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  • REVOLUÇÃO FRANCESA - DOMINIQUE MARTIN MÉON  (1748-1829)  - BIBLIOFILO, ROMANCISTA E MEDIEVALISTA FRANCES DO SEC. XVIII. PERGAMINHO CARTA DE ALISTAMENTO DOS VOLUNTARIOS DA GUARDA NACIONAL PARISIENTE EM 1791 DURANTE A REVOLUÇÃO FRANCESA. DIVISÃO 2. BATALHÃO 5. COMPANHIA. BELISSIMO PERGAMINHO COM GRAVURA GRAVADA POR DIGNON, PRAÇA DO LOUVRE, SEGUNDO PORTÃO. A CURIOSA GRAVURA TEM ENTRE O BRASÃO REAL E O BRASÃO DA CIDADE DE PARIS O BARRETE FRÍGIO SIMBOLO DA REVOLUÇÃO E MAIS TARDE DA REPÚBLICA ELEVADO EM POSIÇÃO CENTRAL. EXCERTOS DO TEXTO: BREVE VOLUNTARIOS DA GUARDA NACIONAL PARISIENSEDIVISÃO 2. BATALHÃO 5. COMPANHIA.  NÓS ABAIXO ASSINADOS CERTIFICAMOS QUE O SENHOR DOMINIQUE MARTIN MEON, MORADOR DE PARIS, RUA DAS FILHAS DO CALVÁRIO, N. 17, PARÓQUIA DE SÃO FRANCISCO, COM IDADE DE QUARENTA E TRES ANOS, ALTURA DE 5  PÉS E 2 POLEGADAS, ROSTO OVAL, TESTA ALTA E DESCOBERTA, CABEKIS CASTANHOS, SOBRANCELHAS CASTANHAS, OLHOS CINZA, NARIZ GRANDE, BOCA MÉDIA, QUEIXO REDONDO, FOI REGISTRADO NO 2. BATALHÃO E FEZ SEU SERVIÇO CORRETAMENTE NA 5.. COMPANHIA., A QUAL FOI ANEXADO EM 14 DE JULHO DO MESMO ANO DE 1789. EM FÉ DO QUE, ENTREGAMOS O MESMO QUE ELE ASSINOU CONOSCO . PRIMIERO DE SETEMBRO DE 1791. CAPITÃO VOLUNTÁRIO, VISTO POR NÓS CHEFE DE DIVISÃO, VISTO POR NÓS COMANDANTE DO BATALHAO. NOTA: Dominique Martin Méon , nascido em1 de setembro de 1748em Saint-Nicolas-de-Port e morreu em Paris em5 de maio de 1829 , foi um bibliotecário, bibliófilo,romanista e medievalista. Méon trabalhou no Ministério da Guerra, nos serviços de abastecimento do exército, durante a Revolução Francesa; ele perdeu este emprego no final de 1799; No final de 1803, ele vendeu a notável coleção de livros que havia reunido. De 1807 a 1826, foi curador assistente no departamento de manuscritos da Biblioteca Nacional de Paris; Por volta de 1820, ele organizou o fundo conhecido como Suplemento Latino, que reuniu manuscritos latinos adquiridos a partir de 1744. Ele é o editor científico de textos franceses da Idade Média . Ele é particularmente conhecido por sua contribuição filológica à edição de 1824 do manuscrito francês nº 1116 da Bibliothèque nationale de France , conhecido como "F", do Livro de Marco Polo , uma publicação de grande importância histórica, pois foi a primeira edição de um manuscrito da famosa história de Marco Polo e que, em comparação com todos os manuscritos preservados , apresentou o texto mais antigo, datado de 1298, embora em francês frequentemente falho. Em 1826, Méon propôs a Georges-Adrien Crapelet os primeiros textos para a Coleção de monumentos antigos da história e da língua francesa que apareceram até 1834, em particular A luta dos trinta bretões contra os trinta ingleses , Versos sobre a morte de Thibaut de Marly e a História do senhor de Coucy e da senhora de Fayel
  • PROGRAMA DOS ESPETACULOS NOS PRINCIPAIS TEATROS DE PARIS NA TEMPORADA DE 1835. O PROGRAMA É APRESENTADO COM OS PREÇOS EM DIVERSOS LUGARES NOS TEATROS ENTRE CAMAROTES E PLATÉIA. AS INFORMAÇÕES SÃO APRESNETADAS ENTRE UMA ALEGORIA ASINADA POR MAURISSET ONDE SÃO REPRESENTADOS AS ARTES, A LITERATURA, O DRAMA E A MUSICA. FRANÇA, 1835
  • GAZETTE DE FRANCE DE TERÇA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 1780-  CURIOSO JORNAL PUBLICADO EM PARIS COM NOTICIAS DIVERSAS. A MAIS CURIOSA NOTICIA É SOBRE UMA NEGRA QUE SE SUPUNHA TER 175 ANOS DE IDADE. EXCERTOS DO TEXTO: DE CÓRDOBA  DO TUCUMAN, NA AMERICA MERIDIONAL, 1 DE JUNHO DE 1779. A SETE LÉGUAS DAQUI, NA HABITAÇÃO DE ALTAGRACIA, E ADQUIRIDA DESDE ENTÃO POR D. JOSEPH RODRIGUES, MESTRE DE CAMPO, EXISTE UMA NEGRA, QUE SEGUNDO A TRADIÇÃO É FILHA DE UM DOS ESCRAVOS DE D. FERNANDO TREXO,  BISPO DESTA DIOCESE, FALECIDO EM 1614. DE ACORDO COM ESTA ÉPOCA A NEGRA DEVE TER ENTRE 174 E 175 ANOS . UM FENOMENO TÃO EXTRAORDINÁRIO MERECIA SER VERIFICADO, E COMO NÃO HAVIA ESPERANÇA DE ENCONTRAR PROVAS NUM REGISTRO BATISMAL, VISTO QUE NÃO HÁ REGISTROS PARROQUIAIS DAQUELA ÉPOCA, NEM NESTA CIDADE, NEM NA DE SANTIAGO DE LESTERO, DE UMA DAS QUAIS SE ACREDITAVA QUE ELA ERA NATIVA, RECORREU-SE AO TESTEMUNHO DA PRÓPRIA NEGRA. O CONSELHO DA CIDADE TENDO ORDENADO AO SEU ALCAIDE-MORD. NICOLAS GARCIA GILLEDO, QUE A INTERROGASSE, ESTE SE DESLOCOU, NO DIA 15 DE MARÇO PASSADO, COM O GOVERNADOR MILITAR, VÁRIOS OFICIAIS E ALGUNS OUTROS NOTÁVEIS DO PAIS, AO DOMICILIO DA NEGRA, QU DECLAROU SOB JURAMENTO QUE SE CHAMAVA LUISA TREXO QUE NASCEU EM CÓRDOBA, QUE SEU PRIMEIRO SENHOR FOI O PRELADO FERNANDO TREXO, DE QUEM SE LEMBRA DA FIGURA, DO HÁBITO DE FRANCISCANO QUE ELE USAVA, DA MORTE E DA CESSÃO QUE ELE FEZ DELA UM ANO ANTES, ENTRE OUTRAS COISAS. INTERROGADA SOBRE O NOME DOS BISPOS QUE SUCEDERAM A ESTE, ELA SÓ PODE NOMEAR ALGUNS, VISTO QUE VIVEU CONSTANTEMENTE NA HABITAÇÃO. ELA SE LEMBROU PRINICPALMENTE DAQUELE QUE A CASOU COM O NEGRO MIGUELO ÚNICO MARIDO QUE TEVE COM QUEM TEVE CINCO FILHOS TRES DESSSE FILHOS MORRERAM SEM CASAR E DO CASAMENTO DE OUTROS DOIS ELA SABE QUE HOUVE FILHOS, NETOS E BISNETOS LA CONTOU QUE QUANDO CHEGOU A ALTAGRACIA A ALDEIA ESTAVA SITUADA DUAS LEGUAS DA MONTANHA, E SÓ FOI TRANSFERIDA PARA ONDE ESTÁ MUITO TEMPO DEPOIS. AS CIRCUNSTANCIAS QUE ACOMPANHARAM ESTE EVENTO LEVAM A CONJECTURAR QUE ISSO ACONTECEU POR VOLTA DE 1647.  