os monarquistas trouxeram os dois Ingleses para Le Havre, onde embarcaram em um barco de pesca aberto e foram resgatados no dia 5 de Maio pelo HMS Argo em patrulha no Canal inglês, chegando em Londres no dia 8 de Maio de 1798. Bergeret, em seguida, foi liberado, uma vez que o governo Britânico considerou a troca de prisioneiro como concluída.  Logo após a esmagadora vitória de Nelson na Batalha do Nilo, Smith foi enviado ao Mediterrâneo como capitão do HMS Tigre, um navio de linha de 80 armas que tinha sido trazido para a Marinha Real Britânica. Não foi uma nomeação puramente naval, embora ele tivesse sido ordenado a colocar-se sob o comando do Lord St. Vicent, o comandante-em-chefe do Mediterrâneo. St Vincent deu-lhe ordens comoComodoro, com permissão para tomar navios Britânicos sob o seu comando, conforme exigido no Levante. Ele também realizou uma missão militar e diplomática para Istambul, onde seu irmão era agora um Ministro Plenipotenciário da Sublime Porta. A tarefa da missão era fortalecer a oposição Turca a Napoleão e para ajudar os Turcos a destruir o exército francês, preso no Egito. Esta dupla nomeação causou Nelson, que era o oficial sênior em São Vicente, no Mediterrâneo, a ressentir a aparente autoridade de Smith no Levante. A antipatia de Nelson afetou negativamente a reputação de Smith nos círculos navais. Napoleão, tendo derrotado as forças Otomanas forças no Egito, marchou para o norte ao longo da costa do Mediterrâneo com 13 000 tropas através do Sinai, entrando, em seguida, na província Otomana da Síria. Ele assumiu o controle da maior parte do sul da província, hoje Israel e da Palestina, e de uma cidade no atual Líbano, Tiro. No caminho para o norte ele capturou a faixa de Gaza e Jaffa com muita brutalidade direcionada a população civil, o que não era incomum no contexto da época, e massacrou os soldados capturados turcos que ele foi incapaz de levar com ele ou enviar de volta para o Egito. O exército de napoleão, em seguida, marchou para Acre (hoje em Israel). Smith viajou a Acre e ajudou o comandante turco Jezzar Pasha a reforçar as defesas e antigas muralhas, e lhe forneceu canhões adicionais tripulados por marinheiros e Fuzileiros navais de seus navios. Ele também usou o seu comando do mar para capturar a artilharia Francesa que estava sendo enviada por navio ao Egito e para impedir o exército francês de usar a estrada costeira de Jaffa, bombardeando as tropas do mar. Uma vez que o bombardeio iniciou-se, em Março de 1799, Smith ancorou o HSM Tigre e Theseus para que pudessem ajudar na defesa. Ataques Franceses foram repetidamente repelidos, e diversas tentativas de bombardeio das muralhas foram impedidas. Já no começo de Maio, uma artilharia Francesa substituta invadiu por terra e forçou uma ruptura nas defesas. Porém, o ataque foi contido até que novos reforços de Rodes tivessem tempo de chegar. No dia 9 de Maio, após mais um intenso bombardeio, houve o ataque final Francês. Este também foi bem-defendido e Napoleão começou a planejar a retirada de seu exercito do Egito. Porém, ele foi obrigado a abandonar seu exército no Egito e velejar de volta a França para não ser detectado pelos Britânicos que patrulhavam o Mediterrâneo. Smith tentou negociar a rendição e repatriação das forças Francesas remanescentes sob o comando do General Kléber, e assinou a convenção de El-Arish. Porém, por causa da interpretação de Nelson de que as forças Francesas no Egito deveriam ser massacradas ao invés de serem permitidas a retornar à França, e o tratado foi ab-rogado pelo Lord Keith, quem sucedeu St Vincent como comandante-em-chefe. Os Britânicos decidiram atacar usando um exército terrestre sob o comando de Sir Ralph Abercromby na baía de Abukir. Smith e o Tigre foram envolvidos no treinamento e transporte das forças de desembarque, e como ponto de contato com os Turcos, mas sua impopularidade resultou na perda de suas credenciais diplomáticas e de seu cargo de Comodoro no Mediterrâneo oriental. A invasão foi bem sucedida e os Franceses derrotados, apesar de Abercromby ter sido ferido e ter morrido logo após a batalha. Subsequentemente, Smith apoiou o exército sob o sucessor de Abercromby, John Hely-Hutchinson, que cercou e atacou a Cairo, e finalmente, tomou o último reduto Francês de Alexandria. As tropas francesas foram eventualmente repatriadas em termos semelhantes aos anteriormente obtidos por Smith na Convenção de El-Arish. Em seu retorno à Inglaterra em 1801, Smith recebeu honras e uma pensão de mil libras por seus serviços, mas mais uma seu sucesso foi ofuscado por Nelson, quem era aclamado como vencedor da Batalha de Copenhaga. Durante a breve Paz de Amiens, Smith foi eleito Membro do Parlamento, representando Rochester, em Kent, nas eleições de 1802. Há provas de que eles mantinha um caso com a Princesa Caroline de Brunswick, a 'esquecida' esposa do Príncipe de Gales. Apesar de ter engravidado nesse período, ela notoriamente mantinha casos amorosos com números outros homens, incluindo George Canning e Thomas Lawrence, e a paternidade do filho é incerta. Com a retomada da Guerra com a França em 1803, Smith foi utilizado na costa sul do Mar do Norte, entre Ostend e Flushing, como parte das forças preparadas para prevenir a ameaça de invasão de Napoleão. Smith interessou-se por novos e diferentes métodos de guerra. Em 1804 e 1805, trabalhou com o inventor Estadunidense Robert Fulton, em seus planos para desenvolver torpedos e minas para destruir frota de invasão Francesa, reunidos nas costas francesa e belga. Porém, uma tentativa de usar as novas armas em conjunto com os foguetes de Congreve durante um ataque em Boulogne foi frustrado pelo mau-tempo e por navios de guerra Franceses que chegavam para defender os ataques. Apesar desde revés, sugestões foram feitas para que os foguetes, minas e torpedos pudessem ser usados contra as forças combinadas Francesas e Espanholas em Cádiz. Isso acabou não sendo necessário uma vez que a frota combinada foi derrotada na Batalha de Trafalgar em Outubro de 1805. Em novembro de 1805, Smith foi promovido a contra-Almirante, e foi novamente enviado ao Mediterrâneo, sob o comando de Collingwood, que havia se tornado o comandante-em-chefe, logo após a morte de Nelson. Collingwood o enviou para ajudar o Rei d. Fernando I das Duas Sicílias para recuperar o seu capital em Nápoles do irmão de Napoleão, o Rei d. José, a quem tinha sido dado o Reino de Nápoles. Smith planejou uma campanha usando as tropas irregulares Calabresas, com uma força de 5 000 oficiais Britânicos e mais homens para marchar em direção norte até Nápoles. No dia 4 de julho de 1806, derrotaram uma força Francesa maior na Batalha de Maida. Mais uma vez, Smith, com sua incapacidade de evitar ofensas a seus superiores, foi substituído como Comandante das Forças Terrestres apesar de seu sucesso. Ele foi substituído por Sir John Moore, um dos soldados mais hábeis da Grã-Bretanha. Moore abandonou o plano de Smith e fez da ilha de Sicília um forte Britânico no Mediterrâneo. Smith foi enviado para juntar-se ao Almirante Sir John Thomas Duckworth em sua expedição a Constantinopla, em fevereiro de 1807. A expedição tinha o objetivo de evitar que os franceses fizessem uma aliança com os Turcos para permitir a livre passagem de seu exército para o Egito. Apesar da grande experiência de Smith em águas turcas, seu conhecimento da corte turca, e da sua popularidade com os Turcos, ele foi mantido em um cargo subordinado. Mesmo quando Duckworth eventualmente pediu o seu conselho, ele não foi seguido. Duckworth, ao invés de permitir que Smith negociasse com os Turcos, que o embaixador francês teria posteriormente dito que seria o fim da missão francesa, bateu em retirada pelos Dardanelos sob pesado fogo turco. Apesar da derrota, a retirada sob fogo foi recontada como um heróica façanha. No verão de 1807, Duckworth e Smith foram convocados de volta à Inglaterra. Em julho de 1812, Smith novamente partiu para o Mediterrâneo, a bordo de seu novo navio, o Tremendous de 74 canhões. Ele foi nomeado o segundo no comando ao Vice-Almirante Sir Edward Pellew. Sua tarefa era de bloquear Toulon, e ele transferiu a sua bandeira para o navio maior Hibernia, de primeira classe e com 110 canhões. O Bloqueio era uma tarefa tediosa, já que os franceses não mostravam qualquer inclinação para sair do porto e enfrentar os Britânicos. No início de 1814, os Aliados entraram em Paris e Napoleão abdicou. Ele foi exilado na ilha de Elba. Com a chegada da paz e a derrota de Napoleão, Smith começou a longa jornada de volta para a Inglaterra. Em Março de 1815, Napoleão fugiu de Elba, e ao reunir suas tropas veteranas, marchou à Paris, onde ele foi restaurado como Imperador dos franceses. Smith, viajando de volta para a Inglaterra, tinha chegado a Bruxelas apenas em junho. Ao ouvir tiros de uma grande batalha, ele cavalgou de Bruxelas e foi ao encontro do Duque de Wellington. Smith o encontrou no final do dia, quando ele tinha acabado de vencer a Batalha de Waterloo. Smith começou a organizar a coleta e o tratamento de muitos soldados feridos de ambos os lados. Ele foi, então, convidado para assumir a rendição das guarnições Francesas em Arras e Amiens e para garantir que os exércitos Aliados entrassem em Paris sem resistência, e que seria seguro para o Rei Luís XVIII voltar à sua capital. Por esses e outros serviços, ele finalmente foi premiado com uma condecoração de Cavaleiro Britânico, o KCB, de modo que ele não era mais apenas "o Cavaleiro sueco".Smith, em seguida, envolveu-se na luta contra a escravidão. O Piratas da Barbária tinham operavam, durante séculos, de vários portos Norte-Africanos. Eles haviam escravizado marinheiros capturados e até realizaram incursões para sequestrar inocentes nas costas Européias, inclusive na Irlanda e Inglaterra. Smith participou do Congresso de Viena para negociar o financiamento para as ações militares voltadas à repreensão do comércio negreiro no atlântico.Smith conseguiu contrair dívidas expressivas através de suas despesas diplomáticas, que o governo Britânico levou tempo para reembolsar. Ele também levou um estilo de vida extravagante, apesar de seu alto investimento em seus esforços contra a escravidão. Naquela época, os devedores na Grã-Bretanha eram presos até que suas dívidas fossem pagas, portanto, Smith mudou-se com sua família para a França, estabelecendo-se em Paris. Eventualmente, o governo reembolsou suas despesas e aumentou sua pensão, permitindo-lhe viver em grande estilo. Apesar das frequentes tentativas para obter um posto ao mar, ele nunca mais voltou a receber um comando de navio. Ele morreu no dia 26 de Maio de 1840, após um acidente vascular cerebral. Está enterrado com sua esposa no Cemitério Père-Lachaise.No dia 7 de abril de 1801, Sidney, Nova York (Condado de Delaware) foi nomeado em honra a Sir Sidney Smith.9 Em junho de 1811, foi eleito Membro da Royal Society.