A ESTA DECLARAÇÃO ACRESCNETAM-SE AS SEGUINTES OBSERVAÇÕES DESTINADAS A RECONHECER O ESTADO ATUAL DA NEGRA: 1 VISTA A UMA DISTANCIA DE DEZ OU DOZE PASSOS ELA NÃO PARECE TER MAIS DO QUE 80 ANOS MAS EXAMINADA DE PERTO, SUAS RUGAS MULTIPLICADAS E A SECURA DA PELE DO ROSTO, QUE SÓ COBRE OSSOS SEM CARNE, INDICAM UMA IDADE MAIS AVANÇADA. 2. MESMA OBSERVAÇÃO SOBRE OS BRAÇOS QUE EMBORA BASTANTE FORTES ESTÃO TÃO RESSECADOS QUE SÓ SE DISTIGUEM OS TENDÕES, OS NERVOS, OS OSSOS E A PELE MUITO ENRUGADA. 3. AS MÃOS NÃO SÃO MENOS DESCARNADAS, E NAS JUNTAS DOS DEDOS OS NÓS SE ELEVAM TANTO QUE SE DIRIAM DESLOCADOS. 4. O ROSTO É COMPRIDO, O NARIZ GRANDE E ACHATADO NAS EXTREMIDADES, A BOCAGRANDE, OS LÁBIOS POUCO ESPESSOS, OS OLHOS CLAROS, A VISÃO POUCO FRACA, POIS A 10 OU 12 PASSOS ELA AINDE DISTINGUE OS OBJETOS. 5 ELA CONSERVA OS CABELOS CRESPOS COMO OS OUTROS NEGROS, BRANCOS, NA PARTE DE TRAS DA CABEÇA, AMARELOS NO TOPO E CASTANHOS NA FRENTE. 6. NÃO LHE FALTAM MAIS DO QUE CINCO DNETES, DOS QUAIS QUATRO MOLARES, MAS OS QUE LHE RESTAM ESTÃO TÃO DESGASTADOS QUE NÃO ULTRAPASSAM AS GENGIVAS. 7. ELA PARECE ESTANDO SENTADA, DE ESTATURA MEDIANA, NÃO SE SUSTENTA DE PÉ. 8. ELA AINDA FIA E SE OCUPA DE OUTROS TRABALHOS O QUE É SURPREENDENTE É QUE SEUS MESTRES E OS NEGROS COM QUEM ELA MORA DIZEM QUE ELA AINDA EXERCE A FUNÇÃO DE PARTEIRA, EMBORA SENTADA. 10 ELA AINDA TEMO MOVIMENTO DOS BRAÇOS TÃO FIRMES QUE SEUS EXAMINADORES A VIRAM TOMAR UMA SOPA SEM DERRAMAR NADA. O  COMISSÁRIO INTERROGOU ABUNDANTEMENTE  OS NEGROS E NEGRAS DA CASA, OS MAIS VELHOS E ALGUNS COM MAIS DE 100 ANOS TODOS GRANTIRAM QUE SEMPRE OUVIRAM DIZER QUE LOUISE PERTENCEU AO BISPO TREXO. QUE UMA NEGRA CHAMADA MANUELA, DECRÉPITA, COM 120 ANOS, MAS QUE AINDA GOZA DOS SEUS SENTIDOS DEPOS QUE QUANDO COMEÇOU A USAR A RAZÃO JÁ LUISE ERA UMA MULHER FORMADA E QUE FALANDO DELA LOUISE DIZIA: É MINHA FILHA, É MINHA PUPILA, EU A RECEBI EM MEUS BRAÇOS OUTRA NOTICIA INTESSANTE SOBRE UMA EMBARCAÇÃO CORSARIA A SERVIÇO DO REI DA FRANÇA: A FRAGATA CORSÁRIA DE HAVRE, A MARQUESA DE SEIGNELAY, DE 20 CANHOES COM 160 HOMENS NA TRIPULAÇÃO APÓS TER CONDUZIDO A ESTE PORTO O NAVIO INGLES O LONDON, DO QUAL SE APODEROU, VOLTOU A NAVEGAR NO DIA TRES DESSE MÊS E ENCONTROU NO CABO DE SANTA HELENA OUTRA EMBARCAÇÃO  NAVEGANDO A PLENO MASTRO. ELA VIROU DE BORDO E IMEDIATAMENTE FOI PERSEGUIDA ATÉ O MEIO DIA ALCANÇANDO-A O TIRO DE CANHÃO. OS NAVIOS ESTAVAM ENTÃO A DISTANCIA DE UM TIRO DE PISTOLA MAS O CAPITÃO COTTIN DESCOBRINDO QUE O NAVIO INGLES TINHA 20 CANHOES DE DOZE E 12 OBUSES DO CALIBRE DE QUATRO, EM SEU CONVÉS, JULGOU A SUPERIORIDADE DO INGLES POR SUA ARTILHARIA, E TOMOU IMEDIATAMENTE A DECISÃO DE TOMÁ-LO DE ASSALTO. COM A MAIOR BRAVURA QUASE TODO O SEU ESTADO MAIOR TENDO SALTADO A BORDO.  O NAVIO INGLES SE CHAMA HARPOONER, CAPITÃO LIONS-HILL INDO DE LONDRES PARA PLYMOUTH ELE TINHA APENAS 58 HOMENS. SEUS OBUSES ERAM DE FERRO FUNDIDO. ELE TINHA CARTAS DE CORSO E PROVISÕES PARA SEIS MESES. ESTE NAVIO TEVE 10 HOMENS MORTOS E 15 PERIGOSAMENTE FERIDOS ENTRE OS QUAIS O CAPITÃO. O MARQUESA DE SEIGNELAY TEVE DOIS HOMENS MORTOS E VÁRIOS FERIDOS INCLUINDO UM PERIGOSAMENTE. O CAPITÃO COLTIN ESTANDO EM COMBATE CORPORAL RECEBEU UM GOLPE DE LANÇA NA MÃO DIREITA. A FRAGATA HAVIA PERDIDO SEU CORDAME E SUAS VELAS E NÃO PODENDO NAVEGAR FOI NECESSÁRIO SEGUIR COM SUA PRESA PARA UM PORTO DA FRANÇA MAS EM SUA ROTA ELA ENCONTROU OUTRO NAVIO INGLES QUE ELA APRISIONOU ELE SE CHAMA ANNE DE 120 TONELADAS INDO DE LONDRES PARA CHESTER TENDO OITO HOMENS DE TRIPULAÇÃO E ESTANDO CARREGADO DE DIFERENTES MERCADORIAS. A FRAGATA A LEVOU PARA CHERBOURG, COM 56 PRISIONEIROS, APÓS O QUE ELA VOLTOU A NAVEGAR E CHEGOU A HAVRE NO DIA 11 COM O HARPOONER. O REI HAVIA ANTERIOMENTE CONCEDIDO UMA ESPADA AO CAPITÃO COTTIN.E SUA MAJESTADE SATISFEITA COM AS NOVAS PROVAS DE SUA BRAVURA ACABA DE LHE ENVIAR A PATENTE DE TENENTE DA FRAGATA PARA A CAMPANHA. NOTA: HMS Marquis de Seignelay , foi o corsário francês Marquis de Seignelay de Le Havre, ativo em 17791800. A Marinha Real Britânica capturou-a em 1780 e recomissionou-a como o saveiro de 14 canhões HMS Marquis de Seignelay . Ela foi vendida em março de 1786. Entre 1779 e dezembro de 1780, o Marquês de Seignelay , sob o comando de François Cottin, capturou 40 navios totalizando 117 armas e 418 prisioneiros.  A Lloyd's List relatou em 28 de janeiro de 1780 que o corsário francês Marquis of Seignety , de Dunquerque, com 160 homens, havia capturado Harpooner , Hill, mestre de 56 homens e meninos. A ação durou duas horas e Marquis levou Harpooner para Havre de Grace. Em 9 de dezembro de 1780, o HMS  Solebay e o Portland capturaram dois corsários franceses atrás da Ilha de Wight após uma curta ação. Os dois eram Comptesse de Buzanisis , Lux, mestre, e Marques de Seiguley . Cada um tinha uma tripulação de 150 homens. Comptesse estava armado com vinte canhões de 12 libras e Marques estava armado com vinte canhões de 9 libras. Na ação, Solebay teve um homem ferido, e Portland teve nove, dois dos quais morreram mais tarde. Acredita-se que Comptesse de Buzanisis tenha sido o corsário inglês Harpooner .  A Marinha Real comissionou o Marquês de Seignelay (ou Marquesa de Seignelly ) em novembro de 1782. John Hunter foi nomeado comandante em 12 de novembro de 1782. Ela foi paga em fevereiro de 1786. A Marinha a vendeu em 23 de março.  Hunter foi promovido a capitão do posto em 15 de dezembro de 1786.
  • LOUIS XV  REI DA FRANÇA (1710-1774)  DECRETO RÉGIO ABOLINDO TAXAS E TRIBUTOS COBRADOS PELO CONSUL DA FRANÇA EM PORTUGAL  PUBLICADO EM 13 DE DEZEMBRO DE 1764. IMPRESSP NA TYPOGRAFIA REAL COM BELA APRESENTAÇÃO COM BRASÃO REAL ALADO EM MAGNIFICA CARTELA. EXCERTOS DO TEXTO: ORDEM DO REI   PARA REGULAR OS DIREITOS A SEREM COBRADOS PELO CONSUL DA FRANÇA RESIDENTE EM LISBOA. DE 13 DE DEZEMBRO DE 1764. POR ORDEM DO REI. SUA MAJESTADE DESEJANDO  FAVORECER CADA VEZ MAIS A NEVEGAÇÃO E O COMÉRCIO DE SEUS SÚDITOS EM PORTUGAL, E DIMINUIR OS ENCARGOS TANTO QUANTO POSSIVEL, SUPRIMIU, EXTINGUIU E ABOLIU COMO ELE SEUPRIME, EXTINGUE E ABOLE INTEIRAMENTE E SEM RESTRIÇÃO TODOS OS DIREITOS CONSULARES PERTENCENTES ATUALMENTE E ANTERIORMENTE ATRIBUIDOS AO EMPREGO E OFÍCIO DO CONSUL DA FRANÇA EM LISBOA SOB QUALQUER TÍTULO QIE SEJ A COMEÇAR A  PARTIR DE 1. DE JANEIRO DO PROXIMO ANO DE 1765, RESERVANDO SUA MAJESTADE PARA COMPENSAR O DITO CONSUL, A COBRANÇA DE CADA UM DOS NAVIOS QUE CARREGAM A BANDEIRA DA FRANÇA QUE VIEREM AOS PORTOS DE PORTUGAL PARA NEGOCIAR, UM SIMPLES DIREITO DE NOVE MIL RÉIS OU CINQUENTA E SEIS LIBRAS E CINCO SOLDOS FRANCESES., TANTO PARA ELE QUANTO PARA SEUS  VICE-CONSULES SEM QUE POSSA SER EXIGICO NADA MAIS NA SAIDA DOS DITOS NAVIOS, NEM DAQUELES QUE VIEREM EM ESCALA. ORDENA AO SENHOR SEMONIN, CONSUL DAFRANÇA EM PORTUGAL, ASSIM COMO A TODOS OS COMERCIANTES OU NAVEGADORES FRANCESES, QUE SE CONFORMEM E FAÇAM EXECUTAR A DITA ORDENANÇA, CADA UM NO QUE LHE CONCERNE, SOB PENA DE RESPONDER POR ISSO, E AO DITO CONSUL QUE FAÇA PARA ESTE EFEITO TUDO O QUE FOR NECESSÁRIO PARA QUE NINGUEM A IGNORE. FEITO EM VERSALHES AOS TREZE DE DEZEMBRO DE 1764. ASSINADO LUIS E ABAIXO CHOISEUL DUQUE DE PRASLIN.
  • DEGAS DE ROBERT GORDON E ANDREW FORGE COM TRADUÇÃO DO FRANCES DE RICHARD HOWARD. IMPRESSO EM NEW YORK PELA EDITORA ABRAMS EM 1988. 288 PÁGINAS 27CM X 33CM. EX-LIBRES DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA. ENCADERNAÇÃO EM TECIDO VERMELHO CAPA DURA, SOBRE CAPA COLORIDA ILUSTRADA. O LIVRO CONTÉM 324 ILUSTRAÇÕES  121 PLACAS EM CORES E 60 IMAGENS INÉDITAS.Nota: Os autores do grande sucesso de Abrams, Monet e The Last Flowers of Manet, fizeram o livro definitivo sobre o impressionista francês Edgar Degas. O New York Observer disse: "No texto maravilhosamente legível... somos colocados em contato muito íntimo com a sensibilidade do próprio artista... Este é um livro imperdível. Edgar Degas (1834-1917) foi um pintor impressionista francês, consagrado por suas pinturas femininas, sobretudo pela série das bailarinas e também pelo efeito de movimento retratado em suas obras. Edgar Degas, nome artístico de Hilaire-Germain-Edgar Degas, nasceu em Paris, França, no dia 19 de julho de 1834. Filho e neto de banqueiros, Degas ficou órfão de mãe com 13 anos de idade. Em 1845, Degas foi matriculado no Liceu Louis-le-Grand, onde completou o colegial. Dedicado ao desenho e à pintura abriu um estúdio na residência da família. Apesar do gosto pelas artes, em 1852, ingressou no curso de Direito, seguindo a tradição das famílias burguesas, mas dois anos depois, com permissão do seu pai, abandonou o curso para se dedicar exclusivamente à pintura. Frequentou o ateliê de Felix Joseph Barrias. Estudou com Louis Lamothe, discípulo de Ingres, e em 1855 conheceu pessoalmente o pintor Jean Auguste Ingres, que o aconselhou a explorar as linhas em suas telas. Edgar Degas realizou três viagens à Itália, se empenhando no estudo do Renascimento italiano, quando esteve em Roma, Nápoles, Assis e Florença, em 1858. Nesse mesmo ano, ele iniciou a tela A Família Bellelli, quando retratou suas primas, sua tia Laura e seu tio Genaro. A obra só foi concluída em 1867. Revelou uma inclinação precoce para as artes plásticas. Ainda menino acompanhava o pai aos salões do Louvre e visitava as coleções particulares de pintura da classe alta parisiense. Em 1862, Degas retornou à Paris, ano em que conheceu Édouard Manet que o aproximou do grupo de artistas que mais tarde seria conhecido como Impressionistas, com quem viria a expor em diversas ocasiões. Ainda na década de 60, Degas iniciou uma série de retratos, principalmente de músicos que se apresentavam na casa de seu pai. Em uma visita à casa de amigos, na Normandia, começou a se interessar pela pintura de cavalos e passava horas no hipódromo de Longchamp. Em 1870, quando a França entrou em guerra com a Prússia, Degas alistou-se na Guarda Nacional. Nessa época seus problemas de visão se agravaram, o que o atormentou pelo resto da vida. De volta à Paris, em 1872, passou a frequentar as apresentações do balé da Ópera de Paris, inclusive os ensaios, época em que iniciou a pintura da série de bailarinas. Interessado, sobretudo, pelo traço e pelo sentido de movimento, suas imagens são sempre cortadas nas bordas dos quadros, como se fosse uma foto mal enquadrada. São desse período as telas Os Bastidores da Dança (1872) Ensaio de Balé (1873). Em 1874, Degas participou da exposição dos Impressionistas, que embora não tivessem metas declaradas ou manifesto, suas obras compartilhavam algumas técnicas e certos temas, que foram rejeitadas pelo Salão Oficial, mas precisando de sucesso comercial realizaram sua primeira exposição. Degas, diferente dos outros artistas, não era adepto da pintura ao ar livre, preferia produzir no estúdio. Entre os 39 expositores estavam Claude Monet, Auguste Renoir, Paul Cézanne e Camille Pissarro. Degas participou de sete das oito exposições do grupo. Em 1881 expôs sua primeira escultura, representando uma pequena bailarina. Produziu uma série de 73 bailarinas em bronze. Produziu também os 10 famosos pastéis da série de "nus femininos", que foram expostos o 8.º Salão dos Independentes em 1886. Em 1912, quase cego e com a saúde debilitada, viu seu estúdio, que ocupou durante 23 anos, ser expropriado. Apesar de suas telas terem atingido altos preços em um leilão, Degas se ressentia pela falta de dinheiro. Depressivo, passou seus últimos dias na solidão, ou na companhia de poucos amigos. Edgar Degas faleceu em Paris, França, no dia 27 de setembro de 1917.
  • JOURNAL DE L'EXPRESSIONNISME DE WOLF-DIETER DUBE. KIRA 1992; ENCADERNAÇÃO EM 4 PARTES EM TECIDO VERDE-ÁGUA SOB CAPA COLORIDA ILUSTRADA, 170 PÁGINAS. 31CM X 37CM., 92 REPRODUÇÕES COLORIDAS, 146 ILUSTRAÇÕES EM PRETO E BRANCO. BOM ESTADO. DE 1905 A 1925, O EXPRESSIONISMO DEU ORIGEM NA ALEMANHA A GRUPOS DE PRESTÍGIO, DIE BRÜCKE (A PONTE) E DER BLAUE REITER (O CAVALEIRO AZUL), E A VOCAÇÕES MUITO GRANDES DE ARTISTAS CUJAS OBRAS ESTÃO ENTRE AS MAIORES CRIAÇÕES DO SÉCULO XX. IMPRESSO PELA DART ALBERT SKIRA EM 1983 EM GENÉBRA. Nota: Nascido em Schwerin , Dube estudou história da arte e recebeu seu doutorado pela Universidade de Göttingen em 1963. A partir de 1969, foi diretor da Pinakothek der Moderne em Munique, e a partir de 1976 também vice-diretor geral das Coleções de Pintura do Estado da Baviera . De 1983 a 1999, foi diretor geral do Staatliche Museen zu Berlin / Prussian Cultural Heritage Foundation . Depois de 1990, juntamente com Günter Schade , ele liderou a reunificação das coleções dos Museus Nacionais que haviam sido separadas pela divisão alemã . Ele fez uma contribuição histórica para Berlim e ao mesmo tempo para o cenário museológico alemão. Ele deu o impulso decisivo para a construção da Gemäldegalerie am Kulturforum , e a abertura do Hamburger Bahnhof como um museu de arte contemporânea também está associada ao seu nome. Dube foi autor de inúmeras publicações especializadas.