  • CURIOSA CARTA DO INVENTOR BRASILEIRO CARLOS DARTENNE ESCRITA EM AGOSTO DE  1838 E DIRIGIDA A SIR CHARLES POULETT THOMSON, 1ST BARON SYDENHAM (1799-1841)- DO BOARD OF TRADE E FUTURO GOVERNAOR DO CANADÁ  PEDINDO UMA SUBVENÇÃO PARA PATENTEAR SUA INVENÇÃO NA INGLATERRA. O BRASILEIRO INVENTOU O PRINCIPIO PARA UMA CARRUAGEM MOVIDA A MOTOR DISPENSANDO OS CAVALOS, 50 ANOS ANTES DE TER SIDO PATENTEADO PELO ALEMÃO KARL BENZ EM 1886. EXCERTOS DO TEXTO: EXCELÊNCIA, COMO NENHUMA NAÇÃO É MAIS INCLINADA A PROMOVER AS ARTES E CIENCIAS DO QUE A INGLESA, MAIS PARTICULARMENTE AQUELAS QUE TENDEM A FAVORECER O BEM ESTAR E PROMOVER OS INTERESSES DA HUMANIDADE, EU., SENDO O INVENTOR DE UMA MÁQUINA, QUE TENHO  MOTIVOS PARA ACREDITAR, RESOLVERÁ A GRANDE QUESTÃO DA NAVEGAÇÃO ATLANTICA E INDIANA, OUSADAMENTE ME DIRIJO A VOSSA EXCELÊNCIA, NA ESPERANÇA DE QUE VOSSA EXCELÊNCIA SE DIGNE A ME AUXILIAR PARA OBTER O BENEFÍCIO DE MINHA DESCOBERTA.  TENHO SIDO LEVADO , POR ANÁLISE E POR UMA MÁQUINA MUITO SIMPLES,  A DESCOBRIR UMA MÁQUINA QUE SENDO APLICADA A VIGA DE UM MOTOR A VAPOR, DUPLICA OU TRIPLICA A FORÇA QUE MOVE AS PÁS E POR SUA APLICAÇÃO MODIFICARÁ MUITO O SISTEMA ATUAL, POIS PERMITIRÁ REDUZIR O FARDO DOS NAVIOS NA RAZÃO DE SEUS EFEITOS, O CONSUMO DE CARVÃO, OS PERIGOS DO MAR E AS DESPESAS DE VIAGEM. O MESMO PRINCÍPIO COM ALGUMAS PEQUENAS MODIFICAÇÕES É IGUALMENTE APLICAVEL A CARRUAGENS ONDE OS CAVALOS SERÃO DISPENSADOS. VENDO O IMENSO RESULTADO DECORRENTE DA APLIAÇÃO DE MINHA DESCOBERTA, E TEMENDO ALGUM TIPO DE ALUCINAÇÃO EM MINHA MENTE SOLICITEI AO COMANDANTE  PINHEIRO (SILVESTRE PINHEIRO FERREIRA) ANTERIORMENTE PROFESSOR DE MATEMÁTICA E FILOSOFIA NATURAL EM COIMBRA, EX-MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS EM PORTUGAL E BRASIL, SOB DOM JOÃO VI, UM HOMEM DE EMINENTE CONHECIMENTO E APLICAÇÃO DE GRANDE SABER, QUE COMPARECESSE AOS EXPERIMENTOS COMPATIVOS QUE REALIZEI PARA VERIFICAR A CERTEZA DE MINHA DESCOBERTA, ELE É DA OPINÍÃO DE QUE NÃO HÁ DUVIAS SOBRE A EFICÁCIA DA MINHA MÁQUINA. TENDO EMPREGADO MEU TEMPO EM INVERSTIGAÇÕES MENTAIS, NÃO ADICIONEI AO MEU LIMITADO RENDIMENTO E, ATÉ AGORA, NÃO PUDE FAZER NENHUMA APLICAÇÃO DA MINHA MÁQUINA, NÃO TENDO A SOMA NECESSÁRIA PARA OBTER PATENTES NA INGLATERRA, FRANÇA, ETC. PELAS QUAIS SÓ POSSO GARANTIR OS FRUTOS DA MINHA DESCOBERTA PARA MIM. ESTOU PRECISANDO DE 700 A 800 LIBRAS, A PATENTE PARA O REINO ÚNICO CUSTANDO 400 LIBRAS, SEM QUALQUER OUTRA DESPESA. COM A PERMISSÃO DE VOSSA EXCELÊNCIA, TEREI A HONRA DE ENVIAR UM PEQUENO MODELO , POR MIEO DO QUAL SEUS EFEITOS PODEM SER VERIFICADOS. TENHO A HONRA DE SER VOSSO SERVE MUITO HUMILDE E OBEDIENTE. CARLOS DARTENNE. NA FACE OPOSTA DA CARTA UM PARECER INDICANDO QUE O GOVERNO MANIFESTOU CONTRARIEDADE QUANTO AO ATENDIMENTO DA SOLICITAÇÃO.NOTA: O Board of Trade é um órgão do governo britânico preocupado com o comércio e a indústria, atualmente dentro do Department for Business and Trade .  1  Seu título completo é The Lords of the Committee of the Privy Council nomeado para a consideração de todos os assuntos relacionados ao Comércio e Plantações Estrangeiras , mas é comumente conhecido como Board of Trade, e anteriormente conhecido como Lords of Trade and Plantations ou Lords of Trade , e tem sido um comitê do Conselho Privado do Reino Unido . O conselho passou por várias evoluções, começando com amplo envolvimento em questões coloniais no século XVII, para poderosas funções regulatórias na Era Vitoriana e no início do século XX. Estava virtualmente adormecido no último terço do século XX. Em 2017, foi revitalizado como um conselho consultivo liderado pelo Secretário de Comércio Internacional , que nominalmente ocupou o título de Presidente do Board of Trade , e que atualmente é o único conselheiro privado do conselho, os outros membros do atual conselho desempenhando funções como conselheiros.CHARLES POULETT THOMSON, 1ST BARON SYDENHAM (1799-1841)- Thomson foi eleito para  à Câmara dos Comuns como deputado por Dover em 1826. Em 1830, ele se juntou ao governo de Earl Grey como vice-presidente do Conselho de Comércio e tesoureiro da Marinha , cargo que ocupou até 1834. Em novembro de 1831, Thomson acompanhou Lord Durham a Paris para negociar um novo tratado comercial com a França da Monarquia de Julho , mas o projeto não foi concluído.  3  Ele foi então presidente do Conselho de Comércio sob Lord Melbourne em 1834 e sucedeu Lord Auckland como presidente, e novamente entre 1835 e 1839. Um livre-cambista e especialista em questões financeiras, foi eleito deputado por Manchester em 1832, cargo que ocupou até 1839. Ele esteve continuamente ocupado com negociações que afetavam o comércio internacional até 1839, quando aceitou o governo do Canadá.  4  Após sua nomeação como governador-geral da América do Norte Britânica , ele persuadiu a legislatura do Alto Canadá a consentir com uma união com o Baixo Canadá e elaborou a constituição da província unida.  1  Em 1832, ele organizou um departamento estatístico especial na junta de comércio e, em 1837, instituiu a escola de design em Somerset House , de acordo com a recomendação de um comitê seleto da Câmara dos Comuns feita em 1835
  • FERDINAND PHILIPPE DORLEANS, DUC DORLEANS. IRMÃO DO PAI DO CONDE D'EU PORTANTO  TIO DO CONSORTE DA PRINCESA ISABEL.  PRICE ROYAL. PEINT PAR F WINTERHALTER EM 1840. IMPRIMÉ DE LEMERCIER. LITHOGRAPHIÉ PAR LEON NOEL EM 1843. COM PASSE PARTOUT. FRANÇA, SEC. XIX. 79 X 70 CM  NOTA: Ferdinand-Philippe d'Orléans , nascido em3 de setembro de 1810em Palermo e morreu em13 de julho de 1842em Neuilly-sur-Seine , Duque de Chartres então ( 1830 ) Duque de Orléans e Príncipe Real da França  , é o filho mais velho de Louis-Philippe I , Rei dos Franceses e de Marie-Amélie de Bourbon , princesa das Duas Sicílias .