  • LUCERNA ROMANA  LAMPADA DE AZEITE    PROVENIENTE DA ESCAVAÇÃO DE POMPÉIA , SEC. I DC. PRODUZIDA EM TERRACOTA. VESTÍGIOS DE FULIGEM E MARCAS DE QUEIMA. DOTADA DE UM FURO (UMA MECHA). DECORAÇÃO RELEVADA COM ANFORA. ROMA, SEC. I. 10  CM DE COMPRIMENTO. APRESENTA RESTAURO. NOTA: As lucernas ou antigas lâmpadas romanas eram pequenos utensílios, feitos de pedra ou terracota , utilizados desde os tempos pré-históricos, embora tenham sido os antigos romanos que exploraram a sua produção em massa e a sua utilização generalizada para obter luz artificial. Eram alimentados com azeite e tinham de uma a uma dúzia de mechas . Alguns tinham alças, para que pudessem ser carregados de sala em sala, e também por atores em peças de teatro ou por participantes em atividades rituais. Sua decoração exibiam cenas eróticas, gladiadores, motivos mitológicos ou padrões florais em relevo. Foram produzidas em maior quantidade principalmente no período imperial romano. As lucernas são um registo material muito recorrente nas escavações arqueológicas devido à sua abundância nos sítios e à grande informação que fornecem ao estudo arqueológico. O tanque de combustível é denominado Infundíbulo .  Rostro era a extensão do Infundíbulo para frente para colocar o pavio ou Ellychnium . Do outro lado estava a alça para transporte ou Ansa . Havia vários tipos e usos de Lucerna : Convincente , foram eles que foram colocados nas mesas, Cubiculares , aqueles que ficavam acesos para queimar a noite toda nos quartos ou quartos. Meretriciae , eram aquelas que as prostitutas colocavam nas portas de suas casas para denotar a profissão que só podiam exercer à noite, segundo um antigo costume. Sepulcrais , eram aqueles que ficavam encerrados em tumbas e são encontrados em quase todos os monumentos antigos. Essas lâmpadas com fama de perpétuas ou de fogo sagrado foram encontradas apagadas na hora da abertura de qualquer tumba. As lâmpadas dos túmulos vêm dos egípcios que as deixavam queimar em homenagem aos falecidos.
  • NOS TRÊS PRÓXIMOS LOTES APRESENTAREMOS UMA COLEÇÃO ARQUEOLÓGICA DAS CIVILIZAÇÕES CLÁSSICAS  GREGA E ETRUSCA. SÃO PEÇAS DE INTERESSE INTERNACIONAL COM EXEMPLARES SEMELHANTES QUE INTEGRAM COLEÇÕES ESPECIALIZADAS EM ANTIGUIDADES CLÁSSICAS DOS MAIS IMPORTANTES MUSEUS DO MUNDO
  • LE LIMPRESSIONNISME A LART MODERNE PAR JEAN CLAY iMPRESSO PELA lIBRAIRIE HACHETTE EM 1975 MODELO DE JEAN-LOUIS GERMAIN TIRAGEM DE 2876, 318 PÁGINAS 32CM X 28CM. CAPA DURA ENCADERNAÇÃO EM TECIDO AZUL. SOBRECAPA ILUSTRADA. EX-LIBRIS DE LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA. Nota: em anos atrás, ocorreu a primeira exposição organizada pelos pintores da "nova escola do impressionismo", como um jornalista a apelidou em homenagem à famosa pintura de Monet, Impressão, Nascer do Sol. Esta obra expõe as razões e consequências da revolução pictórica iniciada por Pissarro, Monet, Degas, Renoir, Sisley, Guillaumin, Cézanne e Berthe Morisot e elabora um balanço da história da arte. O que mudou com o impressionismo? Por que e como nasceu? Quais foram suas consequências na pintura moderna? De início, uma ideia central: nossa era ainda depende em grande parte da visão desenvolvida por Monet e seus amigos. Sem eles, nossa concepção de natureza, nossa maneira de ver, sentir, enquadrar objetos e paisagens - expressa na fotografia, nos cartazes, na publicidade, no cinema - seria totalmente diferente. Mas, inversamente, o presente nos informa sobre o passado, Picasso nos esclarece sobre Cézanne, Kandinsky sobre Monet. Assim, nesta obra encontraremos múltiplas citações em cores de Van Dongen, Derain, Vlaminck, Mondrian, Matisse, Picasso e até Pollock ou Soto. De página em página, veremos o Impressionismo e sua herança iluminados, um por um, e compreenderemos a linhagem oculta que une, por exemplo, Seurat a Vasarely via Delaunay, ou Cézanne a Mondrian via Cubismo. Uma vez estabelecido esse eixo moderno, que nos permite observar o impressionismo com o olhar dos anos 70, o livro se organiza segundo uma classificação não cronológica, mas sobretudo plástica. Jean Clay é jornalista e historiadora da arte, especializada em artes visuais. Crítico e editor, foi crítico de arte da revista Réalités de 1970 a 1985. Fundou a revista Robho, 1966-1970 e a revista Macula com Yve-Alain Bois (1976-1979), Publicações: Visages de l'art moderne, Rencontres, 1969; Do Impressionismo à Arte Moderna, Hachette, 1975; Romantismo, Hachette, 1980; Entendendo o Impressionismo, Le Chêne, 1984. Catálogos: Soto (1969); Martin Barré (1979), ambos no Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris. Uma coleção a ser publicada em 2015 pela Mamco, Genebra: Atopiques  de Manet a Ryman.
  • CHRISTOFLE ABRIDOR DE CORRESPONDENCIA  NAPOLÉON EMPEREUR COLLECTION GALLIA. NO VERSO EFIGIE DE NAPOLEÃO BONAPARTE E NO ANVERSO COROA DE LOURO E ABELHA UM SIMBOLO NAPOLEONICO. EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO! FRANÇA, SEC. XX. 22 CM DE COMPRIMENTONOTA: Se alguém obtiver um trono por seus próprios esforços, então seria bom legitimar essa reivindicação por todos os meios possíveis. Isto parecia ainda mais importante numa época em que as pessoas ainda acreditavam na legitimidade da realeza e no fato de que os governantes recebiam sua graça diretamente de Deus. Napoleão Bonaparte, portanto, também usou todas as oportunidades para continuar velhas tradições. Não só ele escolheu sua esposa de uma das mais antigas famílias nobres do continente (Marie-Louise da Áustria), mas ele também quis sublinhar a legitimidade de sua reivindicação por todos os meios em sua aparência de governante.O sinal mais famoso disto é certamente o Aigle de drapeu (águia da bandeira), que ele tinha introduzido em 1804 para cada regimento do Grande Armée e que, como é geralmente conhecido, foi modelado sobre a águia legionária romana. Muito menos se sabe sobre as abelhas que adornavam tudo à sua volta, desde os ricos tecidos de seda das suas cadeiras até ao seu trono e manto de coroação.Pois como um imperador auto-nomeado que tinha surgido da turbulência da revolução, ele não podia seguir as tradições dos Bourbons derrubados, e, portanto, também os lírios tiveram que desaparecer como um sinal de sua casa.Em sua busca por um novo insignium, no entanto, ele não foi guiado pela Casa de Valois ou pelo gênero dos carpetingans, e ele até pensou que ele tinha que saltar os carolíngios.Em vez disso, recorreu à mais antiga dinastia da Francónia, os merovíngios, nomeadamente ao primeiro rei da Francónia, Childerich I. Já em 1653, os trabalhadores da construção civil encontraram um raro achado no cemitério da Igreja de São Briccio em Tournai.Eles desenterraram o esqueleto de um homem enterrado entre ricos tesouros. O sacerdote convidado reconheceu o túmulo do rei merovíngio Childerich I, falecido em 481, pelo anel dourado do selo que mostra o busto de um homem e a inscrição Childerici Regis.Além dos ossos, havia também restos de vestes tricotadas a ouro, espadas decoradas com pedras preciosas e numerosas jóias, incluindo figuras de insetos dourados. Depois de ter sido levantado e avistado, o tesouro foi entregue ao Imperador Leopoldo I através da mediação do governador da Holanda, que o entregou a Luís XIV como presente.Assim, ele finalmente chegou a Paris e foi mantido na biblioteca real, onde foi finalmente descoberto por Napoleão. Como o doutor médico J. J. J. Chiflet, que tinha descrito as jóias encontradas no túmulo em 1655 em sua obra Anastasis Childerici, ele também pensou que viu abelhas nelas e, portanto, decidiu sobre a abelha como um novo sinal de sua casa.Devido aos seus hábitos laboriosos, a abelha passou a simbolizar trabalho árduo, diligência, diligência e ordem. Também simboliza organização militar por seu caráter de colméia. Por ser também produtora de mel, a abelha também simboliza doçura e benevolência. A abelha há muito era um símbolo da Igreja Cristã e havia sido adotada por alguns santos (Santo Ambrósio, por exemplo, que comparou a Igreja a uma colméia) e foi usada no século XVII por uma das principais dinastias papais em Roma, a família Barberini. Para os cristãos, esses atributos de diligência, diligência e boa ordem foram combinados com a beneficência da produção de mel pelas abelhas, que simbolizava tanto a eloquência religiosa quanto a virtude e doçura da graça de Deus. Segundo a lenda, a abelha nunca dorme, por isso também passou a implicar vigilância e zelo - ambos os atributos que Napoleão estava feliz em possuir. Ao buscar um emblema apropriado para si mesmo, Napoleão olhou para um de seus grandes heróis e antecedentes, o imperador Carlos Magno, que adotara a cigarra como um dispositivo emblemático. Napoleão confundiu seu contorno com o da abelha e, reconhecendo o simbolismo convencional associado à abelha, achou-o adequado para seus propósitos. Inúmeras versões da abelha foram encomendadas por Napoleão desde pequenas representações esculturais, geralmente douradas e comumente anexadas a itens como caixas de rapé, até os motivos bordados em seu manto de coroação e imagens impressas ou pintadas em papel de parede.
  • DADA & SURREALIST ART  POR WILLIAM S. RUBIN. ESTE ESTUDO ABRANGENTE DA ARTE DADAÍSTA E SURREALISTA INCLUI 851 ILUSTRAÇÕES, 60 DAS QUAIS SÃO PLACAS COLORIDAS E INCLINADAS. OS ARTISTAS EM DESTAQUE INCLUEM DUCHAMP, PICABIA, MAN RAY, ERNST, SCHWITTERS, MIRO, MASSON, TANGUY, MAGRITTE, DALI, GIACOMETTI E MUITOS OUTROS. RUBIN INCLUIU UMA EXTENSA CRONOLOGIA DE EVENTOS, PUBLICAÇÕES E OUTRAS ATIVIDADES IMPORTANTES PARA ESSES MOVIMENTOS ARTÍSTICOS, BEM COMO UMA BIBLIOGRAFIA ABRANGENTE. EDITORA :  HARRY N. ABRAMS, INC., PUBLISHERS; 1 JANEIRO 1985. IDIOMA  :  INGLÊS. CAPA DURA  :  525 PÁGINAS 27CM X 30CM EX-LIBRIS  LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO. Nota: Nova York: Harry N. Abrams, Inc., 1968. Este belo volume foi publicado em 1968, embora sem data, e é superior em qualidade às reimpressões de uma editora posterior. Tanto o livro quanto a sobrecapa estão em condições Near-Fine . O livro é encadernado em camurça cinza claro com um desenho do painel frontal estampado em branco e letras brancas e douradas na lombada estampadas em branco. Este estudo abrangente da arte dadaísta e surrealista inclui 851 ilustrações, 60 das quais são placas coloridas com ponta. Os artistas em destaque incluem Duchamp, Picabia, Man Ray, Ernst, Schwitters, Miro, Masson, Tanguy, Magritte, Dali, Giacometti e muitos outros. Rubin incluiu uma extensa cronologia de eventos, publicações e outras atividades importantes para esses movimentos artísticos, bem como uma bibliografia abrangente.
  • DOMINIQUE ALONZO  (1880-1930) -   LINDA ESPÁTULA PARA CORRESPONDENCIA EM BRONZE ORMOLU APRESENTANDO  EM RELEVO VIDEIRA COM CACHOS DE UVA. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 25 CM DE COMPRIMENTO.NOTA: Alonzo foi aluno do escultor Alexandre Falguière. Nasceu em Paris nos finais do século XIX. Faleceu em 1930. Exibiu seus trabalhos de 1912 e 1926 no Salon des Artistes Français. Suas estatuetas detalhadas geralmente mostram figuras femininas em vestidos longos, ocasionalmente também em atos e temas religiosos, e raramente figuras masculinas. Os trabalhos criselefantinos eram geralmente feitos de bronze e marfim em pedestais de mármore. Entre outras coisas, a fundição parisiense Edmond Etling elaborou seus projetos.A sua obra intitulada Paysanne consta do catálogo Lart français. Suas obras tem conhecida cotação internacional e são disputadas nas mais importantes casas de leilão do mundo.
  • ARTS DE LA CHINE   COLEÇAO EM 4 VOLUMES  OBRA DE REFERENCIA NO ASSUNTO. FARTAMENTE ILUSTRADO. PRIMEIRO VOLUME: BRONZE, JADE, SCULPTURE, CERAMIQUE PAR DAISY LION-GOLDISCHMIDT E JEAN CLAUDE MOREAU-GOBARD 423 PAGINAS, SEGUNDO VOLUME: OR, ARGENT, BRONZS DES EPOQUES TARDIVES, EMAUX, LAQUES, BOIS. POR R. SOAME JENYNS E WILLIAM WATSON 455P.VOLUME 3: PEINTURE, CALLIGRAPHIE, ESTAMPAGES, ESTAMPS POR WERNER SPEISER, ROGER GROEPPER  E JEAN FRIBOURG 360 P, VOLUME 4: SOITERIES ET TAPIS, VERRE, IVOIRE, PIERRES DURES, FLACONS A TABAC,PIERRES A ENCRE ET AUTRES OBJERTS DART. POR R. SOAMME JENYNS 322 P. FANTÁSTICA COLEÇÃO,EM EXCELENTE ESTADO, COM EX LIBRIS DA COLEÇÃO LATIFFE ET GERALDO DO NASCIMENTO SERRA. IMPRESSÃO OFFICE DU LIVRE  FRIBOURG, DEC 60. 32 X 26 CM.
  • LES GÉORGIQUES DE VIRGILE DE VIRGILE. TRADUÇÃO DE IABBÉ DELILLE IMPRESSO EM PARÍS PELA SOCIETÉ DE SAINT-ELOY EM 1928. 265 PÁGINAS 29CM X 23CM. LIVRO RARO. PAGINA DE ROSTO EM LATIM E FRANCÊS. DESTA EDIÇÃO FORAM FEITOS 125 EXEMPLARES COM ILUSTRAÇÕES ORIGINAIS, DOS QUAIS ESTE É O EXEMPLAR Nº42. REFERÊNCIAS BIBLIOTHÈQUE NACTIONALE DE FRANCE. EX-LIBRES M. ALBERT MELLO.Nota: As Geórgicas ("Obras da Terra") são a segunda grande obra de Virgílio , escrita entre 37 e30 a.C. AC. Este longo poema didático de cerca de 2.000 versos, inspirado no poema Obras e Dias de Hesíodo , foi encomendado por seu amigo e patrono Mecenas . Dedicado a Otávio , é apresentado em quatro livros, os dois primeiros dedicados à agricultura (cereais, vinhas), os dois seguintes à pecuária (animais, abelhas). Mas longe de ser um simples tratado sobre agricultura , como o De re rustica de Varrão (publicado em 37 ), ele aborda temas muito mais profundos: guerra , paz , morte , ressurreição . De fato, composta em um período conturbado e sangrento do qual conserva vestígios, ela se expande em uma vasta reflexão sobre a beleza, mas também a fragilidade do mundo. Para Virgílio, não se trata mais, como nas Bucólicas , sua obra anterior, de cantar a terra pastoril das origens, mas de detalhar o cuidado a ser dispensado à terra contemporânea, muito negligenciada e maltratada durante as guerras civis, de celebrar sua beleza profunda, de refazer os laços que unem os homens às plantas e aos animais, apesar da instabilidade do mundo e da passagem inexorável do tempo, na esperança de encontrar, com o retorno da paz, a prosperidade sob a liderança daquele que, sob o nome de Augusto , estabelecerá a Pax Romana .