  • IMMANUEL CAPADOCE  (1751-1826) MAGNIFICO E HISTORICO DOCUMENTO, PROCURAÇÃO LAVRADA EM AMNSTERDAM POR IMMANUEL CAPADOCE MÉDICO PESSOAL DO REI WILLIAM V E DEPOIS  DE LOUIS NAPOLEÃO  (IRMÃO MAIS NOVO DE NAPOLEÃO BONAPARTE) QUE GOVERNOU A HOLANDA COMO REI LOUIS I E FOI POR AMBOS CONDECORADO. IMMANUEL CAPADOCE OUTORGAVA PLENOS PODERES A ABRAHAM TEIXEIRA, NEGOCIANTE DE PEDRAS EM LONDRES,  PARA ADMINISTRAR SUAS AÇÕES NA COMPANHIA DAS INDIAS ORIENTAIS. LAVRADA, ASSINADA E RECONHECIDA COM SELO EM CERA VERMELHA. ALÉM DE IMMANUEL CAPADOCE ASSINAM  SARA LEVI E SEU ESPOSO ABRAHAM CAPADOCE PEREIRA (CONSUL GERAL DO REINO UNIDO DE PORTUGAL BRASIL E ALGARVES NO REINO E ESTADO DE EL REY DA DINAMARCA EM 1808) EXCERTOS DO TEXTO: SAIBAM TODOS OS HOMENS QUE POR ESTA QUE NÓS, IMMANUEL CAPADOSE DE AMSTERDÃ, DOUTOR EM FÍSICA (MÉDICO), E SARA LEVI, ESPOSA DE ABRAÇAO CAPADOCE PEREIRA DE AMNSTERDÃ. POR E COM O CONSENTIMENTO DE SEU DITO MARIDO, TESTIFICADO POR SUA ASSINATURA E SELO DESTAS PRESENTES, CONSTITUIMOS E NOMEAMOS ABRAHAM TEIXEIRA DE LONDRES, COMERCIANTE, NOSSO VERDADEIRO E LEGÍTIMO PROCURADOR PARA EM NOSSO NOME E EM NOSSO BENEFICIO ATRIBUIR E TRANSFERIR PARA QUALQUER PESSOA OU PESSOAS, O QUE QUER QUE SEJA TODA OU QUALQUER PARTE DE MIL AÇÕES, SENDO PARTE DE SUA AÇÃO OU ESTOQUE E O ESTOQUE PRINCIPAL E FUDO DA COMANHIA UNIDA DE MERCADORES DA INGLATERRA, NEGOCIANDO COM AS INDIAS ORIENTAIS, E PARA RECEBER O DINHEIRO DALI EM NOSSO NOME, DAR QUITAÇÃO E RECIBOS PELO MESMO FAZER TODOS OS ATOS LEAIS SOLICITADOS ENTRANDO NAS PREMISSAS POR MEIO DA APREENSÃO E FORNECENDO TUDO QUE O NOSSO PROCURADOR ABRAHAM TEIXEIRA FARÁ EM TESTEMUNHO DISSO, POR VIRTUDE DO QUAL ESTABELECEMOS NOSSOS NOMES E SELOS EM AMNSTERDÃ, NO DIA NOVE DE OUTUBRO DE MIL OITOCENTOS E SETE. ASSINADO E SELADO NA PRESENÇA DE NÓS. ASSINA IMMANUEL CAPADOCE, SARA LEVI, EMBAIXADOR ABRAHAM CAPADOCE PEREIRA E O PROCURADOR ABRAHAM TEIXEIRA. NOTA: IMMANUEL CAPADOCE foi um proeminente médico de origem judaica atuando em Amnsterdam. Era um judeu Safardita (que descendem de judeus que viviam em Portugal e Espanha). Era membro do Conselho de Amnsterdã. Em 1770 subiu para liderança da comunidade Safardita em Amnsterdã tornou-se doutor em medicina com uma dissertação intitulada URINAE NOSOLOGIAM. Era um partidário ardoroso da CASA DE ORANGE e tornou-se médico pessoal de Guilherme V de Nassau (8 de março de 1748 - 9 de abril de 1806)  que foi o último Príncipe de Orange a usar o título de LORDE PROTETOR dos PAÍSES BAIXOS (estatuders).  Acompanhou Guilherme V em seu exílio para Inglaterra e lá permaneceu até a morte do  Rei em 1806. Quando retornou para Amnsterdam foi também médico pessoal de LOUIS NAPOLEÃO (2 de setembro de 1778  25 de julho de 1846) o Irmão mais novo de NAPOLEÃO BONAPARTE que foi imposto aos Países Baixos como REI LOUIS I que o tornou CAVALEIRO EM 25DE ABRIL DE 1808.  Como médico e hábil estrategista ele parece ter tido muita influência dentro dos anéis de famílias patrícias de Amsterdã. Ele se casou com Batseba van Isaac Abraham da Costa. Deste casamento não nasceram filhos. O conhecido e denso Isaac da Costa escreveu sobre Capadose: Meu tio Capadose é um homem honesto, honesto e maligno. GUILHERME V - Com a chegada da Revolução Francesa, Guilherme V juntou-se à Primeira Coligação contra a França Republicana em 1793. Suas tropas lutaram bravamente na Batalha da Flandres, mas em 1794 a situação militar se deteriorou e a República Holandesa foi ameaçada por exércitos invasores. O ano de 1795 foi desastroso para o antigo regime dos Países Baixos. Apoiado pelo exército francês, os revolucionários retornaram de Paris para lutar na Holanda, e em 1795 Guilherme V foi exilado na Inglaterra. Poucos dias depois, ocorreu a Revolução Batávica em Amesterdão, e a República Holandesa foi substituída pela República Batava. O último dos estatuders holandeses, Guilherme V morreu exilado em um palácio de suas filhas em Brunsvique. Seu corpo foi transferido para a cripta holandesa da Família Real em Nieuwe Kerk, em Delft, em 29 de abril de 1958.Em 1813, seu filho, Guilherme voltou para a Holanda e se tornou o primeiro monarca holandês da Casa de Orange-Nassau.ABRAHAM TEIXEIRA MATTOS era um conhecido negociante de pedras em Londres negociando com a COMPANHIA DAS INDIAS ORIENTAIS ele  importava pedras principalmente da India.
  • HENRI DUQUE DE AUMALE (1822 - 1897)  JOVEM NESTA LITOGRAFIA.TIO DO PRÍNCIPE GASTÃO DE ORLEANS,CONDE DE EU E DA PRINCESA ISABEL. HENRI D ORLEANS, DUC DAUMALE. PEINT PAR F WINTERHALTER. IMPRIMÉ PAR LEMERCIER BERNARD & CE. LITH PAR LEON NOEL . COM PASSE PARTOUT.FRANÇA, SEC. XIX  79 X 70 CMNOTA: Henrique Eugênio Filipe Luís de Orléans (em francês: Henri Eugène Philippe Louis; Paris, 16 de janeiro de 1822  Giardinello, 7 de maio de 1897), foi um príncipe francês da Casa de Orléans e Duque de Aumale, um dos primeiros bibliófilos e colecionadores de arte antiga de seu tempo. Era filho do rei Luís Filipe I da França e de sua esposa, a princesa Maria Amélia de Nápoles e Sicília.
  • DUQUE DE AUMALE (1822 - 1897) - HENRI D'ORLEANS. TIO DO PRÍNCIPE GASTÃO DE ORLEANS, CONDE DE EU E DA PRINCESA ISABEL. COM PASSE PARTOUT. Henri d'Orleans. DUC D'AUMALE. PEINT PAR F WINTERHALTER. LITH PAR LEON NOEL.  FRANÇA, SEC. XIX. 79 X 70 CMNOTA: Henrique Eugênio Filipe Luís de Orléans (em francês: Henri Eugène Philippe Louis; Paris, 16 de janeiro de 1822  Giardinello, 7 de maio de 1897), foi um príncipe francês da Casa de Orléans e Duque de Aumale, um dos primeiros bibliófilos e colecionadores de arte antiga de seu tempo. Era filho do rei Luís Filipe I da França e de sua esposa, a princesa Maria Amélia de Nápoles e Sicília.
  • LORD HENRY BROUGHAM, 1º BARÃO BROUGHAM E VAUX  (1778 -  1868) INFLUENTE LORD CHANCELER DO GABINETE LIDERADO PELO DUQUE DE WELLINGNTON,BRILHANTE INVENTOR.  CARTA DIRIGIDA AO PRÍNCIPE DE JOINVILLE (FRANCISCO FERNANDO FILIPE LUIS MARIA DE ORLEANS 1818-1900 PRINCIPE DA FRANÇA, GENRO DE DOM PEDRO II E FILHO DO REI LOUIISX PHILIPPE) E SEU IRMÃO O DUQUE DAUMALE (1822-1897)  CONVIDANDO-OS A FICAREM HOSPEDADOS EM SUA VILLA EM CANNES O CHATEAU ELENORE-LOUISE POR OCASIÃO DE SUA PASSAGEM ENQUANTO SE DIRIGIAM AO REINO DE NAPOLES. EXCERTOS DO TEXTO:  CHATEAU ELENORE-LOUISE CANNES 14 DE NOVEMBRO DE 1844. SENHOR TENDO SABIDO QUE V. A. REAL DEVE DORMIR POR ESTAS PARAGENS A CAMINHO DE NAPOLES COM S.A.R O DUQUE DAUMALE SINTO-ME HONRADO EM OFERECER-LHE COMO A S.A.R A MODESTA HOSPITALIDADE DESTE CASTELO. AFIANÇO QUE O CLIMA É DOS MELHORES.NADA MAIS ME DARÁ PRAZER DO QUE TER A HONRA DE SERVI-LOS. RECEBI A  NOTICIA DE QUE O DUQUE DE AUMALE ESTÁ A CAMINHO A MEIO DIA DAQUI. SAIBA V.A.R E O DUQUE DAUMALLE DE MEU TESTEMUNHO DE AFETUOSO RESPEITO POR TODA A SUA FAMÍLIA. COMO FRANCES E INGLES TENHO  O MAIS PROFUNDO RESPEITO. DE V.A.R. O MAIS DEVOTO SERVO. NOTA: Henry Peter Brougham, 1º Barão Brougham e Vaux , ( 19 de setembro de 1778 - 7 de maio de 1868) foi um estadista britânico que se tornou Lorde Alto Chanceler da Grã-Bretanha e desempenhou um papel importante na aprovação da Lei de Reforma de 1832 e da Lei de Abolição da Escravidão de 1833 .Nascido em Edimburgo , Brougham ajudou a fundar a Edinburgh Review em 1802 antes de se mudar para Londres, onde se qualificou como advogado em 1808. Eleito para a Câmara dos Comuns em 1810 como Whig , foi membro do Parlamento por vários círculos eleitorais até se tornar um par em 1830.Brougham ganhou renome popular por ajudar a derrotar o Projeto de Lei de Dores e Penalidades de 1820 , uma tentativa do amplamente odiado George IV de anular seu casamento com Caroline de Brunswick . Ele se tornou um defensor de causas liberais, incluindo a abolição do tráfico de escravos , o livre comércio  citação necessária  e a reforma parlamentar. Nomeado Lord Chanceler em 1830, ele fez uma série de reformas destinadas a acelerar os casos legais e estabeleceu o Tribunal Criminal Central . Ele nunca recuperou o cargo no governo depois de 1834 e, embora tenha desempenhado um papel ativo na Câmara dos Lordes , ele frequentemente o fez em oposição aos seus antigos colegas.Educação era outra área de interesse. Ele ajudou a estabelecer a Society for the Diffusion of Useful Knowledge e a University College London , além de ocupar alguns cargos acadêmicos, incluindo Reitor da University of Edinburgh . Nos últimos anos, ele passou muito tempo na cidade francesa de Cannes , tornando-a um resort popular para as classes altas britânicas; ele morreu lá em 1868.Brougham nasceu e cresceu em Edimburgo , o filho mais velho de Henry Brougham (17421810), de Brougham Hall em Westmorland , e Eleanora, filha do reverendo James Syme. Os Broughams foram uma família influente de Cumberland por séculos. Brougham foi educado na Royal High School e na Universidade de Edimburgo , onde estudou principalmente ciências naturais e matemática, mas também direito. Ele publicou vários artigos científicos pela Royal Society , principalmente sobre luz e cores e sobre prismas , e com apenas 25 anos foi eleito Fellow. No entanto, Brougham escolheu o direito como profissão e foi admitido na Faculdade de Advogados em 1800. Ele exerceu pouco a profissão na Escócia e, em vez disso, entrou no Lincoln's Inn em 1803. Cinco anos depois, foi chamado para a Ordem dos Advogados. Não sendo um homem rico, Brougham recorreu ao jornalismo para se sustentar financeiramente durante esses anos. Ele foi um dos fundadores da Edinburgh Review e rapidamente se tornou conhecido como seu principal colaborador, com artigos sobre tudo, desde ciência, política, política colonial, literatura, poesia, cirurgia, matemática e belas-artes.  No início do século XIX, Brougham, um seguidor de Newton , lançou ataques anônimos na Edinburgh Review contra a pesquisa de Thomas Young , que provou que a luz era um fenômeno ondulatório que exibia interferência e difração. Esses ataques retardaram a aceitação da verdade por uma década, até que François Arago e Augustin-Jean Fresnel defenderam o trabalho de Young.As incursões científicas de Brougham também incluíram um ataque a Sir William Herschel (17381822). Como astrônomo real, Herschel encontrou uma correlação entre o número observado de manchas solares e os preços do trigo.  Isso foi ridicularizado como um "grande absurdo" de Lord Brougham. Os economistas hoje em dia concordam com Brougham sobre a irrelevância das manchas solares .O sucesso da Edinburgh Review fez de Brougham um homem de destaque desde sua primeira chegada a Londres. Ele rapidamente se tornou uma figura importante na sociedade londrina e ganhou a amizade de Lord Grey e outros importantes políticos Whig . Em 1806, o Secretário de Relações Exteriores , Charles James Fox , o nomeou secretário de uma missão diplomática em Portugal , liderada por James St Clair-Erskine, 2º Conde de Rosslyn , e John Jervis, 1º Conde de St Vincent . A missão tinha como objetivo neutralizar a antecipada invasão francesa de Portugal .Durante esses anos, ele se tornou um apoiador próximo do movimento pela abolição da escravidão , uma causa à qual ele se dedicaria apaixonadamente pelo resto de sua vida. Apesar de ser uma figura bem conhecida e popular, Brougham teve que esperar antes de receber uma cadeira parlamentar para disputar. No entanto, em 1810, ele foi eleito para Camelford , um bairro podre controlado pelo duque de Bedford .  