  • LA BONNE CHANSON DE PAUL VERLAINE. ILUSTRAÇÕES DE HERMINE DAVID. IMPRESSO EM PARIS PELA CREUZEVAULT EM 1936. 45PÁGINAS 25CM X 17CM EM CAIXA. IMPRESSÃO TEXTO POR FRÈRES VAUCHER, GRAVURAS POR BRUNET EM 11/11/1936. OBRA ILUSTRADA COM PONTAS SECAS ORIGINAIS DE HERMINE DAVID. TIRAGEM DE 425 EXEMPLARES SENDO QUE 375 EM PAPEL RIVES. ESTE É O EXEMPLAR Nº252. TEXTOS EM VERSOS. INCLUI ÍNDICE. ENCADERNAÇÃO BELÍSSIMA EM MARROQUIM VERMELHO, COM ORNAMENTOS E CORTE DOURADOS, CONTRACAPA EM CHAMALOTE VERMELHO, ASSINADO POR SEMET PLUMERE. POESIA.Nota: La Bonne Chanson é uma coleção de poemas escritos por Paul Verlaine entre o inverno de 1869 e a primavera de 1870. Vinte e um poemas pertencem a esse grupo e são endereçados a Mathilde Mauté de Fleurville, de dezesseis anos, com quem ele se casou no mesmo ano (1870). Paul Marie Verlaine nasceu em Metz, 30 de Março de 1844 . É considerado um dos maiores poetas do simbolismo francês. Ele inicia na poesia publicando sua primeira coleção, Poèmes saturniens em 1866, aos 22 anos. Sua vida foi virada de cabeça para baixo quando ele conheceu Arthur Rimbaud, em setembro de 1871, a vida amorosa tumultuada e errante na Inglaterra e na Bélgica levou-os a uma cena violenta: em Bruxelas, Verlaine, com um revólver, machucou o pulso daquele que ele chama de seu "marido infernal". Verlaine foi julgado e condenado, passando dois anos na prisão, reconectando-se ao catolicismo de sua infância e escrevendo poemas que apareceram em suas seguintes coleções: Sagesse (1880), Jadis et Naguère (1884) e Parallel (1889). Desgastado pelo álcool e pela doença, Verlaine morreu aos 51 anos, em 8 de janeiro de 1896, por pneumonia aguda. Ele foi enterrado em Paris no cemitério de Batignolles.
  • ROUGE ET OR NOUVELLES ESPAGNOLES DE JEAN DE LA VARENDE. GRAVURAS EM BURIL DE C. P. JOSSO. IMPRESSO EM PARIS PELA LUBINEAU EM 1951. 110 PÁGINAS 33CM X 25CM. LIVRO RARO. DESTA EDIÇÃO FORAM FEITOS 330 EXMPLARES EM VÉLIN DARCHES, DOS QUAIS 52 EXEMPLARES NUMERADOSCONTENDO ESTADO EM NEGRO DAS GRAVURAS COM OBSERVAÇÕES . ESTE É O EXEMPLAR Nº61. CAPITAIS ORNAMENTADAS. GRAVURAS ALUSIVAS AO TEXTO. ENCADERNAÇÃO BELÍSSIMA EM MARROQUIM VERMELHO COM UMA FLOR DE LINZ DOURADA NA CAPA, CORTES DOURADOS, ASSINADOS POR MANUEL GÉRARD. Nota: Jean Mallard de La Varende Agis de Saint-Denis , mais conhecido pela forma abreviada Jean de La Varende , nascido em24 de maio de 1887 em Chamblac, é um escritor francês . Autor de cerca de vinte romances , dez biografias , várias monografias sobre a Normandia e mais de duzentos contos , La Varende se concentrou acima de tudo em evocar a região da Normandia com seus padres, camponeses e escudeiros, ao mesmo tempo em que expressava sua nostalgia pelo Antigo Regime e sua paixão pelo mar e pelos marinheiros. As coletâneas de contos, desde Pays d'Ouche , em 1934, até aquelas publicadas quase meio século após a morte do autor, fazem dele um dos mestres do gênero no século XX  . Várias dessas histórias, que apareceram em jornais durante as décadas de 1930 , 1940 e 1950 , foram posteriormente publicadas em coletâneas. A maioria delas tem cerca de trinta páginas, algumas são longas, como Infantillage , publicada na coleção Dans le goût espagnol em 1946 (194 p.), ou Lise, fillette de France , publicada em 1952 (206 p.). Um dos seus contos conta a história de um jovem Jean-Marie, cujo pai era barqueiro de pesca e que desapareceu no mar. Órfão, Jean-Marie criou em Il était un petit navire um modelo com um destino comovente. O outono é ainda mais. Podemos estabelecer uma conexão entre o autor e esse jovem garoto, habilidoso na arte de construir modelos marinhos e órfão de pai marinheiro.
  • ANECDOTES SUR LA COMTESSE DU BARRY DE OCTAVE UZANNE ( PIDANSAT DE MAIROBERT, MATHIEU FRANÇOIS) PUBLICAÇÃO DE OCTAVE UZANNE. IMPRESSO EM PARIS PELA A.QUANTIN EM 1880. 288 PÁGINAS 28CM X 18CM. LIVRO RARO. TIRAGEM LIMITADA COM GRAVURA DE LALAUZE. IMPRESSÃO DE LA GAZETTE DE CYTHÈRE. COLOFÃO: ESTA IMPORTANTE COLEÇÃO SERÁ FORMADA POR APROXIMADAMENTE 12 VOL. CAPITAIS ORNAMENTADAS. DOCUMENTS SUR MOEUR DU XVIIIE SIÈLCE. REFERÊNCIA DA BIBLIOTHÈQUE NATIONALE DE FRANCE. INCLUI ÍNDICE. ENCADERNAÇÃO BISELADA EM MARROQUIM AZUL MARINHO. EX-LIBRIS PAUL GAVAULT. LITERATURA FRANCESA.Nota: Como a capacidade da família real de procriar era crucial para a perpetuação do reinado e, portanto, para a continuidade da monarquia, a obsessão mostrada em panfletos sobre os corpos e atividades sexuais do Rei e da Rainha deve ser vista como tendo não apenas interesse lascivo para os leitores, mas também conotações políticas. Este panfleto em particular, de um jornalista chamado Mathieu Pidansat de Mairobert, que havia sido um apoiador ativo do partido pró- Parlamento nos conflitos recentes dos magistrados com a coroa, foi publicado anonimamente no início do reinado de Luís XVI. Ele supostamente descreveu a ligação entre o recentemente falecido Luís XV e sua amante de longa data, a "Condessa" de Barry, uma cortesã comum que supostamente havia sido contratada para satisfazer as luxúrias do velho Rei. O livro inteiro poderia ser (e foi) lido como uma paródia dos crescentes problemas enfrentados por Luís XV, todos centrados na desordem que ele havia criado em Versalhes ao dar um lugar tão proeminente a uma pessoa totalmente inapropriada, uma mulher, uma cortesã e uma plebéia. Se as "anedotas" eram verdadeiras ou não é de menor interesse histórico do que o grande público que atraíram e a influência negativa que tiveram na reputação do atual rei, Luís XVI, e da rainha, Maria Antonieta. Octave Uzanne nasceu em 14 de setembro de 1851 . Foi um bibliófilo , escritor, editor e jornalista francês do século XIX . Ele é conhecido por sua pesquisa literária sobre os autores do século XVIII. Ele publicou muitas obras inéditas de autores como Paradis Moncrif , Benserade , Caylus , Besenval , o Marquês de Sade e Baudelaire. Ele fundou a Société des Bibliophiles Contemporains, da qual foi presidente. Sua pesquisa produziu uma produção literária considerável e publicações frequentes em jornais como L'Echo , Le Plume , Dépêche de Toulouse , Le Mercure de France , Le Gaulois e Le Figaro de Paris.
  • L'OMBRELLE: LE GANT  LE MANCHON DE OCTAVE UZANNE. ILUSTRAÇÃO DE PAUL AVIL. IMPRESSO EM PARIS, PELA A. QUANTIN EM 1883. 138 PÁGINAS 28CM X 19CM. LIVRO RARO DESTA EDIÇÃO FORAM FEITOS 100 EXEMPLARES EM PAPEL JAPÓN. ESTE É O EXEMPLAR Nº52. TEXTO ENTRE CERCADURAS ORNAMENTADAS. ENCADERNAÇÃO BELÍSSIMA EM MARROQUIM VERMELHO COM FLORÕES DOURADOS ENTRE NERVOS E LOMBADA. CONTRACAPA EM MARROQUIM AZUL ROYAL E SEDA, COM DESENHOS EM TOM ROSA ASSINADO POR PAUL AVRIL E COMO ENCADERNADOR LOUISE REYMANN. EXLIBRIS DE LOUIS REYMANN. Nota:  Histórias anedóticas de Octave Uzanne sobre o guarda-chuva, a luva e o regalo, cada uma decorada e ilustrada por Paul Avril e com quatro desenhos originais para o livro. O Leque, um sucesso que veio muito mais da concepção original e execução decorativa desta obra de luxo do que do interesse da própria obra literária, quis encerrar esta série de adornos femininos com um panfleto final sobre os adornos protetores deste ser delicado, esguio e gracioso: o Guarda-chuva, a Luva, a Manga. O autor de um Dicionário de Invenções, após observar o uso do guarda-sol na França por volta de 1680, desiste de procurar e especificar a sua concepção primeira, que parece, de facto, desaparecer completamente nas brumas do tempo. Seria obviamente infantil querer atribuir uma data à invenção dos guarda-sóis; seria melhor voltar ao Gênesis. Uma expressão bíblica: o Abrigo que protege do sol, seria quase suficiente para demonstrar a origem oriental do Guarda-Sol, se não aparecesse em todo o lado desde a mais remota antiguidade, tanto nas esculturas ninivitas encontradas e descritas pelo Sr. Layard, como nos baixos-relevos dos palácios ou nos frescos dos túmulos de Tebas e Mênfis. Octave Uzanne nasceu em 14 de setembro de 1851 . Foi um bibliófilo , escritor, editor e jornalista francês do século XIX . Ele é conhecido por sua pesquisa literária sobre os autores do século XVIII. Ele publicou muitas obras inéditas de autores como Paradis Moncrif , Benserade , Caylus , Besenval , o Marquês de Sade e Baudelaire. Ele fundou a Société des Bibliophiles Contemporains, da qual foi presidente. Sua pesquisa produziu uma produção literária considerável e publicações frequentes em jornais como L'Echo , Le Plume , Dépêche de Toulouse , Le Mercure de France , Le Gaulois e Le Figaro de Paris. Outro interesse de Uzanne era a moda feminina, sobre a qual ele escreveu uma série de livros e artigos que mais tarde foram traduzidos para o inglês. Especificamente, ele estava focado na imagem da Parisiense, as mulheres de Paris. Uzanne é percebido por alguns como tendo o desejo de reviver o orgulho nacional francês; ele compartilhava os sentimentos nacionalistas de outros membros da geração que haviam experimentado a derrota pela Prússia em 1870. Isso se refletiu em seus esforços para promover uma renovação das artes decorativas. Seu segundo livro sobre moda, L'ombrelle  le gant  le manchon de1883), também foi ilustrado em estilo rococó por Paul Avril; em uma de suas linhas Uzanne enfatizou um acessório de roupa feminina: "O muff !", ele disse, "Seu nome sozinho tem algo adorável, fofo e voluptuoso sobre ele." Mais tarde, ele publicou Les ornements de la femme (1892), que reproduziu em um volume os textos combinados de L'Éventail e L'ombrelle  le gant  le manchon . Sua obra de 1898 Monument esthématique du XIX e siècle: Les Modes de Paris , traduzida como Modas em Paris , foi de acordo com a crítica do The New York Times "... a obra mais completa e exaustiva sobre o assunto das modas francesas que já apareceu". No entanto, neste livro ele queria restabelecer a cultura íntima e feminina do rococó  mas durante sua vida ele foi influenciado pelo modernismo e também criticou a "severidade sartorial" da femme nouvelle .
  • DUQUE DE WELLINGNTON  RARO RETRATO DO FUTURO 1º DUQUE DE WELLINGTON QUANDO VISCONDE, QUASE MEIO CORPO, DE PÉ À ESQUERDA, OLHANDO PARA A FRENTE, USANDO FAIXA SOBRE O UNIFORME MILITAR PORTUGUÊS ORNAMENTADO COM ESTRELA E LENÇO PRETO NO PESCOÇO; EM UMA MOLDURA OVAL, COM RAMOS DE LOURO, ESTANDARTE, CAPACETE, CANHÕES, BALAS DE CANHÃO, TROMBETA E FOLHAS DE PAPEL EM UMA SALIÊNCIA EM PRIMEIRO PLANO; SEGUNDO PELLEGRINI. 1810 GRAVURA EM METAL E ÁGUA FORTE. IMPRESSÃO FEITA POR: FRANCESCO BARTOLOZZI PUBLICADO POR: FRANCISCO THOMAS DE ALMEIDA EM 1810. CONTEÚDO DA INSCRIÇÃO: LETRADA EM RODAPÉ COM O TÍTULO, ABAIXO: 'TERROR HOSTIUM LUSITANI', DEDICATÓRIA: 'DEDICADA A OS VOLUNTARIOS REAIS DO COMMERCIO, / POR FRANCISCO THOMAS DE ALMEIDA, DISCIPULO DE FRANCISCO BARTOLOZZI.', E NOMES DOS ARTISTAS: 'PELLEGRINI PINXIT. / F. BARTOLOZZI ESCULTURA. DE IDADE DE 83 ANOS EM LXA. EM 1810.' 33 x 23 CMNOTA: O DUQUE DE WELLINGTON, VENCEDOR DE NAPOLEÃO  Um dos grandes comandantes militares celebrados no mundo. Arthur Wellesley era de uma família nobre da Irlanda, então território sob a soberania inglesa. Nascido em 1766, estudou em Eton, a escola da nobreza britânica. Não se deu bem na escola, era muito preguiçoso,  sua mãe achava que o filho não ir dar em nada na vida. Matriculou-se em 1786 na Escola Real de Equitação de Angers, na França, 3 anos antes da Revolução Francesa, depois alistou-se como aspirante a oficial no Exército, uma obrigação da nobreza. Lutou na Holanda e foi enviado para a Índia, onde teve muitas batalhas e acabou em 1799 como Governador do Mysore, um dos Estados que compunham o domínio britânico do subcontinente.Durante as campanhas de Napoleão na Península Ibérica, ganhou o posto de General. Sua grande especialidade era a  campanha defensiva onde aplicava a tática de defesa flexível, de retiradas quando percebia que estava em desvantagem, evitando ao máximo a perda de homens. Por toda sua vida militar teve obsessão em poupar perdas humanas, algo que não era notável em Napoleão e nem na maioria dos grandes comandantes da época.Viria, aliás, a ser uma figura de destaque no continente, protagonizando sucessos do maior relevo e ficando, inclusivamente, ligado à História portuguesa no domínio político, militar e cultural. Ser-lhe-iam mesmo atribuídos os títulos de conde de Vimeiro, marquês de Torres Vedras e duque da Vitória.Wellington interveio com êxito em diversos combates e acontecimentos importantes, todos relacionados com a defesa da posição do seu país na ordem política internacional do seu tempo. Assim, participou na luta da Grã-Bretanha contra o bloqueio continental, na Convenção de Sintra, na vitória do Buçaco e na Batalha de Salamanca. O seu maior feito militar, porém, consistiu na derrota imposta às tropas de Napoleão Bonaparte em Waterloo, em 1815, uma derrota que marcaria o afastamento definitivo de Napoleão do primeiro plano da cena política europeia.Foi um dos inventores modernos da técnica de camuflagem, em batalha sua farda era preta, sem nenhum sinal de patente.Wellington falava francês fluente e dançava flamenco, tinha grande respeito por Napoleão, tomava decisões muito rápidas, por intuição. Uma vez na Espanha, tomando café, visualizou uma brecha da linha francesa. Então, imediatamente, deu ordem de explorar a brecha sem terminar o café. Agia muito de improviso para explorar oportunidades.Wellington participou de cerca de 60 batalhas e encerrou sua carreira militar em Waterloo, tornando-se depois Embaixador em Paris. Participou de uma das fases do Congresso de Viena e regressou à Inglaterra onde foi por duas vezes Primeiro Ministro, de não muito sucesso, apesar de ter sido membro do parlamento desde os 20 anos de idade.Arthur Wellesley, o nome muitas vezes era abreviado para Wesley, era um militar rigoroso, até o fim da vida dormiu em cama de campanha e sempre acordou  antes do sol raiar. Durante as campanhas nunca almoçava, só o desjejum e o jantar, onde tomava uma garrafa de vinho da melhor qualidade. Casado era todavia um voraz conquistador mesmo durante as campanhas. Sofreu chantagens de ex-amantes, nunca se incomodou com uma imagem de  pureza.  Morreu como Comandante-em-chefe do Exército britânico, apesar de, politicamente, não ter sido um Primeiro Ministro popular.A descendência e o título estão hoje com sua família, participantes assíduos das colunas sociais, especialmente o atual Duque, casado com uma modelo famosa. Os nomes Wellington e Wesley se espalharam pelo mundo como nomes próprios, talvez a maior homenagem que tenha recebido. Wellington e Lord Nelson são os patronos das forças armadas britânicas pelos Séculos XIX e XX, ambos comandantes contra Napoleão.