Ele rapidamente ganhou reputação na Câmara dos Comuns , onde foi um dos oradores mais frequentes e foi considerado por alguns como um potencial futuro líder do Partido Whig. No entanto, a carreira de Brougham sofreria uma reviravolta em 1812, quando, concorrendo como um dos dois candidatos Whig para Liverpool , foi fortemente derrotado. Ele permaneceria fora do Parlamento até 1816, quando foi eleito para Winchelsea . Ele rapidamente retomou sua posição como um dos membros mais vigorosos da Câmara dos Comuns e trabalhou especialmente na defesa de um programa para a educação dos pobres, onde presidiu o comitê seleto que produziu os influentes Relatórios sobre a Educação das Ordens Inferiores . Ele também foi um defensor da reforma legal e foi sobre este assunto que, em 1828, ele fez um discurso de seis horas, o mais longo já feito na Câmara dos Comuns.  Em 1812, Brougham tornou-se um dos principais conselheiros da Rainha Caroline de Brunswick, a esposa afastada de George, Príncipe de Gales, o Príncipe Regente e futuro George IV . Isso provou ser um desenvolvimento fundamental em sua vida.Em abril de 1820, Caroline , então morando no exterior, nomeou Brougham seu procurador-geral. No início daquele ano, George IV havia sucedido ao trono com a morte de seu pai, George III , que estava incapacitado há muito tempo . Caroline foi trazida de volta à Grã-Bretanha em junho apenas para aparições, mas o rei imediatamente iniciou um processo de divórcio contra ela.O Projeto de Lei de Dores e Penalidades , que visava dissolver o casamento e destituir Caroline de seu título real sob alegação de adultério, foi levado à Câmara dos Lordes pelo governo conservador . No entanto, Brougham liderou uma equipe jurídica (que também incluía Thomas Denman ) que defendeu eloquentemente a princesa. Brougham ameaçou apresentar evidências dos casos de George IV e seu casamento secreto com uma católica romana, o que poderia ter potencialmente jogado a monarquia no caos, e foi sugerido a Brougham que ele se contivesse pelo bem de seu país.Ele respondeu com seu agora famoso discurso na Câmara dos Lordes:Um advogado, no cumprimento de seu dever, conhece apenas uma pessoa em todo o mundo, e essa pessoa é seu cliente. Salvar esse cliente por todos os meios e expedientes, e a todos os riscos e custos para outras pessoas, e entre elas, para si mesmo, é seu primeiro e único dever; e ao cumprir esse dever, ele não deve considerar o alarme, os tormentos, a destruição que ele pode trazer sobre os outros. Separando o dever de um patriota daquele de um advogado, ele deve prosseguir sem se importar com as consequências, embora seja seu infeliz destino envolver seu país em confusão.O discurso tornou-se desde então lendário entre os advogados de defesa pelo princípio de defender zelosamente o seu cliente. O projeto de lei foi aprovado, mas pela estreita margem de apenas nove votos. Lord Liverpool , ciente da impopularidade do projeto de lei e com medo de que ele pudesse ser anulado na Câmara dos Comuns, então o retirou. O público britânico estava principalmente do lado da princesa, e o resultado do julgamento fez de Brougham um dos homens mais famosos do país. Sua prática jurídica no Circuito Norte aumentou cinco vezes, embora ele tenha tido que esperar até 1827 antes de ser nomeado Conselheiro do Rei .  Em 1826, Brougham, junto com Wellington, foi um dos clientes e amantes nomeados nas notórias Memórias de Harriette Wilson . Antes da publicação, Wilson e o editor John Joseph Stockdale escreveram a todos os nomeados no livro oferecendo-lhes a oportunidade de serem excluídos do trabalho em troca de um pagamento em dinheiro. Brougham pagou e garantiu seu anonimato.Brougham permaneceu como membro do Parlamento por Winchelsea até fevereiro de 1830, quando foi eleito para Knaresborough . No entanto, ele representou Knaresborough apenas até agosto do mesmo ano, quando se tornou um dos quatro representantes de Yorkshire . Seu apoio à abolição imediata da escravidão lhe rendeu apoio entusiástico no West Riding industrial . O reverendo Benjamin Godwin de Bradford criou e financiou cartazes que apelavam aos eleitores de Yorkshire que apoiaram William Wilberforce para apoiar Brougham como um oponente comprometido da escravidão . No entanto, Brougham foi adotado como candidato Whig por apenas uma pequena maioria na reunião de nomeação: a pequena nobreza Whig objetando que ele não tinha nenhuma conexão com interesses agrícolas e nenhuma conexão com o condado.  Brougham ficou em segundo lugar na pesquisa, atrás do outro candidato Whig; embora os liberais de Leeds tenham feito cartazes na cidade com alegações de que um dos candidatos conservadores apoiava a escravidão, isso foi veementemente negado por ele.  Em novembro, o governo conservador liderado pelo duque de Wellington caiu, e os Whigs chegaram ao poder sob Lord Grey . Brougham juntou-se ao governo como Lord Chanceler, embora seus oponentes alegassem que ele havia declarado anteriormente que não aceitaria o cargo sob Grey. Brougham recusou o cargo de Procurador-Geral , mas aceitou o de Lord Chanceler , que ocupou por quatro anos. Em 22 de novembro, ele foi elevado à nobreza como Barão Brougham e Vaux , de Brougham , no Condado de Westmorland.Os destaques do tempo de Brougham no governo foram a aprovação do Ato de Reforma de 1832 e do Ato de Abolição da Escravidão de 1833 , mas ele era visto como perigoso, pouco confiável e arrogante. Charles Greville , que foi escrivão do Conselho Privado por 35 anos, registrou que seu "gênio e eloquência" foram prejudicados por "julgamento sem princípios e execrável". Embora mantido quando Lord Melbourne sucedeu Grey em julho de 1834, a administração foi substituída em novembro pelos conservadores de Sir Robert Peel . Quando Melbourne se tornou primeiro-ministro novamente em abril de 1835, ele excluiu Brougham, dizendo que sua conduta foi uma das principais razões para a queda do governo anterior; o barão Cottenham tornou-se Lord Chanceler em janeiro de 1836.  Brougham nunca mais ocuparia o cargo. No entanto, por mais de trinta anos após sua queda, ele continuou a tomar parte ativa nos negócios judiciais da Câmara dos Lordes e em seus debates, tendo agora se voltado ferozmente contra seus antigos associados políticos, mas continuando seus esforços em nome de reformas de vários tipos. Ele também dedicou muito de seu tempo à escrita. Ele continuou a contribuir para a Edinburgh Review , o melhor de seus escritos sendo posteriormente publicado como Historical Sketches of Statesmen Who Flourished in the Time of George III .Em 1834, foi eleito membro estrangeiro da Real Academia Sueca de Ciências . Em 1837, Brougham apresentou um projeto de lei para a educação pública, argumentando que "não há dúvidas de que algum esforço legislativo deve ser feito para remover deste país o opróbrio de ter feito menos pela educação do povo do que qualquer uma das nações mais civilizadas da Terra". Em 1838, após surgirem notícias de colônias britânicas onde a emancipação dos escravos foi obstruída ou onde os ex-escravos estavam sendo maltratados e discriminados, Lord Brougham declarou na Câmara dos Lordes:O escravo... é tão apto para sua liberdade quanto qualquer camponês inglês, sim, ou qualquer Lorde a quem agora me dirijo. Exijo seus direitos; exijo sua liberdade sem restrições... Exijo que seu irmão não seja mais pisoteado como seu escravo!  Brougham foi eleito reitor do Marischal College em 1838.  Ele também editou, em colaboração com Sir Charles Bell , a Teologia Natural de William Paley e publicou uma obra sobre filosofia política e em 1838 publicou uma edição de seus discursos em quatro volumes. A última de suas obras foi sua Autobiografia póstuma .Em 1854, Brougham foi nomeado para a Comissão Real para Consolidação da Lei Estatutária , uma comissão real para consolidar estatutos e decretos existentes da lei inglesa .  Em 1857 foi um dos fundadores da Associação Nacional para a Promoção das Ciências Sociais e foi seu presidente em alguns congressos.  Em 1860, Brougham recebeu da Rainha Vitória um segundo título de nobreza como Barão Brougham e Vaux , de Brougham no Condado de Westmorland e do Castelo de Highhead no Condado de Cumberland, com o restante para seu irmão mais novo William Brougham (falecido em 1886). A patente afirmava que o segundo título de nobreza era em homenagem aos grandes serviços que ele havia prestado, especialmente na promoção da abolição da escravidão.  Brougham foi dito ser o pai da escritora Marie Blaze de Bury . Seu sobrenome era Stuart ou Stewart e ela nasceu em Oban , Escócia em 1813.  Ela foi enviada para a França quando tinha nove anos, onde completou sua educação. Brougham casou-se com Mary Spalding (falecida em 1865), filha de Thomas Eden e viúva de John Spalding, MP , em 1821. Eles tiveram duas filhas, ambas falecidas antes dos pais, a última falecendo em 1839. Lord Brougham e Vaux morreram em maio de 1868 em Cannes , França, aos 89 anos e foram enterrados no Cimetière du Grand Jas .  O cemitério é até o presente dominado pela estátua de Brougham, e ele é homenageado por seu papel importante na construção da cidade de Cannes.  Sua eclosão fica em Ninekirks , que era então a igreja paroquial de Brougham.A Baronia de 1830 extinguiu-se com a sua morte, enquanto foi sucedido na Baronia de 1860, de acordo com o restante especial, pelo seu irmão mais novo, William Brougham .  Com o designer do brougham , uma carruagem de quatro rodas puxada por cavalos que leva seu nome, o patrocínio de Brougham trouxe renome ao resort litorâneo francês de Cannes . Em 1835, quando era pouco mais que uma vila de pescadores em uma costa pitoresca, Brougham comprou um pedaço de terra e construiu nele, tornando-o um sanatório popular na Europa. Devido à sua influência, o calçadão à beira-mar em Nice ficou conhecido como Promenade des Anglais (literalmente, "O Passeio dos Ingleses").  O barão inspirou outros a passar o inverno em Cannes e ter uma segunda casa lá. Ele supervisionou a construção da 'Villa Elenore-Louise', que ele mesmo batizou com o nome de sua filha, que morava na vila. Um de seus amigos se tornou o agente imobiliário de fato da Riviera devido à construção do Château Vallombrosa . As vilas recém-construídas, popularizadas por Brougham, atraíram a realeza, incluindo a Rainha Vitória e o Czar Russo.  Uma estátua de Lord Brougham fica na orla de Cannes, em frente ao Palais des festivals et des congrès .  Brougham detém o recorde da Câmara dos Comuns por falar sem parar durante seis horas.  Brougham esteve presente no teste do primeiro navio a vapor do mundo em 14 de outubro de 1788 em Dalswinton Loch perto de Auldgirth , Dumfries e Galloway. William Symington de Wanlockhead construiu o motor de dois cilindros para Patrick Miller de Dalswinton.  Brougham Street e Brougham Place em Edimburgo foram nomeados em sua memória.  A Brougham Street em Christchurch , Nova Zelândia , também foi nomeada em sua homenagem.
  • SIR CAMPBELL CLARK (1845-1902) AUTOR E IMPORTANTE JORNALISTA BRITANICO. CARTA DIRIGIDA A EUGÈNE JULES JACQUES HOLLENDER DE JONGE (DUNQUERQUE, FRANÇA, 26/03/1859  SÃO PAULO, BRASIL, 10/08/1931). EXCERTOS DO TEXTO: 116, AVENIDA CHAMPS-ÉLYSEES 11 DE ABRIL DE 1897. PREZADOR SR. HOLLENDER, EU CONSIDERO A POSSIBLIDADE DO SR. SER CAPAZ DE CONTRIBUIR EM MINHA CORRESPONDENCIA NO BRASIL  A POSSIBILIDADE DE OFERCER AJUDA EM INLGES SERIA BEM VINDA. ATENCIOSAMENTE CAMPBELL CLARK.Nota: Eugène Jules Jacques Hollender de Jonge (Dunquerque, França, 26/03/1859  São Paulo, Brasil, 10/08/1931) era um francês de origem judaica nascido em Dunquerque, região portuária que faz fronteira com a Bélgica, uma área tradicionalmente flamenga. Formado em engenharia civil, radicou-se no Brasil em fins do século XIX, mas não exercia a engenharia. Dava aulas de línguas e piano na cidade de Capivari, interior de São Paulo, casando-se com Maria Dias de Almeida em 1888. Mudou-se para a capital onde passou a trabalhar como intérprete e tradutor juramentado no foro paulista, atuando na Alfândega de S. Paulo, na Associação Comercial, além dos Consulados da França, Rússia, Itália, Inglaterra, Suécia e Noruega, tendo ainda sido subdelegado de polícia e despachante no início da década de 1890. Em fins do século XIX, foi correspondente em São Paulo de dois jornais franceses publicados no Rio de Janeiro, o Brésil Républicain e o Echo du Brésil. Paralelamente, mantinha uma loja de artigos de música, antiguidades, pinturas etc. desde 1894 na região central de São Paulo  várias partituras da época levavam seu selo. Finalmente, no início do século XX, se lança na aventura de editar seu próprio jornal, Le Messager de St. Paul, que vem à luz em 1901 e que foi publicado até 1924. Apesar de ser um jornalista atuante no período da Primeira República, seu nome é praticamente ignorado na bibliografia sobre história da imprensa. O que Hollender veio fazer no Brasil não está claro ainda, mas é fato que estava engajado na difusão da cultura francesa. Seu jornal era bem conhecido e sua figura, respeitada pela elite paulistana e valorizada pelas autoridades francesas que o tomavam por representante oficial da colônia em São Paulo. Em 1906 foi nomeado pelo governo francês para formar um comitê de brasileiros importantes para irem a Paris a fim de estreitar os laços entre os dois países. Este personagem multifacetado também atuou como editor de livros como o Flore Médicale Brésilienne (1920) do Dr. Monteiro da Silva, médico do Rio de Janeiro pioneiro em fitoterapia, obra totalmente escrita em francês. Em junho de 1831 o jornal O Estado de S. Paulo anuncia uma doação de René Thiollier de 200 mil réis ao velho jornalista sr. E. Hollender, atualmente doente e impossibilitado de trabalhar (OESP, 24/06/1931) e pouco tempo depois este veio a falecer, em 10 de agosto do mesmo ano. SIR CAMPBELL CLARKE (3 DE OUTUBRO DE 1845  26 DE AGOSTO DE 1902) foi um jornalista e autor britânico. Clarke nasceu em 1835 e foi educado na Universidade de Bonn . Foi bibliotecário no Museu Britânico de 1852 até 1870, quando se tornou jornalista. Viajou dois anos como correspondente especial na França, Alemanha, Turquia, Grécia e Itália, e se estabeleceu em Paris em 1872 como correspondente residente do The Daily Telegraph .  Em 1876, ele foi em uma missão especial a Constantinopla para cobrir a Conferência internacional entre as grandes potências, e foi o primeiro a relatar a ocupação britânica de Chipre . Como autor, ele traduziu artigos para a Philological Society , adaptou várias peças para o palco inglês e escreveu canções que foram musicadas. De acordo com seu obituário no The Daily Telegraph : Seu trabalho sempre foi completo, acadêmico e simpático, enquanto ele tinha um amplo conhecimento da literatura francesa em todos os seus ramos. Ele era muito apreciado como crítico nos círculos literários de Paris. Seu conhecimento de arte era muito considerável, e ele sempre escreveu sobre isso com percepção e sentimento... Suas relações com sucessivos Ministérios Franceses eram de caráter confidencial e íntimo. Ele era amplamente conhecido na sociedade parisiense e muito popular em todos os seus vários círculos. Foi tenente da cidade de Londres desde 1874 e serviu como membro do júri nas duas exposições de Paris de 1878 e 1889.  Clarke foi homenageado por vários países. Ele foi nomeado cavaleiro em 1897, e foi um Oficial da Legião de Honra Francesa , um Grande Oficial da Ordem de Medjidieh , um Comandante da Ordem Persa do Leão e do Sol , um Comandante da Ordem Grega do Redentor , e um Chevalier da Ordem Espanhola de Carlos III .Clarke morreu em Oldlands, perto de Uckfield , em 26 de agosto de 1902.  Ele está enterrado sob uma simples cruz de pedra no Cemitério de Brompton .
  • VOYAGE AUX PYRÉNÉES DE HIPPOLYTE TAINE. ILUSTRAÇÃO DE GUSTAVE DORÉ3ª EDIÇÃO. IMPRESSO EM PARIS PELA HACHETTE EM 1860. 554 PÁGINAS  25CM X 17CM. LIVRO RARO. TIPÓGRAFO CH. LAHURE ET CIE. AO FINAL DO LIVRO. PÁGINA 554 ERRONEAMENTE NUMERADA COMO 354. REFERÊNCIA : LIBRARY OF CONGRESS ONLINE CATALOG E CARTERET, L. LE TRESOR DU BIBLIOPHILE, V.III P.580. NESTA EDIÇÃO O TEXTO É AUMENTADO E CONTÉM 350 VINHETAS PUR BOIS E UMAS 48 NA PÁGINA INTEIRA. ENCADERNAÇÃO RIQUÍSSIMA APRESENTANDO LOMBADA ORNAMENTADA E CORTE SUPERIOR DOURADO. PYRENEES ( FRANÇA E ESPANHA )- DESCRIÇÃO DE VIAGEM.Nota: Em 1854, Hippolyte Taine, um jovem professor de filosofia à beira de uma carreira brilhante, viajou por dois meses para se rejuvenescer nas águas dos Pireneus. É a primeira viagem da vida dele. Chegando em Bordeaux e depois de cruzar as Landes, ele viajou de diligência ao longo da costa atlântica até Biarritz e Saint-Jean-de-Luz. De lá, levado em ônibus improvisados, ele mergulhou no vale de Ossau, cruzou o vale de Luz antes de chegar a Toulouse via Bagnères e Luchon. Durante dois meses, atento a tudo o que acontece, este esteta de espírito livre explora cada canto dos Pireneus. Dessas andanças ao ar livre, ele trouxe uma obra que faria um sucesso extraordinário e o tornaria conhecido do grande público. A Viagem aos Pireneus é uma jornada ora erudita, ora engraçada, ora fantasiosa, ao coração de uma região selvagem e majestosa, guiada por um escritor que foi injustamente esquecido. A bíblia para todos aqueles que querem descobrir os Pirineus de uma maneira diferente.