  • FRANCES LOUISE LLOYD GEORGE, CONDESSA LLOYD-GEORGE DE DWYFOR ,  (NASCIDA STEVENSON ; 7 DE OUTUBRO DE 1888 - 5 DE DEZEMBRO DE 1972) FOI AMANTE, SECRETÁRIA PESSOAL, CONFIDENTE E SEGUNDA ESPOSA DO PRIMEIRO-MINISTRO BRITÂNICO DAVID LLOYD GEORGE . CARTA ENDEREÇADA A ADRIAN HENRI VITAL VAN EMELEN, ARTISTA BELGA RADICADO NO BRASIL A PARTIR DE 1920 COM IMPORTANTES OBRAS DE ESCULTURA E PINTURAS EM ACERVOS PÚBLICOS. A CARTA ESTA DATILOGRAFADA EM PAPEL TIMBRADO DA RESIDÊNCIA DO PRIMEIRO MINISTRO BRITANICO E ESTÁ ASSINADA POR FRANCES LOUISE STEVENSON (FUTURA CONDESSA LLOYD-GEORGE). EXCERTOS DO TEXTO: 10, DOWNING STREET, WHITEHALL, S.W.I, 3 DE JANEIRO DE 1918.  PREZADO SENHOR, SOU INSTRUÍDA PELO SR.  LLOYDE GEORGE (PRIMEIRO MINISTRO) A ACUSAR O RECEBIMENTO DE SUA CARTA DO DIA 1. DO CORRENTE MÊS E DIZER QUE RECEBERÁ ATENÇÃO. ATENCIOSAMNETE, ASSINA F.L.STEVENSON.  EM JULHO DE 1911, LLOYD GEORGE, ENTÃO CHANCELER DO TESOURO , CONTRATOU STEVENSON COMO GOVERNANTA DE SUA FILHA MAIS NOVA, MEGAN . LLOYD GEORGE E STEVENSON LOGO SE SENTIRAM ATRAÍDOS UM PELO OUTRO. EMBORA STEVENSON, QUE QUERIA UM CASAMENTO CONVENCIONAL E MUITOS FILHOS, HESITASSE EM SE TORNAR AMANTE DE UM HOMEM CASADO, ELA CONCORDOU EM SE TORNAR SECRETÁRIA PESSOAL DE LLOYD GEORGE EM SEUS TERMOS, QUE INCLUÍAM UM RELACIONAMENTO SEXUAL, EM 1913. ELA FOI CONDECORADA COM  A ORDEM DO IMPÉRIO BRITÂNICO EM  1918 PELO REI GEORGE V NAS HONRAS DE 1918. E ACOMPANHOU LLOYD GEORGE À CONFERÊNCIA DE PAZ DE PARIS DE 1919. OS DELEGADOS TINHAM A IMPRESSÃO DE QUE ELA AINDA ERA APENAS SUA SECRETÁRIA. EM 1921, ELA ESCREVEU UMA SÉRIE DE ARTIGOS SOBRE OS DELEGADOS DA CONFERÊNCIA PARA O THE SUNDAY TIMES , QUE FORAM COLETADOS E PUBLICADOS POR CASSELLS COMO MAKERS OF THE NEW WORLD SOB O PSEUDÔNIMO DE "ONE WHO KNOWS THEM". STEVENSON ESCOLHEU O LOCAL E SUPERVISIONOU A CONSTRUÇÃO DA CASA DE LLOYD GEORGE, BRON-Y-DE, EM CHURT , SURREY . ELA TAMBÉM ORGANIZOU E REUNIU O EXTENSO ARQUIVO DE DOCUMENTOS PESSOAIS E POLÍTICOS DE LLOYD GEORGE PARA QUE ELE PUDESSE ESCREVER SUAS MEMÓRIAS DE GUERRA . DOIS ANOS APÓS A MORTE DA ESPOSA DE LLOYD GEORGE, MARGARET , STEVENSON SE CASOU COM LLOYD GEORGE EM 23 DE OUTUBRO DE 1943, APESAR DA DESAPROVAÇÃO DOS FILHOS DE LLOYD GEORGE DE SEU PRIMEIRO CASAMENTO.  DAVID LLOYD GEORGE, 1.º CONDE LLOYD-GEORGE DE DWYFOR (CHORLTON-UPON-MEDLOCK, 17 DE JANEIRO DE 1863  LLANYSTUMDWY, 26 DE MARÇO DE 1945) FOI PRIMEIRO-MINISTRO DO REINO UNIDO. FOI O LÍDER DO GOVERNO BRITÂNICO DURANTE A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL, MAS FICOU CONHECIDO TAMBÉM POR DEFENDER POLÍTICAS DE REFORMA SOCIAL, POR SEU PAPEL NA CONFERÊNCIA DE PAZ DE PARIS E POR NEGOCIAR O ESTABELECIMENTO DO ESTADO LIVRE IRLANDÊS. ELE ESTÁ ENTERRADO NA ABADIA DE WESTMINSTER.NOTA: Adrian Henri Vital Van EmelenLovaina, 10 de outubro de 1868  São Paulo, 27 de julho de 1943.Escultor e pintor belga que se radicou no Brasil em 1920.Adrien Henri Van Emelen era filho de Léon Van Emelen (Bekkevoort, 1829 - Lovaina, 1900). Escultor de estátuas de santos como as encontradas na Igreja Sint-Jan-de-Doperkerk em Tongeren, Bélgica ou de personalidades públicas como as três estátuas colocadas nos nichos da Prefeitura de Lovaina.Adrien Henri estudou com Constantin Meunier em Lovaina. Projetou principalmente figuras de terracota e medalhões de retratos. Seu irmão Jacques já vivia no Mosteiro de São Bento em São Paulo. Em 1920, ele acompanhou provavelmente seu segundo irmão Leo que era padre, para visitar a capital paulista.Com mais de cinquenta anos, deixou sua terra natal e veio fixar-se em São Paulo. Essa mudança deveu-se aos insistentes convites de dois homens que gosavam de grande prestígio na época. O primeiro foi dom Miguel Kruse, abade do Mosteiro de São Bento e o segundo, o historiador Afonso d'Escragnolle Taunay, nesse tempo operoso diretor do Museu Paulista, atualmente incorporado à Universidade de São Paulo e popularmente conhecido como Museu do Ipiranga. Ambos, empenhados em dotar as instituições que dirigiam de obras de arte para valorizá-las, estavam à procura de artistas de reconhecida competência.No Mosteiro de São BentoNo Mosteiro de São Bento, Van Emelen somente deixou esculturas. São de sua lavra as figuras dos doze apóstolos, com dois metros e meio de altura, posicionadas na nave central da igreja beneditina. Cabe-lhe, ainda, como autor, a Pietà, colocada numa das capelas laterais e mais as imagens de Sant'Ana e de Santa GertrudesNa Igreja de São José do IpirangaConsta que são de sua autoria as pinturas sacras, em afresco, da Igreja de São José do Ipiranga.Na Bolsa do Café de SantosVan Emelen esculpiu as quatro estátuas, a Indústria, o Comércio, a Lavoura e a Navegação que ornam a torre de 40 metros da Bolsa do Café de Santos inaugurada em 1922.No Museu PaulistaPara o Museu Paulista, Van Emelen esculpiu as estátuas dos bandeirantes Manuel Preto e Francisco de Brito Peixoto, respectivamente desbravadores e povoadores das futuras províncias do Paraná e Rio Grande do Sul. São de autoria do nosso biografado várias pinturas de caráter histórico como a Cena do porto de Santos(1826) e Tropeiros à beira da estrada (1930), esta colocada no salão destinado à iconografia paulista de antanho. Em pesquisa realizada no próprio Museu, verificou-se que lá se acham ainda os seguinte quadros pintados a óleo: Centenário de Porto Feliz (sem data), Rancho na estrada de Sorocaba (1930),Caboclos do Sertão do Tietê (1930) e Velhas Arcadas (sem data).Na Pinacoteca do EstadoO nome de Van Emelen também aparece no acervo da Pinacoteca do Estado, rico museu paulistano, localizado no bairro da Luz, famoso pela sua extensa coleção de pintura e escultura de artistas brasileiros ou que aqui viveram.O catálogo editado em 1955 registra como pertencentes àquela instituição dois quadros: Academia de Direito e Paisagem. Este último, segundo o citado catálogo, havia sido enviado por empréstimo, a fim de decoração, ao Palácio dos Campos Elísios, nessa época sede do governo paulista. Entretanto, no catálogo posterior, datado de 1988, não há registro da Paisagem. Apenas o primeiro dos trabalhos acima citados continua no acervo (tombo n 1376). Pode-se conjecturar que a citada obra tenha sido perdida ou seriamente avariada. Esse fato aconteceu com alguma frequência em relação aos quadros da Pinacoteca que, na época, foram requisitados para decorar salas de outras repartições do governo do Estado. Para evitar maiores perdas, as obras alocadas por comodato fora da Pinacoteca, foram todas recolhidas e hoje se encontram no acervo da instituição.

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