  • WILLIAM HENRY DECOURCY WRIGHT  -CARTA DO CONSUL AMERICANO NO RIO DE JANEIRO  E DEPOIS ENCARREGADO DE NEGOCIOS WILLIAM HENRY DECOURCY WRIGHT AO GOVERNADOR  DE SÃO PAULO COUTO DE MAGALHÃES AGRADECENDO JORNAIS EM QUE CONSTAVAM SUA NOMEAÇÃO COMO MEMBRO HONORARIO DO INSTITTUTO HISTORICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO. EXCERTOS DO TEXTO: DR COUTO DE MAGALHÃES MEU DISTINTO AMIGO. RECEBI OS JORNAIS O COMÉRCIO DE SÃO PAULO ONDE VI MEU NOME CITADO COMO MEMBRO HONORÁRIO DO INMSTITUTO HISTORICO. ENQUANTO EU NÃO FOR OFICIALMENTE NOTIFICADO QUE FUI ACEITO, SINTO QUE ESTOU EM DÍVIDA COM VOCÊ POR ESTA DISTINTA CORTESIA E AGRADEÇO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO POR TODAS ESTAS GENTIS ATENÇÕES. ESPERO VE-LO OUTRA VEZ ANTES DE DEIXAR SÃO PAULO. ADEUS MEU SENHOR. CALOROSOS CUMPRIMENTOS. WILLIAM HENRY DECOURCY WRIGHT. NOTA: José Vieira Couto de Magalhães (Diamantina, 1 de novembro de 1837  Rio de Janeiro, 14 de setembro de 1898) foi um político, militar, etnólogo, escritor e folclorista brasileiro. Nasceu na província de Minas Gerais na fazenda Gavião, na cidade de Diamantina. Seus pais eram Antônio Carlos de Magalhães, capitão e comerciante de pedras preciosas, e Tereza Antônio do Prado Couto Vieira, dona de casa. Ambos os pais de Couto de Magalhães eram de ascendência lusitana, sendo o pai, Antônio Carlos, português de fato. Durante o Segundo Reinado foi governador das províncias de Goiás, Pará, Mato Grosso e São Paulo. Morreu em 14 de setembro de 1898, aos 61 anos de idade, de sífilis, doença da qual padecia desde os 52 anos anos de idade, quando já era governador de São Paulo. Couto de Magalhães conhecia bem o interior do Brasil e foi o iniciador da navegação a vapor no Planalto Central. Foi conselheiro do Estado e deputado por Goiás e Mato Grosso. Foi presidente das províncias de Goiás, de 8 de janeiro de 1863 a 5 de abril de 1864, Pará, de 29 de julho de 1864 a 8 de maio de 1866, Mato Grosso, de 2 de fevereiro de 1867 a 13 de abril de 1868, e São Paulo, de 10 de junho a 16 de novembro de 1889, presidência que ocupava quando foi proclamada a república. Preso e enviado ao Rio de Janeiro, foi liberado em reconhecimento da sua enorme cultura e ações em prol do desbravamento dos sertões brasileiros. Foi afiliado a maçonaria durante o cargo. Falava francês, inglês, alemão, italiano, tupi e numerosos dialetos indígenas. Foi quem iniciou os estudos folclóricos no Brasil, publicando O selvagem (1876) e Ensaios de antropologia (1894), entre outros.Fundou em 1885 o primeiro observatório astronômico do estado de São Paulo, na sua chácara em Ponte Grande, às margens do rio Tietê.É o patrono nas seguintes Academias de Letras:Cadeira 31 na Academia Tocantinense de Letras;Cadeira 19 da Academia Mato-grossense de Letras;Cadeira 11 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras.Couto de Magalhães teve três irmãos, sendo ele o terceiro filho do casal Antônio Carlos e Tereza. O primogênito era Antonino, seguido por Antônio Carlos, que chegou a ser coronel de artilharia e lutou na Guerra do Paraguai. O caçula era Leopoldo, formado em medicina. Couto de Magalhães era neto, pelo lado materno, do mineralogista José Vieira do Couto (1752-1827), de relativa fama em sua época. Tido como homem profundamente culto, construiu uma impressionante biblioteca ao longo da vida, com obras cujos autores iam de importantes nomes da antiguidade até os primeiros cientistas do começo do século 19, incluindo muitas obras sobre medicina, que praticou informalmente, embora nunca tinha se formado médico. Formado em filosofia pela Universidade de Coimbra e homem de ideias contrários ao império, tendo sido, inclusive, acusado de ter envolvimento com a Inconfidência Mineira. Ironicamente, o neto que viria se tornar alto funcionário do império e seria próximo ao imperador Dom Pedro II.
  • MÉMOIRES DE SAINT-SIMON. 9 EDIÇÕES COMPILADA DO MANUSCRITO AUTÓBIOGRÁFICO, ACRÉSCIMOS ARGUMENTADOS POR SAINT-SIMON, AO DIÁRIO DANGEAU E NOTAS DE APÊNDICES DE A. DE BOISLISLE COM A COLABORAÇÃO DE L. LECESTRE E J.DE BOISLISLE. IMPRESSO EM PARIS PELA HACHETTE EM 1879-1928. 43 VOLUMES 25CM X17CM. TIRAGEM DE 200 EXEMPLARES, SENDO ESTA A DE Nº153. REFERÊNCIA LIBRARY OF CONGRESS ONLINE CATALOG. CONTEÚDO: VOLS. 15-20: ...PARA A. DE BOISLISLE... AVEC LA COLLABORATION DE L.LECESTRE  V.21: ...AVEC LA COLLABORATION DE L LECESTRE ET DE J. BOISLISLE  VOLS. 42-43: ÍNDICE ALFABÉTICO E ANALÍTICO. PÁGINA DE ROSTO EM VERMELHO E PRETO. INCLUI ÍNDICE. ENCADERNAÇÃO EXCELENTE EM MARROQUIM GRAFITE. LITERATURA FRANCESA.Nota: As Memórias de Saint-Simon são uma obra póstuma de Louis de Rouvroy, Duque de Saint-Simon (1675-1755), cujo manuscrito compreende quase 3.000 páginas. Considerado um monumento da literatura francesa , este texto, publicado apenas em 1829, teve influência decisiva em autores como Chateaubriand , Stendhal , Balzac e Proust. O título Mémoires de Saint-Simon é o do manuscrito original, conservado na Bibliothèque nationale de France, no departamento de Manuscritos . Louis de Rouvroy, duque de Saint-Simon, nasceu dia 16 de janeiro de 1675. Foi um soldado, diplomata e memorialista francês. Ele nasceu em Paris, no Hôtel Selvois, situado na rua Taranne, 6 (demolido em 1876 para dar lugar ao Boulevard Saint-Germain). A nobreza ducal da família (Pariato da França), concedida em 1635 a seu pai Claude de Rouvroy (1608-1693), serviu como perspectiva e tema na vida e nos escritos de Saint-Simon. Ele foi o segundo e último Duque de Saint-Simon. Suas enormes memórias são um clássico da literatura francesa, dando o relato mais completo e vivo da corte no Palácio de Versalhes de Luís XIV e da Regência no início do reinado de Luís XV.
  • GENERAL SIR CHARLES JAMES NAPIER, (10 DE AGOSTO DE 1782 - 29 DE AGOSTO DE 1853) VETERANO DA GUERRA NAPOLEONICA , MAJOR GENERAL DO EXERCITO DE BOMBAIM, CONQUISTADOR DE SINDH A QUAL GOVERNOU EM NOME DA RAINHA VICTORIA E COMANDANTE EM CHEFE DA INDIA . BILHETE DIRIGIDO AO MISTER  MORAND AGRADEDECENDO A UM CONVITE: PREZADO MISTER MORAND, ESTOU EXTREMAMENTE ENTRISTECIDO POR NÃO TER SIDO ENCONTRADO ONTEM QUANDO SEU GENTIL CONVITE CHEGOU. DE OUTRA FORMA, EU TERIA TIDO O MAIOR PRAZER EM ME JUNTAR Á SUA AGRADÁVEL FAMÍLIA. ATENCIOSAMENTE. CHARLES NAPIER. SEGUNDA FEIRA DE MANHÃ. O BILHETE FOI ESCRITO EM UM PAPEL TIMBRADO DE UM HOTEL SOB COROA REAL A PALAVRA BATH QUE SE REFERE A UM BALNEARIO FREQUENTADO PELA ARISTOCRACIA INGLESA NO SEC. XIX. ESTE BILHETE PERTENCEU A COLEÇÃO DO PIANISTA PORTUGUES RADICADO NO BRASIL ARTHUR NAPOLEÃO (1843-1925)NOTA: GENERAL SIR CHARLES JAMES NAPIER  foi um oficial e veterano das campanhas peninsulares e de 1812 do Exército Britânico, e mais tarde major-general do Exército de Bombaim, período em que liderou a conquista militar de Sindh, antes de servir como governador de Sindh e comandante-em-chefe na Índia. Napier comandou o 50º Regimento de Infantaria da Rainha durante a Guerra Peninsular na Península Ibérica contra Napoleão Bonaparte. As atividades de Napier lá terminaram durante a Batalha da Corunha, na qual ele foi ferido e deixado para morrer no campo de batalha. Napier foi resgatado, quase morto, por um baterista do exército francês chamado Guibert, e levado como prisioneiro de guerra. No entanto, Napier foi premiado com uma Medalha de Ouro do Exército depois que ele foi devolvido às mãos britânicas. Napier ofereceu-se para regressar à Península Ibérica em 1810 para lutar novamente contra Napoleão em Portugal, nomeadamente na Batalha do Côa, na Batalha do Buçaco, na Batalha de Fuentes de Onoro, e na Batalha de Badajoz (1812) (o segundo cerco de Badajoz) na Extremadura, Espanha, na qual foi tenente-coronel no comando do 102º Regimento de Infantaria. Como comandante em chefe da India Napier reforçou a proibição britânica de suttee, ou prática sati . Este era o costume de ter uma viúva queimando viva na pira funerária de seu marido. Embora mais raro durante o tempo em que Napier governou Sindh.  Napier julgou que essas imolações eram motivadas por lucros para os sacerdotes; quando informado de um Sati real prestes a acontecer, ele informou aos envolvidos que interromperia o sacrifício. Os sacerdotes reclamaram que este era um rito religioso costumeiro e que os costumes de uma nação deveriam ser respeitados. Conforme relatado por seu irmão William , ele respondeu de forma famosa: "Assim seja. Esta queima de viúvas é o vosso costume; preparai a pira funerária. Mas a minha nação também tem um costume. Quando os homens queimam mulheres vivas, nós as enforcamos e confiscamos todos os seus bens. Os meus carpinteiros, portanto, erguerão forcas nas quais enforcarão todos os envolvidos quando a viúva for consumida. Vamos todos agir de acordo com os costumes nacionais.". Foi também frontalmente contra a escravidão.  De acordo com as memórias de William sobre Napier , o cultivador Sindh foi escravizado e oprimido, e os numerosos hindus foram saqueados e sua fé foi condenada pelos balúchis e sindhis . Eles estavam ansiosos por paz e proteção.  Napier removeu os emires do poder, desmantelou sua assembleia privada de homens armados, proclamou que os impostos anteriormente coletados pelos emires dos camponeses fossem pagos aos ingleses, e que a escravidão fosse abolida em todo o país.  Isso foi veementemente contestado pelos mestres balúchis, mas bem-vindo pelas escravas dos haréns .  Napier descobriu que o Sindh foi dividido em parcelas de terra chamadas kardarats , sob um chefe chamado kardar , que estavam sob um cadi árabe .  O cadi tinha poderes para multar e prender sumariamente e, na prática, exercia poderes de vida, morte e tortura. O kardar coletava impostos sobre a terra e alfândegas, frequentemente multando e torturando os moradores a um nível de medo de que fossem escravos do chefe a cuja propriedade sua aldeia pertencia. Napier continuou o antigo sistema de kardars , mas os tornou cobradores oficiais, dando-lhes salários do governo, permitindo que os moradores apresentassem reclamações contra qualquer kardar .
  • VISCONDE WOLSELEY E MARECHAL DE CAMPO   JOSEPH WOLSELEY  (1833-1913)  CARTA DIRIGIDA AO OFICIAL STRONG DO GABINETE DE GUERRA EM PAPEL TIMBRADO DO COMANDO DO CAIRO COM BRASÃO DA COROA INGLESA. A CARTA É DIRIGIDA NO CONTEXTO DA VITÓRIA DO GENERAL  JOSEPH WOLSELEY QUE SUFOCOU A REVOLTA DE URABI E TOMOU O CANAL DE SUEZ EM SETEMBRO DE 1882. APÓS A RÁPIDA E BRILHANTE CAMPANHA FOI CHAMADO A INGLATERRA ONDE RECEBEU PATENTE DE GENERAL E UM TITULO DE NOBREZA COMO BARÃO WOLSELEY, MAIS TARDE APÓS OUTRA CAMPANHA VITORIOSA NO EGITO TORNOU-SE 1885 FOI ELEVADO A VISCONDE WOLSELEY. AINDA POR SEUS SERVIÇOS   A CONVITE DA RAINHA VICTORIA, A FAMÍLIA WOLSELEY MUDOU-SE DE SUA ANTIGA CASA EM 6 HILL STREET, LONDRES, PARA A MUITO MAIS GRANDIOSA RANGER'S HOUSE EM GREENWICH NO OUTONO DE 1888. EXCERTOS DO TEXTO: 24 DE SETEMBRO 1882. PREZADO  STRONG   AGRADEÇO SUA GENTIL CARTA DE CONGRATULAÇÕES. PREETENDO PARTIR PARA INGLATERRA MUITO EM BREVE, ENTÃO LOGO DEIXAREI DE INCOMODA-LO COMO ANTES. POR FAVOR RECOMENDE-ME A TODOS OS CAVALEIROS SOB SEU COMANDO. CREIA SOU SEU AMIGO. ASSINA GENERAL  JOSEPH WOLSELEY. TAMBÉM ACOMPANHA PARTE DO ENVELOPE COM ENDEREÇO DO GABINETE DE GUERRA E O ENCAMINHAMENTO A STRONG. NOTA:  O marechal de campo Garnet Joseph Wolseley, 1º Visconde Wolseley (4 de junho de 1833  25 de março de 1913) foi um oficial anglo-irlandês do Exército Britânico . Ele se tornou um dos generais britânicos mais influentes após uma série de vitórias no Canadá, África Ocidental e Egito, seguido por um papel central na modernização do Exército Britânico na promoção da eficiência. Wolseley é considerado um dos mais proeminentes e condecorados heróis de guerra do Império Britânico durante a era do Novo Imperialismo . Ele serviu na Birmânia, na Guerra da Crimeia , no Motim Indiano , na China, no Canadá e amplamente por toda a África  incluindo sua campanha Ashanti (18731874) e a Expedição ao Nilo contra o Sudão Mahdista em 188485. Wolseley serviu como Comandante-em-Chefe das Forças de 1895 a 1900. Sua reputação de eficiência levou à frase inglesa do final do século XIX "everything's all Sir Garnet", que significa "Tudo está em ordem". Em 1 de abril de 1882, Wolseley foi nomeado Ajudante-Geral das Forças , e, em agosto daquele ano, recebeu o comando das forças britânicas no Egito sob o comando do Quediva Tewfik para suprimir a Revolta de Urabi .  Tendo tomado o Canal de Suez , ele desembarcou suas tropas em Ismailia e, após uma campanha muito curta, derrotou completamente Urabi Pasha na Batalha de Tel el-Kebir , suprimindo assim outra rebelião.  Por seus serviços, ele foi promovido ao posto substantivo de general em 18 de novembro  e elevado à nobreza como Barão Wolseley , do Cairo e de Wolseley no Condado de Stafford.  Ele também recebeu os agradecimentos do Parlamento e a Medalha do Egito com fecho;  a Ordem de Osmanieh , Primeira Classe, concedida pelo Quediva ;  e o elogio mais duvidoso de uma composição em sua homenagem pelo poetastro William Topaz McGonagall .Em 1 de setembro de 1884, Wolseley foi novamente chamado para longe de suas funções como ajudante-geral, para comandar a Expedição ao Nilo para o alívio do General Gordon e da guarnição sitiada em Cartum . A estratégia incomum de Wolseley era fazer uma expedição de barco pelo Nilo acima e então cruzar o deserto até Cartum, enquanto os barcos navais seguiam para Cartum.  A expedição chegou tarde demais; Cartum havia sido tomada, e Gordon estava morto.  Na primavera de 1885, complicações com a Rússia Imperial sobre o Incidente de Panjdeh ocorreram, e a retirada daquela expedição em particular ocorreu. Pelos seus serviços ali, ele recebeu dois fechos na sua medalha egípcia, os agradecimentos do Parlamento,  e em 28 de setembro de 1885 foi criado Visconde Wolseley , de Wolseley no Condado de Stafford,  55   56  e um Cavaleiro da Ordem de São Patrício .  A convite da Rainha , a família Wolseley mudou-se de sua antiga casa em 6 Hill Street, Londres, para a muito mais grandiosa Ranger's House em Greenwich no outono de 1888. Wolseley continuou no Ministério da Guerra como Ajudante-Geral das Forças até 1890, quando se tornou Comandante-em-Chefe da Irlanda .  49  Ele foi promovido a marechal de campo em 26 de maio de 1894,  e nomeado pelo governo conservador para suceder o duque de Cambridge como Comandante-em-Chefe das Forças em 1º de novembro de 1895. Esta era a posição à qual sua grande experiência no campo e seu sucesso anterior no próprio Ministério da Guerra lhe deram pleno direito, mas era cada vez mais irrelevante. Os poderes do Marechal de Campo Visconde Wolseley naquele cargo foram, no entanto, limitados por uma nova Ordem em Conselho e, após ocupar o cargo por mais de cinco anos, ele entregou o comando-chefe ao seu colega marechal de campo, Earl Roberts , em 3 de janeiro de 1901 Ele também sofreu de uma doença grave em 1897, da qual nunca se recuperou totalmente.  A força inesperadamente grande necessária para a fase inicial da Segunda Guerra dos Bôeres foi fornecida principalmente por meio do sistema de reservas que Wolseley havia originado. Ao recorrer a reservistas regulares e reservas voluntárias, a Grã-Bretanha conseguiu reunir o maior exército que já havia implantado no exterior. No entanto, as novas condições no Ministério da Guerra não eram do seu agrado. O fiasco agora chamado de Semana Negra culminou em sua demissão no Natal de 1900. Ao ser dispensado de responsabilidades, ele trouxe todo o assunto à Câmara dos Lordes em um discurso. Lord Wolseley foi o Gold Stick in Waiting da Rainha Vitória e participou do cortejo fúnebre após sua morte em fevereiro de 1901. Ele também serviu como Gold Stick in Waiting do Rei Edward durante sua coroação em agosto de 1902.  Nomeações honoríficas e reais e armasNo início de 1901, Lord Wolseley foi nomeado pelo Rei Eduardo VII para liderar uma missão diplomática especial para anunciar a ascensão do Rei aos governos da Áustria-Hungria , Romênia , Sérvia , Império Otomano e Grécia .  Durante sua visita a Constantinopla , o Sultão Abdul Hamid II presenteou-o com a Ordem de Osmanieh cravejada em brilhantes.  Ele estava entre os destinatários originais da Ordem do Mérito na lista de Honras da Coroação de 1902 publicada em 26 de junho de 1902, e recebeu a ordem do Rei Eduardo VII no Palácio de Buckingham em 8 de agosto de 1902. Pelo tempo gasto como coronel honorário na Força Voluntária , ele recebeu a Decoração dos Oficiais Voluntários em 11 de agosto de 1903.  Ele também foi coronel honorário do 23º Regimento de Middlesex de 12 de maio de 1883,  coronel honorário da Brigada de Voluntários de Fuzileiros da Rainha, os Royal Scots (Regimento Lothian) de 24 de abril de 1889,  coronel da Royal Horse Guards de 29 de março de 1895 e coronel-chefe do Regimento Real Irlandês de 20 de julho de 1898.Wolseley se opôs profundamente à tentativa de Sir Edward Watkin de construir um Túnel do Canal . Ele deu provas a uma comissão parlamentar de que a construção poderia ser "calamitosa para a Inglaterra", ele acrescentou que "Não importa quais fortificações e defesas fossem construídas, sempre haveria o perigo de algum exército continental tomar a saída do túnel de surpresa." Vários artifícios para satisfazer suas objeções foram apresentados, incluindo a construção de um viaduto dos penhascos de Dover e de volta para eles, para que a conexão pudesse ser bombardeada à vontade pela Marinha Real . Por uma combinação de razões, mais de 100 anos se passaram antes que uma ligação permanente fosse feitaWolseley casou-se em 1867 com Louisa (18431920), filha do Sr. A. Erskine.  13  Sua única filha, Frances (18721936) foi uma autora e fundou o College for Lady Gardeners em Glynde . Ela era herdeira do visconde sob remanescente especial, mas ele foi extinto após sua morte.  Em seus últimos anos, Lord e Lady Wolseley viveram em um apartamento de graça e favor no Palácio de Hampton Court . Ele e sua esposa estavam passando o inverno na Villa Tourrette, Menton , na Riviera Francesa , onde ele adoeceu com gripe e voltou para a Inglaterra, onde morreu em 26 de março de 1913.  Foi sepultado em 31 de março de 1913 na cripta da CATEDRAL DE SAINT PAUL , ao som da música tocada pela banda do 2º Batalhão do Regimento Real Irlandês , do qual foi o primeiro Coronel-em-Chefe
  • LA FEMME: DANS LA PEITURE FRANÇAISE XV  XX SIÈCLE DE M. JEAN ROBIQUET. PREFÁCIO DE M. HENRI DE RÉGNIER DE LACADEMIE FRANÇAISE. IMPRESSO EM PARIS PELA LES EDITIONS NATIONALES EM 1938. 206 PÁGINAS 39CM X 29CM. EDIÇÃO DE LUXO. TIRAGEM DE 3000 EXEMPLARES EM PAPEL VÉLIN COM SEQUÊNCIA DE GRAVURAS FORA DO TEXTO, SENDO ESTE O EXEMPLAR Nº2020. ESSA OBRA APRESENTA POR ADRIEN BAGARRY FOI PAGINADA POR JEAN BOISSEAU, E REALIZADA GRAÇAS A COLABORAÇÃO PRECIOSA DAS TÉCNICAS DE E. DESFOSSÉS-NEOGRAVURES, EM 15/09/1938. INCLUI ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES. ENCADERNAÇÃO EM PERGAMINHO. PINTURA FRANCESA. ARTE  MULHER  FRANÇA.
  • MES AMOURS À VINGT ANS DE RESTIF DE LA BRETONNE. ILUSTRAÇÃO DE JACQUES TOURNEBROCHE. IMPRESSO EM PARIS PELA ÉDITIONS DU MOUSTIÉ EM 1947. 109 PÁGINAS 22CM X 15CM. DESTA OBRA FORAM TIRADAS 1600 EXEMPLARES, DOS QUAIS 70 EM VÉLIN DU MARAIS COM SUÍTE EM NEGRO NUMERADOS DE 31 A 100 SENDO ESTE O EXEMPLAR Nº51. EM 01/12/1947 NA FESTA DE SAINT-ÉLOI O TEXTO DESSA EDIÇÃO É IMPRESSO POR ROLAND, EM SAUMUR AS ILUSTRAÇÕES DE TOURNEBROCHE PELO ATELIER PERCEVAL EM PARIS E GRAVURAS EM SU BOI POR FRANÇOISE VILOIN. ( RETIRADO DO COLOFÃO ). REFERENCIA DE BIBLIOTHÈQUE NATIONALE DE FRANCE. ENCADERNAÇÃO BELÍSSIMA EM MARROQUIN VERMELHO APRESENTANDO ORNAMENTOS DOURADOS NA CAPA E LOMBADA E CONTRACAPA EM CMAMALOTE VERMELHO. LITERATURA FRANCESA.Nota: Nicolas Edme Restif, conhecido como Restif de La Bretonne , também escrito Rétif e de La Bretone, é um escritor francês nascido em 23 de outubro de 1734 em Sacy. Admirador das ideias de Rousseau , cujo talento ele pouco respeitava, Restif queria, seguindo seu exemplo, propor projetos de reforma social e demonstrou, no que escreveu sobre governo, educação, mulheres, teatro, etc., singularidade e estranheza, mas também ousadia, originalidade e, às vezes, precisão. Seus livros eróticos são frequentemente ilustrados com mulheres com pés pequenos e bocas redondas. A dedicada às meninas do Palais-Royal é apresentada como um guia, mas representa mais uma série de entrevistas, à maneira de um jornalista. Para aqueles que o criticam pela escolha de seus temas, ele responde que escreve livros sobre medicina moral, que os princípios são honestos e que ele não pode pintar uma moral pura, pois o século tem uma moral corrupta.
  • MARECHAL DE CAMPO FITZROY JAMES HENRY SOMERSET, 1. BARÃO DE RAGLAN, SECRETARIO MILITAR DO DUQUE DE WELINGNTON. FERIDO NA BATALHA DE WATERLOO TEVE UM BRAÇO AMPUTADO. CARTA ESCRITA EM LONDRES EM 1822. ESCREVE PARA O MAJOR SIR JOSHUA JEBB (1793-1863) . EXCERTOS DO TEXTO: 10/01/1822. MEU CARO MAJOR JEBB  POR FAVOR VEJA O SR. GODWIES QUE QUERO QUE CONHEÇA. ELE ESTÁ MUITO ANSIOSO PARA SER NOMEADO PARA O CARGO QUE VOCE MENCIONOU E HÁ APENAS UMA COISA CONTRA ELE, É CASADO, EM TODOS OS OUTROS ASPECTOS É PERFEITAMENTE QUALIFICADO.  INGLATERRA, 1827. NOTA: Sir Joshua Jebb, KCB (8 de maio de 1793 - 26 de junho de 1863) foi um oficial britânico dos Royal Engineers que participou da Batalha de Plattsburgh no Lago Champlain durante a Guerra de 1812 ,  Ele se tornou o Inspetor-Geral das prisões de condenados. Em 1850, a Prisão de Pentonville , que ele havia projetado, tornou-se um modelo para a construção de prisões em todo o Império Britânico .  Michael Ignatieff descreveu Pentonville como "o ápice de uma história de esforços para conceber um modo de prisão perfeitamente racional e reformador".
  • MARECHAL DE CAMPO FITZROY JAMES HENRY SOMERSET, 1. BARÃO DE RAGLAN, SECRETARIO MILITAR DO DUQUE DE WELINGNTON. FERIDO NA BATALHA DE WATERLOO TEVE UM BRAÇO AMPUTADO. CARTA ESCRITA EM LONDRES EM 11  DE FEVEREIRO DE 1827 TRANMITINDO OS AGRADECIMENTOS DO DUQUE DE WELLINGNTON PELA LEMBRANÇA E GARANTINDO QUE SEUS ASSUNTOS ESTAVAM ENCAMINHADOS.   INGLATERRA, 1827. NOTA: Arthur Wellesley, 1.º Duque de Wellington ( né  Wesley ; 1 de maio de 1769  14 de setembro de 1852), foi um oficial do exército anglo-irlandês e estadista que foi uma das principais figuras militares e políticas da Grã-Bretanha durante o final do século XVIII e início do século XIX, servindo duas vezes como Primeiro-Ministro do Reino Unido . Ele está entre os comandantes que acabaram com as guerras Anglo-Mysore quando Tipu Sultan foi morto na quarta guerra em 1799 e entre aqueles que acabaram com as Guerras Napoleônicas em uma vitória quando a Sétima Coalizão derrotou Napoleão na Batalha de Waterloo em 1815.Wellesley nasceu em uma família de ascendência protestante na Irlanda . Ele foi comissionado como alferes no Exército Britânico em 1787, servindo na Irlanda como ajudante de campo de dois sucessivos lordes tenentes da Irlanda . Ele também foi eleito membro do Parlamento na Câmara dos Comuns da Irlanda . Subindo ao posto de coronel em 1796, Wellesley prestou serviço nos Países Baixos e na Índia , onde lutou na Quarta Guerra Anglo-Mysore no Cerco de Seringapatam . Ele foi nomeado governador de Seringapatam e Mysore em 1799 e, como um major-general recém-nomeado , obteve uma vitória decisiva sobre a Confederação Maratha na Batalha de Assaye em 1803.Alcançando destaque como oficial general durante a Guerra Peninsular , Wellesley foi promovido ao posto de marechal de campo após liderar as forças lideradas pelos britânicos para a vitória contra os franceses na Batalha de Vitória em 1813. Após o primeiro exílio de Napoleão em 1814, ele serviu como embaixador britânico na França e foi feito duque de Wellington . Durante a campanha dos Cem Dias em 1815, Wellington comandou outro exército liderado pelos britânicos que, junto com o Exército Prussiano sob o comando do marechal de campo Gebhard von Blücher , derrotou Napoleão em Waterloo. O histórico de batalha de Wellington é exemplar; ele acabou participando de cerca de 60 batalhas durante o curso de sua carreira militar e, embora não invicto, "nunca perdeu" um grande combate.  Wellington é famoso por seu estilo defensivo adaptável de guerra, resultando em várias vitórias contra forças numericamente superiores, minimizando suas próprias perdas. Ele é considerado um dos maiores comandantes da era moderna ,  3  e muitas de suas táticas e planos de batalha ainda são estudados em academias militares ao redor do mundo. Após o fim de sua carreira militar ativa, Wellington retornou à política. Ele foi duas vezes primeiro-ministro britânico como membro do partido conservador de 1828 a 1830 e por pouco menos de um mês em 1834. Wellington supervisionou a aprovação do Roman Catholic Relief Act 1829 , enquanto se opôs ao Reform Act 1832. Ele continuou a ser uma das principais figuras na Câmara dos Lordes até sua aposentadoria e permaneceu como Comandante-em-Chefe das Forças até sua morte .
  • LA MAISON DE DANSES: ROMAN DE PAUL REBOUX. ILUSTRAÇÃO DE TRINTA E CINCO PONTAS SECAS ORIGINAIS DO PINTOR E GRAVADOR LOBEL-RICHE. IMPRESSO EM PARIS PELA POR LE COMPTE DS AUTEURS EM 1928. 2 VOLUMES  DE 28CM X 20CM. COM CAIXA. LIVRO RARO. EDIÇÃO DE GRANDE LUXO DAS QUAIS FORAM TIRADOS 250 EXEMPLARES E DENTRE ESTES 70 EM PAPEL VÉLIN DARCHES. A COLEÇÃO DE GRAVURAS CONTÉM UMA SEQUÊNCIA EM 1º ESTADO DAS PONTAS SECAS, UMA SEQUÊNCIA EM NEGRO, COM ANOTAÇÕES, UMA SEQUÊNCIA EM SANGUINA COM ANOTAÇÕES, UM ESTADO TERMINADONO TEXTO, ALÉM DE 2 DESENHOS ORIGINAIS, SENDO UM EM SÉPIA. ESTE É O EXEMPLAR Nº94. IMPRESSOR DO TEXTO LIMPRIMERIE LHOIR E DAS GRAVURAS VICTOR VIENNOIS EM 1928. CAPITAIS COLORIDAS. ENCADERNAÇÃO BELÍSSIMA EM MARROQUIM MARROM COM DESENHOS PIROGRAFADOS NAS CAPAS, COM CONTRACAPA EM GROS-GRAIN CINZA. 5 ESTADOS DAS GRAVURAS, ASSINADO POR B. RAUTTECOEUR. EX-LIBRES DE G. SÉMON. LITERATURA FRANCESA.Nota: Alméry Lobel-Riche, cujo nome verdadeiro era Alméric Joseph Riche , nasceu em 3 de maio de 1877 em Genebra de pais franceses, morreu em 11 de maio de 1950 em Paris, é um pintor, gravador e ilustrador francês conhecido do público em particular por suas representações do mundo da galanteria. Paul Reboux, nascido André Amillet dia 21 de maio de 1877. Foi um escritor, humorista, crítico literário e pintor francês. Ele era filho do jornalista Charles Ernest Amillet (18291884) e da chapeleira Caroline Reboux. Mais tarde, ele adotou o nome de solteira de sua mãe com "Paul" como pseudônimo, e é geralmente conhecido como Paul Reboux. Pintor e escritor prolífico, sua carreira literária foi diversificada, como editor, crítico literário, crítico gastronômico, romancista e autor de livros de história natural, biografias, histórias de viagem e livros infantis.

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